• SOS Unimed
  • Novo app Jornal O Dia
Garrincha

A noite de hoje é de muita importância para o futebol piauiense

O River, nosso Galo de briga enfrenta cara a cara uma das mais repeitadas agremiações esportivas do futebol profissional deste pais, o Esporte Clube Bahia.

05/02/2020 11:14h

River x Bahia

Meus amigos, a noite de hoje é de muita importância para o futebol piauiense.O River, nosso Galo de briga enfrenta cara a cara uma das mais repeitadas agremiações esportivas do futebol profissional deste pais.Nada mais , nada menos do que o Esporte Clube Bahia. Partida válida pela Copa do Brasil, a maior  competição nacional.O Piauí  está bem representado no cenário profissional com o seu mais antigo clube, o River Atlético Clube. O famoso Galo Carijó. Sabemos que é um osso duro de roer porque a equipe baiana é uma das mais  respeitadas no cenário esportivo desta nação tute-boleira. E além da manejo  na bola e traquejo nos pés, ainda tem um forte aliado que é a magia negra, a macumba para ser mais exato.Sim, amigos, ainda tem a magia negra  como componente porque o que vale é a fé e com fé, você toma café e jura que é leite. Mas amigos, a bola rola, este escriba não enrola e  gororoba boa é coca-cola. E vamos ao  Albertão, hoje, depois da  novela porque o jogo começa as nove e meia, termina perto de  meia noite e quando terminar vá par sua casa que sua mulher, ela deve está  lhe esperando para dar  gomoso.  Ou então, vá com ela ao futebol, embora  a bichinha não entenda nada de bola mas isto não é nada demais porque tem até gente que não entende  também e anda comentando em rádio e televisão. Mas a bola rola e  já tivemos aqui um meio-campista  de nome Mariola.Jogava no River e tinha  vindo de Olinda, Pernambuco, cidade pequena porém decente. E Mariola era meio-campista.Ao lado de Derivaldo. E aí o Galo era galo mesmo, cantava no seu terreiro e tinha um chefe de torcida chamado de Pintinho que era grandão e sua passada era um metro.  Mas om que eu  quero é  convocar a galera riverina para  esta noite quarta-feira neste prego na chuteira para ir ao futebol e não ficar em casa fazendo besteira. Vamos dar  força ao nosso Galo que vai enfrentar uma das agremiações das mais falada desta nação e vinda de Bahia de  Jorge Amado. É jogão e ninguém deve perder.Encher o Albertão e  gritar e torcer. Sim, porque não adianta ir ao futebol e ficar  como uma múmia. Sem torcer, sem viver as emoções. Mas torcer, vibrar e não fazer como aquele aquele riverino que  torcia com as mão no bolso. Depois do jogo estava capado.

Alô Floriano !

Uma plêiade de  torcedores do  saudoso Corissabá de Floriano, terra de Aldênio  Fogoió e dos Brunos. Fevereiro  de 1996, nesta foto de Ginaldo. “Os abnegados que  contribuíram para o  clube florianense sobreviver, á época. Quem sabe os nomes deles ?

Baianos espertos

Este pessoal  do Bahia é sabido e folgado em dinheiro. Para jogar no Piaui numa noite de quarta-feira, eles chegam logo na manhã de segunda-feira. Dizendo eles que é ´para  “ irem se acostumando  ao calor”. Eu acho isto muita frescura  porque não existe uma terra mais quente do que a Bahia... Pelo menos, as baianas que eu  conheci eram quentes ou mornas.Mas deixa isto para lá  com acarajé e tacacá porque se está  furado... vá tapar. E assim transcorre o tempo  regulamentar e o River  vai jogar e vai ganhar. A torcida deve comparecer em peso e medida e não quer ouvir ninguém  feito galinha. Todo mundo tem que gritar “galo, galo” que é o nosso refrão.

Ele voltou...

Meus amigos, quem bebe a água deste rio Parnaíba sempre volta. Assim foi com Marcelo Vilar   que depois de quinze anos volta ao ninho do Galo. Ele vem mais  cabreiro, mais idoso e experiente, já  treinou  muita gente. Errou  e acertou  muito porque a nossa vida é um campeonato com pontos ganhos e perdidos.E ainda tem os empates. Como tem em todos os embates. Ele chegou, viu, treinou e  disse que não carece de  reforço não.O que  tem já basta  e como a dor ensina a gemer,  no tempo  regula-mentar  ele pede para reforçar. Nesta estreia de Marcelo Vilar  vamos  torcer para o Galo ganhar.E bem alto poder ele  cantar. Cocorocó!  Cocorocó!


Deixe seu comentário