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Garrincha

A bronca da Raimundona

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta quinta-feira (1º) no Jornal O Dia.

01/08/2019 08:23h

A bronca da Raimundona

O jogador de futebol, Edilson,  um  paraibano que foi trazido pelo treinador Mormaço para o Tiradentes, depois de uma temporada no time d Policia militar, passou-se para o Flamengo acompanhado Mormaço.  Ele era conhecido como “Edilson das Mulheres” tendo em vista a  enorme facilidade que tinha de controlar várias paqueras. O atleta, vez por outra, se metia em situações embaraçosas e uma delas  foi no portão de saída do estádio Alberto Silva , em Teresina, PI. O Flamengo havia jogado,  e já quase todo mundo havia ido embora. Apenas um grupo de repórteres  continua na saída  e, ali, perto, uma mulher grávida, encostada no muro. Parecia que  ela esperava alguém e tinha certeza de que este  alguém iria sair por aquele portão. E não errou. Dali a instantes, surgiu ele, Edilson, com o seu andar  vagaroso e gingante. A mulher  grávida se aproximou dele e foi logo o chamando de “cabra safado” e que tivesse vergonha  na cara e falando outros “elogios” próprios destas horas. A turma das rádios tomou aquele espanto. Edilson notando a “manchete”, falou com o canto da boca  para a  torcedora que não ere ao outra senão a famosa Raimundo, titular do coração do jogador. “– Não dá esparro”....olha a imprensa... disse ele com o canto da boca. – Imprensa, uma merda ! Eu quero mermo é que todo mundo veja, cabra safado ! “-Fala baixo, senão eu te dou um chute...” continuava  ele falando  com a boca torta.- Chuta, chuta  que eu quero ver se tu é macho... “ Continuava ela e aumentava  o tom de voz, zangadona. Edilson, experiente  do futebol, vendo que não tinha outra solução, disse “venha cá” e  botou a mão no ombro dela. E assim, saíram discutindo pela escuridão da noite. (Do livro “Tirando de Letra”, de Eudes Moacir Toscano transcrevendo de “Um Prego na Chuteira”, primeiro  volume).

Medalhando o Jeferson do Pierre

Em foto  do arquivo, o Pequeno Polegar, Didimo de Castro,  bota a medalha no pescoço do Jeferson Cruz, filho de Pierre e Mercês, em méritos  de natação, fazendo parte da equipe da AABB Teresina  que na época disputava  com o Circulo Militar quem era  melhor no nado.

Sub 17

A federação de  futebol do Piauí  não para e agora, mexe nas categorias amadoras para ir criando condições de  desenvolver mais na frente um futebol mais competitivo porque do jeito que está não pode ficar, nesta era “Carcará”. Já tem nove times  inscritos para o  certame deste ano e  vai começar  em dez de agosto. Uma coisa que  eu não entendo é quando o regulamento diz que os “jogadores devem ser piauienses” com exceção dos atletas repatriados que tiverem o primeiro registro feito no Piauí. Isto abrange os desportistas de Timon e Barra das Pombas? É bom ver isto...

Luta de espada

Rapaz, este Piauí não é fácil. Quando você pensa que não aparece  uma coisa boa no esporte e agora a “terra querida” brilhou em Belém do Pará com luta de espada, você acredita ? Pois em competição em Belém do Pará, onde mora meu amigo Carlos Castilho, pois  para lá,  nós mandamos três meninos bons de espada e eles vieram  cheios de  medalhas. Façam ideia se fosse briga de faca. Rapaz, a nossa gente é boa em qualquer modalidade de  esporte e não foi atoa que tivemos aqui o Auto Esporte. E além dos rios Parnaíba e Poti,tivemos Rio Negro onde eu era ponta direita.


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