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Notícias Garrincha

20 de fevereiro de 2019

Quem não tem cão caça com gato. Quem não tem cracão joga com gatas

Quem não tem cão caça com gato. Quem não tem cracão joga com gatas

O futebol de homens dos homens, o chamado de profissional, está em “declive”

As meninas do Toinho

Gentes boas, quem não tem cão caça com  gato e quem não tem cracão joga com gatas. É o que está acontecendo no nosso “Piauí  terra querida, filha do céu do Equador”. O futebol de homens dos homens, o chamado de profissional, está em “declive”, como dizia o Zé da Silva, e o feminino é que está representando o nosso jogo de bola. O Tiradentes, que já fez bonito quando era time de futebol masculino, deixou uma bonita história, agora mudou de sexo, é time feminino e não está decepcionando. Disputa o campeonato brasileiro série A de Antônio. Sob o comando do Toinho, antigo goleiro que saiu do Piauí para o São Paulo e tem uma bela história. Hoje ele comanda esta equipe jovem amarela e vem sendo um vitorioso, porque conseguiu botar o time das mulheres  num patamar onde os homens daqui nunca chegaram. Estamos no A2 e vamos brigar para ir pra a A1. E já estou com o pressentimento que vamos ganhar de 2 a 1. Pois é, Chicolé, onde não tem homem tem que se valar da mulher. E é por isto e mais aquilo que estamos torcendo pelo Tigrão feminino, e já estão até chamando o time de “O bicho das mulheres”. Bicho é a chamada gratificação que se dá no futebol. Um incentivo financeiro que a plebe rude e igara chamava de dinheiro, e os poetas classificaram de “vil metal”. Mas a bola rola e este escriba escrincha mas não enrola, e caramba, carambola, dizia o samba daquela escola. E por falar em samba, meu coração ainda em corda bamba com aquela homenagem que a mim prestaram, desmentindo aquela informação de que eu não presto. E a bola rola e este escriba não enrola. E já que não temos futebol masculino vamos ao feminino, que também tem bolas. E bolas rolam nos gramados e o Toinho é o comandante chefe deste pelotão de jovens chutadoras da redonda. E nós  já estamos na série A2 coisa que nenhum clube civil masculino conseguiu atingir, mas isto é privilégio dos militares, e já que agora estamos na geração “bolso...nada”, vamos torcer pelo sucesso do time amarelo da Polícia Militar, versão feminina. Mas o que será que se destina? Estando em boas mãos, mãos de um ex-goleiro de nível de seleção brasileira, vindo da grande escola do São Paulo, Toinho é o responsável pelo estado técnico do time amarelo da Policia Militar, que em tempos idos marcou época no futebol  profissional brasileiro ele mesmo até jogou no gol do Amarelão. Mas o tempo rola e este escriba não enrola e vamos neste cantinho louvar as meninas do Toinho. Saravá!

Elas e elas

Foto: Jailson Soares/ODIA

Em foto de Jaílson Soares, natural do Mocambinho, vemos as meninas do Amarelinho. Preparo físico tem demais... Na falta do modelo próprio, a PM do Piauí defende o futebol com suas garotas boas de bola. O clube está no campeonato brasileiro série A2. Quem não tem cão caça com gata...

Chegando mais

Não para de chegar gente no Poleiro do Galo. A última carrada vai ser de quatro que o treinador pediu e o presidente disse que era prá já. Flávio Araujo, o Sapinho, quer formar uma agremiação forte e altaneira para ser respeitada aqui e no Ceará. E onde chegar. Pra jogar. E ganhar. Ou pelo menos empatar. O time vai jogar no dia 24, que é meu aniversário, e já pelejei para mudar esta data para outra data, mas o cartório não aceitou e o escrivão até frescou comigo, dizendo que estava feito vaca que é 25 no jogo do bicho. Mas eu falei das novas caras no Galo Carijó, o clube do Bororó. Genivaldo Campelo, o presidente modelo, disse que vai reforçar o time tricolor porque ninguém vai cantar de Galo aqui neste terreiro. Só quem pode cantar é o Pintinho. Mas bem baixinho...

Calado...

Rapaz,  estou  muito  preocupado com a atual situação do Esporte Clube Flamengo. A gente pouco ouve falar do grêmio mais popular deste jogo de bola mafrense. Também ninguém mais vê ninguém com radinho no ouvido, escutando programa de rádio. É todo mundo no celular e todo mundo dando para engordar. Ninguém se mexe pra não suar. É só com os dedos. No celular. Sendo assim, é de lascar. Vamos correr, minha gente. A caminhada é uma grande sacada. Na avenida, na beira de estrada. Mas eu comecei foi falando no Flamengo, time do Mamulengo, grande passista de nosso carnaval, festa do povo. Na atual situação onde até emissora de rádio  está em “migração”, a gente não sabe mais se é pé ou se é mão. Se é rapé ou é loção.

19 de fevereiro de 2019

"Garrincha, a alegria do povo" vence concurso de marchinhas

Mas não foi fácil porque a concorrência era forte, um bocado de marchinhas no ponto de se pular o carnaval

Alegria do povo ?

Rapaz, o caso é sério. Nesta minha idade, o cabra tem que ter o maior cuidado com emoção porque tem um negócio chamado coração que é quem tem a nossa regulamentação. E pois não é, que três elementos, poetas e sambistas, competentes artistas, fizeram uma homenagem porreta a este escriba, sem nem terem o cuidado antecipado de saber como é iam as minhas palpitações cardíacas? Uma  bonita marchinha carnavalesca com o nome “Garrincha, a alegria do povo.”E foi um belo festival carnavalesco, uma disputa pra ver quem era melhor na arte de compor e cantar música de carnaval e quem foi que ganhou? Um trio com mais espinhos do que mandacaru formado pelo Osnir Veríssimo e Chico Magalhães e bem cantada pelo Alzimar Alvarenga. E foi só o que deu, Amadeu. Mas não foi fácil porque a concorrência era forte, um bocado de marchinhas no ponto de se pular o carnaval. E a vencedora começa assim: “ Há cinquenta anos/no jornal O DIA/ele fez  do esporte/nossa alegria.... É um Garrincha que nunca foi Mané/Cheio de ginga/ na cabeça e no pé.// Humorista bancário/ Radialista, vereador/Escritor, cordelista/Jornalista,jogador”. E continua: ”Louvo de novo/quem é escrincha/alegria do povo/velho Garrincha.../ Com “Um Prego na Chuteira”/”eira,eira”/ fez gol de humor/ na Rádio Pioneira.... Brilha a estrela/ solitária da paixão/Acende e  Bota Fogo/no céu do coração.” Essa última linha foi um arremate de quem entende de bola e de emoção... “Acende e Bota  fogo no céu do coração”, rapaz,o caso é sério...E assim sendo, reverendo, estou imortalizado. E na alegria do povo que é o carnaval. Só espero que  não me termine tão cedo  este tempo regulamentar posto que já estou na “trajetória dos noventa” como diz o Pequeno Polegar, Dídimo de Castro, ao lado de outro oitentão, o Magro de Aço. Que Deus me permita jogar minha “Bolinha” mesmo com “Um Prego na Chuteira” porque como diz o filósofo William Bogea, o “Vei”:- “Meus amigos, futebol é coisa séria...” E aqui quero, sempre agradecer ao trabalho de dona Vera Sepúlveda, minha esposa, que revelou-se exímia produtora artística e aos que fizeram e cantaram a bela marchinha do Garrincha, alegria do povo, a turma da Palmeirinha. Do bar do Chicão. E ao mesmo tempo dividir as honras e as homenagens com meus filhos Mauro, Regina, Tuquinha, Luciano e a direção deste jornal, na pessoas de Valmir Miranda, Tânia, Adriana, Viviane, Carivaldo meu cunhado e todo time do jornal do coronel. A maior força neste Estado em papel.

É como vinho...

Olha aí o Eduardo em plena forma, dando passes e fazendo gols pelo River em pleno 2019. Coco velho é que dá azeite, e o segredo é comer pouco e dormir cedo. Saravemos a este craque nosso, internacional que já jogou na Europa. Beber água de coco, vinho pouco, e não procurar sufoco.

Vamos ao futebol ?

Algo tem que ser feito para fazer nossos desportistas dos três sexos, voltarem a comparecer ás  nossas praças de futebol. A  afirmação de que futebol é alegria do povo deve ser comprovada com o comparecimento da massa aos espetáculos promovidas pela  federação piauiense. Esta, por sua vez, deve sair da cadeira confortável e do ar condicionado para ir ás ruas e dialogar com o povo. Temos três clubes que dividem a preferencia do público. River, Flamengo e Piauí. Os dois primeiros, dividem as torcidas e o terceiro, o folclore dizia que tinha 12 torcedores. Atualmente deve ter diminuído o número de adeptos porque muita gente andou falecendo e alguns nunca morreram  mas estão morrendo agora. 

Sapinho volta a lagoa

Muito boa a contratação do  cearense Flávio Araújo pelo River. Uma pancada na concorrência  porque o  dito  cujo é um nome forte no esporte e já é nosso velho conhecido de antigos intermunicipais. Já fazem uns  quatro anos que por cá ele andou e quando saiu deixou saudades porque é um indivíduo competente, experiente e boa gente. Ele volta ao poleiro do Galo e com a obrigação de fazer este Carijó cantar no poleiro alto e grosso e engrossar o pescoço. Tem gente dizendo: “Ah, o Galo esmoreceu com a saída do Elizeu”... Mas o Elizeu nunca sai de tudo. Ele fica sempre dando apoio. Nem que seja espiritual . E agora, o Galo tem o Sapo na sua lagoa. Que ele  cante “ de melhor, melhor” e não de “pior, pior”.

16 de fevereiro de 2019

A contratação do treinador Flávio Araújo da tranquilidade a nação tricolor

A contratação do treinador Flávio Araújo da tranquilidade a nação tricolor

im,porque um clube do porte do Galo tem que ter um técnico de nome renome e sobrenome e apelido.

De volta ao Poleiro

Meus amigos, uma volta é uma volta na vida quando não causa revolta quando ele é querida. A contratação do treinador Flávio Araujo,  mais conhecido como Flávio Sapinho, veio dar tranquilidade a nação tricolor. Sim,porque um clube do porte do Galo tem que ter um técnico de nome renome e sobrenome e apelido. Conterrâneo deste escriba, Juazeiro,ali vizinho de onde eu nasci, no Aracaty, Flávio já é nosso velho conhecido de jornadas passadas neste mesmo River e deixou a porta aberta pra volta. E estaí, quatro anos depois,tempo de uma Copa para outro caneco, ele está tomando conta do Carijó e querendo mostrar serviço porque  isto foi já confirmado: Todo treinador de futebol vive de resultado. E claro, positivo. A vantagem do cara ser conhecido é  porque os dois lados já se manjam, cada um conhece o fraco do outro e aí eles se unem porque “unidos seremos fortes”. Nos ensinou o Heráclito também quando era Fortes nos votos dos devotos. Mas a bola rola, o Garrincha não enrola e merenda boa é pastel de Maria Divina com coca-cola. Antigamente era com caldo de cana, na cantina da dona Ana. Mas, estava falando da volta do Flávio Sapinho que voltou ao ninho e sabe trabalhar direitinho. Faz uns quatro anos que ele esteve por aqui, no Galo e deixou a porta do puleiro aberta. O River, agora sob nova administração mas não muda muita coisa não. Ele é rodado, sabe que todo presidente de clube calça quarenta e quatro. Encontra o River numa situação normal em clubes destas bandas. Os mesmos  problemas, agora acrescentando o telefone celular. Tem atleta que quer jogar com o telefone no bolso do calção. Está sempre “on line”. Fora o grande e crucial problema nacional que é a liseira generalizada. Uma proposta foi ventilada para atender a crise financeira do futebol brasileiro. Mas esta logo foi refutada e jogada no lixo. A proposta era acaba com o bicho. A argumentação era que “esporte é cultura”.Faz bem para a musculatura. Só que o “faz-me rir” é o incentivo melhor tanto aqui como em Campo Maior mas a cantiga da perua é uma só: De pió, pió. E assim sendo, reverendo, temos que torcer pelo êxito de Sapinho de volta ao ninho, aliás, ao Poleiro do Galo. Uma tranquilidade para vibrante torcida carijó que precisa comparecer e maior numero ás competições do clube, vestir a sua camisa, dando exemplo a flamenguistas e troianos. “Avante riverino, com a bandeira do Galo não mão !”

Se lembram dele ?

O de chapéu é o Napoleão Santos. Símbolo do futebol piauiense, a cara do LM, “pai” do Afonso. Ao meu lado os filhos Tuquinha, Luciano e Alex. Estádio Lindolfo Monteiro, tempo da Semel. A gente era feliz e não sabia...

Piauí não tem disso não

Brasileiro só fecha a porta depois de roubado e por conta da lamentável tragédia dos alojamentos do Ninho do Urubu, agora os clubes nacionais estão tomando providencias para evitar outros desenlaces parecidos. São Paulo começou a regularização dos centros de treinamentos também alojamentos dos seus clubes chamados grandes. Como nós somos, “o pais do futebol”, os grandes centros mantèm os chamados “Cetês” para a turma da peneira. Parta quem não sabe, peneira é a fase de escolha dos meninos. São  avaliados pelas condições físicas e técnicas para as devidas permanências nos alojamentos onde ficarão hospedados com casa comida roupa lavada. A gente aqui não tem disso não. Lisos somos.

Jogo de  segunda

Meus amigos, futebol é coisa séria, de primeira mas o pessoal está encarando como coisa de segunda. Sim, gentes boas.Segunda-feira é um dia simpático, dia útil, começo de semana, tudo bem, mas segunda-feira pode ser dia de tudo mas não é de futebol profissional. Não entrou no nosso DNA fazer futebol profissional dia segunda-feira. Mas está no DNA do Carcará. E nesta segunda tem jogo, dona Raimunda. O Piauí Enxuga Rato contra o Flamengo do Cabeça de Pato. Um clássico. Um jogo de primeira numa segunda. O marido escopeiro quando disser para a mulher que vai para o futebol numa noite de segunda-feira, ela vai logo dizer: “onde já se viu jogo de segunda-feira, abestado?... Diz logo que tu vai para as quengas”...

15 de fevereiro de 2019

Veríssimo e Magalhães criaram a marchinha “Garrincha, a alegria do povo”

A marchinha vai concorrer a concurso de músicas carnavalescas promoção da prefeitura, e a disputa vai ser dura

Alegria do Povo ?

Gentes boas, agora eu fiquei com medo. Pelo andar da carruagem se vê a saúde dos cavalos. E agora uma dupla de poetas compositores e cantores, o  Osmir Veríssimo e o Chico Magalhães, os dois fizeram uma parceria do “Carvalho” e criaram “Garrincha, a alegria do povo”, uma marchinha para o carnaval que se aproxima na voz do Alzimar Alvarenga. “Há cinquenta anos/no jornal O Dia/Ele fez do esporte/ nossa alegria.// É um Garrincha que nunca foi Mané/ Cheio de Ginga/na cabeça e no pé.../ Humorista, bancário/ Radialista vereador/Escritor cordelista/jornalista jogador/Louvo de novo/ Quem é escrincha/A alegria do povo/A alegria do povo/Velho Garrincha.// Com Um Prego na Chuteira/Eira, eira..?  Fez gol de humor/Na Rádio Pioneira// Brilha a estrela/Solitária da paixão/Acende e bota fogo/No céu do coração/ Louvo de novo/quem é escrincha/ alegria do povo/Velho Garrincha...” E para completar, quem canta esta composição é nada mais, nada menos, do que o botafoguense e barrense Francy Monte, o cantor das paródias no programa de rádio. Pioneira, Difusora, Cube, Tropical e o Prego na Chuteira só não passou pela Rádio Patrulha. E a marchinha vai concorrer a concurso de músicas carnavalescas promoção da prefeitura, e a disputa vai ser dura. Como se fosse um jogo de futebol. E tem as torcidas que são muito importantes nas competições. Daqui eu convoco meus leitores e antigos eleitores, antigos ouvintes do programa de rádio e os que ainda me leem neste jornal, todo O Dia, para o comparecimento   ao local do evento, ali na rua Santa Luzia, a Casa da Cultura. Da prefeitura. E estando lá, se manifestar e mais: torcer e  gritar: Garrincha, chá,chá,chá! De minha parte, quero agradecer aos dois poetas compositores pela lembrança e pela homenagem que  me fazem prestada em vida  tão concorrida numa geração de gente tão mal agradecida. Isto me deixa até preocupado e serve para a gente ter mais cuidado com as comidas, as bebidas, as “margaridas” e quando for atravessar as ruas e as avenidas. E como dizia o   compositor Zé Keti ou Ataulfo, se não me engano. “Sei que amanhã quando eu morrer/os meus amigos  vão dizer/que eu tinha um bom coração... Alguns vão até homenagear fazendo uma canção... e ele termina a canção, apelando feio: Se alguém quiser  fazer por mim que faça agora...


A pedido

Atendendo ao pedido do leitor Francisco José  Madeira Silva, torcedor do Santos, coloco a foto minha com o rei Pelé, tirada num congresso da ABRACE,(Associação dos Cronistas Esportivos) em Salvador, em  mil novecentos e lá vai fumaça. Eu e o Negão. Garrincha e Pelé. Só essa vez...

De volta ao Poleiro

O bom filho á casa torna e o cearense Flávio Araujo volta ao Poleiro do Galo para dar um grau no Carijó. Depois de quatro anos. Em 2015, ele fez bonito e o clube subiu de patente. Foi para a série C de Ceará porque ele veio de lá. Contará com o valioso apoio do Maradona, auxiliar técnico e que sabe das coisas. Uma boa aquisição do tricolor e já neste domingo que vem ele deverá mostrar serviço, porque vai ser contra o atrevido time do Parnaiba, e ontem ele ficou só olhando. Ele tem o carinhoso apelido de  Sapinho e volta à lagoa tricolor. Não restam dúvidas de que foi uma uma medida tomada pela diretoria tricolor. Flávio é um dos mais respeitados técnicos de futebol do Nordeste.

Na frente

O time do “Luiz Menez” deu no Flamengo do Everaldo, de 2 a 1, e começou o jogo perdendo de 1 a zero. O prélio foi no “Eleeme”, campo da prefeitura e de noite. Uma partida bem disputada e pouco prestigiada. Como é longe de Teresina, Piripiri está sozinha na liderança do campeonato, já no rumo do Ceará. Este ano, queira Deus, Piripiri não ganhe este estadual muito parecido com intermunicipal. Porque está fraco o futebol da capital. Tem o River, o Piauí, e um time que uma vez “foi Mengo”, sempre foi Mengo. E agora pegou taca na terra do doutor Pão Raimundo, que foi meu colega de redação. Vai buscar uma recuperação nesta segunda-feira, que vem contra o Piauí que já foi Enxuga-rato.

14 de fevereiro de 2019

O Verdão agora vai amadurecer, foi emprestado para empresa particular

O Verdão agora vai amadurecer, foi emprestado para empresa particular

A meta é recuperar o amplo espaço esportivo que estava caindo aos pedaços e transforma-lo numa Arena , PMDB ou mesmo PT.

Verdão na Privada

Meus amigos, o ginásio esportivo denominado Dirceu Arcoverde e apelidado de Verdão agora vai amadurecer. O governo emprestou para uma empresa particular, que tem um nome  simpático, porque é a SIM. E assim sendo, reverendo, o nosso campo maior de esportes sai da área pública pra a privada. Uns dizem que foi uma “descarga” ueltondiária e ele não foi com Vicente até com o seu “sobrinho”. Mas família à parte, a entrega do verde que te quero verde para a iniciativa privada pode e deve melhorar  o funcionamento de tudo, inclusive da própria privada. Sim, porque os próprios clientes do bar do Assis  sentem dificuldade no setor  urinário. E cerveja é um liquido errante. Ela entrante mas sai no mesmo instante, seu Dante. Impressionante. E assim sendo, reverendo,a primeira providência  deve ser sanitária. Limpeza total, cadeira, arquibancada e a geral. Verdão assim chamado porque foi fruto da administração de Dirceu Arcoverde e o povo tem esta mania besta  de puxar os saco dos políticos  dando um aumento nos nomes, como Albertão,Firminão, Lucidão e Leão. E o governo deu concessão do Albertão. Para uma empesa particular ela deu uma procuração. A meta é recuperar o amplo espaço esportivo que estava caindo aos pedaços e transforma-lo numa Arena , PMDB ou mesmo PT. Não sei qual é o partido. Pode ser até um “inteiro”. O certo é que quem entra numa coisa dessa é porque sabe o que está fazendo porque ninguém dá prego sem estopa e o nome da empresa é SIM e se é “sim” não é não. E assim sendo reverendo, temos  que  esperar a reestruturação do Verdão e saber se o Assis, o dono do bar, não fica na mão. Não confundir com Dubá Leitão. O certo é que o Verdão tem novo “dono” e só temos que esperar é que a iniciativa privada amadureça esta obra do governador Arcoverde. Ultimamente, não vinha sendo utilizado, e a única parte aberta era o bar do Assis, que espero que continue servindo a secos e molhados, e a alguns embriagados. Nosso esporte de quadra precisa de movimentação. Que os professores de educação física larguem os celulares e criem espaços musculares para a nossa juventude e até para a velhice engordurante. E o Verdão é do povo, do governo. Não é da iniciativa particular. É uma coisa pública. Mas tem gente que pensa que é privada...

Escapou fedendo

Da tragédia do incêndio do Flamengo tinha um menino piauiense que escapou da tragédia. Samuel Barbosa de 16 anos.

Os meninos do Flamengo

Uma notícia que abalou o mundo. A tragédia dos meninos do Flamengo. Um espaço do clube mais popular do Brasil, o mais querido do povo. Lá se aglomeravam jovens que  procuravam um lugarzinho ao sol do futebol profissional. Gente de todo Brasil. Até do Piauí. Sim, porque o piauiense é danado de furão, e nesta tragédia nacional o nosso Estado também estava lá. Infelizmente. E o nosso Piauí entra nesta hora triste com dois jovens. Sim, a gente tinha lá dois meninos que procuravam no futebol os seus futuros. Estavam lá. Treinando. Comendo e dormindo lá. Os meninos do PiauÍ. Assim eram chamados. O mundo é uma bola e este cronista não enrola. Mas os garotos piauienses do Flamengo escaparam ilesos. Graças a Deus...

12 de fevereiro de 2019

Relacionamento humano é a chave de tudo

Relacionamento humano é a chave de tudo

A declaração do atual treinador do Galo Carijó, Rodrigo Fonseca, me deixou surpreso.

Uma frase diz tudo...

Meus amigos, que futebol seja uma coisa séria e ninguém duvida. É uma atividade laboral onde muito funciona o tom individual, o pessoal e coisa e tal. Uma caixinha de surpresas como diria o nosso guru Carlos Said. Mas coisa séria, repete o filósofo da Cacimba Velha, William Bogea, o Vei. Relacionamento humano é a chave de tudo. A declaração do atual treinador do Galo Carijó, Rodrigo Fonseca, me deixou surpreso. Pela coragem dele. Uma franqueza. Já curtido na casca do alho, andado, vários clubes no currículo e dona Teresa e agora trabalhando no Piauí, que para muita gente por aí é final de linha. No pensar de muitos, o Piauí só tem boi. Isto por causa da letra da canção do folclore (o meu boi morreu, que será de mim? manda buscar outro, Maninho, lá no Piauí...) Não sabem que temos também muitas vacas. E leiteiras e quem duvidar é só ver a “situação” de muita gente. E aqui não tem aquela história de dizer que a “vaca foi para o brejo” porque Brejo é no Maranhão, e o povo vem é de lá para cá...Temos os exemplos: Melquisedeque de Castro Viana, Gil Alves dos Santos, Lula Ferreira, Taquinho, Jamil Gedeon, Manoel Arnobre, e e outros “além rio”. Mas o técnico de plantão do River disse que com o que tem em mãos não pode fazer muita coisa com os pés. Ele foi jogar em Piripiri e pegou a taca de um a zero, pior placar que tem porque só “um” derrota. Um é soda. Limonada. Um a zero. Só um. Nada mais. Apenas um. Bastante para o novo treinador tricolor ser claro, objetivo e direto: “Com este time que eu tenho aqui não tenho muito o que fazer não...” Querem uma mensagem mais positiva e sincera do que esta? Isto é bom e é ruim. Mas é sincero. Não ficou com lero-lero. Foi direto ao assunto. Não se faz omelete sem quebrar ou amassar os ovos, como não se faz carnaval sem alegria e se não tiver José não tem Maria. Ele foi sincero, não ficou com lero-lero. Na verdade, ele quis dizer que “com este time aqui, não passo de Piripiri”. A declaração dele vai deixar parte do plantel magoado e isto não é nada bom para o bom andamento das coisas. Uma situação difícil e o presidente do clube está com esta batata quente nas mãos. “Com os atletas que temos não tem muito o que fazer..."

Grande Aerton Fernandes

Uma das maiores figuras da vida teresinense, Aerton Cândido Fernandes (Babylândia), sendo entrevistado por Almeida Carvalho, o Linhares ajeitando o microfone e o Colombo ao violão, rindo. Tempo do Piauizão Vibrante de 1967. Aerton foi presidente do Enxuga-rato.

Taca lá...

Nosso Galo Carijó não cantou no terreiro alheio. Foi para Piripiri e se ferrou ali. Apanhou de um a zero que a é maior taca que o time pode pegar porque tenta, tenta e não pode empatar. 1 a 0 é soda. Foi jogo pela quarta-rodada e o Galo rodou. Doutor Luis, o anfitrião até que pediu desculpas ao pessoal do River, tudo gente boa, o Genivaldo, um rapaz bom mas futebol é assim mesmo e um perde e outro ganha, tudo  precisa de manha e artimanha. E a bola rola e este amigo de vocês não enrola e sambista bom foi Cartola. Mas o Galo não cantou desta vez porque o jogo foi no terreiro do Luis “Menez”. Um a zero, um placar que deixa o perdedor mais culto ainda porque foi só um. Um descuido...

Mata o Vei...

Eu quero deixar aqui registrado que se o meu coração não aguentar as emoções provenientes de um “paripasso” ou marca passo, os responsáveis são Osni Verissimo e Francisco Magalhães, porque inventaram de botar minha vida no concurso de carnaval da Prefeitura e começa assim: “Há 50 anos no jornal O Dia/ele faz do esporte/nossa alegria/É um Garrincha que nunca foi Mané/ Cheio de ginga/na cabeça e no pé.//// Humorista, bancário/Radialista Vereador/ Escritor e  Cordelista/Jornalista,jogador. // Louvo de novo/quem é escrincha/ alegria do povo/ velho Garrincha.” Pois, eu vou receber esta homenagem paidegua e nem sei se o velho coração vai aguentar. 

08 de fevereiro de 2019

Goleada é uma coisa que deprime a gente, como gripe

Goleada é uma coisa que deprime a gente, como gripe

E sendo dentro de casa, no poleiro, é que é mais humilhante

Altos e Baixos

Meus amigos, depois de uma goleada daquela, Santos sete x Altos um, o nosso futebol pede para acamar e sai. Saimos “de sete ...cionados “com o papelão do nosso representante. Não que isto seja a vez primeira que isto acontece e que a agremiação altense tenha sido primeira a pegar taca tão extensa. Não, amigos, temos um histórico de perdas e danos que só o Carlos sabe Said. Mas goleada é uma coisa que deprime a gente, como gripe. E sendo dentro de casa, no poleiro, é que é mais humilhante. Você pode até dizer que era o Santos de Pelé, um grande esquadrão e coisa e tal mas não se justifica porque a bola é redonda e corre para os dois lados. E  tem o seguinte: Altos é o Piauí  e este estado merece melhores “dias” e uma goleada destas repercute nacionalmente e nós ficamos com cara de tacho perante gregos e baianos. E isto não fica bonito para o nosso gabarito, como dizia o Chico Fundo de Foquito. E agora, o time da prefeita é “atropelado pelo Santos” e não anotaram nem a placa do veículo atropelador. Pegou de sete, a conta do mentiroso e é porque o time  visitante era dos” Santos”. Faça ideia se fosse dos Diabos. Do Capeta. Ah, gentes boas, futebol é coisa séria e um dia é da caça e outro do Ibama. E nós, Piauí no futebol, apanhamos de sete mas metemos um. O gol de honra. Sim temos a honra de  ter apanhado do time de Pelé de sete a um. Foi bonito? Não. Foi “horRiver” numa terra que era uma vez o Flamengo, foi-se o Flamengo. E como quem não tem cão caça com gato ou “enxuga-rato, quem não tem time na capital joga com o do interior e está sujeito a Altos e baixos. Eles sejam ou não do João de Paiva. Mas a bola rola e este escriba não enrola e refresco bom é de graviola. E como quem manda no futebol é Cartola,o nosso jogo de bola está carente desta especialidade porque o Cartola tem grana ,tem prestigio, tem mandato politico e os nossos cartolas são lisos e como dizem lá no Aracati: “Não tem no sul o que o periquito roa.” E assim sendo, reverendo, o placar de sete a um, do time santista nos Altos de João de Paiva foi até condizente com a situação socio-econômica do nosso futebol. Um retrato econômico-financeiro. E nesta comparação só temos que louvar a atuação de Warton Lacerda, o dono do time de Altos, cabra macho que consegue representar o futebol deste Piauí “difícil” mesmo entre “Altos” e baixos. E fazer o quê. .. Maculelê ?

Um  trio de  ouro

Esta foto dos meus arquivos do fundo do baú mostra o Batista que era o diretor do SESC, o Viceleno que era diretor de arbitragem do futsal e o Mauro Paixão, que era árbitro e trabalhava também aqui neste jornal. Era o Troféu Bola de Ouro Piazza-1998. A gente era feliz e não sabia...

Cuspir na cara

Um jogador profissional do Palmeiras de São Paulo, o Deyverson, cuspiu na cara do colega adversário corintiano, o Richard. Jogavam Palmeiras e Corintians. Casa  cheia. Ele pode até não ser mas isto coisa de bicha. Uma cusparada é mais humilhante do que uma dedada. Eu, graças a Deus, não recebi nenhuma das duas. Mas como ainda estou vivo, não se pode dizer desta pastel de Maria Divina não comerei nem deste caldo de cana tomarei. Pelo ato nojento, o cusparento deverá pegar uma boa suspensão das suas atividades pebolísticas. Foi penalizado com suspensão de nove jogos. Não é a primeira vez que o referido atleta faz vergonha a quem o criou. Como diz o Odílio Teixeira “ele é réu incidente”.

Neymar

Rapaz, o nosso  menino de ouro, o Neymar está em papos de aranha com a Justiça espanhola. Futebol é coisa séria,mas sonegação de impostos, a tal de fraude fiscal, é coisa séria, e lá fora os caras botam é prá moer. E aqui no Brasil a Receita já está cobrando nove milhões em impostos não pagos e escamoteados pelos guarda-livros dele. Desde  quando saiu daqui para lá que a mutreta começou, porque é da sua profissão dar dribles nos adversários, e o maior adversário de quem ganha muito dinheiro é a Receita Federal. Marcação cerrada e marcação por zona. E lá na Espanha não é aqui, onde ele tem fãs na magistratura. Ele está tentando recurso para não ficar sem recursos.

01 de fevereiro de 2019

Janeiro já se foi sem deixar saudades e entra fevereiro, mês do carnaval

Janeiro já se foi sem deixar saudades e entra fevereiro, mês do carnaval

Deusdeth Nunes - Garrincha

Meu mês...

Gentes boas, janeiro já se foi sem deixar saudades e entra fevereiro que é o mês do carnaval. E neste ano vai ser em março e eu digo logo que não vai prestar. Mas deixa isto para lá  que o meu “rame-rame” é o futebol e futebol é coisa séria como diz o filósofo da Cacimba Velha, William Bogea, o “Vei”. E para o PMDB não vai ter problema porque o “Temista” continua no comando da Assembleia segurando a peteca na sua segunda grande aspiração porque a primeira a era ser jogador de futebol e aí eu criei o PMDbola que era onde tinha lugar de titular e até fazia gols porque a dupla de armação, Chapola e Robércio Maratoan só jogava bola para ele. Ainda hoje eles “armam”. Mas o tempo o passa, falava Fiore Gilete e os cabelos cor de prata dizem tudo e sobre tudo, quando não se pinta nem o seis e nem o sete. E a bola rola e este escriba não enrola porque a vida foi feita par a ser bem vivida, né dona Margarida? E quando ser aproxima a data  da festa maior do povo, o Carnaval, entramos na era bolsonarista e quem é que sabe o que vem na lista ? Brasil, Pais do futebol, cheios de campos pequenos e grandes, onde o Campo Maior produz carne de sol que o povo dizia que era tratada “Carboreto”. Um campo com um nome de um xará meu, Deusdedit de Melo, avô do Edson Melo, cem anos vereador de Teresina. Meio “malu”co. E a bola rola e este escriba não enrola porque aluno bom não falta á escola. E W Dias vem e reassume o governo do Estado e deve continuar a jogar a  sua pelada semanal na AABB porque “futebol é coisa séria” também. E no dia cinco deste mês, vai ter jogão, lá no Albertão. Dois tricolores numa boa disputa pebolística. Do Rio de janeiro, terra de bola e pandeiro,quem é que vem? O Fluminense, tricolor da Larangeiras, o timer que eu torceria se não fosse botafoguense. A gente deve ter sempre uma segunda coisa porque na falta de uma, a gente se pega com outra. No futebol, o cara tem o seu time de coração e outro da simpatia. E ainda tem aquele que você não torceria de jeito nenhum, o chamado do seu “abuso”. Eu me resguardo aqui para dizer qual é o do “meu abuso” porque nas minhas relações de amizades tem muita gente que torce pelo dito cujo. Mas a grande noticia mesmo é a partida entre os dois tricolores pela Copa do Brasil. E vai ser agora, está bem pertinho dia 5 deste fevereiro que começa amanhã. O tricolor das Laranjeiras contra  nosso Galo  Carijó, outro tricolor, esse das  carnaubeiras.

O Galo  treina...

Nosso Carijó em alta. Vamos todos juntos para dar força ao clube nosso de cada dia porque uma vez Flamengo, cadê o Flamengo? Dizem que anda pelaí, Piauí. O ingresso mais barato é trinta contos. Caro demais... Jaílson Soares fotografou.

Judicial

Rapaz, futebol é coisa s séria e lá na Parnayba  é tão séria que a negrada vai até ás barras dos tribunais para tirar outro de campo.E não é juiz de futebol que dá cartão amarelo, vermelho, é decisão judicial mesmo e o Batista Filho foi afastado a bem da Inácia e agora o clube tem o seu vice como titular, o Osvaldo Brandão. Acho que o Batista está proibido até de torcer pelo clube alelefiano. O futebol tem destas coisas e as pessoas se desgastam e muitas vezes são injustiçadas. Lamentável. Esperamos que as coisas, no litoral se arranjem logo porque o clube de seu Pedro é um dos pontos fortes do pebol piauiense e da cidade de Parnaíba.

O Santos de Pelé

Meus amigos, ele vem aí, o Santos de Pelé, o clube da Vila Belmiro, um dos mais famosos clube deste  Brasil é um jogo valendo pela Copa do Brasil e vai ser partida para  encher a casa, uma renda muito boa porque faz muito tempo que ele não vem aqui, desde a era Pelé. Rapaz, vai ser  dia de muita festa e alegria, dia do João pega a Maria e levar ao futebol. Para um clube  campeão, claro que é no Albertão. E teremos de volta a grande torcida e todo mundo tem que torcer pelos time dos Altos, todo teresinense  tem esta obrigação porque  quem não tem time na capital torce pelo melhor do “intermunicipal”.

31 de janeiro de 2019

Já se foi janeiro e as perspectivas estão piores do que as expectativas

Já se foi janeiro e as perspectivas estão piores do que as expectativas

Peinha do Cavaco é o nosso destaque de craque do dia

Adeus Janeiro...

Meus amigos, já se foi o primeiro mês do ano e para este decano as perspectivas estão piores do que as expectativas.  Ora, direis, ouvis estrelas e eu vos digo que melhor ouvi-las do que vê-las para não estragar a vista porque você  vai ver estrelas a olho nu e é ariscado pegar uma gripe no... mas deixa isso para lá e vamos ao jogo que não é do bicho mas dá o bicho. Bicho  é a gratificação que o clube dá aos atletas, fora do salário, quando o clube ganha uma partida. Um agrado, “um faz-me rir”. Aqui tinha um clube muito pobre chamado Fluminense e o seu dono era o inesquecível  Belchior Barros, gente muito boa. Pai de muitos filhos, os meninos jogavam no time, o Nilton era o melhor deles mas o preferido do Velho era o Vicente, meia-esquerda, com um problema de visão que a negrada  chama de “caraolho”.Belchior tinha muita esperança no Caçula porque era o mais alto, o Meroca. Mas a bola rola e este Garrincha não enrola e o tempo passou e levou seu Belchior, muito amigo do seu João Claudino. O povo dizia que o Belchior era o olheiro do seu João. Dava a dica de terrenos para serem comprados. O certo é que toda tarde ia conversar com o dono do Armazém Paraíba, lá na João Cabral. Nunca deu certo foi botar o nome do estabelecimento comercial nas camisas tricolores por uma questão de lógica. O “slogan” é “Sucesso em qualquer lugar” e o Fluminense não ganhava uma... Mas vida que vai e um belo dia, Belchior Barros também  se foi. E acabou-se o Fluminense, o time mais “família” do futebol piauiense. Assim como se acabaram o Auto Esporte de Bibio e João Goleiro, o Rio Negro de Zé Caixeiro e Dedé Cabeça de Prego. É assim, a tempo passa e você não vive de graça. Mas graças e louvores se deem a todo momento ao santíssimo e diviníssimo sacramento diz o Padre Toni. Mas estamos nos fins de janeiro e aí vem o fevereiro batendo bumbo e gritando “viva o Zé Pereira/que a ninguém faz mal/ viva o Zé Pereira que é dia de carnaval/... e como o que é bom dura pouco, o mês da folia é o mais curto do calendário. Mês de fevereiro é como lua de mel. Num instante acaba. E como estamos no tempo do “fake News”, tem eleição na Alepi e no campeonato da Assembleia, o Tetê diz que tem  apoio de WD porque deu a mão na hora em que o “Índio” precisava. São dois peladeiros veteranos e já foram  até jogadores no PMDbola. Só não eram craques. Eram “esforçados”... Não vou mentir ...

O craque  de hoje

Não é de bola mas é de música. Já foi peladeiro da Vila Operária mas hoje a bola está na barriga. Peinha do Cavaco é o nosso destaque de craque do dia. Sabe tudo do carnaval piauiense. Está gordinho, benza-o Deus... Uma bola.

Não passou do ABC

O nosso representante maior no quesito futebol profissional, o time de Altos, precisa se tocar e até tocar mais a bola porque já é uma equipe madura, alfabetizada e não fica nada bem andar empatando com ABC.RN... Não é mais o “primeiro ano” de participação, já está numa “série” evoluída. Já fez exame de admissão ao futebol profissional e foi aprovado. Agora fica aí, sendo besta empatando com ABC... Quando é que vai ganhar de  D,E,F,G,H ? O marido da prefeita que tome tento e diga para seus comandados que Altos é o Piauí representado no futebol e como tal deve ter os cuidados que a função exige. É muito grande a responsabilidade do clube altense na atual conjuntura. Tem que se alfabetizar.

Nosso futsal

Meus caros amigos, uma coisa que vem me chamando atenção é a falta de noticias  sobre o nosso futebol de salão. Era a segunda modalidade, na preferencia da juventude porque o futebol de campo sempre foi rei. Pois o salonismo sumiu, escafedeu-se, desapareceu. Antigamente o seu espaço consagrado era o quartel da PM, no centro, com uma quadra modesta  mas que quebrava o galho e era palco de grandes jogos nos tempos de Cipal, Banespa, Benfica, AABB, Rio Negro, Flamengo, Piauí, Fluminense, River, Auto Esporte e outros que agora anão me lembro dos nomes. A quadra da Policia Militar era espaço para a juventude jogar bola e também namorar que é um outro esporte muito apreciado para quem gosta.

30 de janeiro de 2019

Luis “Menez” teve agora o desprazer de ver o seu time jogar sem torcida

Porque a lei manda que seja feita uma vistoria técnica no campo

Pisou na bola

Meus amigos “futebol é coisa  séria” mas tem gente que ainda duvida e o pior  é  quando quem duvida é  do ramo. Foi “jogueiro”,o filho é peladeiro e até ele  mesmo ainda dá suas petelecas quando vai para a praia de Luis Correia  e joga pelada com a negrada. Eu estou  falando do meu  “bróder”, o  Luis “Menez”,  correto prefeito de Piripíri, terra boa, ela lá e eu aqui, que teve agora o desprazer de ver o seu time  jogar pelo  campeonato estadual no seu palco principal, a Arena Ytacotiara e sem ter o direito de contar com sua fervorosa torcida. Jogo sem plateia por castigo da federação.  Jogo sem plateia é namoro sem  beijo.É casamento sem filhos. Por que, seu Garrincha ? Porque  a lei manda que seja feita uma vistoria técnica no campo. Isto  é o mínino  do “minimorum” que a legislação esportiva  exige pra se realizar partidas oficiais, campeonato. E não tendo cumprido esta exigência básica, o próprio  da  prefeitura ficou interditado. Proibido de ter jogo oficial da federação. Pode ter  pelada da prefeitura onde joga pai e filho, o Luis e o Márden mas jogo da federação não pode.  Isso é  bonito para o periquito deles ? Com uma denominação tão pomposa em letras cor de rosa. Arena Itacotiara.  Aquele  médico, o doutor Itamar que é dono da Itacor, diz que não é sócio do seu colega de medicina. É só uma coincidência de nomes. Mas a bola rola e este escriba não enrola e nem pisa na bola. Mas o doutor Luis pisou  feio quando não providenciou  o tal laudo do Corpo de Bombeiros, uma coisa  até formal porque   não vai garantir coisa nenhuma, se  o campo vai pegar  fogo ou não. Mas tem que ter o papel, assinado pelo coronel. E por esquecimento do “menino”,  não foi feita vistoria e o dono  do campo não poderia  cobrar ingresso. Portões fechados para o  povo. Que tenha votado ou não no doutor Luís  ou no filho dele, o Marden. Uma pessoa me disse que só quem viu o jogo foi o Sergil porque entrou como preparador psicológico da equipe. Agora  isto é bonito para seu periquito?  Um prefeito  popular, tri-campeão em votação, deixando  seus  eleitores sem condição de ver o jogo do time do coração?  Pisada de  mola feia e a  oposição vai explorar. Ora se vai. Que isto sirva de lição para  todos os níveis. Os baixos e os Altos. Até do  “João de Paiva”.

Jogo sem torcida


Na foto de Jailson Soares, vejamos o campo do 34 de Julho. Futebol  é coisa séria, diz o filósofo esportivo William Borgeia, o Vei.  O que aconteceu em Piripiri foi realmente decepcionante. Está sendo chamado  de “jogo das almas”.

Botando moral

Esta foi a primeira medida  moralizadora deste  futebol  que tomou o novel e gordo presidente da mentora, senhor “Brau Carcará”, ilustre filho das Barras de Maratoan. Lá em Piripiri, o prefeito Luís dormiu no ponto e não pediu  o “exame de vista e visita”  do Corpo de Bombeiros para ver o que  estava esculhambado  na  sua “arena” Talvez pesando que sendo da Arena não poderia de misturar com PMDB. E vendo a situação “arenosa”, o novo presidente da  federação  botou moral.” Não tem cobrança de ingressos, o jogo é de portões fechados e  estamos conversados”. Assim falou  o nosso amigo Charles  Braum, sucessor de Cesarino I.

Meio de campo

Nos meus tempos de vereador, fiz  um time de futebol, o PMDBola e o colega  Temístocles Filho  fazia parte da  equipe, jogando no meio do campo.Na realidade, ele era o dono do material porque sempre teve esta  tendência de ser o dono da bola, o organizador. O seu  auxiliar  direto era o Chapola que disputava com outro “secretário”, o cargo de babão-chefe. E o nosso time jogava pela periferia  e tinha como meta não ganhar  dos times dos cabos eleitorais para não ficarem chateados. O negócio era fazer o meio de campo que era a amizade com os eleitores.  Não tínhamos intenção de sair  ganhando dos times    dos eleitores. A meta era ganhar os votos.

29 de janeiro de 2019

O Magno está certo

Meus amigos, acabo de receber um livro de 601 páginas.

O Magno está certo

Um volume Magno que não se bota em “Sima” de Pires.“Tratamento Preferencial para o Piauí”. Eu sempre achei mesmo que o Enxuga-rato deveria ter um tratamento diferenciado do River e do Flamengo, os times cá da capital. E Agora me vem o homem que o Kenard Kruel “aos poucos foi conhecendo"", conforme ele mesmo diz na orelha do livro, como presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Piauí, com este volume pesado e exemplar, bom de ler e difícil de carregar. Mas fui lendo e vendo que o Piauí do autor Estado todo e não o time de futebol. Mas aproveito o embalo para dizer que não só o estado como o clube profissional de futebol está necessitando de tratamento especial. Aliás, não só ele como os irmãos Flamengo e River porque a situação está “pecuária” molhada mesmo e não aparece ninguém com uma toalha para enxugar o rato. E a bola rola e este amigos de vocês não enrola, assim o tempo vai passando e o campeonato chegando e o Albertão fechando para balanço de redes. E enquanto a bola não rola, no futebol do Piauí não tem cartola.No máximo temos “bonés”. Nossos dirigentes usam bonés. E como neste mundo tem gente de todo tipo, tinha um torcedor comentando que só foi ao Lindolfinho na abertura do campeonato estadual, porque disseram a ele que a governadora em exercido, a Regina, é que ia dar o ponta-pé inicial da partida. Voltou frustrado porque a governadora não deu nem bolas. Mas o Magno é que está certo, Carlos Alberto. O Piaui precisa é de um tratamento preferencial. Já outros menos votados falam que é de um tratamento espiritual e neste aspecto eu fico calado  porque ninguém sabe o que o calado quer. E assim sendo, reverendo, se o telefone tocar eu atendo e digo alô Brasil que é o nome de uma barraca na Parnaíba. Mas o povo está confirmado que o Magno está certo e quem está errado é o “mínimo”. Este salário que pagam ao povo e só dar para comer feijão e ovo. Um tratamento preferencial para o Piauí, porque ? E o River, Flamengo, Parnaiba,4 de Julho de Luiz “Menez” e os dois de Campo Maior que agora ficou menor e não tem nenhum em campo? E por falar em campo, como está o Deusdedit de Melo, aquele estádio que dava alegria à terra da carne de sol assada no “carboreto” ?

Eis o campo maior...

Sim, o maior campo de Campo Maior. Terra que teve um campo grande, maior do que do de Piripiri. O nome de um desportista famoso, que levou a bola para aquele lugar e foi  para a Inglaterra ver como era o tal deste jogo de bola.

BARRAS PODE VIR

Ex-prefeito da cidade de Barras, Manin Rêgo, está pensando em botar o time de sua cidade no certame  estadual tendo em vista que seu colega de infância, o Brouwn Carcará, é agora o primeiro damo do nosso futebol. A terra de Francy Monte, em bons tempos foi participante do campeonato estadual e nunca fez feio. Agora com o mano  Brouwn no comando da mentora, abrem-se as portas e comportas do jogo de bola oficial e chegou na hora de Barras voltar ao tapete verde. Espera-se que Barras venha com gosto de querosene e esquente este futebol de meia tigela. Futebol, além de ser uma coisa seríssima, traz muita simpatia, muito voto dos devotos...

E os Picos...

Há que diga que os Picos estão se mexendo para botar time no campeonato do Estado e aquela cidade sempre era parelha dura para os clubes de Teresina. O falecido prefeito Nery marcou época e era um sério adversário para os clubes da capital. Neste ano, tem um pessoal bom mexendo com internet, rádio ,televisão mas no futebol anda devagar. Os Santos parece que se aposentaram das lides esportivas, aqueles que ficavam perto do povo, do povo que votava e que agora anda amigado com o celular. E dando para engordar. Não sei como vai a disponibilidade familiar dos Santos de Picos. Se igual às dos santos lá de cima...

26 de janeiro de 2019

Futebol é coisa séria, diz o nosso filósofo William Bogea, o Vei.

Esta aconteceu no campo do Saci, uma agremiação da fábrica de postes de cimento do Lourival Parente

Foi só a “têia”...

O gerente era um paulistano radicado em Teresina, muito meu amigo, chamado José Ponce, amante do futebol, um bom peladeiro e logo que aqui chegou formou logo um time com os funcionários da fábrica e na equipe ele era o “Pelé” porque era ao dono.

E bola que rola e este escriba não enrola e no time do Sacy tinha um zagueiro dos mais duros que não dava colher de chá para seu ninga. Era o João da Cruz. Vindo de Timon e tanto dava duro na fábrica do Lourival Parente fazendo poste de cimento como jogando na becança do time da fábrica. Logo que começou a treinar ficou logo conhecido porque fazia uma jogada mais complicada dizia “O caso é sero...”Logo que chegou de Timon ele foi treinar no Saci e deu o maior susto no  gerente e dono do time, José  Ponce, um paulista que gostava de futebol e até jogava no time de ponta esquerda...Numa jogada dividida, um atacante se chocou om João da Cruz e ouviu-se um som  esquisito de osso quebrado. João da Cuz, o becão, deitado no gramado e puxando o meião para ver  o local atingido. O gerente Ponce, a maior autoridade em campo, corre  célere para ver o que aconteceu. Jogo parado, juiz com a mão no queixo e o chefe Ponce, corre solícito pra junto do atleta machucado. Bola parada. Suspense...  João da  Cruz, deitado, puxando o meião. José  Ponce, solícito, chama logo o massagista e vão socorrer o atleta estendido ao solo pátrio.

-João, o que foi que aconteceu, quebrou alguma coisa, meu amigo ?

O atleta deu um sorriso e o tranquilizou. Quebrou, meu patrão. Mas foi a “têia” que eu boto no meião para servir de caneleira... Na falta do modelo próprio, João da Cruz botava uma telha ao longo da perna, coberta pelo meião...

Ilustração de Eduardo

Meu amigo e colega do BB, Eduardo, em 82, valorizou “Um Prego na Chuteira” (segundo livro) com suas ilustrações como esta da foto. E a bola rola...

Peneira no litoral

O futebol como uma atividade natural do brasileiro é hoje um meio de ganhar a vida com honestidade e prazer porque o craque é um  cofre cheio de dinheiro e isto no mundo inteiro. Hoje as maiores transações pecuniárias tanto no Brasil como nas Canárias tem como base o futebol, o esporte mais praticado e procurado no mundo. Esta nação é chamada de “pais do futebol” mas não está essa bola toda porque tem muita  gente safada vivendo ás custas da “alegria do povo”. Os paraibanos anunciam que vão mudar o estilo dos treinos porque o time não está fazendo gols e todo mundo sabe que  futebol sem gols é refresco sem açúcar é uma comidas sem sal é um Brasil sem carnaval. E está havendo peneira no litoral.

Jogo de segunda

O campo do Firmino  vai ser palco nesta segunda-feira de um jogo inter-municipal de primeira divisão. Flamengo da capital contra Parnayba do litoral. Um encontro já muito manjado porque eles já se encontraram  em campo muitas vezes e sempre que isto acontece quando um não vence o outro, sai empate. E assim, a bola rola e este amigo de vocês não enrola. Partida no Lindolfo Monteiro, ali vizinho ao Verdão á a Casa do Estudante, primeira morada  de William Bogea, “O Vei” quando ele aqui chegou vindo do Maranhão. Sim, mas vamos ao jogo porque sempre que os dois se defrontam é jogo duro. Uma rivalidade antiga, dos tempos de Pedro Alelaf e Doutor Jesus Tajra. A  capital versus o Litoral. Tem sal ?

25 de janeiro de 2019

Piauí e Ceará, duas nações vizinhas e sofredoras no polígono das secas

Piauí e Ceará, duas nações vizinhas e sofredoras no polígono das secas

Mas a nossa sorte é que tem uma serra muito alta nos separando

Intercâmbio

Uma ligação muito forte existe entre piauienses e cearenses, duas nações vizinhas e sofredoras neste polígono das secas. O meu medo, agora, é que o clima de insegurança que hoje reina na capital alencarina, onde facções criminosas se acham donas de trechos da cidade e a resposta policial não tem sido suficiente  porque senão  não se falava mais nisso. Mas a nossa sorte é que tem uma serra  muito alta nos separando e a propaganda que fizeram do nosso Estado dizendo que aqui é o Cê do mundo. E como o malandro só quer moleza não vai vir para aqui. Eles até dizem: É “pior ir”. Mas não se iludam porque mais dia menos dia, eles estarão por aqui, por ali, porque o bom não, mas o ruim é coisa que se propaga. E a gente hoje agradece a Deus ter aquela Serra Grande separando o Piauí do Ceará.E a bola rola e este escriba não enrola porque a melhor bebida ainda é a coca-cola. Sim, mas a gente estava falando do “licute” entre os cearenses com  piauienses, desde os tempos idos e bem vividos e isto em todas as ações e o futebol não poderia ficar de lado porque esporte é, talvez, o maior instrumento, a maior atividade física que aproxima, irmana, torna amiga as relações humanas. Até aquela chamada de “relação” entre o homem e  a mulher depende do esporte. Sim, porque só existe a amizade, o namoro, noivado e casamento, se a mulher  fizer uma  coisa primordial para a relação que é “dar bolas”. A maior desilusão para  um jovem ou até um coroa é quando diz que a fulana de tal nem lhe deu bolas. Embora o sexo felinino ou feminino, como queiram, seja dotado de duas. De nascença. Mas a bola rola e este escriba não enrola e a melhor bebida do mundo ainda é a coca-cola. Assim sendo, faço esta coluna pensando com os meus botões como é quer estará o torcedor cearense diante desta calamitosa situação de insegurança para o cidadão desportista ou não. E o meu medo é que  isto não se transfira para Teresina porque o que é bom não mas o ruim é bem mais fácil se piauizar. Apenas uma serra nos separa e nos une. E por isto, caro Valdecir Xisto, vamos nos prevenir pra o imprevisto e fica espertos e cautelosos. A maior enxurrada cearense que já se mandou para cá foi no tempo do governo Alberto Silva. Acho que até o Elmano Ferrer veio nesta safra. Bolinha, Sérgio Pinheiro, Ari Sherlock, Genésio Tlinta Tlês, José Ronaib, Gringo, Pires Saboia e outros menos falados.Os “forasteiros” eram sempre vistos de banda pelos piauienses e quando o Bolinha narrava um jogo e dizia: O jogador tal rouba bola de fulano, engenheiro Antonio Leal, flamenguista, comentava: -Eles não perdem a mania de roubo...

Já é piauiense...

Não sei se ainda não é “cidadão piauiense” de título passado, mas o Bolinha é de fato, nosso e o boi não lambe. Um dos mais antigos locutores esportivo da paróquia. É chamado por gregos e baianos de Bolinha.

Piauiense macho

Rapaz, este menino aí, o Bryam Erick de Lima Sousa, fez bonito na Europa e foi medalha de prata em Portugal, nesta semana, na tal de Odivelas. Vice-campeão em jiu-jitsu, aquele esporte de brigar agarrado, pegando pelas “bitacas” e jogando no chão. Se a roupa não for forte, o cara sai rasgado porque o adversário é audacioso. Nem pergunta nada, vai logo avançando no pescoço. Sim, mas o nosso garoto foi bola cheia e prateou no meio de tanto europeu, ora pois, pois. Daqui, deste Piauí, os nossos parabéns ao jovem atleta e que continue nesta vontade e que não perca para o maior inimigo do atleta que é o comodismo, o aquela vontade de não fazer nada. O que o povo chama de preguiça...

Nós contra eles...

Neste sábado que vem, o meu Botafogo vai encarar o tal de Flamengo e vai ser no Nilton Santos, campo da gente. O último jogo do Glorioso foi em casa, no General Severiano e deu zebra porque empatamos com o Bangu de nada contra nada. Zero a zero. Se ele empata com o Bangu lá dentro de casa vai ganha de quem? Agora, contra o time da plebe rude e ignara, ele tem que dar tudo porque uma vez no Flamengo, sempre Flamengo. A torcida “O Piauí é Fogo” é presidida em Teresina, pelo empresário Loco Piter tendo como vice o coronel Bastinho. Assiste aos jogos do alvi-negro no restaurante da  dona Maria, perto da igreja do Padre católico Toni que é também Batista.

24 de janeiro de 2019

O certame piaulino prossegue com o jogo entre o azulino e o rubro-nego

O certame piaulino prossegue com o jogo entre o azulino e o rubro-nego

É no campo do Firmino, ali na Baixa da Égua, no rumo de quem vai atravessar o rio para ir á Timon

Hoje no Lindolfinho

Gentes boas, prossegue o certame piaulino de futebol profissional com um jogo Flapi ou Pifla, como queiram. O clube azulino contra o rubro-negro. É no campo do Firmino, ali na Baixa da Égua, no rumo de quem vai atravessar o rio para ir á Timon. Vizinho ao Verdão que nunca amadureceu para o esporte amador. Ali onde o tem o bar do Assis, o lugar da negrada tomar umas e outras e tirar gosto com cajá. A partida é um clássico deste jogo de bola. O Flamengo, agora sob nova direção contra o Piauí  também de direção renovada porque os velhos foram morrendo e agora os cartolas são da época do celular, um bando de dirigente tudo chulado. Pois, eles são os novos cartolas e não dão nem bolas para a imprensa. Muitos com medo das entrevistas. Eu sei que estamos entrando em uma nova fase de nosso futebol e segundo o filósofo da Cacimba Velha, William Bogea, o “Vei”, futebol é coisa séria. E assim com a maior seriedade estamos aqui enfocando os nossos clubes profissionais, aqueles que são súditos da FPF, a Federação Piauiense de Futebol, hoje sob presidência de Robert Brown Carcará “pega mata e come”, em vista da viagem sem volta e não programada do titular Cesarino Oliveira.Filho natural da cidade de Barras, o novel dirigente de nosso esporte conhece aos “montes” os problemas do pebol cabeça de cuia. Até peladeiro foi um dia e embora hoje esteja mais para bola do que para atleta, sabe muito bem o que deve fazer porque não é menino. Tem uma boa assessoria porque sozinho não se vai muito longe e até o Bolsonaro sabe disso e formou o seu meio-campo militar e aí a Globo do Faustão está procurando sarna para se coçar. Mas a bola e este amigo de vocês não enrola e no bar do Zé Filho eu peço agua e ele me dá Coca-cola. Este bar do Zé Filho tem um garçon que a negrada chama de Dilma e ele fica todo satisfeito. Já o Lula, o ex-presidente da nossa Federação de Futebol avisou aos amigos e conhecidos que não o chamem mais de Lula. Também o da Rádio Pioneira, locutor de futebol, já disse que agora é só “Zé”.Esquecer o “Lula”. Acho isto uma besteira, logo agora que juventude voltou a usar o cabelo Ba...lula. Balula foi uma das atrações que Canuto Tupi Caldas trouxe para o time do Tiradentes, o Amarelão da PM, nos bons tempos de nosso futebol profissional. Hoje é moda de cabelo. Hoje os Lulas mas famosos são: o que está preso e o que é locutor Rádio Pioneira de Teresina. Eram três, mas o Lula da Federação de Futebol entregou o cargo pro Cesarino Oliveira que já fez a viagem derradeira. E a Fagep informou: Sai Cesarino Oliveira e entra o Carcará na biqueira. E a posse foi numas  sexta-feira. E a gente se encontra hoje n o futebol. Vamos lá...

O Galo 

Foto: Elias Fontinele/ODIA

Dos nossos três da capital, River, Flamengo e Piauí, o Galo é o que mais se mexe. Genivaldo é todo tempo ligado no movimentação física e técnica da equipe dirigida pelo Oliveira Canindé que veio daquela cidade cearense onde se faz romaria a pé.

Não tem tu...

Na falta de modelo próprio no setor masculino, o Piauí  tem gente para participar de uma seleção brasileira de futebol.  Nem o Sima que foi o nosso maior nome no futebol  profissional foi chamado para a seleção verde-amarela. Mas agora  nós temos são duas mulheres na seleção, a Adriana Magda, em 2018, a craque do futebol feminino de São Paulo e agora a Valéria Cantuário sendo  convocada para a seleção nacional. Já que os nossos jogadores  não chegaram lá, nós temos nossas “cracas” e elas não são fracas... E ela é muito  nova, só tem vinte anos e tem um futuro pela frente porque este setor dá muito mais grana do que ser miss e a idade é muito importante  nas duas  atividades. No que diz res...peito.

Nosso Futsal...

Uma das modalidades de futebol, das mais praticadas é o jogo de quadra, o chamado futebol de salão. Pela sua forma de jogar, número em campo, peso da bola e regras, o futsal é o irmãozinho do futebol mas não lhe faz concorrência global. Nesta capital, a prática do futsal anda muito sumida. Já tivemos grandes equipes desta modalidade e a mais famosa foi a do Banespa no tempo da quadra da Policia Militar, no centro, ali na praça Pedro II. Concorriam  Benfica, Cipal, Rio Negro, AABB, Piaui, Flamengo, Fluminense  de Belchcior, River, Auto Esporte e a gente era feliz e não sabia. Hoje, ninguém quer mais jogar, é  todo mundo no celular e todo mundo dando para engordar...

23 de janeiro de 2019

Meus amigos, hoje a noite é do futebol.

Não arrume outro compromisso e não invente aquela história de visitar Tia Chica.

Hoje tem Lindolfinho

Futebol no Lindolfinho. E começa, na hora do Brasil, oito horas e ponto. Só não sei quem vai apitar mas deixa isto pra lá e vamos aos fatos que escorridos viram tripas. E os dois litigantes são dos mais relutantes, um clássico como dizem os meus coleguinhas de rádio e cujo chefe maior de todos é o Carlos Said. Na vice vem o Morais Filho.Isso na “comentagem” porque na transmissão de jogo, o páreo é duro entre os narradores porque tem seu Didimo, seu Bolinha, seu Zé Luis, seu Salomão, seu Fernando Mendes, o Lino e até o Baiguel se mete a narrar jogo porque quando não tem tu vai tu mesmo. E hoje tem jogo no Lindolfinho e você, desportista seja riverino ou flamenguista não deve faltar. Mesmo porque aquela novela da televisão está muito sem graça e lá no futebol, quem sabe, você pode até arrumar alguma coisa de sal...O jogo começa na Hora do Brasil, oito horas, às dez já tem acabado e a noite é uma criança. É um clássico de nosso jogo de bola. Piauí versus o Flamengo. Sempre que os dois se  defrontam o duelo é duro porque tem a rivalidade  de muitos anos desde o tempo em que três escanteios era  um gol. São dois  elencos novos no esporte profissional. As duas diretorias vêm trabalhando criteriosamente, dentro de suas posses para formação de boas equipes porque ninguém quer perder jogo. A partida sendo no campo da prefeitura  leva mais gente do que se fosse no Albertão. Há quem diga que a população da  zona norte  dá mais valor ao jogo de bola profissional do que os moradores da zona Sul ou zona Leste. O que eu sei é que o LM é a cara do futebol de Teresina. Embora o Albertão seja a coroa porque lá o buraco é mais embaixo e a geral seja mais em cima. E assim a bola rola este amigo de vocês não enrola. E eu convido a todos os meus distintos leitores e torcedores para o comparecimento ao nosso simpático Lindolfo Monteiro, o canto primeiro de nosso futebol e que lembra demais o velho Napoleão Santos, saudoso Naplex, de saudosa memória. E assim, a bola rola e este amigos de vocês não enrola e convida a gregos e baianos para ao comparecimento ao nosso futebol, ano primeiro da era  Carcará. Ex-atleta Da seleção de Barras de Maratoan e de Franci Monte, o novo presidente de nossa entidade, assumiu o comando da mentora no falecimento de Cesarino porque era o seu vice. Foi um peladeiro também e sabe  tudo de manhas e artimanhas do oficio. E estreia como presidente neste campeonato. Bola prá frente !

Retrato?

Nosso inquieto fotógrafo Assis Paraíba (Assis Fernandes/ODIA), registrou na capital, um jogo de “intermunicipal”. Abertura do campeonato profissional piauiense, Altos e Piripiri (4 de Julho) em Teresina. Essas coisas acontecem e a gente só tem que dizer: Só no Piauí mermo! Uma foto vale mais do que mil palavras.

Seleção Brasileira

Meus amigos. No futebol, as mulheres estão de parabéns. O Piauí nunca teve um jogador de futebol convocado para a seleção brasileira e agora a Valéria Cantuária, de União, foi convocada para participar dos treinamentos e vestir a camisa verde e amarela. Nem o Sima que foi nosso craque maior vestiu a camisa verde amarela.E agora a Valéria Cantuária é chamada para vestir a camisa da seleção principal. Vai ter Copa do Mundo de futebol das mulheres entre junho e julho na França e o Piauí vai está lá, na pessoa da Valéria. Ele é artilheira, metedora de gols. Bem dali, de União, terra do Novo Nilo. Valéria é seleção !

Vamos ao jogo

Na noite de hoje tem futebol lá no campo do Firmino, o Lindolfinho,ali vizinho do Verdão. É o municipal onde mora a Teresa Fogoió. “Bem ali” que prá Paissandu é um pulo. Perto da Matinha onde se come cachaça com farinha. Onde antigamente era o campo do saudoso Napoleão” bom na mão”. E depois chegou a Teresa Fogoió. O estádio onde o bar é do João Popó que quando a gente chama de ”Cabeça de Pato !” ele diz que é a mãe. A mãe da gente. Lá onde a filha da dona Maria Divina ainda leva os seus pasteis “comeu, pum! morreu!”. Onde o Florêncio vende seu gelado. O “ele eme” tem a vantagem de ser perto da rua Paissandu e de primeiro, a negrada saia de lá e ia direto para os cabarés... Ah tempo bom...