• Banner OAB
  • Campanha da Santa Missa
  • Vencer 03
  • Vencer 02
  • Vencer 01
  • Prerrogativas da advogacia
  • Peregrinos da fé
  • Novo app Jornal O Dia

Notícias Garrincha

28 de janeiro de 2020

O nosso pebol, profissional e até o amador, passa por um período precário

No nosso caso, o fenômeno se podemos assim dizer, nos preocupa muito por causa da atividade nossa de cada O Dia.

É uma fase...

Neste esporte bretão, o futebol, é comum se justificar os “senões”, as falhas com uma simples frase que rima com crase:” É a fase”. Sim, amigos “É a fase” explica tudo e assim sendo a bola rola, não se procura nada de melhora. "E a fase.” Até  quando   o artilheiro, o goleador, o “matador”, deixa de fazer tentos, a explicação é uma só. ”É fase”. O povo diz quem tem fase é a Lua e até quando tínhamos um jogador de futebol de salão muito bom, apelidado de Lua, quando não atuava bem, a torcida dizia que era a “fase do Lua”. E assim sendo, reverendo, “em jogo de ataque contra defesa, em futebol de campo, de salão ou de mesa, não só no São Joaquim como em Santa Teresa, o nosso pebol profissional e até o amador, passam por um período bastante precário porque a sua movimentação, a sua dinâmica, o seu “jogo de cintura” caiu muito neste nação chamada de “País do Futebol”. E isto tudo é proporcional e estadual. No nosso caso, o fenômeno se podemos assim dizer, nos preocupa muito por causa da atividade nossa de cada O Dia, do Valmir Miranda, hoje com som e imagem. E como nosso “rame-rame” é o jogo de bola, a preocupação aumenta à medida que diminui a movimentação esportiva, profissional e até amadora do esporte das multidões e até dos “salões”. Sim, porque até o nosso futebol de salão anda desaparecido das quadras polivalentes e equivalentes. Não só o futsal como o vôlei, o basquete, o handebol e até o frescobol que é aquele esporte mais mal falado nesta terra do Sol. Mas a bola é redonda e tendo vento não fica parada até quando está molhada. Entretanto, o nosso amadorismo, o futebol de salão, o basquete, o voleibol e o handebol e até, repito, o frescobol veem perdendo é feio para um objeto pequeno e falador que cabe no bolso do calção do atleta. E de goleada. Numa concorrência  assaz desleal  ao telefone convencional e  igual ao armazém do seu João, ele faz sucesso em qualquer lugar, seja aqui ou  em Tianguá.E como objeto  consultivo. Tem juiz que para ao jogo para atender á mensagem que o bandeirinha  lhe passa pelo celular. Estamos numa fase de extrema comunicação atendendo à lição do Abelardo Barbosa, o saudoso Chacrinha  que dizia: “Quem não se comunica se trumbica.” E vejo todo dia, nas ruas, nas praças, em todo lugar, de criança ao vovô, este novo  melhor amigo do homem sendo mimado e guardado junto do coração, no bolso da blusa, o telefone celular. E o meu está tocando. Dá licença...

Naquele tempo...

Em foto do arquivo e trabalhada por Assis Paraíba, vemos uma ação da Câmara de Vereadores de Teresina, da época, eu, Renato BG, Cury, Ferreira e outros que não me lembro mais, com alimentos para dar ao povo pobre. Já foi do tempo...

Um prá e um prá cá

River e Piauí, neste domingo que passou, foram ao Albertão e jogaram. Com o estádio cheio de cadeiras vazias, a partida acabou  com um gol para lá e outro para cá. Pelo Piauí quem meteu o gol foi o pé de pitomba, o Pitombeira e pelo Mengo quem marcou foi o Bismarck. Pouca gente no estádio Albertão, parecia até jogo de  portões fechados e a foto de Jailson Soares, galã do Mocambinho, mostra a solidão de nosso pebol. O presidente da federação, “seu Brau” precisa arrumar o jeito de incentivar o povo a ir ao futebol, uma promoção, uma coisa que desperte o interesse do torcedor. Afinal de contas, o futebol ainda é o esporte das  multidões.

Nossas gatinhas 

Pelo menos, no sexo feminino, o Piauí é primeira divisão no futebol nacional. O Tiradentes de Canuto Tupi Caldas é o nosso  representante legal e policial e vem sendo muito bem treinador pelo Toinho. O campeonato brasileiro das meninas começa em março e mês que vem, elas começam os treinamentos e perderem as gordurinhas oriundas do uso do celular. Você sabia que uso constante do telefone celular dá para engordar? Isto não vem muito ao caso porque alguns engordam mesmo sem dar mas as  pesquisas demonstraram que o aparelho telefônico portátil  tem sido o maior responsável pelas  gorduras transgênicas dos três sexos.

24 de janeiro de 2020

Meus amigos, hoje é o dia do aposentado

No nosso ramo que é o esporte, a aposentadoria é meio relativa porque sendo uma atividade de movimentação intensiva não pode parar nem Maranhão.

Nosso Dia

Aquele que está “encostado”. Na pequena e na grande área do futebol muita gente se aposenta, se “encosta” e fica na malemolência. No nosso ramo que é o esporte, a aposentadoria é meio relativa porque sendo uma atividade de  movimentação intensiva não pode parar nem Maranhão. Quando mais é “pior ir”. Mas a bola rola, este escriba não  enrola e hoje é o dia do aposentado e nada mais justo e abotoado do que fazer uma homenagem a quem já deu o que tinha que dar. Embora muitos ainda estejam dando...trabalho. Mas no dia do aposentado quero sabe se o futebol desata terra está indo neste rumo pois que nos tempos em que cheguei era “assim” de time de futebol em disputa da primeira divisão. Senão vejamos: Artístico de Zé Palitó, Rio Negro de  Caixeiro, Auto Esporte de Bibiu, Fluminense de Belchior, Flamengo dos carcamanos, Piauí de Reinaldo Ferreira, River de Afrânio Nunes, Flamengo do doutor Jesus e assim ia, todo time tinha seu dono,o seu patrono. Era tudo particular mas o Piauí era o mais demagógico porque era chamado de “Zé do Povo”. Dizem que isto foi invenção do Carlos Said a quem o Dídimo   de Castro botou o apelido de Magro de Aço. Mas vamos ao tema que é o dia reservado ao aposentado e acho que nesta lista pode até entrar muita gente do esporte bretão não só no futebol de campo como no de salão. Incluindo nesta lista não só o vei Borgeá como o Salomão. E parece que a aposentadoria é o caminho mais rápido, mais ligeiro para se juntar dinheiro porque você já faz mais farra como nas antigas quando virava a noite pelo dia, padre nosso ave Maria. Mas, o dia 24 de janeiro é nome de rua em Teresina e onde eu já morei, logo ali pegado á agencia Zuca Lopes. Acordava com a zuada dos ônibus e passageiros que iam e vinham do interior. Traziam bodes e cabras berradores. Mas eu quero prestar homenagem aos aposentados do futebol profissional e amador deste Estado, ex-atletas deste Piauí que fizeram muito pelo desporto e também aos ex-dirigentes, ex-cartolas de um futebol carente de recursos  financeiros e hoje não se faz nada sem dinheiro. Com ligeiras exceções. Por exemplo, crianças. Estão fazendo mesmo sem dinheiro, o que é uma falta de responsabilidade muito grande porque tudo que é infantil é mais caro do que para adulto.

Foto do Jailson Soares/ODIA

Neste retrato que o Jailson tirou do jogo 4 de Julho e Parnaíba, vemos mais gente dentro do que do lado de fora do campo. Poderia  até se dizer que era era jogo de fora. Um clube de Parnaíba e outro de Piripiri...

Ontem teve

Porque hoje é 24 ontem foi 23 e teve jogo, de noite, no estádio do Popó Cabeça de Pato, o Lindolfo Monteiro. Jogão entre Flamengo e Altos. Os dois vinham de vitórias porque o Mengo deu na Parnaíba de 2 a zero e o os Altos deram no Timon, de Jamil Gedeon, por 2 a 1. Uma boa opção noturna e uma desculpa do torcedor para sair de casa, dizendo a mulher que vai ao futebol e não pisa nem lá. Tem saudades. Vai ver as primas... Que pode ser no Parque Piaui, Timon ou mesmo na Primavera. Se todos os torcedores fossem mesmo ao futebol quando saem de casa dizendo que vão ver o jogo, as nossas rendas seriam bem maiores.

Picos deu em Timon

Taí um resultado interestadual para a história do futebol picoense. Surrou uma equipe do Maranhão por 2 a 1 e não foi fácil não. O time do outro lado do rio Parnaíba deu duro e se não fosse o bom goleiro Andrei, salvando tudo, o onze picoense teria apanhado era feio dos meninos timoneiros comandado pelo Leal. A participação desta equipe timoneira no certame piauiense veio dar novo ânimo ao jogo de bola profissional local e a onzena do outro lado do rio Parnaíba é a grande atração do certame da capital mafrense. Timon está sempre presente ao bom nosso futebol. Até pouco tempo era o Lula Ferreira. Agora é o time. Timon.

23 de janeiro de 2020

O futebol piauiense está “amaranhãozado” com a entrada do Timon

A cidade vizinha Timon, chamada curiosamente de “Trizedela” é ligada ao Piauí pelo rio Parnaíba.

Nosso Piauiense

Meus amigos, o futebol piauiense, agora é “amaranhãozado” com a participação de uma equipe timbira no certame, Timon A. Clube. Não tenho nada contra, muito pelo contrário nem a favor porque quanto mais cabras mais cabritos quando mais doces mais pirulitos. Mas a cidade vizinha Timon, chamada curiosamente de “Trizedela” é ligada ao Piauí pelo rio Parnaíba e o vento que venta lá é o mesmo que venta cá. E na política da boa vizinhança nada mais justo e abotoado como uma equipe maranhense atuando em plagas piauienses, comendo do mesmo feijão e arriscado a apanhar com o mesmo cinturão porque onde come o Chico come o João. Nem no tempo em que a presidência da Federação tinha sentado na sua cadeira maior, um filho do Maranhão, o saudoso Lula Ferreira, uma agremiação de Timon tinha ousado participar de um certame piauiense de profissionais no Estado do Piauí. E olhem que o seu Lula tinha toda a simpatia dos piauienses, muito mais do que este Lula aí do PT que vem sofrendo mais do que bode embarcado. E foi uma boa administração a dele. O outro Lula. Não é porque tenha falecido não. Mas a vida continua, a bola rola e agora, a cidade de Gil Alves dos Santos está no certame oficial do Piauí. Agora Timon é time de futebol do Piauí, lado a lado com River, Flamengo e Piauí, seus irmãos de beira-rio abaixo,” rio arriba”. Acho que a participação da equipe timonense é mais uma homenagem ao falecido presidente da mentora que deixou muitas lembranças boas na história deste futebol. E espero que o desempenho desta equipe seja “Leal” ao desporto cabeça de cuia. O jogo entre Altos e Timon tem as características de um intermunicipal interestadual. Quiçás, internacional. Duas cidades amigas de Teresina, local onde recebe “altos” e baixos sem frescura porque aqui o calor é de 40 graus. Para gregos baianos. Mas a nossa alegria é contar com uma agremiação do Maranhão no certame do Piauí. Sei que os nossos outros vizinhos pelo lado da serra, os cearenses, vão logo dizer: “Menino, só no Piauí mesmo é que time do Maranhão pode disputar o campeonato piauiense...” E assim a bola rola porque futebol é integração. Piaui, Ceará, Maranhão.

Numa foto de Assis da Paraíba, um aspecto do estádio Lindolfo Monteiro, num sábado de tarde, dia de jogo, Piauí contra Quatro de Julho, no Lindolfinho, o campo do Firmino, filho do “major da Mapil”, fabricante de Tospel. Aquele biscoito gostoso. Campo mais vazio do que bolso de pobre.

Em obras

Meus amigos, o campo de futebol do Piripiri está fechado para obras. É uma praça de esportes muito boa e tem uma longa e bela história não só no futebol profissional como no amador com o Torneio Intermunicipal que a APCDEP realizava há tempos atrás com muito sucesso porque era uma maneira de revelar novos jogadores para o profissionalismo local Agora, neste tempo de vacas magras, elas vão é para o brejo e nada  de revelação, não tem mais “menino prodígio”, das esperadas  revelações. E isto dava até eleição. Segundo me disse o doutor Raimundo Pão, advogado atuante e metido a ser jogador de bola.

E o salão?

Como vai a movimentação do futebol de salão neste começo de ano? Uma versão do esporte bretão em tamanho pequeno, como o nome já diz, é um futebol praticado em uma sala grande (salão) com pé no chão. A quadra que é um chão duro não tem a maciez de um campo de capim ou até de areia. Já tivemos grandes equipes deste esporte em Teresina e até hoje o maior nome foi do Banespa.  Seguido por Benfica, Rio Negro, Flamengo, River, Piauí, Classes Produtoras, AABB, Fluminense e outros que não me lembro agora. O principal espaço de jogos era o quartel da Gloriosa Policia Militar do Piauí.

22 de janeiro de 2020

É um pecado mortal ser racista

Confira estes e outros destaques na coluna do Garrincha de hoje.

Racismo

Meus amigos, só o que se fala agora, principalmente nas rodas mais letradas é o tal de “racismo”. É a palavra da moda. E é um pecado mortal ser racista. Antigamente era ser nazista. Teve uns tempos aí que execravam comunista mas depois ficou até simpático assim como lulista, o último a sair da lista. Mas, gentes boas, o que mais se exige no esporte de competição e principalmente no futebol nosso de cada dia é a raça. Que significa bravura, pujança, coragem, vontade de ganhar. Só que o racismo enfocado não é este de competição, de força de vontade e de músculos mas é o outro “viés” como diria Carlos de Aço Said. O racismo enfocado é a segregação racial que se vê no dia a dia, padre nosso Ave Maria. É até quando se diz “carinhosamente” – Vem cá nêgo velho ... Até nos momentos de amor, quando a loirinha diz “vem neguinho, vem.” E ele vai com todo prazer... Porque, gentes boas, aqui no Brasil, a princesa Isabel acabou com a escravidão oficial mas ainda hoje tem as outras patentes, cabo, soldado, recruta. No futebol, depois do árbitro que é o juiz, a maior de direito e de apito, vem outra autoridade que é o capitão de cada time. Com raras exceções como nas festas e forrós da periferia onde a maior autoridade era o Cabo Lopes. E olhem que o Cabo Lopes era ou ainda é moreno. Mas a bola rola, este escriba não enrola e faca cega a gente amola. E assim sendo, João Rozendo, estou dissertando sobre o racismo que ameaça o futebol  brasileiro. Porque se você for apurar tirando o negro do futebol e do samba, acabou-se a brincadeira. Assis Paraíba me sopra aqui dizendo que a negra também entra na história porque um samba e uma feijoada sem uma mulata não tem o menor gosto. Nem em janeiro nem em agosto. E assim sendo, quero aqui prestar o meu maior apoio para campanha contra o racismo besta destes brancos cujos os sovacos fedem mais do que dos pretos e que suas ações são escuras e obscuras. Enfim, deixar de frescuras porque futebol é esporte que exige raça e a raça negra é a mais raçuda nos esportes e até no amor porque quando se quer conseguir alguma coisa de sal ou de farrinha se diz assim, meigamente:- Vem cá , Neguinha...

Nos Altos

Numa foto do seu Elias, antes do jogo  Altos e Timon, a faixa  diz que não  tolera o racismo. Já quando o treinador fala para os seus jogadores pede a eles muita raça. Quem é que está certo? Raça ou racismo?

Não é intermunicipal...

O pessoal de Timon precisa saber que campeonato oficial do Piauí não é intermunicipal do Maranhão. Este negócio de mandar tirar  time de campo já passou, foi no tempo do Belchior Barros e Zé Caixeiro. O presidente do clube que tem o sobrenome de Leal não é aquele  “júnior” daqui. É outro Leal que também é Filho, mas do Timon. O seu Carcará vai ter que botar moral par ano seu campeonato para que os casas não tirem  o “time de campo” porque assim sendo fica uma “lacuna” muito grande a ser preenchida e o torcedor pagou para ver o jogo todo e não pedaço. Campeonato estadual é oficial não é intermunicipal, Juvenal!

Hoje tem clássico no LM

O prélio entre Parnahyba e 4 de Julho vai ser hoje, no Lindolfo Monteiro, na hora da Ave Maria. Sim senhora. Às seis da noite, na hora da reza. Era para ser lá na terra do Raimundo Pão mas o campo está em obras e não deu tempo de usar o papel higiênio. Limpar. Vem para Teresina, no campo do Afonso e da Teresa Fogoió. Campo neutro já que um é do litoral e outro do sertão, bem dali, de Piripiri. Estou achando é o horário do jogo muito fora de hora mas neste futebol cabeça de cuia o que menos interessa para os dirigentes dele é negócio de renda. Querem lá saber de dinheiro...Para o torcedor de Teresina é um bom programa.Vamos lá...

21 de janeiro de 2020

A partida entre Altos e Timon, aqui do Maranhão, teve seus altos e baixos

Por causa das expulsões, o que dá prejuízo ao pagador de ingresso que foi pra assistir hora e meia de espetáculo de bola e não de violência, falta de educação, o escambau.

Jogão no Felipão

Meus amigos, a partida entre os times de Altos de lá mesmo e Timon, aqui do Maranhão, teve seus altos e baixos. Por causa das expulsões, o que dá prejuízo ao pagador de ingresso que foi pra assistir hora e meia de espetáculo de bola e não de violência, falta de educação, o escambau. Só  porque o jogo de o nome inglês de pé na bola (footboal) não é para se dar pé no adversário, nem cabeçada porque o outro não tem culpa nenhuma ter levado chifres. E ganhar em casa e ainda mais com o time visitante tendo atletas expulsos não soa bem e todo mundo (quem não viu) sabe que time que joga em campo, alheio não confia em árbitro que vem de fora, se  hospeda e coisa e tal porque é lá quem ele toma café, ele almoça, é bem tratado e coisa e tal. E às vezes, ainda sai alguma coisinha de sal. Mas deixa isto para vem para cá e sai daí que este ano, aqui não tem time de Piripiri. O que é uma pena porque a cidade dos quatro “is” era uma forte atração para os jogos aqui e lá sob comando de Luiz Menezes, cabra que já foi bom de bola e de cartola. Mas eu estava falando era do jogo do Felipão, lá na terra da Elvira de Zé Ronaib. Sob o comando de um pernambucano amante do futebol, Warton Lacerda, hoje deputado no Piauí é um senhor cartola da bola e a maior força deste esporte bretão no estado Piauí. Passou a perna  em gregos e troianos, galegos e carcamanos, cearenses e baianos. E hoje estaí, na ponta desta tabela. É a maior liderança deste futebol, botando em outros planos, o nosso Piauizão Vibrante, O Eterno Campeão e um que foi uma vez Flamengo e o que era o Tubarão e comia Galo, Rato e até Leão. Mas a bola rola e é preciso ter muito cuidado porque nem toda coca cola e este amigo de vocês não  enrola e agora o próximo jogo do time da prefeita dona Patrícia Leal vai ser aqui, em Teresina, cidade menina o que será que se destina? E vai ser contra aquele time que foi o mais querido e hoje está o mais esquecido e precisa ser aquecido porque futebol é quentura, futebol é uma atividade que “Botafogo” na gente. E este fogo vem de uma “Estrela Solitária”. O que os flamenguistas despeitados chamam de “lombriga solitária”. Mas vamos  ao nosso “rama-rame” que é o futebol provinciano e agora foi que danou-se porque foi “atimonzado” com equipe do outro lado do Rio Parnaíba. Daqui a pouco entra outro de Tianguá. Lá do Ceará...

Um trio de ouro...

E por falar em Ceará, vemos aí Mão Santa e Zé Filho na companhia do  “Tlinta e tlês”, jornalista Genésio Araujo, um dos personagens de meu próximo livro  “Os Cearenses em Therezina”

Time novo

Não é só o Piauí que vai de Fábio Novo, o meu Botafogo também vai para este viés, com diz o doutor Pessoa que também é gente boa.Pois  “glorioso” vai se encher de menino novo neste campeonato. Só não quero é que fique sem o Gatito Fernandes no gol que é meio time. Mas num onze de futebol é como no casamento. Tem que haver “renoivamento”. E o meu Glorioso entra com muita gente nova e sob o comando de Alberto Valentim, o alvinegro vai deixar de ser “timim”. Aqui em Teresina, o Glorioso tem uma coleção de bons   torcedores que vão de Jesus a Piter Loco.

E o Campo ficou menor?

Meus amigos, a cidade do doutor Mozart encolheu? Cadê os entusiasmados homens do futebol da terra de Carburetos e Lamparinas? Lá  botaram um Caiçara com um campo normal e aí os do outro partido fizeram um “Comercial de Campo Maior” para dar lucro, coisa de carcamano que no Ceará são chamados de “galegos”. Aqui também se chamam de “cearenses”. Mas vamos à indagação do titulo. Onde estão os desportistas da cidade, o Ernane Napoleão, Carnaubinha, Raimundinho, o Carboreto, O César Melo, o dr. Mozart? Esse povo onde está? Investindo no Ceará?

09 de janeiro de 2020

Estamos vendo uma verdadeira adoção no pebol cabeça de cuia

Nada mais, nada menos do que a participação de uma equipe do Maranhão no certame do nosso Estado.

Uma adoção

Meus amigos, futebol é coisa séria mesmo. Agora estamos vendo uma verdadeira adoção no pebol cabeça de cuia. Nada mais, nada menos do que a participação de uma equipe  do Maranhão no certame do nosso Estado. Os nossos vizinhos, do outro lado rio Parnaíba, os timoneiros ou timoenses, vêm participar do campeonato piauiense e com o nome da cidade no peito. Timon. Parece que estou vendo o Gil Alves dos Santos, o Melquiseque de Castro Viana, o Napoleão e o Paulo Guimarães, o Nilson e tanta gente boa que mora  do outro lado do rio Parnaíba que une as duas cidades. Há tempo que se esperava esta junção do Piauí com o Maranhão e agora no reinado de Carcará Primeiro e Único, ela se faz de fato e de direito esportivo que se escorrido seria um bofe. É um momento de reflexão porque é uma união do Piauí com o Maranhão através do futebol, esta alegria do povo que ninguém toma, nem em Timon nem em Roma. E assim sendo, reverendo, esta união merece ser abençoada pelo padre Tarcísio ou pelo Monsenhor Chaves. Se vivos estivessem. E já que não estão, pelo padre João. É uma adoção que o Piauí faz nesta era de W .Dias, meses e anos. Que venha Timon para o futebol  piauiense que já teve um filho de lá, o Lulalá, sendo presidente da nossa federação e foi muito bom dirigente. A aproximação geográfica é muito importante no esporte não só bretão como no futebol de salão. Que poderia também adotar clubes de lá para o campeonato de cá. O importante é a movimentação esportiva entre as duas cidades vizinhas unidas pelo Parnaíba, “rio abaixo. Rio arriba”. Que venha Timon para o nosso campeonato e quer faça um time bom. Uma equipe que possa até ser campeã. Já pensou se  a equipe  do estado vizinho se sagrasse campeã do certame piauiense, o que não iria dizer os cearenses zombeteiros... “só no Piaui mesmo onde o campeão é do Maranhão...” Mas temos  que se arriscar a estes e outros perigos por-que a  bola rola, este escriba não enrola e nem toda coca... cola. Sim, é uma adoção que o futebol piauiense está  fazendo para o Maranhão que já teve um filho seu (Lula) presidente desta federação. E só haverá ganhos nesta iniciativa porque o esporte é amizade é aproximação de corações, sejam cearenses, maranhenses ou piauienses. E vamos receber com flores e foguetes, o time de Timon, do Maranhão. Quanto mais cabra mais cabrito. Pra frente é que as malas batem e por trás os “malas” batem  mas são  as carteiras...

Time do  São João

Esta foto mostra a seleção do Macacal, com o seu Assis Penicilina,de bolsa “a tiracolo”e o Adolfinho no outro e o juiz Parrudo. Como diz o filósofo da Cacimba Velha, Vei Bogea: Futebol é coisa séria...

Só pode ser promessa...

Rapaz, hoje em Picos, vai haver uma partida de futebol entre Picos do Piauí e Crato do Ceará. Um encontro dos mais significativos entre dois centros falados pelo especialistas no ramo como avançados. Poderia ser o Picra ou Crapi, o nome do clássico. Duas cidades famosas em seus estados e cheias de filhos ilustres. Picos e Crato, uma partida para muitas apostas. Se eu fosse convidado a dar um palpite, daria a vitória a cidade de Miolinho porque joga em  seu campo, no seu terreiro e é mais fácil e seguro o juiz roubar para o dono da casa. E ainda tem os  brindes e galinha ao molho de catupiri.

De onde veio ?

De São Bernardo do Campo, aos 23 anos, este Gabriel Jesus é o mais valorizado jogador do futebol verde-amarelo desta era e deixou o Neymar longe. Este, o Ney está como nossa moeda. Desvalorizado. Eu acho que o Gabriel tem um padrinho muito forte que é Jesus e é até covardia se comparando com os demais como São Cristóvão, São Bento, São Paulo e até São José que é de mais longe, é do Egito. Mas com  o nome de Jesus e do anjo Gabriel, ele ficou maior do que o Neymar e está tendo uma cotação maior no mercado esportivo mundial. Onde vale não o que pesa mas o que se joga.

08 de janeiro de 2020

O futebol é uma atividade lúdica que tem seus mitos e ritos

Nós já passamos pela era de Pelé e agora era Gabi Gol

Era  Gabigol

Meus amigos, o futebol é uma atividade lúdica que tem seus  mitos e ritos. Como é uma diversão, tem que variar de sabor para a  clientela dele e dela. Nós já passamos  pela era de Pelé  e agora era Gabi Gol. Só dá ele na telinha, é a bola da vez. O Flamengo agora  quer o jogador e oferece  72 milhões pelo seu passe equivalente a  16 milhões de euros. Diz a imprensa  que é um  presente de ano  novo que a diretoria quis  dar  a sua torcida porque o Natal já passou e ficou no Rio Grande do Norte.E  Gabi é  nome do homem que encanta agora o time da Gávea. Um novo “Zico”. Claro que ele vem cheio de “lambe essas” e dono da cocada preta, cabelo oxigenado e coisa e tal. O treinador do time é Jesus, o português. Vai falar com ele no bom português e dizer  que um B com A é beabá e  que ele veio para jogar e não para rebolar. Porque  o homem é um animal difícil de se tratar e  a vaidade é mais   difícil ainda de  se controlar. Tem que ter formação  para não pensar que  é o rei da cocada preta. Para isto é que tem o preparador psicológico, o técnico de cabeça, o que diz “vem cá, menino!” e mostra  o bom  caminho. Porque   futebol é como concurso de beleza. Onde  toda mulher que ser miss.No  pé na bola todo mundo quer ser craque. Rebolar. Ah meus amigos, futebol é coisa séria como diz o filósofo da Cacimba Ve-lha, William Bogea, o “Vei”. A bola da vez, agora é este Gabigol como foi Pelé, um dia, “entende?”. Como já foi Mané  Garrincha antes da  Elza. O futebol brasileiro é pródigo em revelações de craques  porque  somos o pais do futebol, faça  chuva  ou faça sol. Os ingleses foram os primeiros a jogarem com bolas em vastos  terrenos mas foi aqui, no Piauí, que se construiu um Campo Maior do que Campo Grande ou Campos Elíseus. E assim. A bola rola, este escriba não  enrola, em plena quarta-feira, neste “Um Prego na Chuteira”,num estado  que tem um Campo Maior mas  a bola não  rola , este   cronista não enrola e  merenda boa é pastel de Maria Divina com coca-cola.  E este é o nome mais forte do futebol  verde amarelo. Gabigol. Nome esquisito, criação da imprensa. Tudo tem seu tempo. E a vida passa. No futebol, a partida tem 90 minutos. Na vida, quem  chega aos noventa é um craque.

Um casal alvi-negro...

Dois craques  de um passado presente, Paulo César  e Vitor, dois bons de  bola que deram muitas alegrias para  torcidas de River e Flamengo, Palmeirais e  Picos, respectivamente. Uma dupla alvi-negra, na raça.

Galo apanha de Burro

O titulo desta nota  não  quis dizer que o River apanhou porque foi burro. É   que o  time que deu nele de dois a zero, o Taubaté,  tem o apelido de Burro, assim como o tricolor tem o apodo de Galo. Uma boa para se jogar no bicho. Burro ou Galo, no grupo, centena ou  milhar. O negócio é jogar. Assim como tem que goste de dar,  tem que goste de apanhar. Assim sendo,reverendo   o nosso Carijó pegou uma taca  do clube paulista  numa competição nacional chamada de Copinha que é realizada em São Paulo. Coisa muito normal  até  no reino  animal.

Moroni

Mais uma vez no futebol piauiense, Paulo Moroni, gente muito fina. É um cidadão  de fino trato e conhecedor  das manhas e artimanhas  do jogo de bola profissional  é nosso velho conhecido de  outras  jornadas. Não sei se a atual estrutura do Flamengo do Piauí é condizente com o seu trabalho de  treinador  exigente de boas condições físicas e técnicas. Mas a própria contratação de Moroni para dirigir o Mengo  já é um indicio de que a atual diretoria está pensando grande com relação as  competições futuras.  E vamos aguardar os acontecimentos como diz o Morais Filho.

07 de janeiro de 2020

Faltam dez dias para o início do certame piauiense de futebol

Começa em dezoito de janeiro. Está em “Sima”.

Faltam dez dias...

Sim, gentes boas, faltam dez dias para o início do certame piauiense de futebol profissional. Começa em dezoito de janeiro. Está em “Sima”. E como é que vai o seu clube, caro torcedor do  Enxuga-rato, do  Galo Ca-rijó ou  do   rubro-negro, para  lembrar os três da capital, sem falar nos times  do interior e no do litoral? E mais, neste ano, teremos uma novidade, uma inovação. Campeonato piauiense com  time do Maranhão.Os cearenses vão logo dizer “só no Piauí mermo!” e é capaz deles invejarem  querendo botar no nosso certame um time de Tianguá. O Onze da Serra Futebol Clube. Eu não duvido nada, rapaz. Por mais que nosso filósofo  William Bogea diga que “futebol é coisa séria” a negrada não está nem aí e chuta bola para o mato que o jogo é de campeonato. E faltando apenas dez dias para o início do certame, como estão as equipes disputantes? As da capital, River, Flamengo e Piauí, as  do interior, Picos, Floriano e Piripiri, de Campo Maior e de Altos que é “bem ali”? Será que as perspectivas estão  melhores  do que as expectativas ? Como diria  Manoel  de Moraes Filho ao microfone da Rádio Difusora de Teresina:” as perspectivas estão piores do que as expectativas”. Mas  a bola rola, este escriba não enrola e futebol, não se aprende na escola. Ao contrário do  samba que se tornou outra grande paixão do brasileiro  a ponto de criarem as famosas  Escolas de Samba de Salgueiro, Mangueira, Osvaldo Cruz e Vila Isabel. Aqui também se criam escolinhas para meninos e meninas porque o futebol é unissex e nos pés se usam chuteiras que quando se  muitos grandes são chamadas de “sapatonas”. Mas o importante é o “mexa-se”. A movimentação física  do individuo ou “individa” seja homem ou mulher da vida.Por-que saúde é o que interessa. O resto não tem presa. Mas faltam só dez dias para  ter inicio ao certame nosso  de futebol profissional, onde  capital participa com River, Flamengo e Piauí e como aqui é a terra do “ja teve”, tivemos Rio Negro, Artístico,Auto Esporte e Fluminense de Belchor. Este que vos escreve tem  o orgulho de dizer que era ponta-direita do Rio Negro e numa partida contra o River tive a infelicidade de ser marcado por um tal de Giri que tanto dava pancada como fedia a xixi. O mais amigo era  um tal de  Quincas  Chevrolet. Me deu uma “chapa” chega inchou meu pé. Mas foi advertido pelo juiz Valdimir Silva: -Não faça mais isto não com o menino... Sai mancando  de campo e  ainda ouvindo o torcedor riverino  Zé da Silva  dizendo ao pé do alhambrado:”.-Menino, o futebol é prá homem!...”

O Polirrodas...

Do meu álbum de relíquias, a equipe do Polirodas, equipe  suburbana formada como o nome diz por  “polidores de roda” Se não me engano, este time aí é do Planalto Uruguaio porque por lá é que a negrada gosta de polir as redondas... Com dois “erres”

Pelo menos...

Rapaz, o Piauí Esporte Clube arranjou agora um técnico internacional e que já treinou em time de Suíça e Portugal. Ultimamente e ele dirigia o São Carlense  de São Paulo. Cara de 47 anos, boa pinta e jeito de rico, só pode ser para  desconto de pecados que ele veio para o Piauí orientar o “Enxuga-rato”. Enfim, cada um com sua sina e a dele foi vir para Teresina. Como diria o milenar Manoel de Moraes Filho” vamos aguardar os acontecimentos” e dar os votos de boas vindas ao Florentino e que não  tenha um “prego na  sua chuteira”. Chega numa época em que não faz muito calor e em  começo de campeonato. Pode ter sido uma boa coisa para nosso esporte maior, hoje muito carente  de cabeças pensantes.

Calendário

A federação de futebol do Piauí divulgou seu calendário ”brauniano” para o ano vinte-vinte. Começa com o jogo dos homens em janeiro e termina com os das mulheres em dezembro que é mês de festa e o presidente dá o maior valor a uma folia, é o rei momo de sua cidade, Barras de Maratoan e já encomendou um hino para o Francy Monte. Ele pediu para não botar  aquele negócio de “ Carcará,pega, mata e come” que segundo ele é propaganda negativa e ele mesmo não está com estes apetite todos... No dia 17 de janeiro de “vinte vinte”, com o prélio entre Piaui e 4 de Julho, de Piripiri, terra muito boa. Ela lá e eu aqui. Prefeita por um ex-atleta de bola, Luis “Menez” e escrita pelo doutor RaImundo Pão.

03 de janeiro de 2020

Rodrigo Mattos lança o livro "Ladrões de Bola"

O leitor menos avisado logo vai pensar que o principal implicado será o juiz de futebol. Ledo engano.

Ladrões da Bola

Meus amigos, sendo futebol  uma coisa séria, começo esta matéria com este título escandaloso: Ladrões da Bola. O leitor menos avisado logo vai pensar que o principal implicado será o juiz de futebol. Ledo engano. O árbitro é o que menos rouba  neste pais  tropical abençoado por Deus e corrupto por natureza, mas que beleza !Mas “Ladrões de Bola” é o título do belo livro de Rodrigo Mattos, repórter carioca, blogueiro da Uol, cabra viajado para  carvalho e sabedor das coisas. Das “caixas pretas” do nosso jogo de bola oficial ou praça. Diz na contracapa que jornalista esteve com os principais envolvidos no “caso Fifa” em entrevistas e nas situações as mais inusitadas, como assistir ao presidente da Fifa, João Havelange ser revistado em um aeroporto em Bahamas ou ouvir o delator Chuck Blazer entregando os colegas no emblemático Baur au Lac.” Neste livro, o autor revela os fatos investigados desde a prisão dos dirigentes da Fifa na Suíça á eleição do novo presidente e como o castelo da entidade se desmoronou. Traça também um quadro de como os dirigentes brasileiros tocaram o futebol do pais por mais de  25 anos e de que maneira os negócios obscuros  que realizaram para além das câmeras  afetou  o desenvolvimento do esporte no Brasil.” Trata-se de uma obra que todos os  dirigentes  do nosso  futebol profissional ou amador  deveria ler. Do Robert Brown Carará, presidente  da federação  ao  seu Assis Penicilina, presidente da Liga do São João, ali n no Macacal, “alpegado” ao cemitério de São Judas Tadeu.  Todos os cartolas  deveriam ler esta obra para tomarem conhecimento das maiores “mutretas” do esporte rei  no mundo vasto mundo e se eu me chamasse Raimundo  e tivesse o apelido de Pão,  havia trabalhado   no jornal do Valmir  e hoje  estaria morando e advogando  lá em Piripiri,  que é uma terra muito boa. Ela lá e eu aqui. Mas a bola rola, este amigo de vocês não enrola e vamos para frente que atrás  vem gente e eu não gosto de fungado no pescoço e  a melhor merenda  na escola  são os pasteis de Maria Divina com coca-cola. Estamos no começo de um novo ano e todo dia é dia de ler o jornal O Dia, dona Luzia. Vamos aguardar os acontecimentos. Que sejam agradáveis, sem aborrecimentos. Que o nosso futebol se recupere, que volte a ocupar o seu lugar quer foi tomado pelo telefone celular.  Hoje você não vê criança com bola na mão ou no pé. Os pais dão logo um celular. Para não serem importunados...

Saraivinha...

Nesta foto trabalhada pelo Assis Pba, vemos “Os Impossíveis” de José de Freitas, time do Saraiva que era repórter de policiai aqui. Ele é o do meio dos que estão “acocados” em posição de... sentar. Eles eram impossíveis.

Intermunicipal I

Há tempos atrás, a entidade que reunia os cronistas  esportivos desta terra, APCDEP, realizava competições entre os municípios piauienses e eram chamados de “intermunicipais”. Seleções se formavam e de lá vinha as revelações para o futebol profissional como Sima. Dirigentes de clubes da capital se interessavam pelas competições, iam ver que era quem era bom de bola. Tinham os “olheiros” nas revelações do interior e gente como Sima, por exemplo, que foi revelado por Barras. Miolinho por Picos. Floriano nos dava muitos jogadores, assim como Parnaíba, José de Freitas, Barras, Floriano. Os prefeitos gostavam da competição porque eram exaltados pela crônica esportiva, davam entrevistas, saiam nos jornais...

Intermunicipal II

Mas agora não se fala mais na competição entre os municípios deste Estado. Os prefeitos não estão mais nem no raso nem no “fundo” de participação, se desinteressaram pela arte de jogar e agora só querem é viver “on line”, dedo no celular. Tem prefeito que a meta é dar para cada um seu eleitor, um celular. Para se conectar e não se esquecer de votar...   A entidade dos cronistas esportivos, APCDEP, patrona do torneio, hoje  sob a direção de Francisco Costa, Chico Rato para os mais íntimos, é responsável pela competição a nível estadual desde os tempos  de Carlos  Said., Pedro Mendes  Ribeiro, Morais Filho,  Sergio ,Pinheiro, Bolinha. Bibiu e tanta gente boa que  fez esportes em rádio, jornal e televisão.

24 de dezembro de 2019

Os “Impossíveis” eram tão impossíveis que ninguém queria ser treinador

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Amanhã é Natal

Sim, amigos, porque hoje a véspera, amanhã será o dia de Natal. Natal que me fez lembrar Natal Jesus de Lima que foi treinador do Fortaleza e que era gaúcho. Era cliente da Bodega de dona Raimunda, minha mãe, lá na Praia do Meireles,tomava café de manhã com pão “sovado” e botava muito açúcar na xícara. Minha mãe, cearense esperta, dava a bronca, dizendo que o café do seu Natal não dava lucros porque ele botava muito açúcar. E ele, um gaúcho esperto, desabafava: -“ Agora é que é... Dona Raimunda quer mandar até no meu paladar..” Isto virou piada na  praia e era sempre lembrado nos restaurantes e cafés. Sim, mas o Natal que se aproxima não é juiz de futebol, mas o nascimento do Senhor, nosso pai maior. A tradição católica nos ensina ritos e mitos para este momentos litúrgico. Momento que é muito deturpado porque a negrada gosta é de beber e comer, não respeita Papai Noel com sua  roupa vermelha de comunista e seu “rô rô rô”. E assim, passa o Natal, coisa e tal, e as manifestações cada vez mais fracas e os filhos ficam esperando brinquedos dos pais destros e paidastros e não sai nada porque ainda hoje, bem ali, no Peru, não tem feliz Natal e nem se chupa Lima. Porque nesta data todo mundo quer é comer o peru. Por isto que aquele colega da crônica esportiva que tinha este apelido também tinha o maior medo quando chegava esta época de Natal.Ele dizia: - Vão comer o Cão ! |Mas o que se desejar para nossa área esportiva  nesta data especial? Que a paz de Deus esteja conosco, em primeiro  lugar e em  segundo saúde e dinheiro no bolso nosso e não no “Bolsonaro”. E desejar um ano esportivo cheio e de eventos e sopros das melhores qualidades , não só na capital como nas cidades deste Piauí,terra querida. Porque amanhã sendo Natal, mais um ano que passa e a gente aqui. No jornal do Valmir, desde 1963, a coluna esportiva mais antiga do Brasil, segundo o Ibope. Não sou eu quem, diz não. É o Ibope que sabe da vida de todo mundo e não guarda segredo não. Basta pagar pesquisa. E agora, o Assis me diz aqui o Bira do programa do Jô morreu. Pensei quer tinha a Biroca... Mas  é Natal... cantemos todos: “bate o sino, pequenino...

“Impossíveis” de José de Freitas

 O nome mais original do futebol brasileiro. Os “Impossíveis” são tão impossíveis que ninguém que ser o treinador deles. Tinha um cidadão de lado no retrato mas o Assis bate-chapa até tirou da foto. Este gordinho é o Saraivinha. Centro-avante... mas rapaz... Só em Zé de Freitas, mesmo...

Meio de campo forte... 

Rapaz, na seleção piauiense de politicabol, na primeira  pesquisa  Data O Dia, deu um trio da pesada, uma meia-cancha indo e voltando. O doutor Pessoa, o Fábio Abreu e o Sílvio Mendes. Os mais queridos da galera votadeira. E entre os “não queridos” tem um  meio de campo misto com a Lourdes, o Sílvio Mendes e o Silas Freire. Fiquei pensando no Silas porque é um comunicador de massa. Enche a tela da TV com sua imagem. Mas isto foi  a primeira pesquisa e para frente é que as malas e os “malas” batem as carteiras dos bolsos do eleitorado. A política é como o futebol. Tem o torcedor que é o eleitor e o jogador  que é o político. A galera fica só observando as jogadas. Anotando as faltas cometidas e gols contras.

Cabeça no lugar 

O nosso presidente republicano é um camarada sincero, aberto, “muito doido” como diz a negrada quando gosta de uma pessoa. Olha o que ele disse a céu aberto quando foram lhe  questionar sobre o comportamento nada compativel com o cargo, do seu filho Flávio: “Se eu não tiver a  cabeça no lugar, eu alopro.” Aloprar, no linguajar da caserna, das ruas. Significa endoidar. Birutar. Ele sabe que a sua filharada não é flor quer se cheire, que ele tem de ser presidente total e “estamos conversados”. Ele agora  quer subir a isenção do imposto de renda para três mil o que é muito certo. Pelo que ele quer fazer muita gente vai ficar sem pagar impostos. Jogador de futebol, jornalista, radialista, etc.

19 de dezembro de 2019

O River trabalha para formar uma agremiação forte para 2020

E o nosso “eterno-campeão” é dono, hoje, de uma loja. Sim, de uma loja para poder fazer o seu “alojamento”

E o outro ?

Digna  do seu nome  no desporto “cabeça de cuia”. Porque  queiram ou não  antiriverinos, o Galo é a maior expressão do nossos futebol que teve um dia um Tiradentes, o Tigrão da  gloriosa polícia militar. No tempo do Tupi Caldas, o Amarelão era a grande expressão da PM, tempo áureo  do nosso futebol quando se amarrava  o cachorro com linguiça e a praça Pedro Segundo  era o reduto dos papos e namoros respeitosos. No tempo tiradentino, Buim ainda era menino e  o nosso pebol crescia e aparecia. River, Flamengo e Piauí, sempre unidos e desunidos como Rússia e Estados Unidos. Obedecendo  a orientação de que “futebol é coisa séria”, o clube que teve mais títulos conquistados em Teresina em todo estado, apelidado de Galo Carijó , vem realizando uma série de providências relativas ao futebol profissional que é a sua meta principal. E a primeira coisa para se ter  organização é uma casa. Um ponto de apoio para  as realizações. Um lugar onde possa guardar os “terens”. E o nosso  “eterno-campeão” é dono, hoje, de uma loja. Sim, de uma loja para poder  fazer o seu “alojamento”. Dos atletas. Do seu  elenco de  pro-fissionais de bola, gente que veio de todo este Brasil. Porque o futebol é um esporte que junta gente de todo lugar, a bola  rola neste país do rio Oyapoc ao rio Chuí, rola até no Piaui.  Rola pouco mas rola e temos  um Albertão  para jogão e um Lindolfinho para joguinho. E capital, hoje . a maior expressão é o River que se  diz “eterno-campeão” mas no tempo do Tiradentes, ele não  tinha vez , não. Era o famoso  Amarelão da Policia Militar quem dava “ordem unida” e com River e Flamengo, a conversa era só  “um dois, feijão com arroz”.No tempo do Canuto era de entupir caldas. O negócio era tão “assim” que os   juízes de  futebol já sabiam. Todo  time tinha que ter um capitão mas   com o Tiradentes era  diferente. Era um coronel.Ah, meninos, esta Teresina é cheia de “graças  e louvores se dêem a todo momento, ao santíssimo e digníssimo  sacramento”. Sim, mas  eu estou falando do River... e dos outros? Dos seus  concorrentes, adversa-rios  da capital, do interior e do litoral? Porque uma andorinha só não faz verão mas o doutor Dirceu só fez o Verdão e  doutor  Alberto, o Albertão. Sim, e o outro? Quem é o concorrente do River? Altos ?Baixos?

É de Jesus

O Jorge é  de Jesus.O Assis diz que ele é português, então é de  Portugal. Não vou teimar com paraibano que é raça que só anda armada. É o nome do momento  no futebol brasileiro. Descobriu o Flamengo. Primeiro de abril !

Quem não tem cão

Rapaz, a torcida do Flamengo carioca aqui em Teresina andou lotando os bares ,restaurantes e lupanares  comemorando a vitória do time do Urubu com muita cana  e foguetório. Parecia São João e os donos de comércio  acharam foi bom  porque do jeito questão as coisas, uma lizeira danada e  uma  comemoração deste   tipo  ainda alivia a situação financeira.  Lá no bar do Zé Filho e no do Zé Irmão  uns clientes  tipo cacá e quequé, andaram comemorando e tomando umas geladas. E do Flamengo daqui, o senhor não diz nada?

Goiano e Miolo

A dupla técnica do River Atlético  Club para este ano é parecida com os nomes  dos cantores  deste  Brasil. Goiano e Miolo ou Miolo e Goiano.Já tivemos um “miolo” mas era pequeno e  o chamavam de “Miolinho”.Veio dos Picos e era um meia cancha campo lutador e bom de bola. Com este meio-campo, o Galo deve procurar  arrumar suas  jogadas pelo “Miolo”, pelo meio mesmo, ali onde se come a goiaba. Essa dupla poderia também fazer  sucesso na música caipira lá de Goiás. O Galo  já tem 25 bocas co-mendo no seu CT

   

18 de dezembro de 2019

River entrou no ramo comercial porque abriu uma “loja”

E aí vai ter que contratar muita gente porque loja é como supermercado Tem que ter gente para despachar a clientela

Abriu a loja

Meus amigos, o caso é sério. Pelo que vi no jornal, o River agora entrou no ramo comercial porque abriu uma  “loja”, segundo manchete deste  O Dia. E aí vai ter  que contratar muita gente porque  loja é como supermercado Tem que  ter  gente para despachar a clientela. Será um supermercado ? Ou uma loja com vitrines ? O treinador é goiano e tem o nome de Márcio e eu me lembro que  que tivermos um  muito bom  que era  “Mormácio”,o pai do Silas, aquele gordinho da televisão. Mas o tema é abertura de loja e isto cheira muito  á maçonaria.  Aqui tinha um amigo nosso, desportista e torcedor do River que quando saia de noite  de casa dizia que  ia para a a “loja”. Um dia chegou em  casa  todo  sujo de batom e mulher perguntou a ele se era loja de cosméticos. Da  Avon? Mas  gentes boas, o nosso tricolor apresenta  ao torcedor o seu elenco par ao ano 2020. Genivaldo  Campelo é o presidente, individuo competente e todo mundo está esperando   um Galo Carijó super-poderoso e cantador no seu terreiro e quiçá em Timon. A inauguração de uma loja anunciada na imprensa me deixa um pouco  inquieto  e preocupado. O River vai abrir uma loja é de tecidos ou é de eletro-domésticos ? Ele já teve  diretores lojistas e  tem muita experiência  no ramo logístico e  quiçá  maçônicos.  Mas voltemos ao ramo da bola que é o que  nos consola neste time onde já  formaram um belo meio de campo, Derivaldo e Mariola. E o Galo anuncia  novidades, nova estrutura no  seu poleiro  onde poderá levar sua galinhas e fabricar ovos da melhor qualidade. Esta nova diretoria está com vontade de  fazer um Galo de raça mesmo e cuidar bem do seu Pintinho. O Geni disse que tem três metas como  presidente: Fazer umas salas, fazer um campo novo e  botar o time na série C de campeão. E está trabalhando para isso, com uma diretoria solidária e bola prá frente. Claro que a meta maior é ser campeão porque é a vontade de  todo presidente  de clube  até da Cacimba Velha. A conquista de um titulo de campeão é  o ápice de uma administração. Assim como um filho  é o objetivo de uma União.  Ou Miguel Alves.Os filhos são os gols... E o diabo ,é que  ás vezes, tem gol contra... 


Flamengo vai se “Katar”

(Crédito: AM/Press e Images)

Fazer o quê? Se é ele mesmo, o  bicho o homem e o que  do “homi” o bicho não come”, temos que dar a César o que roubaram do César. É o Flamengo, o mais querido, de gregos e baianos. Foto para a “nação rubro-negra”.

Um Mor”mácio”?

Nosso tricolor  eterno-campeão tem técnico  consagrado, bem falado no mundo esportivo, o seu Márcio que é goiano e  chegou agora na taba tricolor, está tomando chegada, se acostumando com o nossos calor humano e que tem um senador chamado   Elmano. Quando o cabra chega assim nos lugares, fica  “tomando chegada” como diz o povo e os de casa,cabreiros, olhando como ele pisa.O seu Márcio  está lá no Puleiro do Galo,  observando e operando para dar bons resultados  porque treinador vive de resultados pode ser até o Luxemburgo. Só presta se o time ganhar. Até  um empate deixa  a diretoria , o torcedor e até o gandula, cismados.

E o Parnahyba ?

Como é que  vai a bola lá no litoral neste tempo de peixe dentro d'água? Mão Santa deve ter ido ver  o óleo preto  atingindo sua casa de praia e mandado um recado para o Bolsonaro, seu amigo de porrinha. No que diz respeito ao  time do litoral, os filhos  do seu Pedro Alelaf estão conduzindo o barco pela parte mais rasa  do mar para não haver afogamento nem afobação.Formar  um plantel  razoável, o maior numero possível de jogadores  de fora, aproveitar  as revelações da praia e investir pouco porque o mar não está para peixe. Não estão pegando nem biquara, areiacó, cangulo, pirá,  beijupirá, serra, cavala e nem  siri nem caranguejo.

17 de dezembro de 2019

Magno Pires bota pimenta no prato mandando o Ciro Nogueira assumir

Porque este negócio de politica é como sexo. O cara tem que assumir ou sumir.

O negócio é assumir...

Meus amigos, tudo bem que futebol é coisa séria e tudo tem que ser assumido para não dar dor de ouvido. O Magno Pires  bota pimenta no prato mandando o senador  Ciro Nogueira assumir. Porque este negócio de politica é como sexo. O cara tem que assumir ou sumir. E no futebol político ele,Magno, cita um meio de campo formado por Mão Santa, Wellington e Wilson Martins uma formação  que já passou pelo Karnak e ainda tem um, o WDias  que continua  com a camisa dez, capitão do time e com  gás  para os dois tempos. Sendo um técnico no assunto  com uma longa folha  corrida e escorrida nos campos eleitorais e tendo um “pires” maior do que os demais porque  é Magno, dá uma “orientação” ao Cirinho para que ele  seja candidato a campeão deste  certame de votos que  como o jogo de futebol é uma “alegria do povo”.Porque a semelhança é no placar, nos números  e cada  voto é um gol e ganha quem mete mais gols, quem tem mais votos. Seja de ímpios ou devotos. Agora tem que se trabalhar no “meio de campo” e este trabalho é feito pelos técnicos, auxiliares, massagistas e roupeiros porque  uma grande  estratégia do  político é saber distribuir as camisas.  Do 1 ao  11.Ter bons muito bons  reservas.Escolher um bom treinador, um médico, um massagista, um capitão do time  que seja da  sua confiança para  não ser “traira “ e não fazer gol  contra. E uma das táticas mais uteis é ter um bom  empresário  que é quem  cuida da parte financeira. E com um bom fundo (de participação) financeiro, bola prá frente que atrás vem gente e antes do capitão vem  é o tenente. Aí é ir para  a rua  falar com o povo e ensinar como galinha  bota ovo. Saber fazer o cocorococó   assim como o Galo Carijó quando vê a galinha só. Mas o negócio é assumir mesmo, o Magno está certo. Senador  riverino assuma  sua candidatura  e bola prá frente e cante o “avante riverino!” de peito estufado e faça o  que diz a letra  da marchinha tricolor,” um bem social, sem igual” ! Aproveite a onde e assuma também a presidência do River porque pancada grande é que mata a cobra. E que apareça   também um  “herói” para assumir a presidência do Flamengo, que seja abonado e não  liso porque o “liso” só presta para escorregar. Avante  riverino!

A  pedidos

Leitor Antonio Assis, de setenta anos, me pede que eu publique  foto da “queda” do Albertão onde ele disse que era rapazinho. Estaí, retrato do Louro, de saudosa memória, trabalhada pelo mestre Assis da Paraíba. Até hoje, o estádio  do governo não teve uma lotação  tão numerosa. 1973.O mês  era de ... agôsto.

Mil em meia

O pessoal do Meio Norte junto com  o povo do Firmino, os dois   fizeram uma meia maratona,no anoitecer  de sábado passado, saindo  e voltando para a  ponte Estaiada e Wanderson de Sousa, Regina Ligeirinha, Chico de Assis e Chica Antonia foram os vencedores  da  competição deixando um bocado de gente para trás. Foi um grande momento para o esporte  de andar ligeiro, porque pelo menos, naquela  corrida não  havia ninguém   falando ao telefone celular. Uma competição deste  jaez é muito boa para a nossa gente porque estamos  numa fase perigosa onde o povo está mais se sentando e se balançando do que fazendo exercícios físicos.

Luxa no Palmeiras

Uma boa noticia para o pessoal do time verde de   São Paulo. Luxemburgo  no  Palmeiras.É uma aquisição de primeira  porque  todo time depende do seu treinador assim como toda casa de família depende do seu chefe.  Eles acertaram  por dois anos.O contrato que não é como o casamento  onde o padre diz “até que a morte os separe” e o cabra fica  alí, vendo aquela cara todo dia.No futebol tem tempo marcado e devia ser assim também nas re-lações  matrimoniais. Tabelar até  ter o valor do passe. Antigamente tinha o  dote mas  isto era no tempo do Tote, o nosso saudoso A.C.de Oliveira Filho,sócio do Pedão, aquele da madeireira.Madeira de dar em doido.

12 de dezembro de 2019

o Piauí existe também no futebol profissional deste pais varonil

E quem nos representa no cenário esportivo verde-amarelo ? Dois times, duas agremiações, uma da capital (River) e outra bem dali, dos Altos de João de Paiva.

Copa do Brasil 2020

Caros leitores, o Piauí existe também no futebol profissional deste pais varonil, “é uma brasa mora”, chamado de Brasil. E quem nos representa no cenário esportivo verde-amarelo ?  Dois times, duas agremiações, uma da capital (River) e outra bem dali, dos Altos de João de Paiva. A primeira com uma bonita história uma tradição piauilina de várias décadas ao ponto de receber o apelido de “eterno-campeão” e não sei se foi o   professor Afrânio  Nunes quem botou ou se foi o Carlos Said e eu vou até consultar o Gugol que é o homem mais sabido do mundo, responde a todas as perguntas  que lhe fazem “online”  e ele  nem  cobra nadica de nada. Quem foi que disse que o River era o eterno-campeão? Foi o autor do seu hino que  começa  assim:  “avante riverino, com a bandeira de glória na mão. Lutemos com fervor, pela vitória do tricolor...È o clube de maior torcida, dizendo Zéneto Nunes,filho  do saudoso  professor Afrânio Mão Branca. Este item de “maior torcida”é contestado pelo pessoal do Esporte Clube Flamengo que acha que o acontece no Brasil, acontece no Piauí e que o Flamengo daqui  tinha mais torcida e agora não tem mais nem time porque a última vez que ele  foi visto estava em mãos de um riverino chamado  Everaldo Ducha de Agua Fria. Mas o fato é que o nosso jogo de bola estará sendo representado por uma equipe da capital e outra do interior.Teresina e Altos. O time do dr. Delson e o do  Warton Lacerda,o deputado. Só dois. Porque tinha um Flamengo que era muito bom  e  “mais querido” pelo povo mas foi uma  vez Flamengo e nunca mais se viu Flamengo. A torcida  ia ao Campo Maior ou menor,de grupo, era uma manada .E teve gente que foi ‘Flamengo até morrer”,como diz o seu hino. Já teve sede social na Vermelha, na Taboleta mas agora a coisa ficou foi prêta e dizem que  ”nunxixabe” onde está o seu material esportivo. Ah, gentes boas, os tempos mudaram e enxugaram o rato mesmo.Ali onde era a sede do Piauí é um super-mercado, onde era o campo das Classes Produtoras é outro,no campo do River erguerem,edifícios e edifáceis. E  bola rola, este escriba não  enrola e refrigerante não gruda mas a coca-cola. E agora estamos  no tempo do computador mas com ou sem  dor sentimos uma puta  dor de cabeça procurando assunto para esta crônica que já se tornou uma obrigação para mim e para o leitor de todo o Dia. Padre Nosso Ave Maria.Mas o assunto é a Copa 2020 e o Ciro Nogueira votou a favor da prisão em segunda instancia que só teve um voto contra. Dois time (22)votaram a  favor e foi uma goleada a favor da segunda instância.O cabra só vai preso depois de   ter sido condenado duas vezes. Só se for bi... Mas o Brasil é bi,foi tri e deixa a bola rolar no gramado e deixa a tanga voar...

Uma seleção...(a pedidos)

No bar do Shopping do seu João,um time de futebol de salão. Craque como Carlos Lobo, Zé Ronaib. Cid Dias,Pedro Torquato(nunca pagou café), Apurian, Raimundo Tajra e  dona Maria.

Tipos de chutes

No futebol como no namoro existem vário tipos de chutes. Tem o vôlei,o bat-pronto,o emendado, a puxada, a bicicleta que é um chute de  cabeça prá baixo e os pés para cima.Tem também o chute “tesoura”,aquele que o cabra  mexe com as pernas tesourando e muitas vezes dá tesoura até no adversário, no meio do seus peitos  que  deixa o  adversário em fôlego. Uma tesoura é jogada de  cartão. Ou amarelo ou vermelho,depende do apitador. O que eu acho mais bonito é o vôlei ou o bate-pronto.Quando o cara acerta com o peito do pé na bola e se for gol,é o tipo do gol de placa. Ah,meus amigos, “futebol é coisa séria” como diz o meu amigo Bogeia , cacique da  taba Pedro Mole.

Fanáticos

Uma boa para os amantes do futebol de salão, este esporte filho do futebol  de campo onde somos os campeões deste mundo vasto mundo. O maior torneio de futebol da Europa volta a Teresina.Com o nome de Fanáticos Champions League.É bem dali, de Santa Maria da Codipe, onde neste ano a safra de caju foi fraca mas a de mangas está prometendo e vai ser uma engoda de porco fora de série. Pois estes “fanáticos” estarão em breve nesta capital para  uso e fruto do Verdão e com a nossa rapaziada proporcionar ao nosso público bons momentos do futebol-mirim, de salão. Uma boa oportunidade para nossa juventude ver e aprender.O nosso futebol já teve boas temporadas,com Benfica,Cipal, AABB e Banespa.

11 de dezembro de 2019

A natação da AABB está alta

Imaginem que vai haver uma competição náutica em Maceió, nesta sexta-feira que vem e 17 de nossos atletas da modalidade vão defender o Piauí no troféu Reinaldo Maia.

Banida ou bandida?

Meus amigos, este prego de hoje é internacional porque vai enfocar este escândalo esportivo mundial que foi a expulsão da Rússia do futebol do mundo vasto mundo se eu me chamasse Raimundo e morasse em Piripiri seria chamado de Raimundo Pão que já foi meu foca neste redação. Jogos olímpicos, a maior competição  do mundo, é uma copa de todas as modalidades. Para uma nação é a maior honra  participar e sua  honra maior é ganhar e levar o troféu, levantar  a taça , a Copa. E sendo do mundo, ainda é maior a glória da vitória. Agora vejam só que vergonha, que coisa triste... A Rússia é banida, afastada  das competições entre as  nações o mundo por ter sido flagrada num crime, numa contravenção  esportiva das mais pebas que é o “doping”, o uso de drogas para o cara correr mais, ter mais força e vigor nas  competições com  adversários  que não tomaram droga nenhuma, não  usaram recursos  químicos para passar na frente dos outros. Uma suspensão de quatro anos fora das competições mundiais.Um castigo  universal e isto é muito bonito para uma nação do tope da Rús-sia... Que vergonha, dona Tonha ! Banida da Copa do Mundo  e basta por mais um “D” para ficar  “bandida da Copa do Mundo”. Sim porque é uma bandidagem dar “bolinhas” aos seus atletas para  superarem os  seus  adversários. Aqui em Teresina, a negrada  do Promorar tomava era  uns “cachês” para jogar contra a turma do Mocambinho e tinha nêgo que ficava era ficava era achando  graça em campo e nem ligava para a bola porque  já  havia tomado outra “bola”. Antigamente, seu Belchior  do Fluminense dava um “chá” para a negrada mas  não adiantava nada porque o tricolor da Silva Barros pegava era taca alta. Também pudera, ele botava Meroca, Vicente, Nilton e outro irmão que não me lembro do nome agora, tudo para jogar.O diabo é que eles não jogavam...Mass o tema de hoje  foi o banimento da Rússia da Copa do Mundo “vasto mundo”. Por uma justa causa que foi a descoberta de que os atletas russos só jogavam dopados, muito ligados, emaconhados,  como a negrada  dizia em lá  na Fortaleza, da Praia  do Iracema ao Mucuripe, “ tou muito doido,ó”. Mas com a Rússia o buraco é mais em  cima e a droga deles é super-refinada, coisa cientifica, não é este mato que trazem do Maranhão prá cá. Acho é muito peito da WADA que é agência mundial Antidoping, de ter este peito, esta coragem  de banir a Rússia da Copa do Mundo.  Rapaz, tem as costas muitos largas porque a Rússia é a Rússia, quase dona do  uni...verso e prosa. Fora também dos jogos Olímpicos e acho que também do intermunicipal do Chico Rato e  até do campeonato de “Brau Carcará”. Pega, mata e come !

Cruzeiro rebaixado

Acompanhando o movimento  financeiro do pais, o clube Cruzeiro também foi rebaixado no câmbio esportivo. O presidente  Wagner Pires de Sá, com dois anos no poder, não teve força para  segurar a desvalorização do Cruzeiro.

Morte do Pintinho

Ainda repercute no seio riverino, o falecimento do seu maior  torcedor, o Pintinho  com mais  dois metros de altura, também o  maior mascote do  futebol brasileiro. Com seu corpo avantajado, era o líder da  torcida tricôlor mas não usava a estatura  para se impor e parecia um menino no meio dos outros vestidos  com  camisas riverinas. Seria  muito oportuno que a Federação de Futebol do Piauí criasse o Troféu Pintinho para uma competição sob sua organização. Uma merecida homenagem para quem se  identificou tanto com o  futebol profissional deste Estado.

AABB nada

A natação da AABB está alta. Imaginem que vai haver uma competição náutica em Maceió, nesta sexta-feira que vem e 17 de nossos atletas da modalidade vão defender o nome do Estado  no troféu Reinaldo Maia. É a agremiação  bancária  em alta com a direção técnica  de Emanoel Menezes, veterano treinador e com seu  nome garantido na especialidade.  A nossa maior esperança é a Maria Eduarda que participa pela sexta vez e vai disputar  quatro  provas. Vamos  ficar  torcendo para  um bom desempenho de nossos  nadadores. Afinal, estamos  morando entre dois rios.