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Notícias Garrincha

02 de agosto de 2019

Entrando Agosto

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta sexta-feira (2) no Jornal O Dia.

Entrando Agosto

Meus amigos, vai começando o mês mais “invocado” do calendário brasileiro   que é este tal agosto. Desde que em me entendo de gente que  ouço  o povo dizer que “agosto é o mês do desgosto”. E eu não sei porque cargas daguas  ou de areias, a  plebe rude e ignara taxa assim um mês que vem logo depois de julho, mês das férias escolares, como mês do azar. Muito  pelo contrário poderia deixar entra ... agosto do freguês que seria mais democrático neste pais de Lula preso. Agora que o nosso povo  está todo gordinho e os fabricantes e vendedores de  roupa estão dando o maior valor porque os números maiores exigem mais pano prás mangas e também para os laranjas que é uma fruta  que prolifera  neste governo daqui e de lá e quiçá, do Ceará. Mas  o tema da coluna de hoje é o mês de agosto no futebol piauiense  que “estava de férias”, nesta era de Carcará.E o desportista  pega seu jornal O Dia,vai para a página esportiva á cata  de noticia sobre o nosso jogo de bola oficial e nada. Nada no seco. Alguns nadam no  sexo e no convexo. Estamos  começando uma nova fase no nosso futebol profissional, iniciamos a “era Carcará”.Assumindo  comando da  Federação  futebol, ele  “El Carcará” que era vice  de Cesarino Primeiro e Único, se vê logo com  o maior problema que assola este Estado  de necessidade (Piauí) que é a liseira. Sempre  que alguém está sem recurso  financeiro que é o que se chama  dinheiro, diz que  o cidadão está liso. A liseira hoje em dia está sendo uma coisa  comum neste Brasil Brasileiro terra de samba e pandeiro e num tempo deste saiu até um bloco de carnaval em Teresina,se gabando e botando uma placa dizendo “Lisos somos”.Afirmação que se  desmentia na ala feminina  que não tinha nada de liso na comissão de frente. Elas eram muito peitudas. Mas, a bola rola, este Garrincha não enrola e futebol não se  aprende  na escola, embora a periferia esteja cheia de “escolinhas” e é preciso ter  cuidado ter cuidado quando botar seu filho numa destas “escolinhas” porque  podem ensinar o que não presta.Mas a vida é uma partida de  futebol e nem todos chegam aos noventa se bem que  tem alguns que vão até á prorrogação que é a turma do “Kaduco”. Mas o tempo  passa e muitos não chegam á “trajectória dos noventa” como diz Dídimo de Castro, o Pequeno Polegar.

Professor Zaqueu do Sinopse

Nunca mais  tive noticias do professor Zaqueu que  era um amante do futsal e brigava pelo Sinopse. Eis, ele aí, numa formação da época, em foto da Stúdio Poduções, Ginásio Verdão e trabalhada pelo seu Elias.

No bofete

Se não temos craques no pé, no jogo e bola, no quesito “bofete” temos um menino aí que promete  dar muita porrada em cara de gente  que é o  Luiz Felipe, aquele que  negrada chama de Buda. É Buda. Não tem ene, não. E esta fera se prepara para lutar em evento nacional, neste mês, em São Paulo e ele já sabe quem vai enfrenta , é um gaúcho, um tal de  Nilton Gavião que dizem que é muito bom e  vamos ver isso no dia 23 de agosto, lá  em São Paulo, quando vão emendar os bigodes para  se ver quem é o mais macho na porrada e no cambito.

01 de agosto de 2019

A bronca da Raimundona

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta quinta-feira (1º) no Jornal O Dia.

A bronca da Raimundona

O jogador de futebol, Edilson,  um  paraibano que foi trazido pelo treinador Mormaço para o Tiradentes, depois de uma temporada no time d Policia militar, passou-se para o Flamengo acompanhado Mormaço.  Ele era conhecido como “Edilson das Mulheres” tendo em vista a  enorme facilidade que tinha de controlar várias paqueras. O atleta, vez por outra, se metia em situações embaraçosas e uma delas  foi no portão de saída do estádio Alberto Silva , em Teresina, PI. O Flamengo havia jogado,  e já quase todo mundo havia ido embora. Apenas um grupo de repórteres  continua na saída  e, ali, perto, uma mulher grávida, encostada no muro. Parecia que  ela esperava alguém e tinha certeza de que este  alguém iria sair por aquele portão. E não errou. Dali a instantes, surgiu ele, Edilson, com o seu andar  vagaroso e gingante. A mulher  grávida se aproximou dele e foi logo o chamando de “cabra safado” e que tivesse vergonha  na cara e falando outros “elogios” próprios destas horas. A turma das rádios tomou aquele espanto. Edilson notando a “manchete”, falou com o canto da boca  para a  torcedora que não ere ao outra senão a famosa Raimundo, titular do coração do jogador. “– Não dá esparro”....olha a imprensa... disse ele com o canto da boca. – Imprensa, uma merda ! Eu quero mermo é que todo mundo veja, cabra safado ! “-Fala baixo, senão eu te dou um chute...” continuava  ele falando  com a boca torta.- Chuta, chuta  que eu quero ver se tu é macho... “ Continuava ela e aumentava  o tom de voz, zangadona. Edilson, experiente  do futebol, vendo que não tinha outra solução, disse “venha cá” e  botou a mão no ombro dela. E assim, saíram discutindo pela escuridão da noite. (Do livro “Tirando de Letra”, de Eudes Moacir Toscano transcrevendo de “Um Prego na Chuteira”, primeiro  volume).

Medalhando o Jeferson do Pierre

Em foto  do arquivo, o Pequeno Polegar, Didimo de Castro,  bota a medalha no pescoço do Jeferson Cruz, filho de Pierre e Mercês, em méritos  de natação, fazendo parte da equipe da AABB Teresina  que na época disputava  com o Circulo Militar quem era  melhor no nado.

Sub 17

A federação de  futebol do Piauí  não para e agora, mexe nas categorias amadoras para ir criando condições de  desenvolver mais na frente um futebol mais competitivo porque do jeito que está não pode ficar, nesta era “Carcará”. Já tem nove times  inscritos para o  certame deste ano e  vai começar  em dez de agosto. Uma coisa que  eu não entendo é quando o regulamento diz que os “jogadores devem ser piauienses” com exceção dos atletas repatriados que tiverem o primeiro registro feito no Piauí. Isto abrange os desportistas de Timon e Barra das Pombas? É bom ver isto...

Luta de espada

Rapaz, este Piauí não é fácil. Quando você pensa que não aparece  uma coisa boa no esporte e agora a “terra querida” brilhou em Belém do Pará com luta de espada, você acredita ? Pois em competição em Belém do Pará, onde mora meu amigo Carlos Castilho, pois  para lá,  nós mandamos três meninos bons de espada e eles vieram  cheios de  medalhas. Façam ideia se fosse briga de faca. Rapaz, a nossa gente é boa em qualquer modalidade de  esporte e não foi atoa que tivemos aqui o Auto Esporte. E além dos rios Parnaíba e Poti,tivemos Rio Negro onde eu era ponta direita.

31 de julho de 2019

Cinco Campos

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta quarta-feira (31) no Jornal O Dia.

Cinco Campos

Meus amigos, o futebol desta serie B Piauí neste ano será disputado em cinco  estádios deste Estado  e estes campos tem que ter o tal de laudo  que é um documento onde se diz que o dito tem condição de receber jogo e  gente para ver este jogo. Condição no gramado e no cimentado. É onde estão os direitos humanos  que uns confundem com os direitos do Elmano que era meu amigo, nos  bons tempos de Mão Santa  no Palácio de Karnac e estava em moda  comprar  carro na Automac.E os campos  são estes: De Campo Maior, Picos, Floriano, Oeiras e Timon . É a  desestadualização  do campeonato, fato inédito no futebol nacional. Um time de um estado  de carência disputar   campeonato em outro estado de  necessidade. Isto  se justifica com o  nosso “slogan”: ‘Só  no Piauí mesmo !” Ficará na história e futuramente dirão que isto aconteceu no tempo do Carcará de Barras de Maratoan, sucessor de Cesarino, primeiro e  único,  de saudosa memória.E a bola rola porque é redonda , vai rolar nos  estádios piauienses de Oeiras, Picos,Floriano, Campo Maior, na capital Teresina e na sua “prima” Timon que é do Maranhão mas é  nossa filha adotiva, é de casa e gente daqui mora lá e gente que mora aqui  e tem gente que come lá e dorme aqui e come lá e assim  um vai e vem, assim como o Lula e o doutor Gil Alves dos Santos. E pela primeira vez,  um clube maranhense vai disputar  o certame piauiense como se teresinense fosse.  Assim como os rapazes e moças de lá vêm concorrer  com os de cá nos concursos públicos e muita gente de lá é casada com o povo de cá. Porque o rio Parnaiba não separa .Une  o Piauí coo o Maranhão. E o esporte é uma atividade lúdica  que tem na sua mais bela expressão a união, a confraternização, até pelo contato carnal.  O corpo a corpo, o mano a Elmano até ao “vai que é tua , Tafarel!” como diz o locutor da rêde Globo. E aqui, na capital do Piauí, a federação de futebol sob o comando  de Braum,o Carcará dads Barras de Maratoan, sucessor de Casarino primeiro e único, dá prazo para interessados  ao campeonato de futebol profissional   arrumarem  seus campos de jogo porque o caso é sério não é futebol de meia  tigela não. Ajeitem os campos. Picos de Miolinho, Floriano  de Aldênio, Oeiras Conceição Pipoca,Tadeu  e Bil, Piripiri de Luiz “Menez” e Raimundo Pão e o “naturalizado” Sergil Araujo. E agora com mais um novidade interestadual. Timon (MA) no campeonato do Piauí. Os cearenses, irônicos, irão dizer:-“ Só no Piauí mermo” !

O Piauí em alta

Em foto do meu arquivo implacável  e subtraído, Alfredo Nunes era presidente da  FPD e medalhava João Havelange  em solenidade na Federação, com Magal e Genésio Araujo, ao fundo e dona Genu Morais.O local era a sede da mentora.

Era Carcará I

O atual comando do futebol piauiense marcará época no jogo de bola como a primeira vez que se “naturaliza”  um time. Timon, do Maranhão, vem  disputar campeonato piauiense de pebol e é já que os cearenses, invejosos como são, vão até botar o time de Tianguá neste certame piauiense, eles, vizinhos de Piripiri e Pedro Segundo. Pois o Timon está na série B de Batalha do Piauiense que começa no dia da parada, 7 setembro. E a grande pedida será, sem dúvida, a participação de uma equipe de outro estado  no estadual do Piauí. Mais um motivo para os cearenses zoarem os piauienses, dizendo o bordão: “Só no Piauí mesmo !”

Era Carcará II

Diz Braun I e único que ele mesmo vai visitar todos os estádios, até o de Timon, para ver se tudo está de acordo com o gabarito do laudo dos bombeiros e em caso contrário, pode até jogarem lá mas será com os portões fechados e pregos em cima dos muros com as pontas para cima. O sucessor de  Cesarino Oliveira declarou que ele mesmo vai examinar todos os locais de jogos em todas as cidades, ver de perto para contar de certo e não ir pela cabeça dos outros como piolho. Ele concorda com o pensador da Cacimba Velha, nosso Wiilliam Bogéa, o” VeI” diz nas suas “para-bolas”  conclusórias de que “futebol é coisa séria, meus amigos”.

30 de julho de 2019

Um grande desafio

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta terça-feira (30) no Jornal O Dia.

Um grande desafio

Meus amigos, o presidente da Federação  Piauiense de futebol, Robert Brawn Carcará, substituindo o falecido  Cesarino Oliveira, enfrenta uma crise sem precedentes nesta atividade  esportiva em este  nosso Estado de necessidade, o Piauí  terra querida. Nunca, em tempo algum, se viu tanta moleza, inércia, falta de interesse pelo jogo de  bola profissional ou até no amadorismo porque ninguém está mais querendo se mexer, a não ser com os dedos no celular. Até nos encontros de “casais”... Tem casos de parceiros e parceiras reclamando da falta de atenção ao “metier” porque o outro lado fica passando os dedos no aparelho errado. Completamente  desinteressado pelo  resultado do jogo. Ah, meu amigo, tem dó...e quer moleza ? Vai jogar dominó. E o que se vê  hoje em dia, padre nosso, ave Maria, é todo mundo dedilhando, esquecido do mundo  , vasto mundo e se eu me chamasse Raimundo seria uma rima e não um  jogador fundo. Sim, mas qual é o grande  desafio  que Browm,o Carcará  está a enfrentar? Nada mais , nada menos do que ser  presidente da Federação Piauiense de Futebol, herança maior de Cesarino Oliveira, de saudosa memória. Rei morto, rei posto  e eis o filho de Barras de Maratoan  investido  no alto cargo de  presidente da Federação Mafrense.E numa fase difícil porque este desporto  hoje está numa  precariedade que  dá gosto e com o seu calendário esgotado  antes de chegar “agosto” da  torcida. E assim sendo, eu mesmo não entendo como é que o jogo  se acaba antes de chegar ao final da “trajectória dos noventa”,  como diz o nosso Pequeno Polegar, Dídimo de Castro Pereira  nos microfones da Rádio Pioneira. Se fosse pelo desempenho físico do presidente da mentora, não haveria nem jogo, só intervalo, para o descanso dos seus 132 quilos e duzentas e cinquenta gramas, segundo pesagem fornecida pelo seu conterrâneo Manin Rêgo á nossa reportagem. Mas o tempo passa, como dizia Fernandes Mendes irradiando jogo pela Difusora quando  eu era o  seu comentarista  e Odilio Teixeira era o repórter de pista. O Odílio recebia um apelido engraçado e o presidente da  Federação Piauiense de Desportos gostava de  dizer ao vivo e no ar: “Ei, Fodinha...” Isso no ar, em ondas médias e curtas.Mas o tempo passa e o público ouvinte quer escutar as transmissões esportivas e curtir o Magro de Aço dizendo: Eeeeessccuuuutaaa Diiiiidimoooo...

Situação

Aproveitando-me do talento do Jota A para mostrar a situação  financeira   do futebol piauiense em plena  era Carcará.

Fomos furtados

Mais uma vez, o Botafogo  é furtado á vista clara, com milhões de testemunhas e o ladrão não sai preso. Perdemos o jogo para o tal de Flamengo por 3 x 2, no Maraca,diante de milhares de testemunhas e nada se fez para impedir tal falcatrua. A policia  presente  foi  conivente dando proteção ao árbitro ladrão   seus asseclas, os tais  bandeirinhas, em ato público com o campo cheio de testemunhas e a maior parte conivente, torcida do Flamengo, incentivando o roubo ao ar livre. O tal de rubro-negro saiu com os louros da vitória e nós ficamos com os pretos  da derrota e com nosso estrela solitária e sua torcida solidária na dor...Mas diz o nosso pensador  que “futebol é coisa séria”, deixa isso para lá.

 Intermunicipal

Era uma competição  estadual promovida pela entidade da crônica esportiva piauiense (AqDEP) que reunia  representantes dos municípios piauienses  em um torneio de futebol. Cada time jogava um outro duas vezes, uma vez em cada município e a partida era na capital. Um dos bons momentos do nosso desporto que servia para estreitar os laços de amizade entre os municípios, embora muitas vezes o “pau” rolava entre os componentes.Os prefeitos se empolgavam e uns queriam  até jogar bola incentivados pelos  puxa-sacos que é uma coisa  que não falta neste país do futebol e da carne de sol. E a entidade dos cronistas esportivos daqui, trazia gente gente do norte,do sul, do litoral. Pra a grande final na capital.

25 de julho de 2019

A velha Oeiras...

A velha Oeiras...

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta quinta-feira (25) no Jornal O Dia.

A velha Oeiras...

Parece que as coisas  estão correndo bem  na terra de Tadeu de Lilásia, Bil  e Conceição Pipoca, no rumo do futebol de primeira linha. Terra de uma boa tradição esportiva e com um passado glorioso, a volta de Oeiras só engrandecerá o campeonato piauiense, como já o fez em décadas passadas quando nos revelou muitos craques como Chaguinha, Miolinho e Luís Gobila. E nos tempos de intermunicipal, a fartura na mesa para os radialistas da APCDEP porque lá nas Oeiras se sabia receber muito bem imprensa. Agora a  grata notícia de que os desportistas daquele rincão, o pessoal do Oeirense, os Tapetis, este povo está arrumando a sua casa para  formar uma grande equipe de futebol de primeira linha e a “Mocha” possa reviver os bons momentos, daquelas alegres tardes domingueiras  quando a família oeirense  ia para o campo de esportes vibrar pelo seu time  e era tudo alegria porque todos eles gostam de duas coisa na vida: futebol e missa. E assim, a bola rola, este escrevinhador não enrola e amar não se aprende na escola e merenda  boa é pasteis de Maria Divina com coca-cola. Mas nas Oeiras, primeira capital, os homens  estão procurando um camisa nove para o time porque o  “dez” eles  já tem. Quem souber de algum camisa nove que esteja  desempregado e que seja um cabra bom no “caquiado”, favor ligar para Bil ou Conceição Pipoca ou para o  “Ciço” Monteiro  que é o tomador de conta  do time oeirense. É quem dá as camisas e bota os meninos para  correr atrás da bola e de noite, fica vigiando para  eles namorarem só até as nove  horas da noite. E agora, a diretoria oeirense busca um jogador  goleador, um camisa nove. Quem veste a nove tem  por obrigação  meter gol, assim como quem veste a de número um tem a função de não deixar passar  nenhum. Um entra em campo para meter e outro para defender. Porque tudo na vida é assim e a gente tem que ser esperto, o mundo é uma bola e saco  pequeno é sacola. “Ora,  direi, ouvis estrelas”  e eu vos digo: melhor ouvi-las do que vê-las. Mas, começamos com Oeiras, a  capital  primeira e onde  foi casa sempre é tapera e ainda hoje o povo venera a terra tapetiense. Que a velha capital volte a ter seu belo futebol como no tempo do Juarez e foi campeão mais de uma vez !

Eudes  Toscano

Com um trabalho de Assis da Paraíba, a amostra do livro do conterrâneo dele, o Eudes Moacir Toscano, um dos meus velhos companheiros de crônica esportiva neste Brasil brasileiro.

 Quebradeira

Menino, a quebradeira no futebol deste país é geral. A gente pensa que é só  aqui mas até no Rio de Janeiro, capital do pebol brasileiro, terra mais de samba de pandeiro, falta grana, falta dinheiro. Agora mesmo, o Vasco da Gama., o Vascão de tanta  história, tanta tradição, está sendo notifica-do pela  Justiça comum e poder ser despejado do lugar onde guarda seu material, do que ele chama de  Estádio São Januário.È a situação do nosso futebol profissional. Isto no Rio de Janeiro,  a “cidade maravilhosa, cheia de encantos mil , cidade maravilhosa, coração  meu Brasil” E o Vascão  do  Chico Wilson  está devendo os cabelos da cabeça ou como diz o jornal Folhapress “asfixiado financeiramente” e pode ser  despejado do lugar onde ele foi fundado e agora se encontra “afundado” em dívidas...

E nós ?

Aqui, na quentecap (Teresina) e  até no próprio  Estado de  necessidade que é o Piaui , terra que ri ...da, o esporte chamado de bretão está numa situação até condizente como sua nomenclatura. O Futebol, por sua origem é denominado de esporte  bretão. Veio da Bretanha que é outro  nome da Inglaterra e como eles  são enormes botaram Gran, de grande. Aí ficou “Grã-Bretanha”.Aqui no Piauí nós temos a uma mas é pequena. É a Betânia, aqui perto  de Monsenhor Gil, do Luís Noronha, do Raimundão. Sim, mas, vamos que vamos porque a bola rola, este escriba não enrola e samba não se aprendia na escola até que inventaram a Escola de Samba. E aí, foi aquele jogo de pé e de  mão, faz que vai mas não vai. Diz Que dou mas não dou e  o povo  das Oeiras  busca uma  camisa nove...

24 de julho de 2019

Começar do Zero...

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta quarta-feira (24) no Jornal O Dia.

Começar do Zero... 

Meus amigos, zero é nada. É bonitinho, redondinho mas é nada. Zero é a aquela nota que aniquila o aluno no colégio. Zero é coisa nenhuma, zero é zero. A nota terror dos bons alunos e amiga dos maus estudantes. Só tem um Zero simpático que é o Recruta Zero, figura dos quadrinhos infantis. E quando um jogo termina zero a zero, os dois times  saem dos campos de jogo, cabeças  baixas, chutando a grama. E o dirigente esportivo Everaldo Cunha, o Ducha, com o Flamengo do Piauí nas mãos e doido para passar para outro maluco diz que quem assumir o Flamengo vai ter que começar do zero porqu4e lá não tem nem agua nos potes. E está aberta a vaga para a presidência do Esporte Clube Flamengo, o segundo em importância no pebol piauiense porque o primeiro é o River. Alguém poderá perguntar: E o Tiradentes? Tiradentes foi um rio que passou, uma chuva que deu numa noite de verão e vocês nunca mais verão time como aquele que Canuto Tupi Caldas formou e depois ele se reformou e foi para a reserva remunerada. A Sociedade Esportiva Tiradentes foi um rio que passou nas nossas vidas e o nosso coração se deixou levar... Mas a bola rola, este amigo de você não enrola e todo presidente de clube é um cartola. Agora mesmo aquele moço que dizem os fofoqueiros de plantão, ele era até um riverino, o Everaldo Ducha, pois agora ele é o presidente do Flamengo e tá batendo sino, chamando quem quer se candidatar a presidência do clube rubro-negro que ele tem a chave na mão mas diz que se alguém quiser dele “tomar de conta” dele, ele entrega a chave, aliás, o saco de material porque hoje o Mengo não tem sede, já teve na Vermelha, teve no Pirajá, mas já pirou e agora o saco de material está na casa dele, Ducha.Está lá na  cozinha. E a mulher todo dia reclamando para tirar aquele saco velho de lá. E assim, Nicodemos, agora tem um partido novo, o Podemos e vai até rimar quando o candidato perder a eleição e dizer para seus eleitores na linguagem bolsonarista: “Nós nos podemos”. E assim sendo, reverendo, estou vendo o Everaldo Ducha dizer que quem pegar o Flamengo já vai sabendo que não tem nada no clube, nem saco de material, vai começar tudo do zero porque não  restou nada daquele Flamengo de Rodrigues Filho, Avelino Neiva, Vitorino e tanto outros abnegados do clube rubro-negro. 

Um timaço... 

Peladeiros da maior qualidade de mil novecentos e tanto. Figuras como Jamil, Paiuçimnho, Xuxa, Carlinhos, Paulção, Melo, Raimundo Filho, Branco, Gabriel II, Batista, Piau. Derivaldo, Paraiba, Renato, Marcílio, Queiroz,Sócrates, Edmilson, Julimar e a mascote Vanessa Maria. Tempço bom...

Timon se arruma 

Rapaz, estou gostando deste pessoal de Timon que vem se arrumando para formar um time bom para este certame piauiense de jogo de bola argentina. Já arrumaram até um nome bonito para o time do outro lado do rio Parnaiba: Aguia Soberana. Um nome muito  pomposo que eu não vou dizer nada mas... deixa pra lá. Os timonenses ou timoneiros estão sob o comando do Leal Filho, que é de Timon, e eu advirto para não confundir Leal Filho com Leal Júnior, que são rebentos leais mas de pais diferentes. E assim sendo, reverendo, Timon se arruma para ter um time de futebol participando do futebol teresinense, piauiense, tudo aqui bem pertinho, é só descer da canoa.

Uma vez Flamengo? 

Peço ao pessoal que estiver “tomando de conta” do Esporte Clube Flamengo que me mandem notícias das atividades deste clube tão querido no desporto local e que anda mais sumido do que eleitor do PT. O que está acontecendo com o clube mais  popular, o mais ferrenho adversário do River, o seu rival mais perigoso de todos os tempos. O futebol piauiense não pode existir sem River e Flamengo, assim como carioca sem o Fla-Flu, o Ceará sem o Ceará e Fortaleza e a zona norte sem Poti Velho x Barras da das Pombas. É preciso que se arrumem os times tradicionais para as jornadas sensacionais com as transmissões radiais ou televisionais.

23 de julho de 2019

Altos faz peneira para a temporada de 2020

Para entrar na carreira de jogador de futebol profissional tem que se fazer o teste físico e de manejo com a redonda.

Altos faz peneira 

Meus amigos, sendo futebol uma coisa séria, para se adentrar no ramo tem que gabarito. Para se entrar em faculdade seja de direito, seja de torto, é preciso se fazer  antes um exame que se chama de “vestibular”. E para entrar na carreira de jogador de futebol profissional tem que se fazer o teste físico e de manejo com a redonda porque você pode até ser um bom atleta, mas não é um bom jogador. Aquilo que nós chamamos de craque. E no ramo tem jogador de todo tipo como em outras atividades humanas. O privilegiado é um craque, o esforçado é um atleta e tem aquele do gingado, do rebolado, o bom de bola, o malandro porque no futebol, o drible é a maior arma e o “corte”  é uma enganação, o faz que vai mas não vai e acaba “fondo”. E na hora do teste, o treinador fica de olho até no caminhado do cara, o seu gingado, até o seu jeito de cuspir. Porque, ele, o técnico, por menos letrado que seja, tem um senso de observação fora de série e conhece todas as manhas e artimanhas dos boleiros. Pato Preto, de saudosa memória, treinador dos juvenis do Esporte Clube Flamengo, mandava o jogador correr cem metros e depois vir andando. Queria ver era o caminhado do atleta, que segundo ele, se conhece o homem é pelo andar. Como se conhece o cavalo pelo trotar. Mas a bola rola e este amigo de vocês não enrola e samba não se aprende na escola. E Warton, o nobre deputado altista neste sábado, faz peneira no campo de lá para escolher profissionais para a temporada do ano que vem, 2020, porque esta  agora, minha  senhora, estamos no meio do ano e já se acabou. Futebol profissional no Piauí é como dinheiro em mão de político. Se acaba logo. Tem uns que dizem que é a mesma coisa com a vergonha. Mas isto eu não quero nem escrever aqui nesta coluna que fala a verdade desde 1963. Desde este tempo que a gente vem enfiando este prego nesta chuteira e isto não é brincadeira. Mas Altos que é hoje o maior nome deste futebol, queiram ou não queríamos riverinos, os velhos e os meninos, pois os Altos de João de Paiva, no meio  de dezenove já ser prepara para o vinte. E cuida de  fazer peneira, lembrando aquela nossa música de Luis Gonzaga, “Oitava na Peneira”: (oitava na peneira, oitava peneirando, oitava no namoro, oitava namorando) “Na madrugada lá na serra do Teixeira/namorei uma cabocla/ nunca vi mais feiticeira... A meninada descascava  macaxeira/ Zé Miguel no caititu/ e eu e ela na peneira... De madrugada/Nóis fiquemu ali sozinho/ o pai dela soube  disso/ e deu de perna no caminho/ Chegando lá até riu da  brincadeira/Nóis estava namorando/eu e ela na peneira... 

Que golpe foi esse?

“O Piaui não vai ter time de futebol de salão, do sexo feminino, na Taça Brasil de Futsal. Motivo: o representante que seria a “escola técnica” a UFPI, “sofreu um golpe e fica fora da competição”. Que diabo de golpe foi este, meus irmão? O meu jornal não chega a detalhes, mas diz que foi um golpe de “estelionato” que trocado em miúdos é “cheque sem fundos”. E que diabo tem o nosso futsal com os fundos dos outros? A história não foi bem explicada mas a verdade é que o Estado do Piauí, terra querida, fica fora de uma competição nacional por um motivo vergonhoso e que ficam abafando, botando, panos mornos e ninguém sabe de nada. Deve ter  alguém de “nome” nesta história para não fazerem boca de siri. Só no Piaui “mermo”...

Não era só o Panzilão... 

Rapaz, quando o nosso artilheiro Panzilão metia suas cachaças, a negrada ficava comentando que um cara tão bom de bola poderia ter jogado em grandes clube deste pais, saído do Piauí e não ficar lá na Vermelha bebendo cachaça e comendo panelada da Toinha. Mas ele bebia, de vez em quando um cigarro artesanal e jogava nos finais de semana e era show de bola, gols de mais nos campos da periferia pois Panzila era um artilheiro nato. E como ele, tinham outros, meninos bons de bola e a Vermelha era um celeiro de craques e o último que em me lembro foi o Pedro que tinha o irmão Airton também Tamanco. Mas o Airton era pancadeiro e dizia que não alisava jogueiro. 

19 de julho de 2019

“Capoeira mata um !”

Teresina, cidade menina, é uma capital onde este esporte tem uma boa aceitação em todas as classes sociais.

“Capoeira mata um !”

É o que diz a música regional baiana para poder rimar com “zunzunzum” Mas eu acho que não porque nunca soube de alguém morto por pernada, rasteira ou mesmo cabeçada nos  peitos.” Zunzunzum capoeira mata um” é o refrão deste esporte tipicamente brasileiro. Os ingleses podem se gabar de terem inventado o futebol mas o brasileiro inventou a capoeira e foi bem ali, em Salvador,na Bahia de Todos os Santos e de Nossa Senhora. E Teresina, cidade menina, é uma capital onde este esporte tem uma boa aceitação em todas as classes sociais. Não é como o golfe que é esporte de rico. Os pais ricos incentivam os filhos a fazerem judô, capoeira e até box para aos meninos não crescerem marcando passos de danças com as mãos estiradas e os olhares para o infinito... Olhando para o céu... Porque é de pequenino que se torce o pino e devemos encaminhar os que fazemos ou criamos no rumo do bê com a beabá e bê com é beebé. Sim. Amigos mas diz a canção baiana que “capoeira mata um”´ rimando com “zum-zum-zum” mas é só para rimar porque quem mata é bala de revolver, desastre de automóvel e virada de trem. A capoeira é baiana mas outros dizem que ela é africana trazida pelos nossos irmãos negros. Porque negro é bicho cheio de marmota e inventou a rasteira que é aquela pernada que o cabra dá nas pernas do outro tirando ele do tempo e do espaço e o sujeito cai no chão como se alguém tivesse puxado o tapete. Isto veio dos nossos antepassados africanos porque os outros, índios e portugueses não sabiam nada disso e não só a capoeira como outras coisitas mais foram nos dadas pelos irmãos da pele escura e que nós, muito malagradecidos, quando alguma façanha dá errada, logo, logo justificamos dizendo: “isso é coisa de nêgo”. Eles, ingratos se esquecem que uma das coisas mais especiais desta vida e que o homem briga, perde a noção e vai ás vias de fato e do olfato é a “coisa de nêga”. Ah, gentes boas mas o tema da crônica de hoje é “capoeira mata um” e este esporte africano deu certo par a nosso povo quer gosta de dar pernada e faz que vai mas não vai, avança, recua, meia volta, volver. Descansar! E os capoeiristas estão se juntando em Teresina e o nosso mestre Tucano é o “tuxau” do encontro,ao lado do outro mestre, Touro e da secretária Vaca. É um movimento muito válido no esporte do “faz que vai mas não vai e acaba fondo” e este gingado é  só nosso, herança de negros e dos índios, porque o branco europeu ou americano não sabe rebolar, mexer com os quartos e até com os quintos dos infernos. 

Uma raridade... 

Sala da Federação de Futebol do Piauí com Napoleão Santos, esse do meio eu não sei, e o Róseo Nunes e esses dois meninos. Isto é de mil novecentos e sessenta e dois. Antes do Jofre, tempo do Alfredo Nunes.

Futebol de Salão 

Nunca mais eu vi o Marcos Said, presidente da Federação de Futebol de Salão deste lugar, um cabra legal, trabalhador, esforçado e até que era bom de bola, no salão ou no campo. Peladeiro do seu clube, aquele dos ricos, o Iate, ali na beira do Parnaíba, rio abaixo, rio arriba... Foi meu sucessor na entidade e continua  lá até hoje, acho que é o presidente mais antigo das federações amadoras do “Piauí , terra querida, filha do sol do Equador, pertence-te a nossa vida e nosso amor”. E estou aqui a disposição do amigo para divulgação das atividades da nossa entidade. Acho que é o tempo certo do futsal se movimentar, agora na era do celular. Mexer para lá e para cá. O segredo é não parar. Mexa-se.

Outros desportos

As outras modalidades de jogos com bola grande  como o basquete,o vôlei e o handbol em quadras, também estão sofrendo a influência do celular na programação da  juventude  que em razão desta “amizade” com o pequeno aparelho móvel que não escolhe idade nem sexo para se instalar. E assim  sendo , reverendo, nossa moçada deixa de  se exercitar, de se mexer para ficar no  dedilhar e olhar. Necessário se faz uma tomada de posição de pais e mestres  para evitar o “engorduramento global de juventude” e de  outras estações de televisões para que   não tenham “Faustões” e não se fique louvando a obesidade como frases como “Viva o Gordo!”. E assim sendo, seu Rosendo,  vamos  andar. Largue o celular.

18 de julho de 2019

As rezas têm poder: vamos rezar pelo futebol piauiense

Venho apelar para o meu estimado público leitor rezar para que o futebol piauiense volte a ter seus bons momentos.

As rezas têm poder

Rapaz, na falta do “modelo próprio” como se dizia no Banco do Brasil, quando faltava  o papel apropriado, venho apelar para o meu estimado público leitor  rezar para que o futebol piauiense volte a ter seus bons momentos, seus campeonatos e torneios e até amistosos entre os daqui ou de outros estados. Sim, amigos, rezar porque devemos ter fé em Deus para que as coisas melhorem e a gente sabe que é bom sonhar e não se deve confundir com Bolsonaro. O meu público leitoral me pede noticias do pebol cabeça de cuia, como vão os times do River, Flamengo e Piauí, os três  que  ainda existem por aqui. O tricolor é mais antigo e respeitado por suas tradições e conquistas e já teve até sede na zona rica da cidade, naquele tempo das vacas gordas. O Mengo, rival do Galo, também teve seu apogeu, no tempo dos carcamanos quando chegou Jesus, irmão de José, primo de Davi e o time que era brega virou até “chicri”. Chicri Tajra. Aí juntou a fome (dos flamenguistas) com a vontade  de comer  dos   galegos e foi um apogeu  do futebol  do Piauí  trazendo treinador  do Rio de Janeiro, Pernambuco, Ceará e até de Sobral que é Estados Unidos. E o apogeu deste jogo de bola chegou com a era Albertina  Silva  que foi a construção do  gigante de Redenção. E com o Albertão fez o Amarelão. Quem iria  jogar num estádio tão suntuoso? Nossos mal alimentados jogadores bufas de anum ? Não, Cabeça de Pato, tinha que trazer gente de fora, importar valores para se formar uma grande  equipe á nível nacional. E  “fiat” Tiradentes ! Mas para jogar aonde: Naquele campinho onde morava o Napoleão Bom na Mão ? Não ! Tinha que ter uma coisa grande como era a filosofia Albertina. Um campo grande, um Campo Maior. E “fiat Albertão !” Para espanto  de gregos e carcamanos que diziam “Ai Jesus!” E assim foi feito e bem feito porque foi obra do Lourival Parente e até hoje está em pé, embora o  nosso futebol esteja  muito derrubado. Mas uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa e hoje eu não seria nem   gente se minha mão não tivesse me tido. E assim sendo, em entendo a atual situação econômica do nosso esporte porque  esta crise é geral e  arquibancada. Mas as rezas têm poder e nós devemos orar para que esta fase  passe o mais rápido possível para que o povo volte a ter a sua maior alegria que é o futebol  brasileiro. As rezas são poderosas. Oremos.

Chuteira de Ouro

Para os despeitados que dizem que eu nunca  fui bom de bola, a foto da conquista  da “Chuteira de Ouro da ABRACE”, quando eleito o melhor jogador de bola em mil, novecentos e tanto, em Salvador,BA, em congresso da ABRACE. Gilvan Dias, Chico José da Globo, (Ce),Pardal (PA)Castilho(PA) Aderson Maia (CE) e Sônia Jimenes da Adidas.

Os pequenos

Nem tudo está perdido quando resta uma esperança... Esta atual fase de inércia  do futebol  piauíense, no profissional, é deveras  preocupante. Mas há clubes pequenos como o Piauí, por exemplo,que  estão preparando os seus ,meninos para a Copa do Brasil  sub 17, que começa agora, dia 4 de agosto e está bem pertinho e os garotos estão sendo  bem treinados para não fazerem feio nas competições  vindouras e honrar o nome do Estado porque  aí prá fora eles acham que o Piauí é no fim do mundo e quando acontece qualquer  fuleiragem  prá nossas bandas eles dizem  jocosamente:- Só no Piauí mesmo ...

Oeiras de Tadeu

A primeira  capital está parece que quer  superar a  atual no futebol. Já confirmou a presença de uma equipe, Oeirense, no tal de campeonato brasileiro serie B de bola. Está trazendo gente  lá  do Rio Grande do  Sul para  formar  o seu time nesta competição nacional.Mas o que ele trouxe é  filho de lá mesmo, da terrinha.É o Caio César, 23 anos que estava fora e agora  voltou a terrinha, mais forte e mais falante. E jogando um bolão. A  federação só permite  a contratação de sete atletas de fora e está  lista já está fechada. O time dos Tapetis vem tinindo nesta série B e quer manter a tradição oeirense de jogar um bom futebol.

17 de julho de 2019

Onde anda nosso futebol profissional?

O mundo dos esportes é muito amplo, e como uma das principais ferramentas deste esporte é a uma bola, nada mais significativo do que deixar a bola rolar.

Onde anda? 

Caros leitores, onde anda nosso futebol profissional? Como é que uma atividade laboral, fornecedora de tantos empregos e diversional para a população chega a este ponto?  Logo no Brasil que é o pais do futebol? É um caso de estudo porque as relações humanas passam por fases várias e diversas, e o “association” dos ingleses é uma das atividades humanas onde o relacionamento mais se apura, seja do atleta com o dirigente, com o treinador, o público e o jogador, os que fazem as relações humanas de divulgação como nós outros, os da área de comunicação, oral, jornal ou televisional ou do cinema nacional. O mundo dos esportes é muito amplo, e como uma das principais  ferramentas deste esporte é a uma bola, nada mais significativo do que deixar a bola rolar, e é isto que estou fazendo porque como diz o Dídimo narrando jogo “o tempo passa” para todo é para todo mundo e cada qual tem o seu “tempo regulamentar” porque viver é um esporte individual e não coletivo, embora hoje tenha muitos indivíduos nos coletivos aproveitando quando os ônibus estão cheios para roçarem nas mulheres que vão em pé. Eles chamam isso de “pinar” e é mais velho do que o Carlos Said. Dizem que esta mania feia veio lá de Fortaleza, criada pelos estudantes do Liceu nos ônibus de Jacarecanga. Mas eu comecei indagando por onde anda o nosso futebol profissional a esta altura de nenhum campeonato que possa aparecer. O nosso pebol atravessa uma  fase delicada e a entidade mater do desporto inglês,está nas maõs e pés  do senhor   Robert Carcará que sucede o senhor Cesarino de 0liveira, falecido há pouco tempo e que Deus o tenha. Sendo um ex-peladeiro e proveniente de uma terra de bons desportistas, o senhor Carcará é “safo” e sabe todos os pulos do sapo que compõe o futebol. Macaco velho e coadjuvado por pessoas experiente no ramo, tem tudo -para dar prosseguimento ao trabalho do seu antecessor. Mantendo a mesma equipe do  anterior com poucas novidades, o jogo continua até o seu tempo regulamentar e já estão dizendo que ele deseja a prorrogação. O que muito natural porque não há quem resista á “Força do Poder”, aliás, uma das novela da TV Globo, campeãs de audiência. E assim a vida continua, a bola rola, este escriba não enrola e samba não se aprende em escola. Sim, e onde anda o nosso futebol profissional. Flamengo,River e o Piauí, os três melhores daqui? Será que estão esperando que Jesus venha ressuscitar o Flamengo?

Maradona

Foi um bom meio de campo e levava o nome do grande craque argentino, Maradona. Atuou  no River e deixou  recordações. Hoje é treinador de juvenis. Cuida do Piauí Esporte Clube  nesta Copa do Brasil 17 que começa no mês que vem, 4 de agosto e espera dar gôsto  á torcida do Enxuga Rato  mirim. Temos que fazer fé nestes garotos porque este nosso futebol vem atravessando uma fase das mais difíceis mas o jeito é persistir porque esporte é luta e tem luta de todo jeito. Não devemos é esmorecer porque para frente é que as malas batem e que do bolso da frente é que os “malas” batem  as  carteiras. Maradona é o “tio” dos meninos do River. Foi bom de bola e é bom caráter.

Quero notícias do Mengo

 Peço a quem estiver guardando o saco do material do Esporte Clube Flamengo que me envie notícias do clube rubro-negro do Piaui, o maior adversário do River e dizem, que o segundo em torcida neste estado de necessidade. Mandem notícia aqui para redação deste jornal que eu perdi meu celular. Sendo o clube do povo, o Mengo não pode ficar  escondido e não dando informações para ninguém. Mandem para o jornal ou para meu zape-zape, [email protected] br. Um clube como o rubronegro não pode ficar  escondido debaixo de pé de imbu. Que apareça um cara bom de voto ou de papo, bom de dinheiro ou de voto que soerga, levante o Esporte Clube Flamengo.