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Garrincha

A partida entre Altos e Timon, aqui do Maranhão, teve seus altos e baixos

Por causa das expulsões, o que dá prejuízo ao pagador de ingresso que foi pra assistir hora e meia de espetáculo de bola e não de violência, falta de educação, o escambau.

21/01/2020 10:43h

Jogão no Felipão

Meus amigos, a partida entre os times de Altos de lá mesmo e Timon, aqui do Maranhão, teve seus altos e baixos. Por causa das expulsões, o que dá prejuízo ao pagador de ingresso que foi pra assistir hora e meia de espetáculo de bola e não de violência, falta de educação, o escambau. Só  porque o jogo de o nome inglês de pé na bola (footboal) não é para se dar pé no adversário, nem cabeçada porque o outro não tem culpa nenhuma ter levado chifres. E ganhar em casa e ainda mais com o time visitante tendo atletas expulsos não soa bem e todo mundo (quem não viu) sabe que time que joga em campo, alheio não confia em árbitro que vem de fora, se  hospeda e coisa e tal porque é lá quem ele toma café, ele almoça, é bem tratado e coisa e tal. E às vezes, ainda sai alguma coisinha de sal. Mas deixa isto para vem para cá e sai daí que este ano, aqui não tem time de Piripiri. O que é uma pena porque a cidade dos quatro “is” era uma forte atração para os jogos aqui e lá sob comando de Luiz Menezes, cabra que já foi bom de bola e de cartola. Mas eu estava falando era do jogo do Felipão, lá na terra da Elvira de Zé Ronaib. Sob o comando de um pernambucano amante do futebol, Warton Lacerda, hoje deputado no Piauí é um senhor cartola da bola e a maior força deste esporte bretão no estado Piauí. Passou a perna  em gregos e troianos, galegos e carcamanos, cearenses e baianos. E hoje estaí, na ponta desta tabela. É a maior liderança deste futebol, botando em outros planos, o nosso Piauizão Vibrante, O Eterno Campeão e um que foi uma vez Flamengo e o que era o Tubarão e comia Galo, Rato e até Leão. Mas a bola rola e é preciso ter muito cuidado porque nem toda coca cola e este amigo de vocês não  enrola e agora o próximo jogo do time da prefeita dona Patrícia Leal vai ser aqui, em Teresina, cidade menina o que será que se destina? E vai ser contra aquele time que foi o mais querido e hoje está o mais esquecido e precisa ser aquecido porque futebol é quentura, futebol é uma atividade que “Botafogo” na gente. E este fogo vem de uma “Estrela Solitária”. O que os flamenguistas despeitados chamam de “lombriga solitária”. Mas vamos  ao nosso “rama-rame” que é o futebol provinciano e agora foi que danou-se porque foi “atimonzado” com equipe do outro lado do Rio Parnaíba. Daqui a pouco entra outro de Tianguá. Lá do Ceará...

Um trio de ouro...

E por falar em Ceará, vemos aí Mão Santa e Zé Filho na companhia do  “Tlinta e tlês”, jornalista Genésio Araujo, um dos personagens de meu próximo livro  “Os Cearenses em Therezina”

Time novo

Não é só o Piauí que vai de Fábio Novo, o meu Botafogo também vai para este viés, com diz o doutor Pessoa que também é gente boa.Pois  “glorioso” vai se encher de menino novo neste campeonato. Só não quero é que fique sem o Gatito Fernandes no gol que é meio time. Mas num onze de futebol é como no casamento. Tem que haver “renoivamento”. E o meu Glorioso entra com muita gente nova e sob o comando de Alberto Valentim, o alvinegro vai deixar de ser “timim”. Aqui em Teresina, o Glorioso tem uma coleção de bons   torcedores que vão de Jesus a Piter Loco.

E o Campo ficou menor?

Meus amigos, a cidade do doutor Mozart encolheu? Cadê os entusiasmados homens do futebol da terra de Carburetos e Lamparinas? Lá  botaram um Caiçara com um campo normal e aí os do outro partido fizeram um “Comercial de Campo Maior” para dar lucro, coisa de carcamano que no Ceará são chamados de “galegos”. Aqui também se chamam de “cearenses”. Mas vamos à indagação do titulo. Onde estão os desportistas da cidade, o Ernane Napoleão, Carnaubinha, Raimundinho, o Carboreto, O César Melo, o dr. Mozart? Esse povo onde está? Investindo no Ceará?


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