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Notícias Garrincha

02 de outubro de 2019

Sem futebol no domingo a segunda-feira é triste

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Segunda triste 

Para mim. Não existe nada mais triste do que chegar na segunda-feira, aqui no jornal do Valmir, no folhear o matutino e não ler informações sobre o nosso esporte maior que é o futebol, alegria do povo. Porque o cronista vive de comentar os acontecimentos do ramo ou do Remo quando o caso é lá de Belém do Pará. Porque é “ho-River” não se ter assunto como agora e você tem que pagar juros de mora. No tempo em que eu era bancário descobri porque existiam longas filas nos caixas. Era o povo pagando juros e pagar juros de... mora. Mas, gentes boas, vejo com tristeza uma manchete nos -as dizendo que o ‘’Governo inaugura cadeia,mais precisa de mais de 2.200 vagas. Quer dizer que tem que ter mais gente com passe preso porque a concorrência é grande para se fazer o que não presta e neste momento, o mundo, vasto mundo, está cheio de mau elemento. Eu cá, lá, mento. E não vejo nenhum notícia dizendo que o governo inaugura mais um campo de futebol, uma área de esportes para a juventude e até para a terceira e até quarta idade porque cocô velho é que dá azeite e vaca magra não dá leite. Mas o título diz lá em cima “segunda triste” e a causa é falta de jogo no final de semana e sem futebol, haja cana nos botecos da cidade e isto é prejudicial à saúde e a economia doméstica. Uma segunda é triste para o cronista porque ele vem sem ter nenhum jogo para comentar e isto é de lascar. Porque crônica esportiva não é como sermão de padre que o tema está no grande livro. Aqui temos que utilizar o “rame-rame” como dizia o saudoso coronel Miranda, o que aconteceu ou não, mas escrever sobre o assunto em pauta tendo o maior cuidado em não tirar a letra A inicial porque a censura está atenta. Mas, gentes boas, a segunda feira é triste porque não teve futebol no domingo para a gente comentar porque o importante não é nem o jogo é a resenha, as fofocas o “disseme-disse’ da imprensa escrita, falada, televisada e agora vídeocassetada. Porque o tempo passa e as coisas acontecem com tanta rapidez que até a galinha já põe sem indez. E quando você menos, espera chega o fim do mês. E nada do que você queria fazer, você fez. Porque um é um, dois são dois e três são três. Ah, gentes boas, sem jogo de bola em final de semana a vida não é mais aquela e não adianta assistir novela. 

Os três mosqueiros 

No tempo em que a gente era vereança e tinha muita comilança. Edson Melo, Renato BG e este escriba procurando forrar a barriga. Esta foto foi do Hermanni.

Futebol de benefício 

Uma boa essa da turma de Floriano, do Cori-Sabbá. Eles cobram o preço único de dez reais mas o torcedor deve levar um quilo de arroz, feijão, farinha ou açúcar. Só não deve levar é um quilo de sal. Não que o sal não seja necessário para a alimentação humana mas é que o sal é muito ba-rato. Este tempero é tão importante que o cidadão quando sente fome bocal ou sexual ele sai procurando “alguma coisa de sal”. Mas em Floriano não tem mar e a entrada para o estádio não é salgada. Apenas dez reais e um quilo de alimentos não perecíveis. Claro que deve haver fiscalização para que estes alimentos não entrem em outras bocas.

Dia do Idoso 

Rapaz, hoje é o dia internacional do idoso, e por isto mesmo apresento aqui minhas calorosas saudações a uma seleção de craques, como Carlos Said, Moraes Filho, Pedro Mendes Ribeiro, Edilson Bonifácio, Chico Silva, Antonio Emidio, Gilvan Barbosa, Cineas Santos, Valmir Miranda, Seu Elias, Carivaldo Marques, João Claudino, Joel Silva, Dídimo de Castro, Brouw Carcará, Elson Castelo Branco, Celso Barros, “Uelton” Dias e outros menos falados. O ideal seria uma festa campal, num campo de futebol, um jogo amistoso e depois servir um churrasco com muitas cervejas e refrigerantes Guaraná. Com uma farta distribuição de Viagra ou similar.

01 de outubro de 2019

O futebol do Piauí nunca atravessou uma crise tão “crônica” e esportiva

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Uma reunião 

Meus amigos, o futebol profissional do Estado do Piauí nunca atravessou uma crise tão “crônica” e esportiva. Desde que aqui cheguei, a bordo de um “Expresso de Luxo”, isto pelos idos de sessenta e dois, pois desde aquele tempo não se via tanta pasmaceira, tanta moleza e falta de atividade esportiva. Estou desconfiando que um dos grandes culpados é este tal de telefone celular. Que aparelhozinho para desviar “caminhos e trilhas” para tirar nosso “Gosto na Berlinda” e para emudecer não só rádio como Clube de Teresina que era “Difusora” e a Pioneira de notícias esportivas nesta capital “Tropical”. É público e notório que se precisa de uma Cidade Verde que te quero verde porque já passou a época do Amarelão da PM, quando era dirigida por um Tupi vindo de Poços de Caldas e depois foi “Bento” pelo padre Tarcísio que não perdia um jogo de futebol no Lindolfo Monteiro ou no Albertão, porque era um torcedor de fé, segundo Zé Igreja... Uns diziam até que ele tinha muita fé. E ficava a dúvida, fé de mais ou fé de menos? Mas deixemos para lá estas dúvidas porque o tempo passa e muita agua já passou pela cabaça. O que “xixabe” é que estamos passando por um período mui escasso desta atividade lúdica e profissional e que dá ganho de vida para  muita gente, indo  do bilheteiro ao sorveteiro, do vendedor de picolé ao bar do Pelé, da bodega da esquina aos pasteis de dona Maria Divina e sem falar nos “guardadores de carros”, os meninos que ficam pastorando os veículos dos estão dentro dos estádios Albertão ou Lindolfinho. E assim a bola rola, este amigo de vocês não enrola e samba não se aprende em escola. E faz muito tempo que não como uma mariola. Aquele doce enrolado em palha de banana. Mariola também foi um jogador de futebol pernambucano que passou pelo River e deixou grandes recordações. Era no tempo do Derivaldo, Taçu, Gereba, Valdeck, Loloca, Pedroca e do Quincas Chevrolet, aquele que nunca dava marcha-ré e que sua maior glória foi aqui marcar o camisa sete. Sim, Quincas Chevrolet encheu o saco do Garrincha, o jogo todo no seu piso e no intervalo quando Mané foi mijar ele o acompanhou. E o Mané, puto da vida, ainda lhe perguntou: - “Não quer balançar, não?” Ah, gentes, futebol é coisa séria, como diz o professor Bogéa ao seu aluno Chico Rato do Mocambinho. Hoje, o cidadão pega os três jornais diários de noticias do Piauí e não  encontra nada de nada sobre o pebol piauiense, a não ser nesta coluna que tem um prego na chuteira. E que ainda fica falando estas coisas para  os leitores que são fãs do esporte bretão e que foi denominado pelo nosso professor, o Vei, William  Bogéa  como coisa  séria. 

O grande Banespa... 

Um time que marcou época em Teresina. Auge de nosso salobol. Treinado por Waldimir Silva. Diniz, Pierre, Rosemiro Róseo, Dedé Cabeça de Prego e treinador Valdimir Silva, o mais perfumado. O mascote, Serraria, Delcimar e este último não me lembro do nome, irmão dele. Quadra da PM.

Contra ou a favor? 

Rapaz,a situação está mesmo “pecuária”. Com esta decisão da Universidade do Piauí de fechar a pista de atletismo e só correr quem pagar é de lascar. É a chamada “contra -partida”. Ora, nesta modalidade, eu conheço a partida que é o começo da corrida. Contra a partida ficam aqueles que  não querem correr, os parados. E o buraco é mais embaixo porque  é federal e os atletas ficaram pasmos com esta decisão lá de cima. Num estado onde o esporte apanha de dez a zero para o telefone portátil, uma medida  desse tipo vai aumentar o número dos  engordurados futebol clube. Aquela ordem de “mexa-se” não mais será ouvida nem mais executada. Mexer só se for com o  dedo no celular. Para lá e para cá...

O homem...

 Num belo trabalho, o professor Carlos Alberto de Sousa fala nestas páginas diárias do “homem, a bebida e o poder” e como o meu ramo é o futebol, fiquei pensando como estas três coisas influenciam no esporte que é muito ligado a este trio “empoderado”.Quando ele escreve que o ponto fraco do humano é de se exibir eu me transporto para um estádio de futebol lotado com o povo vendo um clássico tipo Fla-Flu, Ceará contra Fortaleza, Náutico contra Santa Cruz, Bahia contra Vitória, Moto contra Sampaio ou um River contra Flamengo, no Piauí. E ele diz que a bebida é uma substância química que muda o comportamento das pessoas por isto, se você| for ao futebol, jogar ou mesmo ver, não beba. Só agua.

27 de setembro de 2019

UFPI fecha pista de atletismo por causa de contingenciamento

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Até tu, UFPI? 

Meus amigos, o esporte está na beira da morte. Com surpresa, li no jornal do Valmir que a pista de atletismo da Universidade  Federal do Piauí está fechada para prática de toda diversidade de esporte. Esporte zero. A UFPI pede volta, retorno, uma contrapartida. Usou, pagou. A explicação dada é um tal de “contigenciamento de recursos” porque segundo eles, o custos são “altos” no “campo maior” do esporte atingindo “picos” elevados chega a “barras” dos três dígitos sendo bastante  “piripiri..gosa essa “união.” E se é assim é melhor fechar e ninguém mais ser exercitar. A pista de atle-tismo de nossa universidade federal está fechada para balanço ou corrida. E a entidade referida pede contrapartida. O Carlos Said não ouviu direito e perguntou: “Outra partida:?”Onde foi a primeira? E agora, gentes boas, a nossa juventude universitária é que vai mesmo dar para engordar, no uso e abuso do telefone celular. Correr para quê? Toda corrida começa na partida e escola maior  de nossa terra pede uma “contra-partida”. Não é uma coisa a favor. É contra a partida. Oposição a ida, fique quieto, não se mexa, não saia’. Ah, gentes boas, fazer esporte é muito difícil porque além da preguiça natural de todo brasileiro, ainda tem coisas destas e de outras naturezas. E fechadas as pistas de atletismo restam as ruas e os campos de futebol dos bairros   e aqui, no Piauí, tem um Campo Maior, um Campo Largo e uns campos menores, os chamados de Campinas do Piauí. O ideal seria uma abertura  gigante, um Albertão para todas e para todos os sexos e anexos. Côncavos ou convexos. Para evitar os reflexos. E toda sorte de complexos. E assim a bola bola, este escriba não enrola e bebida boa é coca-cola e não está entrando nada na  sacola. E a UFPI está pedindo contrapartida para quem usar as suas dependências esportivas. Jogou, pagou. Numa terra de liseira radical onde aluno vai arrumar capital para correr em campo federal? Ah, meu amigos, agora me lembro do Donizeti Adauto que dizia “morro e não vejo tudo”. E morreu mesmo sem ver na-da ou quase nada, em plena madrugada. E assim a bola rola pelos campos eliseus. Não confundir com os campos do Elizeu, aquele ex do River, gente muito boa. E concluo lamentando esta situação do esporte na casa maior  de ensino do Piaui fechando a pista de atletismo para uso de atletas. E lembrando Cicero nas suas catilinárias: Até tu, Brutus?

É no Tiberão! 

Jogando em casa, no “cocho”, o Cori encara o Oeirense dos Tapetis. Duas grandes cidades piauienses em luta pela hegemonia do futebol piauiense, uma rivalidade que vem desde o tempo em que o Cão era cadete.

Festa 

O futebol de Floriano promete ser a grande atração desta temporada. O Cori-Sabbá com dois bês de beabá, vai abrir os portões do estádio Tibério Nunes para receber o time de Conceição Pipoca, o Oeirense que é time também de Bil e dos Tapetis. Uma rivalidade antiga desde os tempos de Chaguinha e de Juarez !”Tapa em ti”, entre Floriano e Oeiras, cada cidade querendo ser mais do que a outra, em comércio, futebol, politica, cultura e em mulher bonita. O jogo é hoje, sexta, no Tiberão e e promete muito foguetão.Vamos ver o que vai dar neste encontro das duas forças de nosso jogo de bola apostado. Aldênio está doido para  ir ver este jogo.

Tudo em ordem 

A federação de futebol, agora sob o comando de Carcará, recebeu todos os laudos, os vistos da polícia, engenharia civil e  bombeiros dizendo que o campo estava para jogo de bola apostado e que a dona redonda podia rolar para lá e para cá... Era papel pra burro: laudo da Vigilância sani-tária, Engenharia Civil, Corpo de Bombeiros e papel higiênico nos seus banheiros. O povo de Floriano está muito ansioso pela volta do futebol de primeira linha a sua terra que já foi gloriosa em jornadas passada. Sem a menor dúvida que a participação de Floriano no campeonato engrandece o evento.E o jogo sendo de noite, aumenta o número de casamentos.

26 de setembro de 2019

Botafogo ganha do Atlético por obra e graça do VAR

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Voltando...

Meus amigos, depois de curtas férias, eis aqui me “de volta ao meu aconchego”, batendo este prego nesta chuteira sem eira nem beira. E fiz uma viagezinha bem para ali, para  um tal de “Porto de Galinhas”, eu, Vera, Luciano, Maurício e Morganinha. Bom danado, quase que não vinha mais até das Minas Gerais e arquibancadas. E assim a vida continua  e boa vida é a sua. Do esporte e de clube  do Recife nada vi do profissional mas tanto aqui  como lá, o líder de audiência é o telefone celular. Êta bichinho para ter fã  e admirador e quem  não tem um tem dois. Vi peladas e peladeiros como também semi-peladas nas praias do Pernambuco e Bahia e muita mulher bonita que há muito tempo não via. Mas olhando com o maior cuidado porque estava com a madame ao lado. Uma viagenzinha assim é bom para renovação de ideias e pensamentos no nosso país que tinha tudo para ser feliz. A natureza deu ao Brasil tudo do bom e do melhor que que ela tem mas o brasileiro não se  emenda e em toda venda se continua tomando refrigerante de latinha. As frutas estão nos galhos é só pegar e chupar mas ninguém quer fazer o esforço de tirar. Nem manga Itamaracá e nem seriguela ou cajá. Ninguém quer derrubar, nem  arrancar um maracujá. Preguiçosos, quando a gente pergunta se eles  já comeram, se saborearam o “mará” ele respondem “cujá”. Ah, meus amigos, como dizia o poeta “Eu moro e não vejo tudo” como de fato, faleceu e não viu nem o apito de Jamil Gedeon, o melhor juiz (de torto) de Timon. Sim, amigos, ninguém quebra o galho de ninguém. E  já não temos a farmácia do “Seu Bem”, ali na Praça Saraiva. E assim a bola rola como a terra que é redonda e eu não sei como é que a água do mar não derrama quando vira de cabeça para baixo nestes movimentos de rotação e translação do planeta Terra que a gente aprende na escola na aula de Geografia. Tanto no Colégio da Irmãs como da “tia” e  por isto que toda  professora é chamada pelos seus alunos de tia. E a tia dos meninos lá de casa era a Tia Aldinha, do Colégio Dom Bosco, que ainda hoje existe para o bem das crianças de hoje em dia, padre nossa Ave Maria. Aí vai um comercial gratuito por conta de nossa velha amizade. A assim a bola rola, este escriba não enrola e o nome de saco pequeno é sacola. Mas, estamos voltando ao rame-rame como dizia o coronel Miranda, de falar sobre  o esporte piauiense, notadamente o futebol, alegria do povo. Mas não só no jogo de pé se deve falar.  Agora mesmo, o Piauí, terra querida, foi ouro nos Jogos Escolares de Handebol. Uma consolação: Quem não tem jogo de pé  joga com a mão. O time da Escolinha Municipal Barjas Negri, foi campeão !

A pedidos 

Atendendo aos pedidos do amigo meu, o Tadeu, coloco a foro do time da Cepisa, quando o Dimas, meu irmão era funcionário de lá. Essa foto é de maio de 86, pouco tempo, outro dia... Estádio Lindolfo Monteiro. 33 anos..

Var é gente boa 

Rapaz, este elemento novo no futebol brasileiro, o tal de Var, tem dado muito o que falar. Agora mesmo, o meu time de coração, o Botafogo ganhou do Atlético por obra e graça deste rapaz. O juiz não viu quando o jogador atleticano cotovelou a bola e o árbitro não viu foi mão na roda, aliás, na bola. E a corridinha para a marca fatal  com  o dedo apontando para o chão, sem apelação. E foi  só bater e converter o penalti e correr para o abraço e depois foi a vez do time daquela estrela solitária tocar a redonda  para lá e para cá e esperar o apito final de sua senhoria, o juiz central da partida. Como a decisão foi a nosso favor, eu acho que este Var é gente boa e está evitando que muito juiz apanhe da torcida. Ele se  defende dizendo:-Fui eu não. Foi o Var...

Abre-te Tibério! 

Meus amigos, o Cori-Sabbá de Floriano custou mas conseguiu juntar todos os documentos necessários para legalização de seu campo de futebol. Não basta ter terreno tem que ter escritura, lavratura, laudatura e e ferra-dura para poder legalizar o espaço de jogo oficial. Como dizia Pato Preto: “É muita borocracia”. Agora o time da terra de Aldênio e Bruno dos Santos tem registro no cartório do futebol, pode ser considerado como agremiação de alto nível profissional e tanto pode receber time de fora como pode viajar para além Rio Parnaíba. Sua torcida deverá ir em peso e medida com faixas, charangas e até fogos de artifício, os famosos foguetes.E assim vamos ver a nova agremiação florianense em campos piauienses com aquele gás e aquela vontade de  quero mais.

20 de setembro de 2019

Nelson Rodrigues e sua obra “A Pátria de Chuteiras”

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

A Pátria de Chuteiras 

Recomendo aos amantes do jogo de bola argentina a leitura de um livrinho de 134 páginas, “A Pátria de Chuteiras”, do inesquecível Nelson Rodrigues, um pernambucano que se cariocou e foi um dos maiores nomes nas letras e artes dramáticas. Nelson nasceu no Recife e 1912 e faleceu na Guanabara em 1980. Deixou um cabedal paidegua de coisas da vida do Rio de Janeiro, fevereiro e março. Escritor pai dégua, botou nos livros a vida da boêmia do Rio de Janeiro, fevereiro e março. Num volume bem magrinho de centro e trinta página, ele conta as peripécias de um esporte assumido como seu por uma pátria chamada Brasil. E nele você viaja no tempo e no espaço e concorda plenamente com o autor quando ele diz, aliás,escreve: “Amigos, há um momento na vida dos povos, em que o país tem de ser anunciado, promovido e profetizado. "Sim, amigos, e agora, estamos em que momento? Num momento bolsonarista ou a perder de vista? Eu sei que o nosso esporte de chuteiras localizado neste nosso Estado atravessa uma fase mais delicada do que o Lulu Maravilha na passarela do Verdão. E que eu tenho que escrever todo dia para “O Dia” esta coluna que é diária. E na atual conjuntura quando falta o mel, a gente vai para rapadura que é feita de cana. E assim, a bola rola, este amigo de vocês não enrola e samba se aprende é na escola, para isto é que tem as escolas de samba. Eu sei que estou, afrontando um grande compositor brasileiro, o inesquecível Noel Rosa quando dizia no seu “Feitiço da Vila” que ele tinha um feitiço diferente.Mas a bola rola, este amigo de você não enrola e eu falava no livro “A pátria de chuteiras” e diz que “ Já descobrimos o Brasil e não todo o Brasil. Ainda há muito Brasil para se descobrir. Não  há de ser num relance, num vago e distraído olhar, que vamos sentir todo o Brasil. Este país é uma descoberta contínua e deslumbrante.” Disse o Nelson que não foi Gonçalves,foi o Rodrigues. Hoje, a malandragem quando quer enganar a gente numa frase diz que é ” de Nelson”... E assim a bola rola, este amigo de vocês não enrola. Mas o tema é a pátria de chuteiras porque o nosso povo é todo craque de bola, nós somos o ”Pais do Futebol” e o Piauí é Brasil. Então, onde é que anda o nosso futebol? Hoje as escolas de samba estão maiores do que as escolinhas de futebol e já não vejo e nem “percevejo” maiores ensinando menores no jogo da bola argentina nem bola de meia. E é bom relembrar que o mundo, vasto mundo é uma bola e que o pito dela é nossa vida, Jasmim.” E, por isso, eu lhes digo que a primeira missa de Portinari, é inexata. Aqueles índios de biquine, o umbigo á mostra, não devia estar na tela,ou por outra: podia estar mas de calções, chuteiras e de camisas amarelas.” Nelson Rodrigues. Ele falou. Tá falado. 

Timaço da Assembleia 

Olhem o timaço da Assembleia do Piauí em mil novecentos e carne assada. Chico Figueredo, Valmor, Afrânio, Carlos Augusto, Zé Raimundo, Augusto, Deoclécio e Homero Castelo Branco. São poucos os sobreviventes...

O escrete de loucos

"Amigos, a bola foi atirada no fogo como uma Joana Darc. Garrincha apanha e dispara. Já em plena corrida vai driblando o inimigo. São cortes límpidos, exatos, fatais. E, de repente, estaca. Soa o riso da multidão- Riso aberto, escancarado, quase ginecológico. Há em torno do Mané,um ma-rulho de tchecos.Novamente, ele começa a cortar um, outro, mais outro. Iluminado de molecagem, Garrincha tem nos pés uma bola encantada, ou melhor, uma bola amestrada. O adversário para também. O Mané,com 40 graus de febre, prende ainda o couro. Do livro de ”Nelson Rodrigues, A Pátria de Chuteiras".

E o nosso? 

Assim como os leitores, eu também sinto falta do nosso futebol profissional e peço aos dirigentes, torcedores e até coleguinhas que mandem as suas notícias para o email: [email protected] Parece que está havendo um movimento de silêncio neste futebol cabeça de cuia que já tem até um anexo que é o time de Timon engajado ao nosso rame-rame. Assim sendo, Chico Rosendo, o certame oficial do Piauí terá esta grande atração que um time do Maranhão e será a grande novidade no pebol brasileiro, um time de um estado jogar campeonato de outro estado. Nemque seja um estado de sítio.

19 de setembro de 2019

O desporto piauiense está carente de cartolas

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Crise de Cartolas 

Gentes boas, o desporto piauiense está carente de cartolas. Sim, dos que mandam e desmandam, dos que chamamos de donos  do time. Uma  falta de  dirigentes sem precedentes. Onde andam  os homens desta cidade que são desportistas natos ou naturalizados? Médicos, comerciantes e depois, empresários de empresas soltas e enfim, gente que gosta do esporte bretão, futebol alegria do povo, a paixão nacional. Sim, a paixão nacional é o futebol e todos nós temos uma paixão que pode ser até por outro jogo e até os católicos mais fervorosos tem a Paixão de Cristo que ocorrre todo ano na sexta-feira santa. Mas o tema desta crônica  é a crise de dirigentes no futebol do Piauí, a falta de pessoas de certa ou incerta responsabilidade, que fazem todo ano, declaração do imposto de renda, pagam IPTU, compram fiado mas pagam e não desejam a mulher do próximo nema do que está longe. Sim, amados leitores, a falta de cabeças gordas  ou magras no comando deste desporto que é apelidado de “Alegria do Povo”, o esporte das multidões e ondeo Brasil é líder em conquistas e considerado a pátria do futebol. Mas tudo só vai para frente se tiver dirigente. Sem comando, sem cabeça, não vai. Democracia é um nome bonito mas tem que ter um comando, uma liderança porque senão vira anarquia  que é quando todo mundo manda e ninguém obedece. Aí a vaca vai para o Brejo de Anapurus e ninguém mama nela. Nem eu nem tu. Agora, sob o comando do bom caráter Brouw Carcará, o herdeiro esportivo-eleitoral do falecido Cesarino Oliveira, que Deus o tenha, o nosso futebol anda meio parado e não pode parar porque a bola rola, é redonda, não é quadrada e até o dado que é quadrado rola em cima da mesa do crupier. E assim sendo, João Rosendo, a federação deve fazer promoção de toda variação porque futebol é o esporte da bola grande mas tem gente que é uma “Bolinha” e que vive disso e daquilo e para isso tem  uma federação que não deve só feder mas ter uma ação como o próprio nome diz: Feder-ação. E assim, a bola rola, este escriba não enrola e bebida boa é coca-cola que nem precisa de propaganda mas eu faço. Faço de graça e louvores se deem a todo momento. Ao santíssimo e digníssimo sacramento. E fico aqui, esperando que a bola role no nosso futebol na era Carcará. Filho de Barras de Maratoan e em sendo de lá bem que podia incentivar o seu povo botar uma equipe no campeonato de profissional  como já teve nos tempos de Manin e fez bela figura. As cidades mais importantes do Piauí devem ter um time no futebol do Estado, no Campeonato piauiense. Até Timon tem... 

Eram felizes e não sabiam... 

A juventude pobre desta capital já teve seus momentos de lazer proporcionados pela prefeitura. Vejam a Semel, nos tempos do Wall Ferraz como prefeito, levando o esporte e o lazer para a juventude dos bairros. Lazer no Satélite, 1987.Não tinha celular...

Bom reforço 

Firmino Filho fortaleceu seu time botando Fernando Said de zagueiro central na sua gestão. Peladeiro militante, o filho do Magro de Aço joga em toda posição  administrativa e agora responde como capitão do time da prefeitura. Com ele em campo, o esporte tem um grande defensor, porque teimoso como pai, ainda bate sua pelada de final de semana. E como o pai, diz que é craque. E que nunca esqueceu das lições do professor Wall Ferraz:”, Meu filho, a cidade é o povo.” Seria um clássico se jogassem  Prefeitura versus Governo, com Firmino e Welliington em campo. Jogando.

Apanhou mas... 

Nem só de  vitórias vive um time, e o treinador do Corissabá de Floriano deixou bem escrito na sua lousa quando elogiou o seu clube, apesar de haver apanhado do Timon por 2 x 1, em jogo no estádio LM, aqui na Teresina. Waldomiro Ferreira apanhou mas não ficou se lamentando. Nem ele nem o presidente do time, que também é jogador, Anderson  Kamar, não ficou a “recamar” e acha que perde hoje, ganha amanhã e a vida continua. Com este astral, a equipe da terra de Bruno dos Santos vai continuar no certame e pensando em uma recuperação breve da rapaziada

18 de setembro de 2019

O tal do racismo é primo-irmão do egoismo

O tal do racismo é primo-irmão do egoismo

Confira o texto publicado na coluna do Garrincha no Jornal O Dia.

Racismo não se tolera...

Meus amigos, a cada dia quer passa mais aumenta este papo de racismo que é um negócio sem pé nem cabeça de pessoa descriminar a outra  pela cor da pele ou pelo cheiro do sovaco. É o tal da racismo, primo-irmão do egoísmo. No nosso esporte-rei que é o futebol o que  muito se elogia é a raça, a gana, a disposição de se jogar bola, sem cansar, fugando pelas ventas e indo em cima do adversário com gosto de gás. Jogador mofino, que não divide  bola e não sua a sua camisa, não é escolhido em nenhum par ou impar de pelada de periferia ou beira da praia. Mas a vida continua e até na corrida de cavalo se procura um puro sangue porque o cavalo pé duro é jumento e  o povo discrimina chamando-o de burro. Mas se na vida do dia a dia se faz diferença de raça, no futebol se procura jogador de raça, aquele que sua muito e não importa se  fedorento mas que derrame o suor pelo seu clube. O que lhe paga salário. O que o projeta e faz com eu ele seja um astro, uma pessoa querida no seio da sociedade e apontada aonde vai. E assim sendo, reverendo, louras casam com crioulos e nascem os, meninos “fogoiós” e aí já é outro departamento e ele olha meio desconfiado e liga o celular para saber o DNA. Aí é que a coisa se complica porque ele casou com fiança e sem fiança, quem é o pai da criança? Ah, gentes boas, a vida é assaz complicada porque assim como são as pessoas são as criaturas e nem todas as criaturas gostam de comer rapaduras. Eu, por exemplo, gosto de comer com farinha, coisa que aprendi na terrinha, no Aracaty. Mas o tema da coluna é o racismo que a gente nota em certas pessoas metidas a boas e que são incapazes de pegarem uma curica e dançar um bolero no Pingo Dagua sem puxar a “partner” prá cima dele, chamando atenção do distinto público. Porque se existe uma coisa que revela a educação de uma pessoa é a dança. Que é o futebol sem bola, você dançando está driblando a tristeza e valsando com delicadeza. E como é parecido o futebol com a dança, duas artes onde os pés são principais figurantes. As mãos entram só como coadjuvantes, com exceção do caso do goleiro. Onde é o principal ator e até na politica piauiense, a mão entra como artista principal e dou como exemplo o prefeito Francisco de Assis de Moraes Souza, o Mão Santa, da bela cidade de Parnaíba. Que é uma “Gracinha” ouvindo o canto do Juriti, E assim, gentes boas, temos que convir que o nosso país é uma nação que não pode e nem deve falar em racismo porque nós nunca tivemos um rei nosso mesmo, o que que tivemos veio de Portugal, e o que temos aí é um rei fuleiro, um tal de Rei Momo, que não possui castelo nem preto nem branco e aparece de ano em ano e aqui até coronel de policia teve Castelo Branco. Mas, o tema é racismo que não se tolera, embora no esporte em geral se exija muita raça nas competições.


Foto: Elias Fontinele/O Dia

Tempo bom...

Esta foto é do meu tempo na direção da Semel. Colonia de Férias para a meninada. E com camisetas doadas pelo Armazém Paraíba e almoço da prefeitura. Eram felizes e não  sabiam... Fotógrafo Henrique Moura.

Nas Oeiras

O time de Conceição Pipoca recebeu o onze de Picos, lá no campo oeirense, e pelejaram e pelejaram mas não fizeram nenhum gol, nem de um lado nem de outro. Ninguém meteu em ninguém, placar zerado, jogo de pobre, nem gol tem. Um bocado de homem, tudo correndo atrás de uma bola e ninguém consegue fazer um gol, uma incompetência bolística  das mais zeradas no esporte bretão. Vinte e dois homens em campo, onze de cada lado, uns querendo meter nos outros, passam hora e meia neste vai e vem tome e tira, abre- fecha e a bola rolando, eles se esfregando uns nos outros, juiz marcando falta até de vergonha. E ainda tem é locutor falando para todo mundo ouvir e quem não quer ver, fica  só escutando porque o  “brasileiro não vive sem rádio”.E saiu zero para e zero para cá. Oeiras de Tadeu de Lilásia e Picos Miolinho.

Cadê nosso  futsal ?

Os amantes do futebol de salão estão sentindo falta deste esporte, irmão do jogo em campo. Nós já tivemos grandes agremiações neste esporte de quadra, como Banespa, Benfica, Cipal, River, Flamengo, Piauí, Rio Negro, Artístico, Fluminense, a minha AABB e muitas outras agremiações amadoras com campeonatos interessantes nas nossas  quadras da AABB, do Verdão e outros espaços esportivos, sempre bem prestigiados pelo nosso público de jogo de bola. As federações amadoras dos esportes de quadras precisam se movimentar mais nas promoções de certames, e o Verdão deve ser usado com mais frequência e o espaço oficial estadual do esporte de quadra em Teresina é mais solicitado para “pontos de macumba” do que prática do esporte. Vamos botar a bola para rolar no Verdão. O esporte evita o engordaramento.

17 de setembro de 2019

Gabigol vem sendo o ídolo do Flamengo e metendo gols a torto e a direito

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Sem Fundo de Garantia

Meus amigos, quando este “viés” se apresenta agora para quebrar o galho da negrada que trabalhou aqui, ali, acolá, com carteira assinada e deixou uns trocados no FGTS, quando a Caixa se abre nos “fundos”, o trabalha-dor tem uns trocados  para receber, coisa que ele nem pensava mais. E assim, a bola rola e as filas aumentam, porque dinheiro é bicho bom e todo mundo quer.”Dinheiro, saúde e mulher e o resto é conversa”, diz o sambinha popular que conclui: É isto mesmo, não interessa. E assim  a bola rola e todo mundo indo no rumo da Caixa para ver sem tem alguma “coisa de sal” porque depois de saúde e mulher não tem bicho melhor... E os nossos clubes de futebol, será que não tem nada para eles? Como empregadores e contribuintes? Do jeito que eles estão, matando cachorro a grito, qualquer coisa servia porque quem não tem aonde ir, qualquer caminho é caminho. E assim a Caixa está toda aberta para o cidadão chegar lá e perguntar se tem dinheiro para ele. Perguntar não ofende e vai que tem... Aí vai ser aquela festa e cada um faz o que gosta, até perder o dinheiro em aposta. No nosso futebol profissional será que tem alguma coisa de sal para River, Flamengo ou Piauí, os três da capital? Há quem diga que eles estão é devendo... mas é muito bom ir averiguar, pesquisar e quem sabe, pode ser que haja algum fundo ou até raso. Tudo precisa de pesquisa, até a água da Agespisa. De repente, River, Flamengo, Piauí ou até o Fluminense do finado Belchior tem alguma merreca a receber... Eu mesmo vou pesquisar dos tempos em que joguei pelo Rio Negro. Hoje em dia, devemos pesquisar tudo no mundo e as capas  do fundo. Mas a Caixa abre seus cofres mais cedo. E fecha mais tarde. É o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço que bate á sua porta. E quem foi profissional de bola, quem jogou em River, Flamengo, Piauí, Cori, Parnahyba, 4 de Julho e outros da federação? Porque embora a profissão de jogador de futebol seja sem garantia, todo jogador tinha seu fundo ainda que fosse bom ou mesmo um jogador “ fundo”. E as agencias estarão abertas a partir das oito da manhã e você que não está fazendo nada, vá lá, perguntar. Assim, de repente aparece um dígito no seu roscofe e você se arruma. Vá lá! Na Caixa para ver se você tem algum fundo. Ou desgosto profundo. Dê garantia...

Neste tempo... 

Não tinha fundo de garantia, mas todo mundo se garantia nos trinta. Um time pesado da Assembléia Legislativa (ano não sei) com Chico Figueredo, Waldemar Macedo, Afrânio Nunes, Carlos Augusto, Jose Raimundo, Augusto, Deoclécio e Homero Castelo Branco. Uns craques... 

Gabigol 

Tudo tem seu tempo. Já teve o tempo de Heleno de Freitas, Domingos da Guia, Tostáo, Pele, Garrincha e agora em os Gabigols da vida. Este jogador do Flamengo vem sendo o ídolo do clube e metendo gols a torto e a direito e o mundo todo gabando o Gabi que não está no gibi. Diz o jornal que ele atravessa uma fase iluminada e ele vem sendo endeusado e paparicado por gregos e baianos. Vai acabar saindo uma novela na Globo com ele. Do jeito que vai, nem Pele, nem Tostão, nem Garrincha tiveram tanta paparicagem como este rapaz, nem o Bolsonaro vem sendo tanto gabigolado. E ele vem metendo gol numa pressa danada, uma verdadeira gabigolada e o Neymar demonstrou ciúmes por causa da baba; Não sabe que se faz para este menino que chegou agora e já quer sentar na cadeira da frente. E a imprensa babando o Gabi...

Futebol em Teresina 

Pede-se a quem souber noticias dos clubes de futebol, na categoria profissional, na cidade de Teresina, ligar para este jornal, falar comigo ou com Sigo, dando informações sobre o pebol cabeça de cuia. Os dois  esta-dios  da capital, Lindolfo Monteiro do prefeitura a e Alberto Silva, do Estado, encontram-se em perfeitas condições de uso e ultimamente estão sendo utilizadas para pouso de aves e depósitos de seus dejetos fecais. River, Flamengo e Piauí, tornaram-se famosos por causa de suas atuações esportivas e profissionais, levando grande público para os campos de futebol da prefeitura (Lindolfo Monteiro) e do Estado, o Estádio Alberto Silva, o governador que o construiu para deixa seu nome, como era costume na época. Naquele tempo, criou-se um clube tambem grande, o Amarelao. Que recebeu o apelido do Joaquim Jose da Silva Xavier, o Tiradentes.

12 de setembro de 2019

A crise financeira avassala o esporte profissional do Piauí

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

E a bola? Não rola? 

Meus amigos, a crise financeira que avassala o esporte profissional de nossa terra, o futebol, atinge a níveis desniveladores e hoje em dia não temos os finais de semana com partidas entre os nossos clubes de primeira divisão, como tínhamos antigamente, aqueles amistosos de casas cheias. E os times do Ceará, Pará, Alagoas , Maranhão, vinham para cá e os jogos de bola levavam plateias numerosas para o Lindolfo Monteiro ou para o estádio Alberto Silva e a arrecadação da  zona da Paissandu até aumentava porque depois do jogo, a negada ia para lá, a Beira Rio do Zé Paulino, ia comemorar ou mesmo lastimar dando tiro na macaca. Mas era aquela época em que a gente era feliz e não sabia e major e general mandavam em capitão e hoje o capitão manda em todo mundo mas não na Globo e todo mundo perfila em “ordem unida”  porque diz o Fofão HF, primeiro e único que “unidos seremos Fortes”. Hoje, as nossas duas praças de esportes, o Lindolfinho, da prefeitura, e o Albertão, do Estado, ficam esperando que uma bola caia do céu para no gramado rolar e os jogadores brincar e todo mundo dando pra engordar, outros engordando mesmo sem dar e o maior exemplo é o presidente da federação, Brouw Carcará, pega,mata e come. Peso pesado na balança do mercado. Hoje estou postando uma foto da época de ouro de nosso futebol, quando se fundava a FAGEP, uma criação do saudoso Alberto Silva e como nome dizia: era para dar uma assistência geral aos desportos do Piauí e o doutor Alberto nomeou o engenheiro Murilo Resende para presidente, ele aqui chegou de cigarro entre os dedos da mão e dizendo “eu vim de Piripiri”. Este ao lado do Murilo era o famoso cronista Canor Simões, fundador da ABRACE e um botafoguense da melhor qualidade. O menor do quarteto é o engenheiro da obra e não sei como era nome dele, um mineiro. E assim, o Piauí teve seu estádio monumental por obra e graça de um governador espetacular e que hoje nos nosso ”dias”, os índios procuram imita-lo. Sim e mas a bola não rola? Onde estão River, Flamengo e Piauí, os três mais falados daqui? Onde estão os herdeiros de Afrânio  Messias Nunes e de Belchior da Silva Barros? Os “meninos” do Bibiu que não renovam o Auto Esporte?  Até o Fluminense da Silva Barros não tem sido com Vicente.De Belchior. Olha o cigarro...

Tempo bom... 

Nesta foto do meu arquivo implacável, uma cena de fundação da FAGEP e o titular, Murilo Resende, dava logo o bom exemplo ao desportista local tirando retrato com cigarro na mão. O segundo era cronista paulista Canor Simões mais doutor Alberto e o engenheiro da obra. Murilo faleceu aos 88 anos, no dia 23 de abril deste ano.

Jesus ou Judas? 

O técnico de futebol, português Jorge Jesus, recentemente contratado pelo Flamengo  carioca  não deixou por menos e baixou o pau nos nossos entregadores de camisas, dizendo que os brasileiros estão arrasados no tempo e no espaço   do jogo de bola e que estavam acostumados a terem jogadores que  resolviam tudo por eles e era só botar em campo o time que os craques decidiam a parada. Com  esta declaração, ele ganhou logo a “simpatia”  dos nossos técnicos.Eles acham que ele não é Jesus. Pode ser um Judas.Para alguns “coachs” tupiniquins, este português está caçando sarna para se  coçar e quer aparecer na mídia. Ele era treinador do Benfica e ganhou cinco vezes a Taça da Liga. Sobre o seu pronunciamento tem gente que liga e gente que não liga.E se não gostar, basta desligar...

Um jogo de segunda... 

Meus amigos, a partida entre Coris-sabá de Floriano e Timon, do Maranhão, será às oito da noite de segunda-feira, no campo da prefeitura de Teresina, no Piauí, antes da novela da Maria da Paz. Uma refrega inter-municipal e inter-estadual e o rio Parnaíba no meio unindo nós e eles. O dia pode até não ser normal para se jogar bola oficial porque segunda-feira não é mesmo dia de jogo, a não ser jogo do bicho. Mas é assim mesmo e o futebol é coisa séria, na afirmação do filosofo esportivo, William Bogea. E o jogo vai ser segunda-feira e muita dona de casa vai pensar que é mutreta do marido, inventando jogo  dia de segunda-feirar para poder sair,dar uma voltinha, afogar o ganso.Mas é jogo sério e com dois municípios molhados pelo rio Parnaíba, o Velho Monge. Timon cá e Floriano , lá.

11 de setembro de 2019

Mini-intermunicipal de futebol piauiense começou firme e forte

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Inter de luxo 

E o mini-intermunicipal de futebol piauiense de luxo, com seu participante interestadual Tymon City, começou firme e forte e na primeira rodada, o de Floriano folgou e Picos deitou e rolou com Timon dando de três a zero e tem um tal de Romarinho lá que é o cão comendo mariola e deu show de bola no gramado e só gosta de fazer gol com cobertura igual como come sorvete. E ainda teve uma triste perda na equipe picoense, que foi o capitão do time, o Rafael com PH Freitas, que meteu o pé num buraco do campo e se lascou. Vai fazer exame de imagem, ainda não sabe por qual canal de televisão, mas a torcida quer pela Globo que é a mais vista por lá. E a primeira rodada teve o time da nossa vizinha cidade ser mini-goleada, de 3 a 0 e nem adiantou o professor Eduardo em campo vestindo camisa timoneira que foi taca alta e até o beque canhoto Laerte fez gol e time que deixa zagueiro de outro time fazer gol precisa se reciclar. Enquanto isso, lá nas Oeiras, terra de Tadeu de Lilásia e Juarez Tape em ti, o time de Chaguinha pegou o Comercial de Cabelouro e deu de 4 a 2, jogo em casa. O time de Campo Maior ainda pipocou com dois gols do Pipoca. É  bom lembrar que este jogador chamado de Pipoca, de Campo Maior não tem nada a ver com a amiga da Vera ,dona Conceição Pipoca, de Oeiras e do time titular do Assis Carvalho. Mas eu falava do certame de futebol que rora rola nestes campos piauienses com um time maranhense no meio. E o nosso Picos deu nos timoneiros de três a zero com o Romarinho dando um show de bola e fez dois belos gols por cobertura que é aquilo que chamamos  na peladas de banho de cuia. Agora é só esperar que Picos vá para Oeiras, neste “intermunicipal de luxo”, neste sábado que vem e que seja o que o juiz quiser porque "futebol é coisa séria”... E como quem não tem cão caça com gato quem não tem River, nem Flamengo e nem Piauí no seu calendário, vai de Oeirense e Comercial que se tem para o gasto nesta era de Carcará pega mata e come! Tendo ainda “estrangeiro” pisando no meio de campo que o futebol hoje é universal como aquela igreja do Edir Macedo ou mais tarde. E Picos soube receber bem os seus visitantes timonenses e deram toda assistência mas na hora do jogo não foram hospitaleiros porque aplicaram três gols no visitante e dizia Nenem Prancha que em futebol de caboclo, um é pouco, dois é bom mas três já é demais. E foi de três a taca e quem deu show de bola foi Romarinho que deitou e rolou fazendo gols por cobertura na rachadura da meta. A grande perda foi do três estrelas (capitão) dos Picos, o Raphael Freitas que mete o pé num buraco do campo dos Picos e entortou e foi aquela dor e ele saiu burocochô. Caxingando como diz o povo. Vai ser submetido a “exame de imagens”. Ele como é bom católico diz que vai rezar também.

Colônia de Férias na Semel

Em mil novecentos e carne assada, nós criamos a Colônia de Férias da Semel, e nesta foto de Henrique Moura vocês podem ver como era uma festa para a criançada pobre desta cidade. Eram felizes e não sabiam... Seu João Claudino deu todas as camisas da meninada.

Rivalidade 

Oeiras e Picos, duas progressistas cidades do Piauí se rivalizam não só no futebol como na politica, nas artes e na literatura porque são duas urbes que valorizam os seus estados de necessidade. Agora, as duas estão em linda disputa no futebol profissional do Piaui terra querida, filha do sol do Equador e isto é bonito para o desporto porque quanto mais cabra mais cabrito. Oeiras foi a primeira capital do Estado, a terra de Bil, Chaguinha, Luis Gobila, Miolinho,Tadeu de Lilásia - João Burama ,de Conceição Pìpoca. E agora estão jogando futebol pelo campeonato do Brauw Carcará. Que sejam felizes nesta prática por que esporte é saúde, é vida.

E os nossos? 

Eu, como os desportistas piauienses, sinto a falta de movimentação dos nossos clubes de primeira divisão: River, Flamengo e Piauí, na atual tem-porada. Os times que levavam torcedores para os campos de futebol. Até famílias inteiras se deslocavam para o estádio da Prefeitura ou do Estado para ver partidas entre os nossos times e até e música popular eternizou e não me lembro agora do nome do autor desta feliz estrofe: ”Como era bom aos domingos/ Camisa puro cetim/ Os comentários... / era   só  os biliguindins. Uma palavra que  Carlos Said, o Magro de Aço, eternizou, quando chamava seu locutor preferido e dizia: Essssscuuta Didiiiiiiimo!” E no final ele  arrematava, sem dó: “E ai e ui” !

10 de setembro de 2019

Var é a salvação da lavoura da marcação em campo

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Viva o VAR

Rapaz, até que eu não gostava desta interferência “técnica” no jogo de bola profissional, mas agora estou dando o maior dez. No jogo do meu time, o Botafogo contra o Atlético Mineiro, no campo botafoguense, a partida estava empatada quando aconteceu um lance confuso e chamaram o seu Var para resolver a questão e ele como sempre, veio solicito e ligeiro bala decidiu quando um jogador mineiro usou de jogo bruto dentro de nossa área e o juiz, tirando o dele da reta, perguntou ao seu “War” se tinha sido se tinha sido penal e ele confirmou e o juiz correu para o campo mineiro com o dedinho apontando a marca fatal e o Alex Santana foi lá e pimba na moleca, gol de nossa vitória e ainda cartão de expulsão para o jogador bruto saber respeitar as caras. Foi muito importante pra nós, alvi-negros, a participação de “seu Var” porque ele vê coisas que o juiz não vê ou não tem coragem apitar e aí ele bota a culpa toda no VAR. Esta nova peça no pebol mundial veio para aliviar o papel do apitador. “Vá se queixar ao Var”, diz o árbitro, quando o cartola vem lhe reclamar uma determinada marcação que sem o “Var” passaria despercebida, seja pela rapidez do lance ou por outro motivo que impedisse a visão da arbitragem. Hoje, o Var é a salvação da lavoura da marcação em campo e já está em moda a frase do apitador quando o cartola reclama de seu trabalho apitativo:” Vá se queixar ao Var.” Muitas vezes, o Cartola se aporrinha e o manda tomar “Wargonha. Mas isto são coisas do futebol e vocês sabem e o professor William Bogea diz sempre que “futebol é coisa séria” lá na Cacimba Velha. Mas agora, apitador de futebol, não quer mais assumir seus erros e bota tudo para cima do seu Var que ainda vai muito apanhar por causa dessas suas decisões apressadas. Em cima da bucha. Agora mesmo, o Botafogo que é meu time, foi beneficiado com uma decisão Varniana. Porque o jo-gador do outro time já tinha um amarelo ,com mais outra pegada na mão na bola mostrado pelo War, ele foi alijado do jogo, expulso de campo e foi mão na roda para o Glorioso que não pedia mas já que o juiz quis ser mui bonzinho, quê que se pode fazer? Nada... E bola para frente que atrás vem gente e tem gente que dá injeção e você nem sente se é paciente. Mas eu quero é dar um viva ao War que veio para clarear, tirar todas as dúvidas  não só em campo como no lar. Muitos casais  estão implantando o Var nas sus casas e apartamentos, principalmente. Seguro morreu de velho...

RO com bola 

Neste Piauizão de sol vibrante, estamos em pleno período do BRO que é a época mais quente destas bandas e conjuntos habitacionais. O esporte é recomendado para manhãzinha ou ao entardecer, como caminhadas, corridas, cavalgadas ou passeios de “a pé” ou de bicicletas. Não devemos fazer como um amigo meu obeso que se gabava de todo dia andar uns dez quilômetros. Aí eu perguntei se era a pé ou de bicicleta e  ele,na lata, me  respondeu na maior cara de pau que era de moto. Mas o sol esquenta assim como a politica politiqueira desta terra hospitaleira onde  enfio há 56 anos este prego nesta chuteira, todo O Dia, líder em credibilidade. 

Só no Piauí “mermo” 

Um leitor nosso de cada dia, cearense radicado em Teresina, me manda pelo faceboca, uma mensagem dizendo que só no Piauí mesmo um time de outro estado pode participar de um certame estadual local e que lá no Ceará, time de Mossoró pelejou para entrar mas não deixaram, porque a única exceção é a participação de Sobral mas é porque é que é  Estados Unidos. Mas aqui, a nossa federação aceitou um time de Timon no campeonato piauiense por uma razão muito simples. Durante mais de dez anos a federação do Piaui foi presidida por um filho de Timon, o Lula Ferreira, que casou com a filha do Alfredo Nunes, pai de Beto Caverna, a dona Luiza.

06 de setembro de 2019

O futsal era a maior atração das noites nesta Teresina

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Nosso Futsal 

Gentes boas, Teresina já teve o seu futebol de salão de luxo. No tempo do Banespa do Dedé Cabeça de Prego, Cipal de Máximo Gorki, Benfica de dona Paixão, Rio Negro de Zé Caixeiro Fluminense de Belchior, Artistíco de Zé Palitó, River de Geraldo Magno, Piauí de seu Itamar, Flamengo  de Las Torres, Auto Esporte de Wiliam Carvalho, o Bibio e outros que já não me lembro dos nomes dos clubes e nem dos seus  donos. Sei que quadra de jogar era na Polícia Militar e o local bom demais para namorar. Depois era ir paquerar na Praça Pedro Segundo, onde as “meninas de família” desfilavam de mãos dadas e os rapazes viam com os olhos e comiam com a testa como o povo dizia antigamente. Mas o futebol de salão era a maior atração e o Banespa era sempre o campeão embora o Benfica de Dona Paixão fosse o seu mais ferrenho adversário e a minha AABB era “mais ou menos”, time dos bancários, a torcida maior era das famílias das namoradas deles, porque queriam ver as suas filhas casadas com um deles, na época, mesmo que ganhar na loteria. Valdimir Soares da Silva era treinador do Banespa e já era conhecido com o “mais perfumado”. E o futsal era a maior atração das noites nesta Teresina  cheia de graça. E de lá saiam os namoros e os casamentos e as amigações. E depois do jogo, o programa era saborear o sorvete do Crente e passear, paquerar na praça Pedro Segundo onde as meninas desfilavam como os ponteiros dos relógios e com olhos no relógio da praça porque quando dava nove horas, o alarme soava anunciando que era hora de moça donzela ir para casa e de cabra safado ir apara  a rua Paissandu, onde  existam umas casas que chamavam de “recursos”. Hoje casa de recurso é banco. Naquele tempo era casa de rapariga. Para os senhores verem como as coisas mudam e hoje até as mudas e surdas já estão falando por sinais. Mas o tema da crônica é o jogo de futebol de salão onde o Banespa quase sempre foi campeão, dando na AABB, lá onde este escriba jogava e muito bem, diga-se de passagem. Comprada. E a bola rola, quem caça passarinho, caça rola, deita e rola e samba não se aprende na escola. Mas eu quero terminar esta crônica cobrando a abertura da “quadra da PM”, hoje um centro de coisas antigas e danças para a volta ao futsal, ao vôlei, ao basquete ao randibol. Esporte é cultura e o governador W. Dias, meses e  anos, sabe  disso porque ele é um senhor peladeiro mil e tanto. 

O Mengão da Parnaíba!

Alô, parnaibanos, alelafianos e mãosantinos,! Esta foto é de 1941 e mostra o Flamengo da Parnaíba, com os jogadores todos numeradinhos. 1- Chico Braga.2-Boinho.3-Cornélio. 4- Tote. 5 Cariri- 6-Biná. 7- Antonio João.8-Cansanção. 9- Moacir. 10-Coré-coré. 11- Luís Caetano. 12- Zé Gomes. 13 -Hermes. ( Do meu arquivo). Recordar é viver!

Campo Largo 

O esporte é um grande embaixador. Vejam agora, a cidade de Campo Largo fazendo bonito em uma competição nacional em Fortaleza sem nem a gente saber. No futebol de salão onde o campo nem é tão largo assim e o time piauiense brilha em Fortaleza e pode chegar á final na Taça Clubes de Futsal. Fazia cinco anos que o Piauí não tinha representante nesta competição nacional mas agora tem e bom e não é de campo estreito, é de Campo Largo e vem fazendo bonito. Há cinco anos que o nosso Estado não dava as caras nesta competição. Nosso último time foi o do Escola Técnica de Teresina. Esta competição acontece no Vozão, em Fortaleza e acaba domingo, sete de setembro, dia de marcha. 1...2... 1...2

Celular ganha da bola 

Uma coisa que vem preocupando os amantes do futebol é o desapego que eles estão vendo do homem pela bola. Antigamente, o maior rival da mulher era a bola. O cara acabava namôro mas não deixava de ir jogar sua pelada ou mesmo cabeluda. Era ali apaixonado pela esfera, de couro ou de borracha ou até bola de meia, quando o cabra era pobre. De primeiro, o cara jogava bola e depois é que ia namorar. Agora, nem a mulher dá mais bola e ele se agarra é com o celular. Eu sei de um que se agarrou foi com o Bacelar, amigo do “Dilma”, lá do bar do Zé Filho, no São Cristovão. Mas deixemos isto para lá, como dizia Zé Tatá, famoso mágico dos velhos tempos que não voltam mais com aqueles majestosos carnavais...

05 de setembro de 2019

Timon apresenta um time de “Luxor” para a Série B

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Um time de “Luxor” 

Meus amigos, o caso é sério. Quem te viu e quem TV... O time de Timon que vai participar do campeonato piauiense de profissional está alugando o Luxor Hotel, um dos melhores de Teresina, para fazer uma reunião de “Luxor”. Sim senhor, uma apresentação de suas novas contratações para a equipe de profissionais que vai disputar o certame piauiense do jogo de bola oficial. Não é em qualquer casa de pasto, não. É no mais famoso e mais caro do Estado do Piauí. O nome está dizendo. Um hotel de luxor. E lá haverá uma sessão especial para apresentação das novas contratações do grêmio timoneiro para a temporada oficial do futebol piauiense. Na reunião será mostrada a nova camisa que vai disputar o certame de jogo de bola profissional no Piauí e Timon, do Maranhão, convidado de honra, numa ao lembranças ao ex-presidente da federação, outro Lula, também, já falecido. E o grêmio timoneiro não entra só para fazer número, ele vem com gosto de gás e cheio de craques como Eduardo e Bismarck, dois profissionais rodados e bem pagos. E o time já entrou em campo, ontem, de tarde, no Lindolfo Monteiro, ali na Matinha, perto de Timon, é só pegar a canoa e atravessar o Rio Parnaíba, o velho monge. A meta é disputar a série B de bola e dar em todo mundo do Piauí e ser campeão piauiense e aí é que os cearenses vão gozar mesmo a gente, abrindo o bocão, dizendo que até no futebol, o campeão do Piauí é do Maranhão. Mas, meu povo, a vida é assim mesmo e da carne do porco o melhor que eu acho dela é o touresmo. E assim, o Piauí se sentirá honrado com uma agremiação do vizinho Estado ser participante ser certame  profissional do Estado e não vai ser nada de mais porque durante muitos anos, o presidente da nossa federação de futebol era o Lula, do Maranhão, bem ali, em Timon. Foi o primeiro Lula presidente. Depois foi que apareceu aquele Lula do PT. E ao contrário do que faltava dedos, o nosso Lula era mão na roda. Depois dele foi que veio o saudoso Césarino Oliveira e vamos dar á César o que foi de César, uma boa administração, não é porque tenha falecido, não. Mas o assunto é Timon no futebol do Piauí e isto é muito do bom  porque diz o povo que “quanto mais cabra mais cabrito” e o Rio Parnaiba, não separa o Piauí do Maranhão. Ao contrário. Faz é uma junção, uma União.Lá em Miguel Alves.

Atleta

Júlia Beatriz A jogadora piauiense Júlia Beatriz, atualmente defendendo a equipe do Iranduba, de Manaus, está entre as convocadas para treinamentos na Seleção Brasileira de Futebol Feminino Sub20. A piauiense terá oportunidade de trabalhar com o novo técnico Jonas Urias.

Um senhor projeto 

Muito boa a matéria da Pamella sobre o projeto Amormed que atua bem ali, em Monsenhor Gil. Trata-se de uma iniciativa de pessoas “gentes boas” que resolveram fazer o bem através do esporte para os jovens. Tem nome sugestivo de “Amormed” que não sei o que os criadores quiseram dizer. Sei que tem amor no meio e o amor ao esporte é um dos mais proveitosos de todos os amores porque o esporte é tão necessário quanto o livro, a água. E a meninada deve ser encaminhada para este “viés”, com as mãos e com os pés. E também com a cabeça de “Sima” que é quem gerência as nossas atividades intelectuais, braçais, hormonais, visuais e até sexuais. 

Estão longe...

Dois Piauienses, atletas de Triathlon estão longe daqui, lá em Lausane, na Suíça e vão participar do campeonato de Triathlon que é “três em um”, pedalar correr e nadar. O cabra desce da bicicleta, dá uma carreira a pé e depois  mergulha para nadar. As pessoas amigas deles fizeram um “cabo-racha” e eles foram para a Suíça e seja o que Deus  quiser. É o Piauí no campeonato mundial olímpico de Triathlon lá na terra fria, saindo daqui deste calor abrasador para o frio suíço muito bom mas para os relógios de lá. Mas os meninos estão lá e queira Deus voltem com medalhas nos peitos. Vai ser no domingo.Até lá, estarão se acostumando com o frio.

04 de setembro de 2019

Sangue novo no nosso rame-rame de bola

Confira o texto publicado na coluna Canal 1 no Jornal O Dia.

EDU TIMON

Meus amigos, o caso é sério. Eduardo e Bismack foram para Timon. Eles vão reforçar o time maranhense que vai disputar o certame piauiense de futebol profissional. Se a moda pega, Tianguá, Ceará que é bem perto de Piripiri virá também. E enquanto isto não se vê ou se ouve falar do Piaui que já foi Vibrante e “enxugava o rato”.  Com a participação da onzena de Timon no nosso campeonato, a tendência é melhorar a competividade, sangue novo no nosso rame-rame de bola, o Maranhão, nosso irmão. Eles integram a equipe do clube que traz o nome da cidade e sabem onde os que foram apresentados formalmente? No Luxor Hotel de Teresina. Pense numa apresentação de luxor ...Os do River, Flamengo,são apresentados lá no Pingo Dagua mas com direito  música ao vivo. Mas o fato é que a equipe timoneira está formando uma verdadeira seleção para vir disputar o campeonato piauiense de futebol profissional e em alto estilo, no nível de Luxor Hotel, um dos mais conceituados da capital piauiense. Já levaram para lá o Dudu e o Bismarck e o Marcão está morto de contente porque vai contar com estas duas cobras criadas no seu  jovem plantel. Eles irão dar maturidade à equipe porque todo mundo sabe que coco velho é que dá azeite. E até o seguro morreu de velho. E assim a bola rola no Timon e os de Teresina que se cuidem porque o time de lá vem com gosto de gás. E já pensou se o esquadrão timonense ganhar o certame piauiense, o que não vai dizer o cearense, gozador como ele só, do Aracati ao Icó? Meus amigos, futebol é coisa séria, diz o Chico Bactéria, um pensador do clube de amigos Conciliábulo quando o Josimar conta suas aventuras. Pois que agora o futebol piauiense tem um novo componente, o maranhense, com a participação do Timon na série B de bola do campeonato piauiense. Lá no Ceará já estão até gozando nós dizendo que só no Piaui “mermo”, um campeonato estadual tem time de outro estado. Não sabem eles que a nossa maior glória é colaborar com o estado de necessidade porque nós somos solidários uns com os outros e o saudoso filósofo de Piracuruca, José Pergentino Cardoso, o Pergé, já dizia “um amigo é pra ajudar o outro mas todo mundo só quer ser o outro.” Mas o nosso certame de futebol terá uma equipe de Timon, Maranhão e vamos trabalhar para que no ano eu vem, tenhamos uma onzena do Ceará, lá de Tianguá, perto de Piripiri.

O tempo passa... 

Esta foto tem mais de 25 anos. Edmar, Zé Gomes, com o time titular do River de 1993, tempo de Zezé, Luis Eduardo e outros que não me lembro mais...

Corra 

Meus amigos, a coisa está feia e a gente tem que correr se não o bicho pega. Agora mesmo a dica é correr a pé no meio da rua  mas com apoio médico da Unimed, você corre mas você não é doido é apenas agoniado e neste vida tem quer se correr para  sobreviver. As distâncias são de 2, 5 e 10 quilômetros e espera-se mais de mil participantes porque todo mundo está correndo  de alguma coisa, hoje em dia, padre nosso ave-Maria. Não entendo porque é que o cara tem quer pagar porque hoje em dia até para correr no meio da rua tem que se pagar? E doido também paga?

Dois nossos 

Dois rapazes piauienses foram para a Suiça e com muito sacrifício porque pobres como são não tem grana para o custeio da viagem e como não estamos em tempo de eleição, os políticos não são encontrados em lugar nenhum e o jeito, o remédio que há é apelar para as vaquinhas porque a federação deles, a CBTRI não arca com as passagens dos atletas. Só os diretores é que tem direito ás mordomias. Atleta se quiser ir tem que fazer, vaquinha, porquinha, cabrinha ou até galinha. Contanto que arranje a grana para viajar. Aí, o jeito que tem, o remédio que há é correr o saco.

03 de setembro de 2019

Nada do nosso jogo de bola profissional em pleno setembro

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Nada não...

Favor não confundir com natação. É nada de nada mesmo. Nada do nosso jogo de bola profissional em atividade em pleno setembro, mês de prima Vera  e outras pessoas bonitas. E neste setembro se bem me relembro  e naquele tempo o campeonato pegava fogo porque era o começo do BRO que vinha “a gosto” do freguês. E a nossa vida era boa com  banho do rio na coroa   e de tarde  o futebol para  riverinos e flamenguistas irem tomar o suco do seu Abrahão e saborear os pasteis da famosa dona Maria Divina, comeu, caiu na esquina. E com os radinhos ligados na programa Um Prego na Chuteira  para escutar Maria do Buchão, Prego José e as paródias cantadas pelo Francy Monte. Lamentavelmente não temos  mais aquelas diversões e até o nosso futebol travessa uma fase deletéria e incognificante no histórico esportivo deste Estado de  necessidade. E como recordar é viver, diz o velho deitado, vamos colocar  hoje  esta foto de 46 anos atrás, quase meio século, quando o doutor Alberto era o  governador-mor  desta província e Murilo Resende seu secretário de obras e manobras, Alberto Elias HIdd era diretor de árbitros da FPD, João Benigo, o  Curió, era seu ajudante-mor, o Louro  era fotógrafo, Afânio Nunes, presidente do River, Carlos Said,Murilo  Resende,   secretário de Obras e o Tiradentes  tinha como presidente o grande Canuto Tupi Caldas, de saudosa memória que está por trás do doutor Alberto. Era a solenidade de fundação da FAGEP, uma repartição que AS criou para gerenciar o esporte na sua gestão e dos  viessem depois dele.Era o tempo bom  do nosso desporto, quando a gente era feliz e não sabia. Quando o futebol piauiense atingiu a sua maior  e melhor fase   de profissionalismo e a imprensa esportiva cresceu  ao seu lado  com a vinda dos cearenses (Bolinha, Sérgio  Pinheiro e outros menos lembrados quando se fala em futebol e rádio.Foi um momento muito bom porque as  outras emissoras se esforçaram para melhorar  as transmissões esportivas e  contratando gente de fora  e como não  podia deixar de ser, cabeças chatas.Aí todo mundo era feliz e não sabia e se dava ao prazer de colocar  o “seu gosto na berlinda”, não só na derradeira  como na Rádio Pioneira que também teve o seu “Um Prego na Chuteira”porque  hoje as  chuteira não tem mais pregos. É tudo na cola e agora até a Coca cola. E vocês se lembram do Mariola ?  Aquele moreninho,alto e fino que jogava uma bola redondinha, meio de campo do River, vindo de Pernambuco ?  Vejam esta foto abaixo e  me digam se o futebol  dos anos setenta não era coisa séria...

Primeiro jogo no Albertão

O primeiro da foto é o saudoso Louro, o mais famoso fotográfo  do Piauí. Prof. Afranio, Carlos Said. Murilo Resende, CanutoTupi, por trás de AS,João Benígno perto do Alberto Hidd. Banda da PM. Época de ouro e a gente era feliz e não sabia...

As “baiques”

Rapaz,Timon fez uma festa  beleza com este negócio de bicicleta de cor- rida  e foi coisa grande  que começou na praça São José e  foi um show  de competição porque tinha gente de todo lugar do mundo na terra de Gil Alves dos Santos e Paulo Guimarães e era uma movimentação danada, os donos de bares lavaram as burras porque  beberam muita cerveja. Até o Baltazar aproveitou para vender sua merenda “engorda marido”, aquela que ele vende aqui todo dia, perto  do jornal. Um incentivo ao esporte, como saiu no editorial, assim como foi a corrida do soldado. Aliás, em corrida de soldado é preciso ter muito cuidado. Para não perder a solda...

Cadê o futebol de salão?

Um esporte de quadra muito procurado e  praticado neste país é disputado em campos pequenos e chamados de “salão”.Eu já fui bom naquilo. Na AABB ou no Rio Negro, acho que o salobol é uma prática das mais saudáveis e apaixonantes e que serve para tirar barriga daqueles que tem facilidade  de engordar. Hoje, vejo antigos craques do  futebol de salão de Teresina  dando para engordar  e outros até engordando sem dar. Um dos grandes responsáveis pela  engordar dos ex-atletas é este tal de telefone celular. Ele torna o seu dono, um dependente. Vamos deixar o celular e vamos treinar, correr ou até mesmo andar. Sem o celular...