Garrincha

A situação atual de vida da gente nos incentiva a correr

E a Caixa Econômica quer ajudar mais ainda povo na corrida de rua, incentivando a negrada a disparar

18/05/2019 06:10h

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O tempo passa...

Ah, minha gente, o tempo passa e as coisas vão com ele e as mudanças se nos apresentam de tal forma não se enquadram na nossa vã filosofia. Vejo em manchete de nosso jornal, meu e do Valmir, que uma menina piauiense, a Júlia Beatriz, é a nossa “Sima” do futebol feminino e está assinando contrato com um clube do Paraná. Outra a Tamis Ferrer acertou com outro time do Paraná, o Foz Cataratas que é sócio com Atlético Paranaense e assim sendo, nossas meninas estão indo para o sul, coisa que em tempos atrás, aconteciam com os nossos rapazes como foi com Toinho, Cacá e Rui Lima. Vejam como a coisa muda. Agora são as meninas que deixam o Piauí e vão para clubes do sul no quesito futebol porque naquele outro quesito já iam desde já existia a Maroca. Mas agora é o profissionalismo mesmo, com contrato assinado, com passe livre ou preso, o futebol feminino como profissão de verdade e o nosso Estado fornecendo gente para a elite deste esporte que antigamente era tido como coisa pesada, grossa, a tal ponto que quando alguém reclamava de jogo por parte do adversário, vinha a frase contundente: ”Futebol é prá macho! Mas agora o buraco é mais embaixo e tem as mulheres jogando mais do que os homens e com uma grande vantagem: Tem mais  facilidade em matar no peito e não tem medo de levar bolada no saco. E o futebol feminino é muito mais bonito de se ver do que o masculino. Observem um lance comum como uma “matada no peito”. Se no futebol masculino esse lance é bonito, faça ideia na bate-bola de mulher. Uma jogada por demais esperada mas que só pode ser executada com maestria, é o lançamento da pelota num espaço reduzido onde o atacante espera receber para finalizar em gol. É o tal de “dá na brecha” que o atacante pede para poder finalizar em gol. O meio de campo trabalha para deixa o goleador frente a frente com o goleiro. É o golpe final e depois é só correr para o abraço! Isso é que é futebol, alegria do povo que está sumindo e desaparecendo deste Estado de necessidade. Esporte do qual o governador é aficionado e praticante, embora não jogue essas bolas todas, contrariando opinião  dos seus fiéis assessores que acham que ele joga mais do que o Sima. São coisas de torcedor. Fazer o quê?

O menor é o Valente

Neste retrato tirado em Floriano, terra do Warton Santos, em agosto de 1914, vemos o time da AABB Teresina. Valente (nem tanto)Yure, Ricardo, Boaventura, Tony, Leonardo, Mariano, Geovani, Adoniasm Júlio Cesar e Neto, de chapéu. Jornada esportiva dos funcionários do Banco do Brasil. Tempo bom... A bebida preferida deste time está com o número na bola.

Corra !

A situação atual de vida da gente nos incentiva a correr. E a Caixa Econômica quer ajudar mais ainda povo na corrida de rua, incentivando a negrada a disparar e não querendo correr (7 km), a  andar (3 km) e até tendo problema de locomoção (cadeirante) pode participar na categoria empurrando o carrinho. Será a décima primeira competição e pode participar quem quiser, nem precisa ter conta na Caixa. Ela até banca. A grande novidade será a participação da categoria cadeirantes com percurso de três mil metros. Não serão permitidos usos de cadeira de rodas motorizadas. É tudo no manual. Vai ser no dia 19, neste domingo que vem. Vamos lá, minha gente !

Maus elementos

Rapaz, a era Bolsonaro é pra valer mesmo. Até no futebol vai ter ordem porque sem ordem não tem progresso, diz o Capitão. E prá começar foi baixada uma portaria do Ministério da Justiça e Segurança Pública, lá de cima, no Diário Oficial da União, dizendo que torcedores estrangeiros envolvidos em confusão nos campos de futebol, os criadores de casos, aqueles “malas”, estarão proibidos de entrar nos estádios brasileiros e que devem ir fazer balbúrdia na casa da mãe que os concebeu. Lá na ponte que caiu. Torcedor pitbul, o violento não assiste jogo no Brasil, disse o presidente. Gostei de ver e ouvir. Futebol é coisa séria, diz o filósofo da Cacimba Velha, William Bogea, o Vei.

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