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Notícias Garrincha

14 de fevereiro de 2020

O meu Botafogo contratou o Paulo Autuori para ser técnico

Ele já esteve em General Severiano e deixou boas recordações para a galera alvi-negra.

Suspensão da Esporão

Meus amigos, a Justiça comum, não foi a esportiva, suspendeu a torcida organizada(?) do River Atlético Clube pelo prazo de 120 dias. Três meses sem poder ir aos campos de futebol para torcer pelo time de Afrânio Nunes e Zeneto. Doutor Téofilo Rodrigues Ferreira, m.d., juiz da vara terceira civil. Se fosse um militar, a punição teria sido maior pelo peso da farda. Dona Creusa me pergunta como é que se pode suspender uma torcida se é tudo avulso e o cara tanto pode torcer por A como por B e até pelo ABC. De Natal.  De fato, Chico Rato, fica meio difícil se configurar a pessoa como torcedor porque torcer é um gosto e gosto não se discute. E a justiça esportiva que é mantida para moralizar o jogo de bola pago e até o amador, achou que o grupo de torcedores componentes da tal torcida “Esporão do Galo” terá que ficar fora de ação, não poderá mais se juntar e fazer suas estrepulias nas dependências dos campos de futebol profissional durante três meses. Não sei nem se é proibido vestir a camisa com o nome do “Esporão”. Tenho até uma sugestão para a galera do Galo. Basta mudar uma letra no nome da camisa e é até fácil porque tira um “esse” e bota um “xis” que explica tudo. Em vez de Esporão, Ex-porão. Quando os caras vierem em cima, questionando que não pode usar o Esporão, o riverino poderá dizer que tudo bem mas ele não é Esporão, ele é um ex-porão. E ex-porão já era, doutor. Agora é só... porão. E pode muito bem curtir sua exporonidade a valer. Sem infringir a lei suspensória. Fábio Mancha, presidente da galera tricolor ficou chateado com a decisão e disse que vai recorrer da sentença porque achou muito forte mas disse que vai fazer de tudo para que tal fato não aconteça porque a sua galera é de gente de bem e não admite falta de esportividade, principalmente envolvendo o seu clube. E o certo que a torcida riverina, que é a única que é organizada no Piauí, recebe esta punição oficial do poder público e seus componentes, se quiserem ir ver jogo de futebol não podem nem pensar em vestir a camisa onde está escrito “Torcida Organizada”. Durante quatro meses. O Galo vai ficar sem o seu “Esporão”. Isto é bonito para o periquito de vocês? O maior clube de futebol do Piauí, sem poder contar com “torcida organizada” punida por bangunçada. Se fosse a torcida do Flamengo... Mas o fato é que o River está com a sua maior galera desorganizada  suspensa por três meses. Mas isto não proíbe dos torcedores irem ao jogo. Só não podem é se juntar, se “organizar”. Ela tem que ser como a torcida do Flamengo. Desorganizada. 

Quatro meses...

Seu nome de Esporão do Galo poderá ser ex-porão do Galo porque a Justiça comum, não foi nem a esportiva, lhe aplicou uma baita de uma suspensão de quatro meses sem poder por os pés em campo de futebol. Seus componentes até que podem ir, mas sem os “esporãos”...

A volta

Meus amigos, o meu Botafogo contratou o Paulo Autuori para ser o seu mais novo técnico. É uma volta bem vinda, porque ele já esteve em General Severiano e deixou boas recordações para a galera alvi-negra. O Alberto Valentim foi demitido mas numa boa, sem choro nem vela e bola prá frente porque treinador de futebol é como mulher da antiga boate Bete Cuscuz, não tem tempo para permanecer. Só para “ficar”. E assim sendo, Chico Rosendo, nosso Glorioso tem um renomado técnico no seu comando e tudo vai dar certo, se Deus quiser. Como diz o meu amigo, Manoel de Moraes Filho: - Vamos aguardar os acontecimentos.

O Camisa Amarela 

Jogador de futebol é um artista. Ele é observado pelos seus fãs. E tem deles que lança moda. Como o Raul Plasmam nos anos 70. Ele virou lenda e lançou um uniforme amarelo. E isto foi porque num jogo entre Cruzeiro e Atlético, lhe deram uma camisa muito apertada e ele pediu uma camisa de um colega, o Neco e botou o número grudando fita crepe nas costas e entrou em campo e a galera gostou as pampas. E ele que tinha os cabelos louros e cumpridos, ficou apelido de Vanderleia, a cantora que fazia muito sucesso naquele tempo de Roberto e Carlos e Erasmo. A cor amarela foi o talismã do Tiradentes do Piauí conhecido como Amarelão da PM.

12 de fevereiro de 2020

O futebol é o esporte rei de todos os outros. É o maior do mundo, vasto mundo.

Porque futebol é conjunto e tem jogador tão habilidoso com a bola que dizem que ele joga com o Cão junto.

Meus amigos, uma coisa feia, muito feia ocorreu em Teresina-Piauí, neste domingo que passou, na principal arena de jogar bola desta capital. Triste. O futebol é o esporte rei de todos os outros. É o maior do mundo, vasto mundo. Utiliza uma bola, redonda como o próprio universo e prosa. E ela rola para gregos e baianos. Porque futebol é conjunto e tem jogador tão habilidoso com a bola que dizem que ele joga com o Cão junto. Mas ela, a bola rola, e este amigo de vocês, neste “O Dia” não enrola, desde 63, tem que fazer esta coluna todo dia do mês para o caro leitor que é o nosso freguês. Desde o tempo que o coronel era quem dava a ”ordem unida” na redação. E ninguém andava de passo errado e tinha o Lith Feitosa e tinha o Zé Maria. Mas o tempo passa e já estamos nos acréscimos de segundo tempo e não se sabe até onde vai esta “prorrogação” desta “etapa complementar”. E assim sendo João Rosendo, bola prá frente. E o nosso Galo perdeu no seu terreiro. O River apanhou do América de Natal. Foi aqui dentro. No quintal. Em pleno Albertão, num domingão do Faustão. Isto é bonito para o nosso periquito? É verdade que o jogo teve muita confusão, fora de campo. A torcida visitante, muito doida, muito desorganizada dos comedores de jerimun, cheios de mel e outros elementos aeróbicos, pois estes torcedores “cresceram” no rumo dos piauienses com gosto de gás e de outros componentes  químicos porque sem esses “incentivos” não teriam coragem para tanto. Foi confusão generalizada na arquibancada e graças a Deus, entre mortos e feridos, escaparam todos. Mas que foi feio, foi! E além da queda, o coice. Eles saíram cantando de galo no terreiro do Galo e isto é bonito para o nosso periquito? Nem sair de lá, a gente podia. Tivemos que ficar esperando bom tempo chegar. Sabe lá se uma bala perdida achava a gente? Meus amigos, coisa de louco. De tiro, papouco. E este tiro não é só tiro ao alvo. Muitas vezes, atinge até ao Moreno. O nosso guru, William Bogea, diz que futebol é coisa séria mas estão levando a sério demais. E assim sendo, Rosendo, a gente apanha em casa e ainda saem, falando mal  da gente de nosso hospitalidade, de nosso policia, de nossa imprensa. Coisa ruim é taca.

Meio século...

Assim se passaram 50 anos... Nesta foto vemos Carlos Said, Santa Rosa, Salomão Viegas, Agamenon, Antonio Aires, Valdir Araujo, Cesar, Pato Preto, Quinzém Leitão, Zuca Bacana, Teddy Ribeiro, Pato Preto (de costa) e muita gente que ainda está entre nós. Time da imprensa em 1970...

Perdemos feio...

Meus amigos, o Glorioso apanhou do tal de Fluminense, pó de arroz. Uma lástima, Chico Paulo mas é verdade. Foi uma taca que deixou o treinador Paulo Valentim arrumando a mala porque a profissão de técnico de futebol, não tem fundo de garantia ou segurança no emprego. É o emprego mais instável do mundo porque depende de resultados. O placar foi meio humilhante, quase uma goleada. Três a zero. Goleada é de quatro para cima. Daí a expressão “cair de quatro” que é até meio ou toda escandalosa. Arranha o joelho que é uma desgraça. O Fluminense dando de 3 a 0 no Botafogo? Uma tragédia em preto e branco e no céu, uma Estrela Solitária chorando entre as flores tricolores.

Rumo a Sergipe

O nosso Galo está nesta Copa do Nordeste representando o Piauí e fazemos fé no grêmio tricolor. Ele vai jogar, sábado, lá no Batistão, o Albertão do Sergipe e não adianta o time de lá ser jipe que nós vamos ser trator e vamos passar por cima ainda lembrando do tempo do Sima. E é o tricolor o nosso defensor-mor deste jogo de bola argentina, numa terra que teve uma vez Flamengo e este desapareceu e a última vez que foi avistado estava debaixo da asa de um tal de Everaldo que até riverino é, segundo me disse o filósofo do futebol piauiense, William Bogea, o Vei, hoje prefeito da Cacimba Velha. É River na Copa. Estamos com ele não abrimos.

11 de fevereiro de 2020

Uma “calmaria” preocupante no esporte amador na Capital.

Futsal, vôlei, basquete, hand e até frescobol, que é para os mais quentes, não estão sendo praticados nesta capital.

Um feliz Natal?

Meus amigos, para o River não houve um feliz Natal, Rio Grande do Norte. Apanhou do time de lá, o América por 3 a 2. Dentro de casa, no “cocho”. No terreiro do Galo que é o Albertão. A torcida saiu de lá, do Albertão, com aquela mágoa no peito, aquela dor que só o torcedor conhece assim como aquele que é enganado pela mulher e sente a famosa dor de corno. E tem deles que ainda  perguntam: “E foi no tôrno?” Ah gentes boas, a maldade nessa gente é uma arte. Tanto fizeram  que houve a separação”, diz aquele samba de Ataulfo Alves. Mas o que queremos aqui lamentar e também aqui mentar é a taca que o nosso lídimo representante pegou da equipe comedora de jerimum jogando em seus domínios no campo feito pelo Murilo Resende no tempo do doutor Alberto Silva governante. É verdade que o futebol tem destas paradas e por isto que é um jogo e no jogo não tem resultado antecipado, o jogo é jogar. Sinuca ou bilhar. Mas o time riograndense, comedor de gerimun, na vantagem de gols teve um. Que serviu para lhe dar pontos na tabela e o nosso Galo caiu na esparrela. Taca. E taca é o pior que acontece no jogo de bola argentina. Em todo jogo é ruim, a taca, mas no futebol é pior porque é o negócio de meter gols e quem não mete, leva nos quartos ou quintos minutos de jogo porque o jogo é jogar.E vai para os “quintos do Inferno” como diz o Magro de Aço. E assim sendo, Chico Rosendo, o fim acaba sendo assim. Carnaval na Frei Serafim. E na frente do bloco riverino vai o Pintim. E por falar no Pintim, lá no mercado da Vermelha quando indicaram o Pintim para aquela senhora, ela se espantou com seus dois metros de altura: “-Pintim? Isso é um Pintão !” Mas a bola rola, este escriba não enrola e lamenta a perda de nossos preciosos pontos dentro de casa para a equipe natalina mesmo porque Natal até já passou e estamos em véspera de carnaval, alegria do povo enquanto a da galinha é botar ovo. Mas o nosso Galo foi infeliz no seu terreiro e isto não se admite hoje em dia em que os seus jogadores vivem na mordomia porque tem boa diretoria. E a sua galera, a sua torcida quer vitória dentro de casa, no seu poleiro, ele que é o dono do galinheiro. Mas o jogo é jogar e um dia é de açoitar e outro é de apanhar. Faz parte  deste imenso campeonato que a vida. Foi um feliz natal para eles? Nada não, ai vem o carnaval. Bola para frente!

Timaço da AABB Teresina 2013

Metade deste time está aposentada. Em todas as modalidades... Geralmente os que tiram retrato segurando a bola são os mais fundos. O time B da AABB, que como o nome diz gostava muito era de BB.

Goleiro

Na pelada, o mais ruim de bola, ou um mais gordinho é que a negrada manda ir par ao gol. E assim, esta importante posição do futebol, a de maior responsabilidade, vai para as mãos de quem não sabe jogar com os pés. Pode parecer um contra-senso, mas a favor do censo neste aspecto ainda não apareceu quem tivesse uma argumentação  convincente e até mesmo sem o Vicente, que foi um médio de campo do time do seu pai Belchior Barros e que tinha um desvio no olhar que a negrada chamava de “caraoi”. O Zé Ronaibe também era mas curriola tinha medo dele e não dizia nada... Goleiro é quem gosta da bola. Todo mundo chuta a bola. Só o goleiro abraça. Como se abraça uma namorada. 

Amadorismo

Uma “calmaria” preocupante no esporte amador da cidade. As mais diversas modalidades. Futsal, vôlei, basquete, hand e até frescobol, que é para os mais quentes, não estão sendo praticados nesta capital. Em consequência, vemos jovens dos três sexos engordurando e dedilhando o celular. Só os dedos se exercitam desde o mindinho, o seu vizinho e o maior de todos. Até o Pequeno Polegar. As competições do amadorismo estão cada vez mais escassas, os rapazes, agora, ocupam as praças mas é para sentarem nos seus bancos e  manusearem o aparelho porque todo mundo quer está “on line”. Essa juventude “in oline” tem que praticar o esporte também. Para ficarem “sarados”, mexam-se !

06 de fevereiro de 2020

Recomendo a leitura do livro “Cala a boca, Galvão!” de Pablo Peixoto.

. “As frases que transformaram o narrador na maior celebridade da Internet de todos os tempos.

Quem ganhou ?

Meus amigos, ontem de noite, o nosso Galo Carijó recebeu o Esporte Clube Bahia no Albertão. Quisera eu poder dizer para os senhores e senhoras que me lêem todo “O Dia”  como foi este jogo, quem meteu quem ou se saiu zero a zero. Mas como foi um jogo interestadual e contra uma equipe gabaritada como o Bahia, deve ter sido um belo espetáculo de pé na bola que é tradução de futebol, inventado pelos ingleses, muito embora se diga que em priscas eras, os judeus já chutavam as cabeças dos cristãos no estádio Capitólio. Mas isto é coisa do passado, quem vive do passado dizem que já está ultrapassado e é museu. Mas o tricolor mais uma vez representou o pebol piauiense em competição nacional, esta famosa Copa do Brasil. Um confronto interestadual. Bahia de Todos os Santos contra o Piauí de São Benedito. Aí já começa a desigualdade e o preconceito racial porque todo Benedito é preto e quando uma coisa não dá certo, o povo pergunta logo: Será o Benedito? Virou até uma música de carnaval do meu tempo que dizia “ A Benedita brigou com o Benedito/ e foi parar com ele no distrito/ Agora, o delegado quer saber quem tem razão.../Será, será o Benedito?” Formou-se a  confusão...? lá dentro do distrito/ E o delegado, nervoso, deu um grito.../ Será o Benedito...??? ? Mas São Benedito é nosso padroeiro firme e forte, estamos com ele e não abrimos nem para um trem carregado de chifres. Mas o jogo foi ontem de noite e eu fiz a coluna, ontem de dia. Assim; sendo Rozendo, fica para o amanhã e foi assim que a ovelha perdeu a lá. Sabemos que uma visita de uma equipe baiana na Teresina é alvissareira porque é a terra de São Salvador e até já tivemos um, Salvador que jogava no Flamengo. Feio que só a peste. Os cearenses botaram o apelido nele de Marta Rocha que havia sido uma Miss Brasil nascida em, Salvador. Cearense é uma raça que adora botar apelido nos outros. Para os senhores terem uma vaga ideia:Um dia, D.Antonio de Almeida Lustosa, arcebispo metropolitano de Fortaleza, foi fazer uma visita episcopal a Aracaty,onde eu nasci. Lá existia uma senhora irreverente que botava apelido em todo mundo, chamada Castorina. O chefe religioso havia chegado em avião da FAB com todo apa-raro religioso e militar. O pároco foi pedir a ela que poupasse o santo homem, magrinho, de um apelido jocoso. Ela não gostou, botou as mãos nos quartos e disse: E eu faço “empenho de botar apelido naquele “envelope aéreo” ?

Um time azul

Era assim chamada esta equipe que há oito anos disputava campeonato na AABB de Teresina. O time Azul. Com cabeças pretas e e brancas a algumas lisas. Vejam o papel social da Bola. Ganha da mulher.

Cala a boca, Galvão

Recomendo aos desportistas e aos aposentados a leitura do livro “Cala a boca, Galvão!” de Pablo Peixoto. “As frases que transformaram o narrador na maior celebridade da Internet de todos os tempos.“Taí Maradona, com seus brincos de brilhantes brilhando... mas não há brilho que ajude Maradona hoje!” Ela sabia que Maradona era dado ao  um “brilho de droga!” e entregou o jogador. Era o que a negrada chama de “cagoete”. A medalha de bronze vale mais do que a de prata porque vem com a vitória, amigo!” Num jogo em que a Brasil perdeu para Argentina. “  É dele: ”Eu ainda não descobri se o Pelé é deste planeta ou não”

As meninas

Como não tem tu vai tu mesmo e assim sendo, João Rozendo, o Tiradentes vai representar o Piauí no futebol do sexo frágil. Sim amigos, são as nossas mulheres com a camisa do Tiradentes, que já foi forte no masculino e agora nos representa no feminino, no campeonato brasileiro A2. Pelo menos isso. Numa fase em que no terreiro não mais canta o Galo e nem um Pintinho porque como diz a canção popular: Carcará! Pega, mata e come! E enquanto os homens dedilham o aparelho celular e tudo dando para engordar e outros engordando mesmo sem dar, o sexo feminino entra em campo. O Tiradentes está no campeonato Brasileiro A 2.

05 de fevereiro de 2020

A noite de hoje é de muita importância para o futebol piauiense

O River, nosso Galo de briga enfrenta cara a cara uma das mais repeitadas agremiações esportivas do futebol profissional deste pais, o Esporte Clube Bahia.

River x Bahia

Meus amigos, a noite de hoje é de muita importância para o futebol piauiense.O River, nosso Galo de briga enfrenta cara a cara uma das mais repeitadas agremiações esportivas do futebol profissional deste pais.Nada mais , nada menos do que o Esporte Clube Bahia. Partida válida pela Copa do Brasil, a maior  competição nacional.O Piauí  está bem representado no cenário profissional com o seu mais antigo clube, o River Atlético Clube. O famoso Galo Carijó. Sabemos que é um osso duro de roer porque a equipe baiana é uma das mais  respeitadas no cenário esportivo desta nação tute-boleira. E além da manejo  na bola e traquejo nos pés, ainda tem um forte aliado que é a magia negra, a macumba para ser mais exato.Sim, amigos, ainda tem a magia negra  como componente porque o que vale é a fé e com fé, você toma café e jura que é leite. Mas amigos, a bola rola, este escriba não enrola e  gororoba boa é coca-cola. E vamos ao  Albertão, hoje, depois da  novela porque o jogo começa as nove e meia, termina perto de  meia noite e quando terminar vá par sua casa que sua mulher, ela deve está  lhe esperando para dar  gomoso.  Ou então, vá com ela ao futebol, embora  a bichinha não entenda nada de bola mas isto não é nada demais porque tem até gente que não entende  também e anda comentando em rádio e televisão. Mas a bola rola e  já tivemos aqui um meio-campista  de nome Mariola.Jogava no River e tinha  vindo de Olinda, Pernambuco, cidade pequena porém decente. E Mariola era meio-campista.Ao lado de Derivaldo. E aí o Galo era galo mesmo, cantava no seu terreiro e tinha um chefe de torcida chamado de Pintinho que era grandão e sua passada era um metro.  Mas om que eu  quero é  convocar a galera riverina para  esta noite quarta-feira neste prego na chuteira para ir ao futebol e não ficar em casa fazendo besteira. Vamos dar  força ao nosso Galo que vai enfrentar uma das agremiações das mais falada desta nação e vinda de Bahia de  Jorge Amado. É jogão e ninguém deve perder.Encher o Albertão e  gritar e torcer. Sim, porque não adianta ir ao futebol e ficar  como uma múmia. Sem torcer, sem viver as emoções. Mas torcer, vibrar e não fazer como aquele aquele riverino que  torcia com as mão no bolso. Depois do jogo estava capado.

Alô Floriano !

Uma plêiade de  torcedores do  saudoso Corissabá de Floriano, terra de Aldênio  Fogoió e dos Brunos. Fevereiro  de 1996, nesta foto de Ginaldo. “Os abnegados que  contribuíram para o  clube florianense sobreviver, á época. Quem sabe os nomes deles ?

Baianos espertos

Este pessoal  do Bahia é sabido e folgado em dinheiro. Para jogar no Piaui numa noite de quarta-feira, eles chegam logo na manhã de segunda-feira. Dizendo eles que é ´para  “ irem se acostumando  ao calor”. Eu acho isto muita frescura  porque não existe uma terra mais quente do que a Bahia... Pelo menos, as baianas que eu  conheci eram quentes ou mornas.Mas deixa isto para lá  com acarajé e tacacá porque se está  furado... vá tapar. E assim transcorre o tempo  regulamentar e o River  vai jogar e vai ganhar. A torcida deve comparecer em peso e medida e não quer ouvir ninguém  feito galinha. Todo mundo tem que gritar “galo, galo” que é o nosso refrão.

Ele voltou...

Meus amigos, quem bebe a água deste rio Parnaíba sempre volta. Assim foi com Marcelo Vilar   que depois de quinze anos volta ao ninho do Galo. Ele vem mais  cabreiro, mais idoso e experiente, já  treinou  muita gente. Errou  e acertou  muito porque a nossa vida é um campeonato com pontos ganhos e perdidos.E ainda tem os empates. Como tem em todos os embates. Ele chegou, viu, treinou e  disse que não carece de  reforço não.O que  tem já basta  e como a dor ensina a gemer,  no tempo  regula-mentar  ele pede para reforçar. Nesta estreia de Marcelo Vilar  vamos  torcer para o Galo ganhar.E bem alto poder ele  cantar. Cocorocó!  Cocorocó!

04 de fevereiro de 2020

O nosso Galo Carijó surrou o Centro Esportivo Alagoano por 3 a 1

Nesta quarta-feira é a vez de pegar o Bahia

O dever de casa

Gentes boas, o nosso Galo Carijó surrou o Centro Esportivo Alagoano por 3 a 1. Foi uma vitória suada mas isto  engrandeceu mais o feito porque o que é bom é difícil e nada fácil presta. Inclusive na vida porque você vê todo dia em ”mulher da vida fácil” e coitadas, sofrem mais do que sovaco de aleijado. Mas o que devemos louvar é a vitória riverina, numa tarde sabatina, no estádio Alberto Silva, valendo pela Copa do Nordeste, Copa de Cabra da Peste. Ganhou do CSA, um nome bom para rimar. Onzena de tradição no pebol nordestino e que veste azul e branco. Foi um jogo puxado, uma partida suada e com vitória merecida. Gols de Emerson e Lucas Brasil e seus cabelos pra cima. Pouca gente para ver este jogo porque estamos atravessando uma fase de liseira profunda e o dinheiro mal dá pra  botar crédito no celular. Muito pouca gente no campo da prefeitura dando uma ideia de que era portões fechados  pelo número de pagantes e pulantes de muro presentes. Um jogo deste quilate era para ter casa cheia e a torcida  vibrante do tricolor de Delson Castelo Branco e Sheila. Foi uma vitória caseira é verdade mas verdadeira. O nome do adversário CSA conhecido no país por sua bela trajetória em disputas nacionais. Agora o nosso Galo é cabeça do grupo A de abacate e tem que segurar esta peteca porque a concorrência forte e este povo dos estados vizinhos acha que o Piauí não pode ficar na liderança de nada, a não ser de necessidade. E vamos para frente e o próximo será o América de Natal, agora perto do carnaval. O nosso Galo deve preparar seus esporões para a próxima rinha que não vai ser fácil porque este povo do Rio Grande do Norte acha que não pode apanhar do Piauí. Aliás, é todo Nordeste. Eles tem esta frescura de achar que o nosso Estado é o lanterna em tudo, tanto que quando eles estão em dúvida, não sabem se é melhor ficar ou “pior ir”. Mas nós vamos provando que o Piauí é vibrante e esta vitória riverina veio em boa hora para levantar o moral da tropa porque tem piauiense até na Europa. E ficar na espera de novos bons resultados de nossos clubes. Esperar boas notícias de Flamengo e Piauí, nossas outras duas agremiações profissionais. E bola pra frente!

Dois Cobras

Nesta foto do arquivo e trabalhada por Assis Paraiba, vemos dois ícones de nossa crônica esportiva, Carlos Said  e Fernando Mendes em uma reunião em tempos idos. Lá no fundo, Valdir Araujo, de saudosa memória.

Piauí apanha

Sim, gente boas. O Piauí Esporte Clube que já foi Piauizão Vibrante, apanhou em casa, no Lindolfinho para o time de Carlinhos Alelaf por um golzinho mirrado, no finzinnho do primeiro tempo num gol beleza de cobertura de Juninho Arcanjo, um jogador que só quer ser anjo. Para o time de casa, apanhar no seu quintal para um time que veio do litoral é meio cabuloso. E o pior é o escore. 1 a 0. Só um golzinho mas que vale dois pontos. Uma taca em casa, no campo da prefeitura, ali vizinho ao Verdão, onde por muitos e muitos anos, morou Napoleão, bom na mão.

Desculpem

Peço desculpas aos caros leitores torcedor do Vasco da Gama para louvar aqui neste espaço a agremiação alvinegra da Estrela Solitária pela sensacional vitória em cima do grêmio cruzmaltino, pelo modesto escore de 1 a 0, já no apagar das luzes deste clássico alvi-negro. Era uma cruz de malta contra uma estrela solitária e brilhou mais alto a estrela. Isto me faz lembrar o Godô que era meu colega de banco. Era contínuo do BB e tinha um cabaré na zona, na Paissandu. Botou um nome muito objetivo: Cabaré Estrela. Nome que aplicava ao cliente: - Você quem brilha.

31 de janeiro de 2020

Bons atletas já saíram de Simplício Mendes para outros centros esportivos

E o moreninho Vitor foi um deles com uma passagem lendária pelo River onde tinha um padrinho forte, o cartola V-8

Ao futebol!

Meus amigos, porque hoje é sexta-feira, amanhã é sábado e depois um domingo que pede cachimbo. Esta história acabou dando  ao Dominguinho, irmão do Paulo Henrique, o apelido de “pé de cachimbo” e ele não gostava nem um pouco quando o Odílio Teixeira, o Phodinha, chamava por este apelido. Mas isto são reminiscências, lembranças, coisas que o tempo levou e a bola rola, saco pequeno é sacola e uma frutinha sem sal é a tal da carambola. E o time da prefeita dos Altos ganhou mais uma. É vero que jogou em casa, no côcho mas este negócio de mando de campo não tem muita influência não, porque o Fluminense de Belchior mesmo tendo mando de campo nunca ganhou de “seu ninga”. O que era de certa forma, uma vantagem para o tricolor “da Silva Barros” porque não carecia de dar gratificação, o bicho aos jogadores. Uma dia, porque sempre tem um dia na vida da gente, o Fluminense deu de  dois a zero no Artístico de Zé Palitó e os jogadores ficaram  todos contentes porque iam ver, finalmente, o bicho do seu Belchior. E a vitória tinha sido oferecia ao Vicente, o camisa dez, o filho do dono time e naquele domingo, estava doente de papeira e não pôde jogar no meio e por isso ficou fora de campo. E depois da partida, a moçada toda saiu em procissão pela rua da Palmeirinha até perto da ponte do Mafuá onde morava Belchior. Alegria, alegria, o Fluminense até que enfim havia ganho uma e a imprensa toda babando o time tricolor. E os jogadores, suados e mal pagos. Iam pela primeira vez ganhar uma gratificação por vitória em campo, como ganhavam os que jogavam pelo River, Flamengo e até Piauí quando venciam. Sim, amigos, enfim, o time tricolor dos pobres porque o River era dos ricos, conquistava dois pontos no campeonato estadual, onde era um eficiente e  sempre presente lanterna. E isto merecia uma comemoração e teve até colaboração do armazém do seu João que era “assim” com Belchior Barros. E saiu aquela procissão rumo a casa  do seu Belchior para a festa de comemoração de uma vitória suada no campo da prefeitura, no tempo do saudoso Wall Ferraz. E lá chegando, seu Belchior botou o dedo na boca pedindo silêncio porque ia ser a hora do “bicho”. Aquela gratificação após jogo que os jogadores sempre desejavam receber. E entraram na casa e foram a um quarto, levados por Belchior que mostrou o filho, Vicente, nu, zanoio como nasceu. E disse: Querem  bicho? Pois olhem ele aí!

Meio século

Era a seleção universitária de futsal do Piauí na cidade de Salvador. Luisa Pilão, Raimundo, Cecilio, Erivan, Alcione Torquato,  José Augusto, Ribamar, Eu, Zé Lorota e Loiola. Roupões emprestados pela Federação de Futebol. Há 52 anos atrás... É o novo!

Regulamento do “Rola Cansada”

Artigo primeiro: O atleta deverá ir ao médico para uma revisão e ter de 540  a 10 anos. Artigo quarto: Não será tolerada indisciplina se o atleta cometer as seguintes  faltas: a) discutir com colegas ou juiz, durante o jogo, chutar bola para o mato de propósito e falar em excesso dentro de campo e a punição será um quadrinho vermelho e dez minutos de suspensão durante a partida. B) Retirar a camisa ou abandonar o campo, suspensão por um jogo. C) Xingar o juiz ou colega com nomes feios ou dizer palavrões, falar na mãe alheia, uma punição de um mês sem jogar. Não serão aceitos atletas com menos de cinquenta anos e com pés descalços. E com chulé.

Simplício Mendes

O município de Simplício Mendes (PI) sempre se destacou no Intermunicipal que é uma competição da Associação dos Cronistas Esportivo do Estado, hoje sob a presidência do Francisco Costa, o nosso Chico Rato. Bons atletas já saíram de lá para outros centros esportivos e o moreninho Vitor foi um deles com uma passagem lendária pelo River onde tinha um padrinho forte, o   cartola V-8. Jogando em times do Piaui e do Maranhão, Vitor até se internacionalizou porque jogou até na Bolívia mas não demorou muito tempo por lá, reclamando da latitude que dava a falta de fôlego. Coisa que precisava muito para dar carreiras com a bola. 

29 de janeiro de 2020

Hoje nosso Mané, nosso Pelé é o Gabriel Jesus, o mais metedor de gols

Gabriel assinou contrato com o Flamengo e vai continuar fazer a felicidade dos rubro-negros.

Cerapió 2020

Meus amigos, eu não acredito de jeito nenhum. Está todo mundo dizendo que em 2020 “Cerapió”. Não é possível. No nosso rame-rame, o esporte e especialmente no futebol, Deus nos livre e guarde se 2020 for pior do que 2019. Estamos vindo de uma temporada bufa de anum no esporte bretão neste Estado de  necessidade. Como diz o pobre “estamos escapando” es-perando   “Dias” melhores para nosso ludopédio profissional e amador. Para o esporte em geral, cadeira e arquibancada.  Porque o esporte é  uma atividade lúdica e física   que se bem exercida beneficia gregos e baianos,tanto no fisicamente como   economicamente e estão aí os “galvões buenos” que não me deixam mentir. Sim, mas o tema desta crônica é o “Cerapió”, nome dado a uma competição (rallyi) na estrada, um tal de “Enduro” que é competição na estrada e só “é mole” quando chove copiosamente e  os trajetos ficam mais  difíceis. Mas o “xis” do problema é  exatamente a  dificuldade de execução  da “viagem”, os desafios á mãe natureza e é aí que o cabra  mostra se é macho mesmo ou apenas veste calças cumpridas. A denominação jocosa de “ Cerapió” é baseada no “trocadalho do carilho”,dizendo que não é melhor ficar  e sim é “pioí”. Alguns filhos desta  terra não gostam do trocadilho. Outros acham que é melhor trocar “dalho” do que trocar pelo  Odílio Teixeira, “o locutor”. E assim a fila  anda e ficar parado “Cerapió”.Grandes  nomes do tal de “off-road” nacional como diz o jornal. Em todo esporte tem os cobras, os chamados grandes astros e esta  turma toda vai participar do Rally Cerapió  2020. Será a competição de número 33 com quase  500 participantes em competições de  bikes, motos, carros que passarão  por Itapajé (Pedra do Feiticeiro), Sobral (EEUU)  Pedro II ,até  o Shopping do seu João Claudino, pai do João Vicente. Tem gente de todo o pais nesta competição de rodas, como bikes, motos,  quadriciclos e carros. Começa em Fortaleza e acaba aqui, no  nosso Piauí . Para justificar que será pior, PIOCERÁ. Como diz o Alexandre Noleto, “deixa eu te dizer”: você  deve se interessar  mais pelo futebol piauiense e comparecer  aos seus jogos, no Lindolfinho ou no Albertão, pagar o seu ingresso  e não pular  muro. O povo anda dizendo e maldizendo  que o ano que vem “Cerápior” mas eu não acredito. Se aparecer   alguma coisa para atrapalhar o progresso de nosso  futebol,  Robert Brouwm  que é Carcará, pega, mata e  come!

Era tempo bom...

Primeiro  governo de Mão Santa. Bola cheia. Alguns bons de  bola como Fernando Said,Zé Nilton, Robércio Maratoan, Themistocles Filho, Itamar... Tony Black, deitado na grama, sendo “alisado” pelo “Teté” ao lado do Carlos Lobo. Tempo  bom que não volta mais...Lindolfo Monteiro.

O nome  ajuda

Um dos  maiores nomes em evidência no futebol mundial é  do Gabriel  Jesus. Na “elite  europeia” como chamam os jornais, ele se destaca como  o brasileiro  mais goleador  da atual temporada. É o   jogador da vez, é o astro que brilha  na Europa e agora é o nome de destaque na elite euro-peia e nem Pelé no seu tempo  áureo conseguiu atingir meter mais gols. E também  no passe  de bola que  eles  chamam de “assistência”. Aqui para nós, “assistência” é o pronto-socorro, é aquela combi branca de levar os doentes para o hospital. Pois hoje, o nosso Mané, o nosso  Pelé é o Gabriel Jesus, o mais metedor de gols em gregos  troianos.

Esporte de Quadra

O jogo de bola em quadras  esportivas desta capital vem perdendo é feio para o telefone celular. A moçada tanto masculina  como feminina  de nossa capital  não adota a orientação  francesa que diz: “É bom suar”.Sim, suar é bom,  é a abertura dos poros e tem gente que até o suor é doce. E os jovens dos três   sexos precisam  de movimentação muscular, dois para lá e dois para cá.Ou então fazer como o militar. E marchar: Um, dois, um dois, feijão com arroz. Porque  o nosso  corpo precisa de movimentação, assim como a  mente tanto  do recruta como  do tenente. E sem  correr, sem se movimentar, não dá...

28 de janeiro de 2020

O nosso pebol, profissional e até o amador, passa por um período precário

No nosso caso, o fenômeno se podemos assim dizer, nos preocupa muito por causa da atividade nossa de cada O Dia.

É uma fase...

Neste esporte bretão, o futebol, é comum se justificar os “senões”, as falhas com uma simples frase que rima com crase:” É a fase”. Sim, amigos “É a fase” explica tudo e assim sendo a bola rola, não se procura nada de melhora. "E a fase.” Até  quando   o artilheiro, o goleador, o “matador”, deixa de fazer tentos, a explicação é uma só. ”É fase”. O povo diz quem tem fase é a Lua e até quando tínhamos um jogador de futebol de salão muito bom, apelidado de Lua, quando não atuava bem, a torcida dizia que era a “fase do Lua”. E assim sendo, reverendo, “em jogo de ataque contra defesa, em futebol de campo, de salão ou de mesa, não só no São Joaquim como em Santa Teresa, o nosso pebol profissional e até o amador, passam por um período bastante precário porque a sua movimentação, a sua dinâmica, o seu “jogo de cintura” caiu muito neste nação chamada de “País do Futebol”. E isto tudo é proporcional e estadual. No nosso caso, o fenômeno se podemos assim dizer, nos preocupa muito por causa da atividade nossa de cada O Dia, do Valmir Miranda, hoje com som e imagem. E como nosso “rame-rame” é o jogo de bola, a preocupação aumenta à medida que diminui a movimentação esportiva, profissional e até amadora do esporte das multidões e até dos “salões”. Sim, porque até o nosso futebol de salão anda desaparecido das quadras polivalentes e equivalentes. Não só o futsal como o vôlei, o basquete, o handebol e até o frescobol que é aquele esporte mais mal falado nesta terra do Sol. Mas a bola é redonda e tendo vento não fica parada até quando está molhada. Entretanto, o nosso amadorismo, o futebol de salão, o basquete, o voleibol e o handebol e até, repito, o frescobol veem perdendo é feio para um objeto pequeno e falador que cabe no bolso do calção do atleta. E de goleada. Numa concorrência  assaz desleal  ao telefone convencional e  igual ao armazém do seu João, ele faz sucesso em qualquer lugar, seja aqui ou  em Tianguá.E como objeto  consultivo. Tem juiz que para ao jogo para atender á mensagem que o bandeirinha  lhe passa pelo celular. Estamos numa fase de extrema comunicação atendendo à lição do Abelardo Barbosa, o saudoso Chacrinha  que dizia: “Quem não se comunica se trumbica.” E vejo todo dia, nas ruas, nas praças, em todo lugar, de criança ao vovô, este novo  melhor amigo do homem sendo mimado e guardado junto do coração, no bolso da blusa, o telefone celular. E o meu está tocando. Dá licença...

Naquele tempo...

Em foto do arquivo e trabalhada por Assis Paraíba, vemos uma ação da Câmara de Vereadores de Teresina, da época, eu, Renato BG, Cury, Ferreira e outros que não me lembro mais, com alimentos para dar ao povo pobre. Já foi do tempo...

Um prá e um prá cá

River e Piauí, neste domingo que passou, foram ao Albertão e jogaram. Com o estádio cheio de cadeiras vazias, a partida acabou  com um gol para lá e outro para cá. Pelo Piauí quem meteu o gol foi o pé de pitomba, o Pitombeira e pelo Mengo quem marcou foi o Bismarck. Pouca gente no estádio Albertão, parecia até jogo de  portões fechados e a foto de Jailson Soares, galã do Mocambinho, mostra a solidão de nosso pebol. O presidente da federação, “seu Brau” precisa arrumar o jeito de incentivar o povo a ir ao futebol, uma promoção, uma coisa que desperte o interesse do torcedor. Afinal de contas, o futebol ainda é o esporte das  multidões.

Nossas gatinhas 

Pelo menos, no sexo feminino, o Piauí é primeira divisão no futebol nacional. O Tiradentes de Canuto Tupi Caldas é o nosso  representante legal e policial e vem sendo muito bem treinador pelo Toinho. O campeonato brasileiro das meninas começa em março e mês que vem, elas começam os treinamentos e perderem as gordurinhas oriundas do uso do celular. Você sabia que uso constante do telefone celular dá para engordar? Isto não vem muito ao caso porque alguns engordam mesmo sem dar mas as  pesquisas demonstraram que o aparelho telefônico portátil  tem sido o maior responsável pelas  gorduras transgênicas dos três sexos.

24 de janeiro de 2020

Meus amigos, hoje é o dia do aposentado

No nosso ramo que é o esporte, a aposentadoria é meio relativa porque sendo uma atividade de movimentação intensiva não pode parar nem Maranhão.

Nosso Dia

Aquele que está “encostado”. Na pequena e na grande área do futebol muita gente se aposenta, se “encosta” e fica na malemolência. No nosso ramo que é o esporte, a aposentadoria é meio relativa porque sendo uma atividade de  movimentação intensiva não pode parar nem Maranhão. Quando mais é “pior ir”. Mas a bola rola, este escriba não  enrola e hoje é o dia do aposentado e nada mais justo e abotoado do que fazer uma homenagem a quem já deu o que tinha que dar. Embora muitos ainda estejam dando...trabalho. Mas no dia do aposentado quero sabe se o futebol desata terra está indo neste rumo pois que nos tempos em que cheguei era “assim” de time de futebol em disputa da primeira divisão. Senão vejamos: Artístico de Zé Palitó, Rio Negro de  Caixeiro, Auto Esporte de Bibiu, Fluminense de Belchior, Flamengo dos carcamanos, Piauí de Reinaldo Ferreira, River de Afrânio Nunes, Flamengo do doutor Jesus e assim ia, todo time tinha seu dono,o seu patrono. Era tudo particular mas o Piauí era o mais demagógico porque era chamado de “Zé do Povo”. Dizem que isto foi invenção do Carlos Said a quem o Dídimo   de Castro botou o apelido de Magro de Aço. Mas vamos ao tema que é o dia reservado ao aposentado e acho que nesta lista pode até entrar muita gente do esporte bretão não só no futebol de campo como no de salão. Incluindo nesta lista não só o vei Borgeá como o Salomão. E parece que a aposentadoria é o caminho mais rápido, mais ligeiro para se juntar dinheiro porque você já faz mais farra como nas antigas quando virava a noite pelo dia, padre nosso ave Maria. Mas, o dia 24 de janeiro é nome de rua em Teresina e onde eu já morei, logo ali pegado á agencia Zuca Lopes. Acordava com a zuada dos ônibus e passageiros que iam e vinham do interior. Traziam bodes e cabras berradores. Mas eu quero prestar homenagem aos aposentados do futebol profissional e amador deste Estado, ex-atletas deste Piauí que fizeram muito pelo desporto e também aos ex-dirigentes, ex-cartolas de um futebol carente de recursos  financeiros e hoje não se faz nada sem dinheiro. Com ligeiras exceções. Por exemplo, crianças. Estão fazendo mesmo sem dinheiro, o que é uma falta de responsabilidade muito grande porque tudo que é infantil é mais caro do que para adulto.

Foto do Jailson Soares/ODIA

Neste retrato que o Jailson tirou do jogo 4 de Julho e Parnaíba, vemos mais gente dentro do que do lado de fora do campo. Poderia  até se dizer que era era jogo de fora. Um clube de Parnaíba e outro de Piripiri...

Ontem teve

Porque hoje é 24 ontem foi 23 e teve jogo, de noite, no estádio do Popó Cabeça de Pato, o Lindolfo Monteiro. Jogão entre Flamengo e Altos. Os dois vinham de vitórias porque o Mengo deu na Parnaíba de 2 a zero e o os Altos deram no Timon, de Jamil Gedeon, por 2 a 1. Uma boa opção noturna e uma desculpa do torcedor para sair de casa, dizendo a mulher que vai ao futebol e não pisa nem lá. Tem saudades. Vai ver as primas... Que pode ser no Parque Piaui, Timon ou mesmo na Primavera. Se todos os torcedores fossem mesmo ao futebol quando saem de casa dizendo que vão ver o jogo, as nossas rendas seriam bem maiores.

Picos deu em Timon

Taí um resultado interestadual para a história do futebol picoense. Surrou uma equipe do Maranhão por 2 a 1 e não foi fácil não. O time do outro lado do rio Parnaíba deu duro e se não fosse o bom goleiro Andrei, salvando tudo, o onze picoense teria apanhado era feio dos meninos timoneiros comandado pelo Leal. A participação desta equipe timoneira no certame piauiense veio dar novo ânimo ao jogo de bola profissional local e a onzena do outro lado do rio Parnaíba é a grande atração do certame da capital mafrense. Timon está sempre presente ao bom nosso futebol. Até pouco tempo era o Lula Ferreira. Agora é o time. Timon.

23 de janeiro de 2020

O futebol piauiense está “amaranhãozado” com a entrada do Timon

A cidade vizinha Timon, chamada curiosamente de “Trizedela” é ligada ao Piauí pelo rio Parnaíba.

Nosso Piauiense

Meus amigos, o futebol piauiense, agora é “amaranhãozado” com a participação de uma equipe timbira no certame, Timon A. Clube. Não tenho nada contra, muito pelo contrário nem a favor porque quanto mais cabras mais cabritos quando mais doces mais pirulitos. Mas a cidade vizinha Timon, chamada curiosamente de “Trizedela” é ligada ao Piauí pelo rio Parnaíba e o vento que venta lá é o mesmo que venta cá. E na política da boa vizinhança nada mais justo e abotoado como uma equipe maranhense atuando em plagas piauienses, comendo do mesmo feijão e arriscado a apanhar com o mesmo cinturão porque onde come o Chico come o João. Nem no tempo em que a presidência da Federação tinha sentado na sua cadeira maior, um filho do Maranhão, o saudoso Lula Ferreira, uma agremiação de Timon tinha ousado participar de um certame piauiense de profissionais no Estado do Piauí. E olhem que o seu Lula tinha toda a simpatia dos piauienses, muito mais do que este Lula aí do PT que vem sofrendo mais do que bode embarcado. E foi uma boa administração a dele. O outro Lula. Não é porque tenha falecido não. Mas a vida continua, a bola rola e agora, a cidade de Gil Alves dos Santos está no certame oficial do Piauí. Agora Timon é time de futebol do Piauí, lado a lado com River, Flamengo e Piauí, seus irmãos de beira-rio abaixo,” rio arriba”. Acho que a participação da equipe timonense é mais uma homenagem ao falecido presidente da mentora que deixou muitas lembranças boas na história deste futebol. E espero que o desempenho desta equipe seja “Leal” ao desporto cabeça de cuia. O jogo entre Altos e Timon tem as características de um intermunicipal interestadual. Quiçás, internacional. Duas cidades amigas de Teresina, local onde recebe “altos” e baixos sem frescura porque aqui o calor é de 40 graus. Para gregos baianos. Mas a nossa alegria é contar com uma agremiação do Maranhão no certame do Piauí. Sei que os nossos outros vizinhos pelo lado da serra, os cearenses, vão logo dizer: “Menino, só no Piauí mesmo é que time do Maranhão pode disputar o campeonato piauiense...” E assim a bola rola porque futebol é integração. Piaui, Ceará, Maranhão.

Numa foto de Assis da Paraíba, um aspecto do estádio Lindolfo Monteiro, num sábado de tarde, dia de jogo, Piauí contra Quatro de Julho, no Lindolfinho, o campo do Firmino, filho do “major da Mapil”, fabricante de Tospel. Aquele biscoito gostoso. Campo mais vazio do que bolso de pobre.

Em obras

Meus amigos, o campo de futebol do Piripiri está fechado para obras. É uma praça de esportes muito boa e tem uma longa e bela história não só no futebol profissional como no amador com o Torneio Intermunicipal que a APCDEP realizava há tempos atrás com muito sucesso porque era uma maneira de revelar novos jogadores para o profissionalismo local Agora, neste tempo de vacas magras, elas vão é para o brejo e nada  de revelação, não tem mais “menino prodígio”, das esperadas  revelações. E isto dava até eleição. Segundo me disse o doutor Raimundo Pão, advogado atuante e metido a ser jogador de bola.

E o salão?

Como vai a movimentação do futebol de salão neste começo de ano? Uma versão do esporte bretão em tamanho pequeno, como o nome já diz, é um futebol praticado em uma sala grande (salão) com pé no chão. A quadra que é um chão duro não tem a maciez de um campo de capim ou até de areia. Já tivemos grandes equipes deste esporte em Teresina e até hoje o maior nome foi do Banespa.  Seguido por Benfica, Rio Negro, Flamengo, River, Piauí, Classes Produtoras, AABB, Fluminense e outros que não me lembro agora. O principal espaço de jogos era o quartel da Gloriosa Policia Militar do Piauí.

22 de janeiro de 2020

É um pecado mortal ser racista

Confira estes e outros destaques na coluna do Garrincha de hoje.

Racismo

Meus amigos, só o que se fala agora, principalmente nas rodas mais letradas é o tal de “racismo”. É a palavra da moda. E é um pecado mortal ser racista. Antigamente era ser nazista. Teve uns tempos aí que execravam comunista mas depois ficou até simpático assim como lulista, o último a sair da lista. Mas, gentes boas, o que mais se exige no esporte de competição e principalmente no futebol nosso de cada dia é a raça. Que significa bravura, pujança, coragem, vontade de ganhar. Só que o racismo enfocado não é este de competição, de força de vontade e de músculos mas é o outro “viés” como diria Carlos de Aço Said. O racismo enfocado é a segregação racial que se vê no dia a dia, padre nosso Ave Maria. É até quando se diz “carinhosamente” – Vem cá nêgo velho ... Até nos momentos de amor, quando a loirinha diz “vem neguinho, vem.” E ele vai com todo prazer... Porque, gentes boas, aqui no Brasil, a princesa Isabel acabou com a escravidão oficial mas ainda hoje tem as outras patentes, cabo, soldado, recruta. No futebol, depois do árbitro que é o juiz, a maior de direito e de apito, vem outra autoridade que é o capitão de cada time. Com raras exceções como nas festas e forrós da periferia onde a maior autoridade era o Cabo Lopes. E olhem que o Cabo Lopes era ou ainda é moreno. Mas a bola rola, este escriba não enrola e faca cega a gente amola. E assim sendo, João Rozendo, estou dissertando sobre o racismo que ameaça o futebol  brasileiro. Porque se você for apurar tirando o negro do futebol e do samba, acabou-se a brincadeira. Assis Paraíba me sopra aqui dizendo que a negra também entra na história porque um samba e uma feijoada sem uma mulata não tem o menor gosto. Nem em janeiro nem em agosto. E assim sendo, quero aqui prestar o meu maior apoio para campanha contra o racismo besta destes brancos cujos os sovacos fedem mais do que dos pretos e que suas ações são escuras e obscuras. Enfim, deixar de frescuras porque futebol é esporte que exige raça e a raça negra é a mais raçuda nos esportes e até no amor porque quando se quer conseguir alguma coisa de sal ou de farrinha se diz assim, meigamente:- Vem cá , Neguinha...

Nos Altos

Numa foto do seu Elias, antes do jogo  Altos e Timon, a faixa  diz que não  tolera o racismo. Já quando o treinador fala para os seus jogadores pede a eles muita raça. Quem é que está certo? Raça ou racismo?

Não é intermunicipal...

O pessoal de Timon precisa saber que campeonato oficial do Piauí não é intermunicipal do Maranhão. Este negócio de mandar tirar  time de campo já passou, foi no tempo do Belchior Barros e Zé Caixeiro. O presidente do clube que tem o sobrenome de Leal não é aquele  “júnior” daqui. É outro Leal que também é Filho, mas do Timon. O seu Carcará vai ter que botar moral par ano seu campeonato para que os casas não tirem  o “time de campo” porque assim sendo fica uma “lacuna” muito grande a ser preenchida e o torcedor pagou para ver o jogo todo e não pedaço. Campeonato estadual é oficial não é intermunicipal, Juvenal!

Hoje tem clássico no LM

O prélio entre Parnahyba e 4 de Julho vai ser hoje, no Lindolfo Monteiro, na hora da Ave Maria. Sim senhora. Às seis da noite, na hora da reza. Era para ser lá na terra do Raimundo Pão mas o campo está em obras e não deu tempo de usar o papel higiênio. Limpar. Vem para Teresina, no campo do Afonso e da Teresa Fogoió. Campo neutro já que um é do litoral e outro do sertão, bem dali, de Piripiri. Estou achando é o horário do jogo muito fora de hora mas neste futebol cabeça de cuia o que menos interessa para os dirigentes dele é negócio de renda. Querem lá saber de dinheiro...Para o torcedor de Teresina é um bom programa.Vamos lá...

21 de janeiro de 2020

A partida entre Altos e Timon, aqui do Maranhão, teve seus altos e baixos

Por causa das expulsões, o que dá prejuízo ao pagador de ingresso que foi pra assistir hora e meia de espetáculo de bola e não de violência, falta de educação, o escambau.

Jogão no Felipão

Meus amigos, a partida entre os times de Altos de lá mesmo e Timon, aqui do Maranhão, teve seus altos e baixos. Por causa das expulsões, o que dá prejuízo ao pagador de ingresso que foi pra assistir hora e meia de espetáculo de bola e não de violência, falta de educação, o escambau. Só  porque o jogo de o nome inglês de pé na bola (footboal) não é para se dar pé no adversário, nem cabeçada porque o outro não tem culpa nenhuma ter levado chifres. E ganhar em casa e ainda mais com o time visitante tendo atletas expulsos não soa bem e todo mundo (quem não viu) sabe que time que joga em campo, alheio não confia em árbitro que vem de fora, se  hospeda e coisa e tal porque é lá quem ele toma café, ele almoça, é bem tratado e coisa e tal. E às vezes, ainda sai alguma coisinha de sal. Mas deixa isto para vem para cá e sai daí que este ano, aqui não tem time de Piripiri. O que é uma pena porque a cidade dos quatro “is” era uma forte atração para os jogos aqui e lá sob comando de Luiz Menezes, cabra que já foi bom de bola e de cartola. Mas eu estava falando era do jogo do Felipão, lá na terra da Elvira de Zé Ronaib. Sob o comando de um pernambucano amante do futebol, Warton Lacerda, hoje deputado no Piauí é um senhor cartola da bola e a maior força deste esporte bretão no estado Piauí. Passou a perna  em gregos e troianos, galegos e carcamanos, cearenses e baianos. E hoje estaí, na ponta desta tabela. É a maior liderança deste futebol, botando em outros planos, o nosso Piauizão Vibrante, O Eterno Campeão e um que foi uma vez Flamengo e o que era o Tubarão e comia Galo, Rato e até Leão. Mas a bola rola e é preciso ter muito cuidado porque nem toda coca cola e este amigo de vocês não  enrola e agora o próximo jogo do time da prefeita dona Patrícia Leal vai ser aqui, em Teresina, cidade menina o que será que se destina? E vai ser contra aquele time que foi o mais querido e hoje está o mais esquecido e precisa ser aquecido porque futebol é quentura, futebol é uma atividade que “Botafogo” na gente. E este fogo vem de uma “Estrela Solitária”. O que os flamenguistas despeitados chamam de “lombriga solitária”. Mas vamos  ao nosso “rama-rame” que é o futebol provinciano e agora foi que danou-se porque foi “atimonzado” com equipe do outro lado do Rio Parnaíba. Daqui a pouco entra outro de Tianguá. Lá do Ceará...

Um trio de ouro...

E por falar em Ceará, vemos aí Mão Santa e Zé Filho na companhia do  “Tlinta e tlês”, jornalista Genésio Araujo, um dos personagens de meu próximo livro  “Os Cearenses em Therezina”

Time novo

Não é só o Piauí que vai de Fábio Novo, o meu Botafogo também vai para este viés, com diz o doutor Pessoa que também é gente boa.Pois  “glorioso” vai se encher de menino novo neste campeonato. Só não quero é que fique sem o Gatito Fernandes no gol que é meio time. Mas num onze de futebol é como no casamento. Tem que haver “renoivamento”. E o meu Glorioso entra com muita gente nova e sob o comando de Alberto Valentim, o alvinegro vai deixar de ser “timim”. Aqui em Teresina, o Glorioso tem uma coleção de bons   torcedores que vão de Jesus a Piter Loco.

E o Campo ficou menor?

Meus amigos, a cidade do doutor Mozart encolheu? Cadê os entusiasmados homens do futebol da terra de Carburetos e Lamparinas? Lá  botaram um Caiçara com um campo normal e aí os do outro partido fizeram um “Comercial de Campo Maior” para dar lucro, coisa de carcamano que no Ceará são chamados de “galegos”. Aqui também se chamam de “cearenses”. Mas vamos à indagação do titulo. Onde estão os desportistas da cidade, o Ernane Napoleão, Carnaubinha, Raimundinho, o Carboreto, O César Melo, o dr. Mozart? Esse povo onde está? Investindo no Ceará?

09 de janeiro de 2020

Estamos vendo uma verdadeira adoção no pebol cabeça de cuia

Nada mais, nada menos do que a participação de uma equipe do Maranhão no certame do nosso Estado.

Uma adoção

Meus amigos, futebol é coisa séria mesmo. Agora estamos vendo uma verdadeira adoção no pebol cabeça de cuia. Nada mais, nada menos do que a participação de uma equipe  do Maranhão no certame do nosso Estado. Os nossos vizinhos, do outro lado rio Parnaíba, os timoneiros ou timoenses, vêm participar do campeonato piauiense e com o nome da cidade no peito. Timon. Parece que estou vendo o Gil Alves dos Santos, o Melquiseque de Castro Viana, o Napoleão e o Paulo Guimarães, o Nilson e tanta gente boa que mora  do outro lado do rio Parnaíba que une as duas cidades. Há tempo que se esperava esta junção do Piauí com o Maranhão e agora no reinado de Carcará Primeiro e Único, ela se faz de fato e de direito esportivo que se escorrido seria um bofe. É um momento de reflexão porque é uma união do Piauí com o Maranhão através do futebol, esta alegria do povo que ninguém toma, nem em Timon nem em Roma. E assim sendo, reverendo, esta união merece ser abençoada pelo padre Tarcísio ou pelo Monsenhor Chaves. Se vivos estivessem. E já que não estão, pelo padre João. É uma adoção que o Piauí faz nesta era de W .Dias, meses e anos. Que venha Timon para o futebol  piauiense que já teve um filho de lá, o Lulalá, sendo presidente da nossa federação e foi muito bom dirigente. A aproximação geográfica é muito importante no esporte não só bretão como no futebol de salão. Que poderia também adotar clubes de lá para o campeonato de cá. O importante é a movimentação esportiva entre as duas cidades vizinhas unidas pelo Parnaíba, “rio abaixo. Rio arriba”. Que venha Timon para o nosso campeonato e quer faça um time bom. Uma equipe que possa até ser campeã. Já pensou se  a equipe  do estado vizinho se sagrasse campeã do certame piauiense, o que não iria dizer os cearenses zombeteiros... “só no Piaui mesmo onde o campeão é do Maranhão...” Mas temos  que se arriscar a estes e outros perigos por-que a  bola rola, este escriba não enrola e nem toda coca... cola. Sim, é uma adoção que o futebol piauiense está  fazendo para o Maranhão que já teve um filho seu (Lula) presidente desta federação. E só haverá ganhos nesta iniciativa porque o esporte é amizade é aproximação de corações, sejam cearenses, maranhenses ou piauienses. E vamos receber com flores e foguetes, o time de Timon, do Maranhão. Quanto mais cabra mais cabrito. Pra frente é que as malas batem e por trás os “malas” batem  mas são  as carteiras...

Time do  São João

Esta foto mostra a seleção do Macacal, com o seu Assis Penicilina,de bolsa “a tiracolo”e o Adolfinho no outro e o juiz Parrudo. Como diz o filósofo da Cacimba Velha, Vei Bogea: Futebol é coisa séria...

Só pode ser promessa...

Rapaz, hoje em Picos, vai haver uma partida de futebol entre Picos do Piauí e Crato do Ceará. Um encontro dos mais significativos entre dois centros falados pelo especialistas no ramo como avançados. Poderia ser o Picra ou Crapi, o nome do clássico. Duas cidades famosas em seus estados e cheias de filhos ilustres. Picos e Crato, uma partida para muitas apostas. Se eu fosse convidado a dar um palpite, daria a vitória a cidade de Miolinho porque joga em  seu campo, no seu terreiro e é mais fácil e seguro o juiz roubar para o dono da casa. E ainda tem os  brindes e galinha ao molho de catupiri.

De onde veio ?

De São Bernardo do Campo, aos 23 anos, este Gabriel Jesus é o mais valorizado jogador do futebol verde-amarelo desta era e deixou o Neymar longe. Este, o Ney está como nossa moeda. Desvalorizado. Eu acho que o Gabriel tem um padrinho muito forte que é Jesus e é até covardia se comparando com os demais como São Cristóvão, São Bento, São Paulo e até São José que é de mais longe, é do Egito. Mas com  o nome de Jesus e do anjo Gabriel, ele ficou maior do que o Neymar e está tendo uma cotação maior no mercado esportivo mundial. Onde vale não o que pesa mas o que se joga.

08 de janeiro de 2020

O futebol é uma atividade lúdica que tem seus mitos e ritos

Nós já passamos pela era de Pelé e agora era Gabi Gol

Era  Gabigol

Meus amigos, o futebol é uma atividade lúdica que tem seus  mitos e ritos. Como é uma diversão, tem que variar de sabor para a  clientela dele e dela. Nós já passamos  pela era de Pelé  e agora era Gabi Gol. Só dá ele na telinha, é a bola da vez. O Flamengo agora  quer o jogador e oferece  72 milhões pelo seu passe equivalente a  16 milhões de euros. Diz a imprensa  que é um  presente de ano  novo que a diretoria quis  dar  a sua torcida porque o Natal já passou e ficou no Rio Grande do Norte.E  Gabi é  nome do homem que encanta agora o time da Gávea. Um novo “Zico”. Claro que ele vem cheio de “lambe essas” e dono da cocada preta, cabelo oxigenado e coisa e tal. O treinador do time é Jesus, o português. Vai falar com ele no bom português e dizer  que um B com A é beabá e  que ele veio para jogar e não para rebolar. Porque  o homem é um animal difícil de se tratar e  a vaidade é mais   difícil ainda de  se controlar. Tem que ter formação  para não pensar que  é o rei da cocada preta. Para isto é que tem o preparador psicológico, o técnico de cabeça, o que diz “vem cá, menino!” e mostra  o bom  caminho. Porque   futebol é como concurso de beleza. Onde  toda mulher que ser miss.No  pé na bola todo mundo quer ser craque. Rebolar. Ah meus amigos, futebol é coisa séria como diz o filósofo da Cacimba Ve-lha, William Bogea, o “Vei”. A bola da vez, agora é este Gabigol como foi Pelé, um dia, “entende?”. Como já foi Mané  Garrincha antes da  Elza. O futebol brasileiro é pródigo em revelações de craques  porque  somos o pais do futebol, faça  chuva  ou faça sol. Os ingleses foram os primeiros a jogarem com bolas em vastos  terrenos mas foi aqui, no Piauí, que se construiu um Campo Maior do que Campo Grande ou Campos Elíseus. E assim. A bola rola, este escriba não  enrola, em plena quarta-feira, neste “Um Prego na Chuteira”,num estado  que tem um Campo Maior mas  a bola não  rola , este   cronista não enrola e  merenda boa é pastel de Maria Divina com coca-cola.  E este é o nome mais forte do futebol  verde amarelo. Gabigol. Nome esquisito, criação da imprensa. Tudo tem seu tempo. E a vida passa. No futebol, a partida tem 90 minutos. Na vida, quem  chega aos noventa é um craque.

Um casal alvi-negro...

Dois craques  de um passado presente, Paulo César  e Vitor, dois bons de  bola que deram muitas alegrias para  torcidas de River e Flamengo, Palmeirais e  Picos, respectivamente. Uma dupla alvi-negra, na raça.

Galo apanha de Burro

O titulo desta nota  não  quis dizer que o River apanhou porque foi burro. É   que o  time que deu nele de dois a zero, o Taubaté,  tem o apelido de Burro, assim como o tricolor tem o apodo de Galo. Uma boa para se jogar no bicho. Burro ou Galo, no grupo, centena ou  milhar. O negócio é jogar. Assim como tem que goste de dar,  tem que goste de apanhar. Assim sendo,reverendo   o nosso Carijó pegou uma taca  do clube paulista  numa competição nacional chamada de Copinha que é realizada em São Paulo. Coisa muito normal  até  no reino  animal.

Moroni

Mais uma vez no futebol piauiense, Paulo Moroni, gente muito fina. É um cidadão  de fino trato e conhecedor  das manhas e artimanhas  do jogo de bola profissional  é nosso velho conhecido de  outras  jornadas. Não sei se a atual estrutura do Flamengo do Piauí é condizente com o seu trabalho de  treinador  exigente de boas condições físicas e técnicas. Mas a própria contratação de Moroni para dirigir o Mengo  já é um indicio de que a atual diretoria está pensando grande com relação as  competições futuras.  E vamos aguardar os acontecimentos como diz o Morais Filho.