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Notícias Garrincha

16 de abril de 2019

O Galo cantou “altos” no seu terreiro e foi campeão estadual

Enfrentou uma equipe forte e boa de bola, plena de bons valores sendo uma verdadeiro luta de gigantes, um belo final de campeonato.

Dudu, pai heroí

Gentes boas, o Galo cantou “altos” no seu terreiro e foi campeão estadual de futebol profissional. Enfrentou uma equipe forte e boa de bola, plena de bons valores sendo uma verdadeiro  luta de  gigantes, um belo final de campeonato. No campo maior de nosso  futebol, o Albertão Silva, cenário de um final feliz para o jogo de bola piauiense.  Pode-se dizer que o título ficou em  boas mãos, pés e bico sendo  glorioso o caminho do Galo  neste ano   de dois mil e lá vai pedra.  A capital Teresina volta a ser a campeã do Estado nesta atividade lúdica e profissional, retomando a liderança desta capital que já havia perdido para o interior e para o litoral.Com este título, o Galo bate o 31 e já conquistou trinta mais um campeonatos na sua bela  ‘trajetória dos noventa” como diz Didimo de Castro, o Pequeno Polegar no microfone da Rádio Pioneira. E no meio da alegria da rapaziada, treinador Flávio Araujo, primo do Sergil  Araújo , abraça o veterano  da equipe ,o tio Dudu  que  demonstrou que côco  velho é que azeite e que  saiu-se como  artilheiro  do  campeonato. Ele foi o que mais meteu bola nas redes dos adversários neste certame piauiense. Um belo exemplo  para a meninada que quer  entrar no futebol profissional. Vejam o tio Dudu  do River e se espelhem nele. Este ano pode  até ter sido o seu último de atividade  no Pairamo mas pelo visto, ele ainda vai dar muito o que falar porque continua na dele, com a mesa humildade  dos tempos de peladas  tratando a bola com o maior carinho do mundo porque ele não é mal agradecido.E assim,a bola rola e este escrivinhador  não  enrola e merenda boa é pasteis de Maria Divina com coca-cola. E assim caminha a vida e não confunda,  Margarina   com Margarida. Mas louvemos  a conquista  tricolor desta Teresina tomando  de Altos que fica “bem ali, na esquina”, o honroso titulo de campeão piauiense  futebol profissional  que ele foi no ano passado e queria de novo. Com os outros dois nossos representantes capitais,River e Flamengo, mais por fora  do  titulo maior que o PT pelo do poder, só nos resta louvar  o Galo Carijó pelo certame conquistado. Ele bateu o 31 no número de   conquistas, desde  a sua fundação, quando se   amarrava cachorro com linguiça. E assim sendo, reverendo, o nosso Galo bate o Trinta e um e não está nem aí para  o Flamengo bufa de anum. Está na Copa Nordeste do ano que vem e não abre nem para o trem. É Galo!.


O sapo

A chegada de Sapinho no time tricolor foi  numa hora em que a agremiação tricolor não estava numa fase boa. Era aquela história de “mais ou menos”, perde aqui, ganha acolá, “mais ou menos”. Mas para    equipe como o River, o “mais ou menos” não satisfaz.O  importante para o Galo é ganhar, principalmente no seu terreiro. E partindo desta premissa, o bom católico não perde uma missa  e agora eu me lembrei do padre Tarcisio que era  riverino fanático  e nenhum  flamenguista se confessava com ele, dizia o doutor Mariano. Ambos de saudosas memórias. Mas a bola rola, Garrincha não enrola  e eu me lembro que Mariola era um  meio campista do River e um trio  de responsabilidade era  Vilmar ,era Giri  e era Mariola. Zé da Silva comandava torcida  pedindo a entrada de Mariola.


Vascaindo

Gentes boas, o campeonato carioca de futebol está entre o Vasco e o Flamengo e eu  como bom botafoguense  que sou  não estou nem  aí e nem lá... Nestes tempos  bolsonaristas,  o futebol ganhou uma moralzinha porque o presidente da nação é um capitão e quem é a maior autoridade de um time de futebol ? O capitão.  Então, este pais é um timão e o seu presidente é um capitão. E salve a seleção ! Mas entre Vasco e Flamengo, eu sou coluna  do meio porque  todos os dois  gostam de dar no Botafogo.  Mas o duelo é duro e não tem previsão de quem vai ganhar porque o pau que dá em Chico dá em Francisco e tanto faz dar na cabeça e como na cabeça dar...Mas bola prá frente que atrás vem gente,diz  Zé João Vicente. 

12 de abril de 2019

O Galo Carijó é quase campeão. E agora vem a grande decisão.

O Galo Carijó é quase campeão. E agora vem a grande decisão.

Tudo bem que o Galo ganhou nos Altos e leva vantagem para o Albertão. Mas nada está garantido porque a bola rola, este escriba não enrola e merenda boa é pastéis com coca-cola

Meio Campeão

Gentes boas, o nosso Galo Carijó é quase campeão. Venceu ao Altos lá no cocho de João de Paiva e só falta empatar aqui, em casa e ser enfaixado como o melhor deste ano. E falta pouco, muito pouco mesmo mas não é para contar com o ovo no sobrecó da galinha quanto mais do galo. Como diz o filósofo da Cacimba Velha, professor  William Bogea, “futebol é coisa séria e para frente é que as malas batem”. Na verdade, este campeonato “cabeça de pato” está meio sem graça porque não tem Flamengo na final e uma vez Flamengo... cadê o Flamengo? Escafedeu-se time rubro-negro e quem souber do seu paradeiro favor informar a este cronista que será bem gratificado.  Mas, estamos assim: River versus Altos, para saber quem vai ser o campeão, a capital ou o sertão. Se bem que não é este sertão todo que Altos é bem ali depois da AABB. É praticamente, um bairro de Teresina que, antigamente a gente ia lá só pra tomar coalhada que era uma desculpa para namorar com as filhas alheias. Mas hoje, Altos disputa com Teresina, capital, a hegemonia do futebol profissional, não é nada de torneio intermunicipal da Apcep. E tem no comando uma mulher chamada Patrícia  que tem um marido desportista da melhor qualidade, um cabra, parece que é paraibano, doido pelo futebol, organizado todo e vem dando olé nos cartolas da capital, tanto nos “altos” como nos baixos. E o caso é sério, se o River não abrir os olhos, o time altoense ganha dele dentro do Albertão porque já vem jogando em tudo que é campo do Nordeste e não tem este negócio de “campo dos outros”. Eles são ousados e o seu treinador é macaco velho, curtido na casca do alho, acostumado a  decisões neste Nordeste de cabra da peste. Que o tricolor de Delson, de Aroldo, de Zé Gomes, de Lula, de tanta gente boa, se cuide porque não está  ganho, nada resolvido e o jogo se decide é no gramado. Tudo bem que o Galo ganhou nos Altos e leva vantagem para o Albertão. Mas nada está garantido porque a bola rola, este escriba não  enrola e merenda boa é pastéis com coca-cola. E agora vem a grande decisão. River enfrenta os Altos, grande final no Albertão. Num sábado e num horário de missa, casamento ou coisa parecida mas não de jogo de bola, a decisão  de um campeonato  estadual. Seis e meia de sábado...Mas fazer o quê? Já que entramos na era “carcará”, o jeito que tem, o remédio que há, é aceitar. Vamos todos ao Albertão, sabadão, seis e meia, hora da Ave Maria...

Nosso campo maior

(foto do Albertão) -  Assis Fernandes/O Dia

Era no tempo das grandes construções de estádios no país do futebol e o Piauí não podia ficar de lado. E o governador da época era o parnaibano Alberto Silva, outro magro de aço piauiense. E fez o Albertão. Que hoje é como preservativo. Pouco usado...

Campos...

Como escriba das coisas deste futebol piauiense desde 1963, quando cá cheguei vindo do Ceará, natural do Aracati, uma terra muito boa, ela lá e eu aqui, encontrei aqui um Campo Grande, talvez um Campo Maior do que  lá. Na verdade, não eram Campos Eliseus nem do Elizeu mas eram campos, digamos, de Jordão, aquele camarada folgazão andou vendendo terrenos dos outros. Mas o campo era promissor e vida que segue, bola que rola e este escriba não enrola. Merenda boa é pasteis de Maria Divina com coca-cola. E como “em se plantando tudo dá”, estamos nós, e você, caro leitor, numa terra onde o esporte, a movimentação corporal, o “mexa-se” vem sendo deixado de lado para a comodidade, a moleza, á adoração ao telefone celular. Mexa-se!

A cadeira do Rei

Meus amigos, a vida nossa é cheia de altos e baixos e nem o Rei Pelé está livre dos infortúnios. Agora mesmo, entende? Ela passa por uma situação de saúde precária e seu problema é urinario. Não é monetário. O nosso maior ídolo do futebol mundial está em uma cadeira de rodas. O “atleta do século”, o Rei Pelé está se mijando. E sem poder, ao menos andar para  fazer em pé a sua micção. Dar sua mijadinha, entende? Para vocês verem como a vida é traiçoeira. O Rei Pelé não se segura em pé. Ele que foi o “atleta do século” neste mundo vasto mundo. Já operou coluna e quadril. Aquele que foi o maior jogador do mundo hoje é um cadeirante. Mas onde vai, ele é  saudado e respeitado porque quem foi rei nunca perde a majestade.

09 de abril de 2019

Atenção! Quarta-feira no Felipão, um jogão! Altos contra o Galo

Teresina versus Altos, brigando pela hegemonia do esporte bretão. É a capital jogando contra sua cidade mais próxima, bem ali.

Apanhou no Côcho

Meus amigos, o futebol dentro de sua seriedade tem uma coisa que é sempre observada e respeitada que é o ”côcho”, palavra popular  que significa “em casa”, jogar no campo próprio. É o falado mando de campo. Neste esporte bretão tem-se a  convicção de que jogando em campo próprio se tem mais vantagem, seja pelo conhecimento do terreno, seja pela torcida ou mesmo pela arbitragem  que é “de casa”. Assim sendo, reverendo, o time que joga em casa tem isto que os ingleses chamam de  “handcap”, e aqui dizem que é  o mando de campo, erradamente, porque quem tem o mando de campo é o árbitro. Sua senhoria, o juiz.  Mas lá no Piripíri, terra muito boa, ela lá e eu aqui, o time de casa, os “bem querer” do Luis “Menez”, o Gavião assim chamado foi descolorado  pelo Jacaré. E com o campo de muro levantado  que a chuva tinha derrubado, os donos de casa viram e não acreditaram  que um time dos Altos viesse para a Arena Itacotiara dar no time do prefeito mais desportista do Estado. Ele ainda joga bola. Mas vamos ao jogo que a bola rola e este amigo de vocês não enrola. Este jogo foi tão espetacular que nem precisou de juiz. E assim sendo, reverendo, ficou assim: final de campeonato  será entre o River e o Altos. O representante do futebol da capital é o nosso Galo Carijó, tricolor de tantas tradições, agora com a grande responsabilidade de defender o nome deste pebol contra uma agremiação dos Altos, o mais novo filiado da Federação Piauiense de Futebol agora sob o comando de Robert Brouwn Carcará “pega, mata e come!”. Meus chegados, a coisa é séria e eu não gosto de pilhéria e o campeonato estadual vai chegando a seu final com River e Altos no jogos decisivos. Altos e Teresina brigando pelo titulo maior de nosso esporte bretão. Altos que nunca fez time bom nem no torneio intermunicipal da APCDEP, agora chega na final de um estadual com cara de favorito. É um progresso muito grande para a terra da Elvira e isto gera turismo e lá é famosa a sua coalhada e sua arte culinária e até seu caldo de cana. O futebol tem esta vantagem. De ser um agente propagador da cidade. E este tempo é a vez de Altos e o confronto  final é com o mais tradicional clube da capital, o famoso Galo Carijó, o River Atlético Clube, que divide com o Flamengo  as simpatias dos teresinenses,ficando bem pouquinho para o Piauí, o Enxuga- rato. Pois é contra a torcida de Teresina que os Altos vem de frente. O campeonato  está entre os dois, o River, eterno campeão e os Altos a nova sensação. Bola prá frente !

Descolorado

Foi um grande batalhador mas parou nos Altos de João de Paiva e agora da prefeita. Em pleno mês de abril o 4 de julho não foi um time agosto do torcedor piripiriense nem de cearense como o Sergil Araujo. E no terreiro alheio, Altos, time da prefeita, não teve pena. Deu no time do prefeito. Bem feito !

Amanhã tem jogão !

Atenção, muita atenção! Quarta-feira no Felipão, um jogão! Altos contra o Galo, decisão do campeonato estadual. Não é intermunicipal ! Teresina versus Altos, brigando pela  hegemonia do esporte bretão. É a capital jogando contra sua cidade mais próxima, bem ali. Os torcedores teresinenses devem se se unir porque já foi uma vez Flamengo. Quem puder ir aos Altos que vá torcer pelo Galo que vai jogar no terreiro alheio. Aproveita para saborear a famosa coalhada e tomar caldo de cana. E pode até trazer umas manguinhas que lá neste tempo, tem demais. A torcida riverina não pode deixar de acompanhar seu clube de coração. Avante, riverino. Com bandeira de glória na mão !

Cabeção do Dirceu

O esforçado Gilvan, desportista do Dirceu, contando com apoio da Graça Amorim e do Júlio Arcoverde,agora na Semel, vai fazer   neste sábado que vem, um baita de um torneio de futebol quarentão e sub quinze, cada categoria numa hora. O trabalho do Gilvan é muito importante na atual conjuntura quando o celular é o grande inimigo do desportista porque ele fica mexendo com os dedos e não mexe com os quartos nem prá subir escada e em consequência, fica dando para engordar. É chegado o momento de se colocar  meninos e meninas para  a prática do  desporto. O brasileiro e o piauiense, em particular vem aumentando de peso, conforme as estatísticas, de uma maneira impressionante.

05 de abril de 2019

Temos uma menina defendendo o nome do Piauí no tênis

Ela começou aqui na Academia Radical onde o Fábio “Encina” a jogar com a bola pequena mas conhece tudo sobre o esporte e sabe das coisas.

Estado de emergência

Meus amigos, as aguas estão rolando e o prefeito Firmino Firme decretou na capital, um estado. Estado de emergência. Há quem diga que o nosso Piauí nunca saiu deste estado de ”emergência”, nem no tempo do doutor Alberto quando aqui era “céu aberto” para gregos e baianos. Mas agora, o filho do saudoso pai, Major Mapil, goleiro do segundo quadro do rio Negro e titular do time do Clube dos Tabajaras, o Firmino é titular da prefeitura, já tri-prefeito e decretou estado de emergência na capital em virtude do inverno ter chegado forte demais e as aguas estão rolando e os rios enchendo e Teresina é uma cidade “entre-rios” Parnaíba e Poti e tem um que tem muita raiva de um apelido botado nele que é “Velho Monge” e quanto mais o chamam deste apodo mais ele se zanga e vem com gosto de gás prá cima de Teresina. O outro, rio Poti, não é muito zangado, não. Ele tem as suas enchentes mas fica na dele, a negrada passeando de barco, dando uma de turista. Outro dia o “Vei” Cineas estava todo lampeiro, de binóculos, bermudas, dando aula de “Piauisês” para um bocado de gente que era passageiro da barca do açúcar. Eu até estava, de penetra, junto com dona Vera que é tia da Poliana, uma filha da dona Ana e que é uma assessora cinesiana. E ali, na minha, olhando a beleza de nosso rio, suas margens pouco cuidadas, árvores mal tratadas, a natureza pedindo ao homem que seja mais “Elmano”. E o barco singrava as águas não muito limpas do Poti onde a plebe rude e ignara joga detritos e faz dele um imenso aparelho sanitário. Mas as aguas rolaram e o prefeito decretou “estado de emergência” e o mesmo deveria  fazer para o Lindolfo Monteiro, bastava acrescentar só um “i” no nome. Estádio de Emergência que é o que ele é, diante da situação “pecuária” porque passa o nosso futebol profissional. De cara manutenção, sem dúvida, o Albertão. O Lindolfo Monteiro passaria ser um “estádio de emergência” nesta  gestão do filho ilustre de Barras Brouwn Carcará “Pega mata e come”. E assim, meus  leitorado amado está decretado. Estado de emergência municipal. As águas estão rolando e nossa capital é uma cidade entre-rios.Poti e Parnaíba. “Rio abaixo, rio arriba”...

Um  frangueiro...

Quando um goleiro é ruim a negrada o chama de “frangueiro”. Este rapaz da foto de Assis Fernandes é também um “frangueiro”, mas ele não joga no gol. Ele vende frangos. E só podia ser torcedor do Flamengo. Olhem o boné dele.

As águas rolaram

Gentes boas, as aguas são como as regras menstruais. Quando vem muitas, atrapalham. No caso agora, do nosso futebol, o inverno forte, pesado, molhador, está atrapalhando o desenrolar do campeonato piauiense porque os campos ficam encharcados, tanto o da Prefeitura como do Estado e inverno quando é bom encharca até  campos “elíseus”, isto é, aqueles que foram do Elizeu Aguiar, ex-presidente do River. E agora que estamos com o inverno pegado mesmo, daqui a algum tempo, vamos ter muito milho verde, feijão de corda. Macaxeira e tudo em quanto a terra nos propicia  porque aqui “em se plantando tudo dá”, como disse o primeiro torcedor do Vasco da Gama, o Pedro Álvares Cabral.

Tenista piauiense em alta

Teremos uma menina de Teresina defendendo o nome do seu Estado numa competição. Ela começou aqui na Academia Radical onde o Fábio “Encina” a jogar com a bola pequena mas conhece tudo sobre o esporte e sabe das coisas. Não é boba. 16 anos e tem jeito de quem vai faturar muitas medalhas pela frente. Ela é a primeira piauiense a participar nesta competição e segundo os entendidos pode se dar muito bem porque está enfocada. Fábio Miranda, presidente da entidade maior deste esporte em Teresina faz fé nesta menina. Vamos ficar aqui torcendo por ela porque o Piauí sempre teve bons nomes nesta modalidade. O tênis tem nos projetado mais  do que o futebol.

04 de abril de 2019

Um dos sinais de crescimento de uma cidade é o seu esporte.

E entre os desportos, o futebol é o principal sendo por causa disto chamado de esportes das multidões.

Crescimento

Um dos sinais de crescimento de uma cidade é o seu esporte. E entre os desportos, o futebol é o principal sendo por causa disto chamado de esportes das multidões. E assim sendo, reverendo, pelo andar da carruagem e pelos números auferidos e contados, o futebol dito profissional é um parâmetro dimensional neste nosso pais do carnaval. Senão, vejamos. Rio de Janeiro, São Paulo, na frente e vem o resto atrás, sendo que o nosso Piauí está bem atrás mesmo. Mas tudo bem, vamos que vamos. E o nosso futebol, como é que está, Zé Tatá? Temos  hoje uma competição estadual que reúne três da capital, River, Flamengo e Piauí,um do litoral que é o Parnaiba, um do interior que “vem de Piripiri” e o mais forte hoje, é bem dali, dos Altos de João de Paiva. Daquela terra do grande Carburêto que tem até um Campo Maior e que seria muito Comercial para eles.Não tem um que fique em pé. O que cai... sara e vai-se embora. Meus amigos, o futebol é coisa séria, como diz o “Velho” da velha Cacimba. E assim estamos em pleno mês de abril e já estamos nas semi-finais de um campeonato “cabeça de pato” e estamos assim. Teresina,Altos, Parnaiba e Piripiri, na final. Parecendo mais um intermunicipal. E cadê o Flamengo? Era uma vez, Flamengo? E o nosso Piauizão que já foi tão vibrante ? Ah, amigos, futebol da capital já foi o principal. Agora é sertão ou litoral. E o jeito que tem, o remédio que há é vir de Piripiri lá pertinho do Ceará. E eles, os cearenses vem vindo. Com este Sapinho que veio dando pulinhos no puleiro do Galo. Ele tem a grande responsabilidade de ganhar um campeonato para a capital do Estado do Piauí. Ele que é cearense como eu fui. Ele incita os seus atletas a serem mais agressivos. Deixar de ser “bonzinho”. Tem que ser duro sem ser agressivo. “Chegar junto”. Fungar no cangote do adversário e encarar.Olho no olho. Enfim, ele quer um time guerreiro e vencedor. Vamos aguardar os acontecimentos e torcer pelo único time de Teresina neste certame. Porque Piauí e Flamengo  já  se despediram foi cedo. Deram adeus ás ilusões...

O mestre sempre por perto

Foto: Jailson Soares/ODIA

Sapinho  atento ao lance. É o nosso Galo de Ouro, representante de Teresina no certame estadual. Tem como seus  sérios rivais intermunicipais, times como Altos, Piripiri e Parnaíba. Será que vai cantar de Galo ou vai bater asas? Nunxixabe...Jailson bateu este retrato.

“Estou analisando”

Foi o que disse o técnico dos Altos para a imprensa. Então, ele é um treinador de futebol ou um analista ?

O time está tão em alta que até os treinos são no Albertão, o palco maior de nosso jogo de  bola de primeira divisão. E quem te viu e quem TV, Altos deitando e rolando neste futebol de tigela e meia. Ele, treinador Maurilio Silva, desta família numerosa do doutor Alberto Silva, espalhada no mundo vasto mundo se eu me chamasse Raimundo e tivesse o apelido de Pão. Seria advogado lá em Piripiri. Terra muito boa. Ela lá e eu aqui. Mas estamos evoluindo em matéria de técnicos de futebol. Este aí é um analista de sistemas táticos “responsabiláticos”.

Transexualidade

Rapaz, um negócio que vai dar muito o que falar é este pedido de atletas transexuais no voleibol brasileiro. Gente que nasceu com bilau e depois virou, mudou para o outro lado. Literalmente. O caso é muito sério e ainda vai dar muita manchete porque o corpo humano vem mudando de uns tempos para cá e o sexo mudando também e não adianta querer tapar o sol com uma peneira porque nenhum jogador se acha confortável com um prego na chuteira. Assim sendo, Rosendo, você tem que se adaptar aos novos costumes porque tem borboletas e tem também vagalumes. Que por sinal, aliás, tem luzinha atrás. Dito isto, ponto final. Não falo mais. “Ademam”.

02 de abril de 2019

Não quero acreditar que o futebol do PI tenha sido um primeiro de abril

Porque ontem, folheando os nossos três jornais diários, não vi nenhuma referência, uma só notinha, sobre acontecimentos esportivos de final de semana.

Primeiro de Abril ?

Meus amigos, eu não quero acreditar que o futebol do Piauí tenha sido um primeiro de abril. Porque ontem, folheando os nossos três jornais diários, não vi nenhuma referência, uma só notinha, sobre acontecimentos esportivos de final de semana. Sendo o Brasil, o país do futebol e sendo Teresina, Piauí, Brasil, não se compreende porque numa capital não tem um futebol profissional. É um absurdo, Cabeça de Pato! Numa segunda-feira não saiu em nenhum dos três jornais “diários do” povo ler, nesta Teresina, nenhuma notinha sobre esta atividade diversional e laboral que é o jogo de bola profissional. Nadisca de nada. Nem no prego porque dia de segunda não sai o prego já que no dia de domingo não entra o prego. Mas é verdade que neste dia primeiro de abril, o Flamengo carioca conquistou a Taça Rio. E como quem não tem cão caça com gato e quem não tem gato “enxuga o rato”, o Flamengo carioca é o campeão da Taça Rio, dando no Vasco na cobrança de penais e com isso mantem uma escrita de 31 anos sem o  time cruzmaltino ganhar sempre que vai este time do Flamengo encarar. Rapaz, já é um negócio  que deixa encucado todo torcedor da cruz de malta e pensar que é uma macumba muito grande, de passar tanto tempo sem ganhar uma decisão. O time vai, vai bem mas quando chega na hora de decidir, na hora agá, cadê ele? Diz o filósofo da Cacimba Velha, William Bogea que “futebol é coisa séria”, sendo esta é uma das provas mais cabais até em intermunicipais. Mas rapaz, são 31 anos que o Flamengo vem vencendo as decisões com o Vasco. E 31 anos não são 31 dias que é quando o mês é gordo. Poderão dizer os que vestem camisas pretas e vermelhas: “ Ah,foi nos penaltis...”, assim poderá falar aquele “torcedor urubu” querendo diminuir o mérito do vencedor porque eles são desse estilo. Mas o Vasco conquistou taça Rio e eu como torcedor do alvi-negro Botafogo e como quem não tem cão caça com gato, quem não tem Fogão caça com Vasco e o que não presta é o diabo de nada... Só lembranças...

Numa homenagem

Numa lembrança em vida do colega Bogea, o homem da Cacimba Velha, um retrato dos nossos bons tempos de APCDEP, quando a gente era feliz e não sabia. Vou dizendo os nomes dos que eu me lembro: Eu, Ribinha, Fernando Said, Bogéa, o “menino”, Glaúcio, Marquinho, Pereira, Pedro Tamanco, Valteres e outro menino. Não me lembro desse, Herbet Henrique, também não me lembro desse outro, Loiola, Franklin e Miro. Ah, e a bola.

Futsal

Estou cobrando dos desportistas amadores adeptos do futebol de salão dessa paróquia, noticias sobre suas atividades, principalmente das federações correlata. Volei, basquete, handebol, futsal, tênis, judo até quem não ajudou. Mexam-se. Olhem   para o engorduramento do povo. Gordinho só é bonito quando é pequeno. Já se foi o tempo do “Viva o Gordo”... O futebol de salão que é uma boa opção já foi um esporte muito praticado por nossa juventude nos bons tempos do Verdão e quadra da Policia Militar. Isso foi antes de ser lançado o aparelho celular...

As meninas

Esta cobrança também é dirigida ao sexo bonito que não tem nada de frágil. Elas agora estão mais preocupadas com suas cabeleiras e quanto mais o cabelo é complicado, mais ele anda assanhado. Meninas, vamos praticar esportes. Onde estão os campeonatos de vocês? Não vale campeonato de comidas, de quem sabe cozinhar melhor e de quem come mais pão de ló. Vamos ao esporte de pé ou de mão. Experimente fazer sua caminhada sem seu celular. Você já não faz sem o namorado, sem o seu marido? Então faça sem o seu telefone. Experimente e verá que é mais confortável. E seu bumbum fica mais vistoso.

29 de março de 2019

Há quem diga que futebol não tem lógica

Verdade ou não, a lógica quando quanto mais antiga mais antológica

A lógica

Há quem diga que futebol não tem lógica. Isto é mais antigo do que  caminhar de costas mas  há ou bê  quem duvide. Verdade ou não, a lógica quando  quanto mais antiga mais antológica. E  no caso em tela, o nosso “rame-rame”, o ludopédio(jogo de bola) com os pés, comumente  denominado de futebol  já foi taxado e batizado como uma coisa séria, pelo centurião da Cacimba Velha conhecido como  o “Vei Bogéa”,uma das relíquias deste futebol de “meia tigela”. E como estamos no tempo das vacas magras, o jogo entre River e Piauí, no Albertão, em noite de quarta-feira, teve um placar magro, um zero a zero. E sem a menor Graça, Amorim. E por falar nela, está dando a maior bola para o pé na bola no Dirceu Dois. Lá no campo do Lucidão, dá bola, troféu e ainda apaga dindim para a gurizada em estado de graça. Gilvan Cabeção não para, numa atividade  danada, é muito menino, tem que fazer as coisas  “direito” e é jogo sábado de tarde, domingo de  manhã, nem tem tempo nem de ir para a missa.  E assim sendo, a comunidade está   prestigiando o evento, os pais e mães  comparecendo dando apoios aos filhos porque o esporte é o maior amigo do jovem e o jogo de bola é o mais procurado  por nós somos o pais do futebol, de Pelé e Garrincha. Ora bolas ! E vamos que vamos na trajectória dos noventa e eu já passei dos oitenta. E estou em plena prima Vera. Mas vamos prá frente que atrás vem gente e neste Piauí até o refresco é quente. E o time da prefeita  altina foi ao litoral e  se deu mal. Apanhou do Parná. Um dois a zero  cruel. Voltou com gosto de sal.Amargo. Não é assim que a prefeita quer.  Já em Piripiri, o Flamengo foi só  dar os pontos para o Luiz “Menez” e voltou de lá desclassificado em gênero, numero e grau. Nada mais tendo a fazer é juntar nos panos de quartos e  guardar pra a próxima jornada porque desta  vez  não teve sorte e nem diretoria. E ficaram os quatro  clubes, uma espécie de mini-intermunicipal  com a nossa capital. Teresina,Parnaiba, Altos e Piripiri.O sertão e o litoral. Flamengo e Piauí deram “adeus ás ilusões”.

Naquele tempo...

Quando eu era repórter  de pista  da Rádio Difusora, Chico Magro era o carregador da mala de som, Henry Nelson era  meu  colega e Afonso Amorim, “fi do Napoleão” era  gandula e o juiz era o cearense Aderson Julião.Estádio Lindolfo Monteiro.

Copa sub15 do Dirceu

No Dirceu II, o Cabeção faz um torneio porreta de futebol sub15 com Escolinha do Bebeto,Esperança, Atletas do Futuro, do Real, do B.S.C, Dirceu I , Náutico, Prata de Casa, Manoel Evangelista  e Mônico, Já nos quarentão ele conta com Bonsucesso, Força Azul, Taguatu, Real Madrid, Parque Jurema Cruzeiro, Dirceu e Rio Branco.  Tem jogo sábado de tarde, tem domingo de manhã que o “Cabeça” é  um danado nessa movimentação do  futebol, a única coisa  que ainda faz  o camarada  largar o telefone celular. E ainda tem peladeiro que  só quer jogar  com o aparelho no bolso do calção. On line.

Semi-finais

Então a coisa ficou assim  neste futebol nosso de cada dia. Teresina (River), Parnaiba,Piripiri e Altos. Flamengo e Pìauí, despachados. De férias  antecipadas. Quem os viu quem os vê... E nem se vê mais porque tem time que nem sede tem hoje em dia, dona Maria. Não  vou escrever o seu nome para  não ferir susceptibilidade rubro-negras. Porque a bola rola e este amigo de vocês não enrola. E qual é que é a diferença entre a caçarola e a caça rola? Podereis até dizer que é de assento mais  eu não me  sento e nem me sinto tentado a sentar nem aqui nem acolá. E só nos resta, teresinenses, levantar a  bandeira tricolor, avante riverinos!

28 de março de 2019

Mais mulheres do que homens praticam o boxe em Teresina

O campeonato Piauiense de Boxe, acontece sábado que vem, começando às cinco da tarde, no Verdão,

Bofete feminino

Meus amigos, o esporte de bofete que é o chamado boxe, é praticado em Teresina, cidade menina, mais por mulher do que por homem. Acho que é até uma maneira delas se munirem de defesa, porque o boxe deixa a dona Maria com aquela disposição de dar em “bebum” enxerido que não pode ver uma mulher sozinha que já vem com saliência. É o campeonato Piauiense de Boxe, sábado que vem, começando às cinco da tarde, no Verdão, aquele ginásio esportivo anexo ao bar do Assis, vizinho à Semel. No meio dos murros e bofetes, o sexo feminino entra no meio e terá duas lutas entre o sexo frágil. 19 lutas dos homens e vai ser tapa no meio da canela. É o primeiro circuito do profissional, a categoria. Não sei como é profissão, se é apostando, porque de rendas de bilheteria eu não faço fé. O certo é que existe uma federação séria que organiza as competições. Gente muito esforçada na modalidade tão pouco prestigiada nesta capital. Sob o comando de Marcos Oliveira, a federação de Boxe luta por espaço na mídia porque a propaganda é a alma do negócio. A nossa capital é carente de atividades esportivas que tirem as pessoas de suas casas  para o divertimento. Agora, na  época do telefone celular, as pessoas se “enlocam” mais do que antes. Estão gastando mais calças do que camisas e os dedos estão até perdendo as impressões digitais. Só do cara ficar alisando o aparelho. Mas vamos ao  campeonato de boxe que é bissexual, isto é, praticado pelos dois sexos majoritários. Será a primeira etapa do esporte do tapa. O local é o ginásio Fortes, no Horto Florestal da nossa capital. Começa às cinco da tarde e vai até acabar as lutas todas que são vinte e uma “brigas”. Para quem gosta de confusão é um prato cheio. Diz a Pamella Maranhão que é a primeira etapa e eu digo que é tapa que não acaba mais. A segunda fase deste campeonato de bofete vai ser na Parnaíba, terra de Mão Santa. E assim a bola rola, este cronista não enrola, e a bebida da curriola é coca-cola. E aqui já teve um jogador de bola chamado Mariola...

Conciliabulistas...

Amigos, um sexteto indo e voltando. Componentes da associação secreta civil Conciliábulo. Josimar, Candinho, Chico Deletério, Eu, Mozart de Campo Maior e Hermeto Ceará. Gente da maior qualidade.

Uma coisinha de sal

O nosso  maior representante no futebol profissional, Altos de João de Paiva, ainda não tirou o dedo nesta competição chamada Copa do Nordeste. Só conseguiu dois empatezinhos lheguelés, uns míseros dois pontos na tabela desta Copa do Nordeste. Nos seus sete jogos perdeu cinco e empatou dois e ele ainda não ganhou nadica de nada. E é porque tem o nome de Altos. Faça idéia de  fosse “Baixos”. Vou dizer para vocês que desde que eu me entendo de gente aqui neste Piauí nunca vi uma fase tão “pecuária” no futebol “cabeça de cuia”. Uma verdadeira “seca”.

Torcer por ele

Hoje, a nossa obrigação como piauiense é torcer pelo seu representante legal no desporto nacional. E Quem é? Será o River, o “eterno campeão?” Será o “Piauizão Vibrante”? Ou uma vez Flamengo, cadê o Flamengo ? Ou ele vem das praias brancas de Parnaíba ou bem dali, entre Altos e baixos? Ou ele vem de Piripiri? Nunxixabe. O que importa é que nós, piauienses, temos que ter um embaixador, um representante legal no futebol nacional e como quem não tem cão caça com gato, quem não tem gato caça com rato e Chico Rato é o nosso lídimo representante na imprensa brasileira, o presidente da APCDEP.

27 de março de 2019

Você vive no modo 5 x 2? Do excelente livro de Francy Carmem.

“O que você faria até de graça e ainda estaria feliz?” Para mim era jogar uns dez minutos com a camisa do Botafogo, no time titular, no Albertão. Os meus sonhos são mais fortes do que os meus medos.

Cinco a dois

Você vive no  modo 5 x 2? Um escore bastante dilatado em se tratando de futebol. Uma goleada. Quem foi que deu esta lavagem , quem deu em quem ? Sim, você pode ! Reflexões para uma vida de resultados, um livro de Francy Carmem que ela deu á Biá que é  “Bokar” e estando  aqui em cima da mesa foi folhear e me  tocar. Diz que que sua leitura desperta  vontade de ir mais além eu me lembro que “além, muito além daquele  serra que ainda azula no horizonte  nasceu Iracema. Iracema, a virgem dos lábios de mel que tinha o cabelo mais  preto do que a asa da graúna”, segundo meu   famoso conterrâneo José de Alencar. E levando o barco para o lado esportivo: Você vive no modo 5 x 2? Indaga a autora, ás páginas 99 e eu fiquei intrigado com este escore que no futebol já é uma goleada.  5 x 2. Ela pergunta lhe “Você vive no modo 5x2?” Você encara uma segunda-feira com desânimo e já fica sonhando com o próximo final de semana? E aí, ela  não fala que final de semana é  dia de  futebol e praia com  mulher e sol. E assim sendo, reverendo, o “modo 5 x 2”  é  um  improdutivo também  frustrante porque   já nos cinco você fica de quatro.  E matematicamente falando,você noves fora nada, nada e acaba morrendo afogada. Natação é  um esporte  dos mais úteis porque é  um “salva-vidas”, vidas como dizia Charles Chaplin  “ São vidas que se apagam a sorrir... é em  vão tentar os outros iludir... o amor que se foi não voltará jamais...  E  este esporte  é praticado  em  mares,  piscinas, rios e lagoas e por muitas  pessoas  dentro ou não, porque  até nove fora... nada. Mas a autora  nos indaga :” Você vive no modo 5 x 2?”, “Você encara a segunda-feira com desânimo e fica sonhando com o próximo final de semana? Talvez, você precise encontrar um sentido maior para aquilo que você  faz de segunda  sexta ou, até mesmo, mudar de profissão. “Não existe produção com qualidade quando não se realiza aquilo que nos faz brilhar os olhos.” É por isto que  quando eu venho para o jornal eu ponho colírio nos meus olhos.” ‘E quem não tem colírio usa os  óculos escuros”.

Você vive no modo 5 x 2?

Do excelente livro de Francy Carmem.

“O que você  faria até de graça e ainda estaria feliz?” Para mim era jogar uns dez minutos com a camisa do Botafogo, no time titular, no Albertão. Os meus  sonhos são mais fortes do que os meus medos.

Ainda não ...

Meus amigos, sendo “futebol uma coisa séria”, é também uma coisa  gozada porque o que  “dá prá rir, dá prá prá chorar” e assim a bola rola e este escrevinhador não enrola e até hoje a merenda mais gostosa  é cuscuz com coca-cola. Aliás hoje em dia         tem muita gente  comendo cuscuz  mas eu prefiro  tapioca que é feita   da raiz da  mandioca. Acompanhada de uma paçoca. Mas deixemos  de fofoca e vamos aos fatos  que escorridos viram tripas. Nossa  representante maior, a agremiação dos Altos de João de Paiva está sem dar uma dentro nesta Copa do Nordeste. Dois empates, cinco tacas, está como aquela música  sertaneja, diz Assis Fernandes, natural da Paraiba: “Só prá cumprir tabela”.

No dia 30

Neste sábado  que vem, o Altos (e baixos) cumpre tabela nesta Copa do Nordeste quando jogará contra  o  CSA das Alagoas mas antes ele vai atuar contra o Parnaiba, lá no campo  do Mão Santa pelo campeonato nosso e o jogo vai servir de treino apronto.  O futebol da capital atravessa a sua  mais  terrível fase, onde o menos ruim é o River  e está daquele jeito. Quem ainda joga em nome deste Estado de  necessidade é  o clube   do litoral e outro do interior. E para completar, a direção deste desporto está na maõs e garras de um  gavião. Segundo o poeta João do Vale na sua canção popular, Carcará  é um “ bicho que pega, mata e come... só não vai é morrer de fome...” Mas a bola rola e este escriba não enrola e  o melhor lugar de menino é na escola.

20 de março de 2019

Não, gentes boas, não irei falar sobre as senhoras  da cidade de Miolinho

Não, gentes boas, não irei falar sobre as senhoras da cidade de Miolinho

Quero me reportar a uma competição aberta na terra de Warton Santos e que deixou o futebol para trás.

As Damas de Picos

Não, gentes boas, não irei falar sobre as senhoras  da cidade de Miolinho. Prendadas madames picoenses. Quero me reportar a uma competição aberta na terra de Warton Santos e que deixou o futebol para trás. O jogo  com os pés  está perdendo pro prélio com as mãos e com a cabeça porque os dedos fazem o  que a cuca manda e no futebol só quem pode pegar com as mãos é o goleiro.E para fiscalizar e punir com uma pena tem o árbitro de  campo, o chamado juiz de  futebol. É uma profissão assaz, muito ingrata porque o cidadão investido nesta função, o menor nome que  leva é o de ladrão. Mas deixa  isto para lá e vamos falar num negócio que é esporte da cabeça, não é  de bola, com o pé ou a   mão, nem de campo nem de salão. É um mexe dedos. E os dedos fazem o que a cabeça manda. Trata-se do conhecido” Jogo de Damas”. Por sinal que é praticado mais pelos  cavalheiros. As damas ficam só  na beiradas torcendo pelos seus maridos ou “ficantes”. Mas nos Picos de Miolinho foi realizado o primeiro campeonato de Damas   que recebeu o nome do ex edil picoense Dagoberto Rocha ,um apaixonado  por este jogo dedálico. Veio gente de todo canto, até do Ceará e tinha muito idoso e no meio deles, um  coroa de 89 anos, o seu   Ismar, dos Picos, que disse que desde os dez anos que mexe  com a pedras da dama  e agora não mas antigamente mexia  também  com as mulheres damas. E assim  num  clima de saudosismo e alegria, transcorreu esta bela competição de  jogo de  damas entre cavalheiros de mais de setenta anos, os chamados decanos. Era gente de  vários estados deste Brasil  varonil descoberto  no dia  21 de abril. E assim foi o primeiro ”OPenpi” e espero que venha a se repetir e que surjam outros por aí. O campeão foi o Allan Iggor que recebeu troféu e quinhentos “paus”. Chico  Marcelo ficou em segundo lugar e levou  um troféu e  350 reais. Robério  , o terceiro, um troféu e duzentim. Mauro Pereira  ficou nos “quartos” e  mordeu cento e vinte uma medalha e Franco Alexander, uma medalha e  mais  cinquentinha. O evento cultural aconteceu no Boteco Da Chicosa lá no Canto da Várzea e ela lavou a burra  e vendeu foi muita cerveja.

Mestre  Salim

Uma das  figuras do meu próximo livro (Os Cearenses em Therezina). Sargento Salim. Na vida civil era  um líder religioso e tinha numerosos adeptos como se vê nesta foto num dia de Iemanjá. Líder da torcida do Flamengo de Teresina. Saravá !

Vamos caminhar ?

A Caixa Econômica está chamando  o povo para se mexer.  No dia 19 de março vai acontecer uma corrida e uma caminhada para andantes para cadeirantes. É a  “onzima”. Para participar tem que se inscrever, não é assim na tora, chegar na hora, meter os peitos e sair correndo. É organizado. Quem  está organizando é o pessoal da APCEF,ali na praça do Liceu e também na sede a presidente Kennedy. Eu vou me inscrever porque estou beleza dos  joelhos e até correndo atrás do prejuízo. Aconselho  aos da minha  época para   não esmorecer e está sempre alerta como escoteiro. A idade é a gente que faz. E eu não nego minha idade. Sempre que me perguntam eu  respondo, na hora: Sim. Faço sessenta e nove.

Por um “Bom Preço"?

Os  desportistas  piauienses  mais veteranos  sempre falam sobre o que se tinha e o que não se tem mais como  aquela vontade  dos tempos de rapaz.  Fala-se  do River   Atlético Clube, o mais famoso de todos , o  conhecido Galo  Carijó que era dono daquela  gleba ali perto do colégio de tia Aldinha. Uma coisa curiosa é que  nos locais  onde  eram  localizados nossos  clubes tradicionais, River, Flamengo e Piauí hoje  estão os supermercados mais abastados, os mais  endinheirados. Ironia do destino porque os times estão   todos os três  lascados e mal pagos.Os nossos  River, Flamengo e Piauí  entraram numa taca  grande. Uma tacadão !

Cadê nosso futsal?

O futebol de salão  de Teresina  que já teve seu tempo áureo com Banespa, CipaL, Benfica, AABB, Rio Negro, Flamengo, River, Piauí e outros  menos lembrados, agora mesmo é que está abafado. Não se ouve mais falar   em  competições desta modalidade, um esporte que era  a moda  da cidade e as quadras  da PM  do Verão ou do SESC ou AABB eram lotadas com a mocidade  sadia. Tempo em que não  havia este “engordurante” chamado  telefone celular. Necessário se faz que órgãos do governo ou município  promovam ações  para o incentivo e  desenvolvimento do esporte de bola em Teresina. Porque esporte é vida,  luz ,energia, é vontade de viver.

19 de março de 2019

O celular hoje é um engordurante. Mexa-se!

Quando for praticar sua caminhada não leve o celular porque ele vai tomar para você parar. E engordar.

Reação

Meus amigos, estou convocando todos os desportistas deste nosso Piauí terra querida para uma reação a este estado de inanição que vem tomando conta de nossos desportistas, todos rendidos ao celular. Esta acomodação física, que vai desde o menino ao idoso, este sentar e dedilhar, e se esquecer do mundo vasto mundo se eu me chamasse Raimundo morava em Piripiri e seria chamado de doutor Raimundo Pão. Porque o esporte é vida, é ação e reação, movimentação. Temos várias modalidades esportivas e dentre elas, o pebol é a mais usada porque somos “o pais do futebol”, condição reconhecida por gregos e baianos. Mas estou sentindo que o nosso povo, nossa guapa juventude, principalmente, está se descuidando desta atenção que tem ao esporte bretão e em consequência disto vem o engorduramento, porque o corpo tem que se exercitar, queimar calorias, tudo se resume no “mexa-se”. Até no ato de dançar, você pode suar e os franceses já nos aconselhavam: “É bom suar”. Mas estamos no tempo do celular e este aparelho veio para deixar todo mundo gordo. Porque ninguém corre nem para dar recado. Basta teclar no bichinho e ele  diz tudo no ouvido da outra pessoa e pode ser até o doutor Pessoa que entende tudo bem direitinho. Rapaz, é o progresso, você concorda? E estamos numa fase de engorda. Nosso povo nem caminhando está mais. As presenças na margens dos rios, ruas e praças, de pessoas se exercitando estão cada dia menores. E na maioria das vezes, elas vão andando e teclando e nem se importam com quem vai passando ou deixa de passar. Porque já dizem por aí e isto veio do Ceará: o melhor amigo do homem é o telefone celular. E entre as suas inúmeras vantagens e desvantagens no ato de usar vem o modo mais rápido de  engordar. Porque com ele ao seu alcance nem o mais ativo repórter corre, literalmente, atrás da notícia. Ela vem limpa, leve e solta pelo celular e é só você pegar.Escutar. E assim sendo, seu Rosendo, o celular hoje é um engordurante. Mexa-se! Quando for praticar sua caminhada não leve o celular porque ele vai tomar para você parar. E engordar.

Professor  Zaqueu

Neste tempo não tinha celular e os meninos gostavam de jogar. Olhem aí os meninos do professor Zaqueu, do Colégio Sinopse. A foto foi da Foco Studio Produções.

Sara machucou-se

Rapaz, a nossa menina de ouro, a Sarah com agá, não se deu bem desta vez, lá pela Rússia. Lutou, lutou, deu mas também apanhou, e acabou sendo desclassificada neste torneio deste esporte de agarrado que eu não gosto. Briga feia. E ainda tem uns gritos pelo meio para poder assustar a pessoa. Mas a vida é mesma assim e “algum tem que perder para outro entrar no jogo”, diz a canção popular. E Sarinha machucou-se e caiu fora da competição. Fazer o quê? Agora é levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima, como diz a canção popular. Porque a vida é um perde e ganha. Tanto aqui como na Alemanha.

Prá Brasília

O presidente da Federação de futebol do Piauí foi pra Brasília, me informa o Beto Loyola, que é do Alto Longá. Brauw Carcará. Deve ter ido atrás de recurso, diz o cronista social. De fato, o nosso pebol está precisando mesmo, e já de muitos recursos, porque a maré não está para mandin nem pacunaré. O futebol piauiense precisa urgentemente de uma repaginação, de uma mudança  radical porque  senão a vaca  vai para o Brejo, ali no Maranhão. O mar  não está para peixe por isso ninguém quer mais pescar.  Mas todo mundo é apaixonado pelo telefone celular. Vamos aguardar o que  nos trará o Carcará.

16 de março de 2019

Eu fui o único que falou do futebol nosso de cada dia

Eu fui o único que falou do futebol nosso de cada dia

Os outros coleguinhas escribas não deram uma única notinha só. Nem do-ré-mi nem fa-la-sol sobre nosso pobre futebol.

O único

Meus amigos, eu quero  me congratular comigo mesmo por um feito bem feito. Dos escrevedores em jornal da capital, Teresina, Piauí, eu fui o único que falou do futebol nosso de cada dia, ontem nos diários, o rame-rame, como falava o saudoso coronel Miranda. Os outros coleguinhas escribas não deram uma única notinha só. Nem do-ré-mi nem fa-la-sol sobre nosso pobre futebol. Eu fiz o “dever de casa” e isto me deixa contente e feliz, porque diz o filósofo da Cacimba Velha, William Bogea: “Meus amigos, futebol é coisa séria”. Eu sei que o tempo está escasso nesta atividade esportiva e laboral, mas eu quero ser um dos últimos a moer cana, já que não posso ser o último dos moicanos. E assim sendo, reverendo, a bola rola e este escriba não enrola, e a melhor merenda do mundo é comer um pastel de Maria Divina com Coca-cola. Ora, direis, o que é que tem o fundo com as calças e responderei: o sentar. O jeito de sentar ou de caminhar, diz em qual time você vai jogar. Agora, mais do que nunca os teresinenses estão precisando de movimentação esportiva, entrar naquela de “mexa-se!”. A nossa mocidade hoje está entregue ao celular. É uma coisa impressionante. Vai desde a infância porque o pivete já nasce com os olhos procurando a telinha do aparelho.Já vi fotos de mãe sofrendo as cores do parto e segurando o telefone mostrando sua paridagem. Assim  sendo, reverendo, temos que reconhecer o papel importante, hoje, desta coisa fundamental nas nossas vidas, sua majestade, o telefone celular. E no esporte, principalmente no futebol, a sua eficácia é indiscutível. Tomou até função do massagista de time   que era a de dar o recado ao jogador dentro do campo. Agora, o atleta pode até atuar “plungado” e ficar só recebendo as mensagens porque estamos no auge da comunicação e quem “não se comunica se trumbica” dizia o saudoso Abelardo Barbosa, o Chacrinha. Na mais pobre pelada, o aparho  que escuta e fala que está presente, seja num modelo “peba” ou num dum destes que parecem um livro. E assim, o telefone celular tomou até o lugar do massagista que transmitia a mensagem do técnico ao jogador dentro  e campo. É a tecnologia chegando ao esporte mais intensamente  ao futebol esta atividade esportiva que gira em torno de uma bola que é redonda como a terra que também gira. E o mundo, vasto mundo, roda porque até a pomba gira...

Um senhor treinador

O doutor Roberto Veloso, ex-presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil, era o treinador deste time aí da dona Carmem Frazão, da Stela Turismo. Esta foto aí foi no Clube dos Economiários. Foram campeões. Eram felizes e não sabiam...

No Almeidão

E já neste sábado, nosso belo representante nesta Copa do Nordeste, a Sociedade Esportiva de Altos, de João de Paiva, vai atuar contra o Toca Fogo da Paraíba, lá na terra dele. Vai ser uma parada dura para o clube da prefeita, porque os cabras lá não alisam os piauienses como nós alisamos os paraibanos aqui. E o nosso representante único em ação, por hora, no cenário brasileiro, é este time de Altos. Os da capital, vou te contar... E como não tem tu vai tu mesmo, temos que vestir a camisa do clube altino. Homem, mulher ou menino. O jogo é fora do Piauí. E vamos ficar  torcendo daqui.

“Emponderadas”

As atividades esportivas na área feminina de nossa Teresina precisam se movimentar. A prática frequente do esporte é muito  importa nesta época em que a alimentação é muito doce e o engorduramento é uma consequência natural. A falta de uma atividade física promove uma mudança química ou fisionômica porque a pessoa fica com cara de lesada e chama até atenção dos vigaristas, os aplicadores de golpe 171. É preciso ficar ligado ou ligada, porque estamos no tempo da “enrolada”. Todo cuidado é pouco e em casa de ”cabôco”, um é pouco, dois é bom e três é demais... Meninas, mexam-se ...

Futsal

Estou sentindo falta da movimentação esportiva desta atividade de bola que é o futebol de salão. Não vejo mais aqueles jovens interessados nesta prática tão salutar que só perde para “namorar”. Sim, porque depois do “jogar” só tem o namorar mesmo. Você pode até argumentar que tem o telefone celular mas aquele aparelho é um meio sem fio e não um fim. Seja na Cacimba Velha ou na Avenida Frei Serafim. Eu digo isto por mim. Sim, mas a nossa mocidade e até a maioridade precisam muito de esporte de quadra, uma área de certa forma precária. O esporte de quadra desta capital anda sumido e isto é muito ruim.

15 de março de 2019

A agremiação altoense de futebol fez o seu dever de casa

Surrou o Flamengo pelo marcador de 4 a 2. Foi uma taca média, quase uma goleada que foi atenuada por causa do dois gols recebidos.

Dever de casa

A agremiação altoense de futebol, o representante deste Estado em competições nacionais, fez o seu dever de casa quando surrou o Flamengo  pelo marcador de 4 a 2. Foi uma taca média, quase uma goleada que foi atenuada por causa do dois gols recebidos. Se tivesse sido ”a zero” é que era goleada. Embora a perda de pontos no certame não leve em consideração o placar mas tem o lado moral e uma goleada, meus amigos, é sempre uma goleada. É como o sujeito apanhar na cara. E se for uma taca de mulher é muito pior ainda. Na realidade, perder nunca foi coisa boa em qualquer atividade. Raras exceções como “perder o medo”, perder a vergonha. Mas nossa própria vida é um eterno perde e ganha e no campo da vida a bola rola para gregos e baianos. Mas eu falava da taca que o time da prefeita deu no nosso Flamengo do Everaldo Ducha e que tem até uma casa lá nos Altos de João de Paiva. Sim, o nosso Menguinho caiu de quatro e isto não é nada bom para uma agremiação de tanto nome no pebol cabeça de cuia. Tudo bem que o nosso rubro-negro vem lutando com muitas dificuldades de sobrevida porque a situação não está nada boa nem para gregos e baianos. O grande dilema, o problema capital é a falta de capital que deixa muita gente num “estado” de nervos ruim. Não se sabe se é melhor ficar ou “pior ir” pro Ceará. E assim a bola rola, este cronista não enrola e o tempo bom era aquel em queo meio de Campo do River era Giri, Derivaldo e Mariola. Mas agora o nosso “River” é o Altos e temos que se conformar e por este time vibrar. E vamos torcer por ele nesta Copa do Nordeste quando joga com o Botafogo da Paraiba, terra de cabra da peste. E assim, a bola rola e este escriba não enrola e sejamos todos Altinos na falta  de um  modelo próprio.” Quando não tem tu vai tu mesmo”.

Nosso time

“Quando não tem tu vai tu mesmo”, e a nossa capital não tem nem River nem Flamengo nem Piauí como campeão do Estado e quem vai é o arrumado esquadrão da cidade vizinha que vem honrando a camisa da terra da Elvira.

Fagep informa...

Estou sentindo falta deste “dizer” no som do Albertão que agora só tem imagem. O som acabou. Servia pra dar os avisos de coisas perdidas no campo do governo estadual. Até menino perdido. E o“ Fagep informa” era aguardado pelo público como se fosse o “seu gosto na berlinda” de Roque Moreira na Rádio Pioneira.Naquel tempo não existia nem celular. Era o “orelhão” parta escutar. Nunca mais se ouviu falar o “Fagep informa” e acho que neste tempo de internet e celular, serviço de som é melhor calar. A bola rola, este escriba não enrola e melhor refrigerante ainda é a Coca Cola.

Federações

As entidades esportivas que cuidam do jogo de bola em quadras cobertas ou descobertas, chamadas federações andam meias que  recolhidas a uma paralização total. O telefone celular que deveria servir pra comunicar, serve é para isolar porque vem concorrendo com as atividades do desporto e levando nítida vantagem. Menino que dormia com a bola na cama, hoje adormece é com o aparelho transmissor de mensagens e quem era craque na bola, agora , aqui ou  no Iraque, hoje é dedo vivo no zapzap, seja aqui ou em Maranguape. Em Teresina, as federações estão sem ações. Em campos  maduros ou “Verdões.

14 de março de 2019

O futebol brasileiro perdeu um dos maiores nomes da cartolagem

Amado pelos vascaínos e não querido pelos seus mais ferrenhos adversários, como flamenguistas, tricolores e porque não dizer também os botafoguenses

Mais um

Meus amigos, o futebol brasileiro acaba de perder um dos maiores nomes do setor cartolagem. Muito discutido, polêmico, fez do Vasco da Gama sua catedral. Amado pelos vascaínos e não querido pelos seus mais ferrenhos adversários, como flamenguistas, tricolores e porque não dizer também os botafoguenses. Porque futebol, meus amigos, é coisa séria, e tem os prós e os contras, porque até lá dentro de campo tem gol a favor e gol contra. Mas morreu Eurico, que ainda deve ser parente do pessoal do jornal  aqui, que é também Miranda. E no retrato de Ricardo Borges, da Folha, ele mostra as mãos limpas. E assim sendo para ele, o jogo  acabou. Foram 52 anos de vida dedicados ao clube da colina, e ele dizia que era por amor à instituição. E assim, as grandes paixões por clubes vão se acabando e temos bons exemplos de bons cartolas entre nós, como Tote pelo Flamengo, Pintinho pelo River, Reinado Ferreira pelo Piauí, Bibio pelo Auto Esporte, Zé Palitó pelo Artístico, Ismael Santana pelo Rio Negro, Belchior Barros pelo Fluminense, Carlos Alelaf pelo Parnaíba, Luis “Menez”  pelo 4 de Julho de Piripiri, Maninho pelas Barras, Warton Santos pelos Picos,César Melo pelo Comercial e Chico pelo Caiçara de Campo Maior. As torcidas vão se destorcendo e viram  destorcidas. O tempo passa, a bola rola e este escriba não enrola. E de repente, não mais que de repente, uma Fagep dessas  da vida é entregue a um indivíduo  assaz competente para  promover esporte prá gente. E a bola rola e este escriba não enrola. Porque o caçador caça rola e o mestre Cuca caça rola. Tudo é uma questão de acento. Acento agudo ou a mudo ? Ah, gentes boas, estamos em época de Brown Carcará presidindo esta Federação de Futebol do Piauí, sucessor de Cesarino Oliveira, de saudosa memória. Ah, mas o presidente do Vasco viajou, Eurico já era e a vida continua. É um campeonato onde cada um de nós é um jogador ou  um expectador. Uns jogam dois tempos e ainda tem prorrogação. Outros deixam o campo antes do seu tempo regulamentar. Ou por cansaço, uma contusão ou uma expulsão. Uns não conseguem nem vestir a camisa e entrar em campo. E Assim, a vida  continua. Como uma partida de futebol. Que pode ir até aos noventa, que é o tempo regulamentar” Ou sair antes por questão de saúde ou disciplinar. Mas a bola rola e este escriba não enrola. Vejam o caso do Eurico Miranda, viajou aos setenta e quatro minutos do tempo regulamentar que é noventa. Comparando com o futebol, cada minuto em campo é um ano de vida, na gente. Deus fez tudo bem feito. Depois dos noventa anos, aí já é prorrogação...

Viajou aos 74 minutos...

O eterno-presidente do Vasco da Gama, figura polêmica do futebol brasileiro, fez a sua última viagem, vítima de doença  invencível. Foram cinquenta anos de vascainidade.

Galo nas cabeças

A riverinada se sente numa boa porque o time tricolor agora canta de Galo no campeonato estadual. A taca aplicada na equipe de Piripiri, um 3 a 0 escrachante, rapaz, não é surra que se aplique em time de prefeito nenhum. Depois desta sova tridimensional, a agremiação de Luiz Menezes vai ver se desconta a pisa em cima do Flamengo do Everaldo, porque a partida vai ser mesmo no cocho, no campo deles, e Sergil Araújo já prepara uma torcida com charanga e tudo, muito milho verde assado e cozido, com aproveitamento total dos respectivos sabugos. Depois...

Esporte de  quadra

Nossos clubes amadores, praticantes de vôlei, basquete, futsal e outros esportes parecidos, sentem falta de espaço apropriado para praticar o jogo de bola, alegando falta de quadras. Na realidade, estamos sentindo a falta desta atividade esportiva no seio de nossa mocidade e também nos chamados idosos, agora todos voltados a praticar o zapzap, um mexe-mexe dos dedos desgramado. E tem uns dores nos pescoços, o tempo todo curvado olhando para o celular que hoje pode ser considerado o melhor amigo do homem. E com uma vantagem? Não pede dinheiro emprestado...

12 de março de 2019

O tricolor está na cabeça do campeonato cabeça de pato

O tricolor está na cabeça do campeonato cabeça de pato

Agora o time do Carlos Said está na liderança do certame com 17 pontos na frente dos outros

Galo na cabeça

Gentes boas, o tricolor está na cabeça do campeonato cabeça de pato.Deu no time de Piripiri com uma meia goleada que foi 3 a 0. No futebol, um é pouco, dois é bom e três é meia-goleada.O time de Luis “Menez” está ficando freguês. Apanhando de três. Agora o time do Carlos Said está na liderança do certame com 17 pontos na frente dos outros. Vai passar uma semana sem jogar e só no dia 20 deste é que vai encarar  o time da prefeita de Altos. Aí vai ser um duelo quente porque a equipe altina vem embalada e não vai nem querer saber se o Galo é carijó ou pedrêz.Quer é dar de três. O tricolor de Sheila Viana está voltando aos seus velhos tempos quando cantava realmente de Galo. Nos tempos de seu Raimundo Viana, Afrânio Nunes, Melão, Zeneto Ribeiro, Pedão e dona Maria do Buchão. No tempo em que o desportista do Piauí era feliz e não sabia. Era no tempo em que todo cego tinha a sua Maria da Guia. Hoje é uma galera calada e fria. E para ir ao jogo de futebol ainda tem dia... Mas o Galo ainda está cantando no seu terreiro, e todo mês começa no dia primeiro e gente não, mais dinheiro quando chega o dia derradeiro. Mas estão indo “avante, os riverinos com a bandeira de glória na mão"". Assume a liderança o tricolor, “eterno-campeão”, agora sob nova gestão. E o povo fica me perguntado na rua: “Garrincha, cadê o Flamengo?". E eu fico com cara de mamulengo. Porém, o Galo canta e o macaco assobia, e quem sofre mais é pobre do vigia. Ora, direis, estais tergiversando e eu vos direi mais: estou embromando. O problema é que futebol é um dilema e o gol é seu eterno tema. O jogo sem um gol é um namoro sem beijo, um poeta sem lampejo e cego sem  realejo, uma cama com percevejo. Mas no caso em tela, o River aplicou uma meia goleada no time municipal de Altos pelo escore de três a zero que é uma taca de “responsa”, e a agremiação da cidade vizinha, terra de Elvira Raulino, e onde o Toni Rodrigues é vereador. “O Altos” é a maior folha de pagamento do pebol piauiense. O plantel foi composto para jogo de “Nordestão” prá cima. O treinador de plantão na “terra da manga”, deve  ficar  “esperto” e não fazer  despesa confiando no fim do mês... Futebol é  uma caixinha de surpresas e sem fundos de garantia...

Eis o Galo

Jaílson Soares tirou o retrato do plantel tricolor, o Galo, antes de entrar na rinha para enfrentar o time do marido da prefeita dos Altos, o João de Paiva. Uma pena, porque tinha pouca gente para ver o jogo... É a fase...

Jogo de quadra

Uma atividade que  sumiu, praticamente, do dia a dia da nossa juventude, foi o esporte de quadra. O basquete, o vôlei, o futebol de salão, o handbol, eram atividades esportivas apaixonantes de nossa moçada e até os “coroas” que ainda davam no couro, participavam de jogos nas quadras dos clubes sociais ou no quartel da Polícia Militar, ali pertinho da Praça Pedro Segundo. E  depois do jogo era ir dormir em suas casas, os “ bons elementos”, porque os maus elementos desciam para a rua Paissandu. Para  comer um tal de angu. Era o tempo em que a gente era feliz e não sabia. Moça quando não casava ficava para titia. Salve Padre nosso, ave Maria. Hoje, a antiga quadra da PM não foi preservada. Botaram foi um Dinossauro para espantar menino e cliente do bar do Pelé...

O Dia em dia

Rapaz, a programação esportiva da TV do Valmir está dando o que falar. Botando no ar jogo internacional, tipo Corintians x Racing, pela Sul-Americana, que deixa o sujeito em casa sem vontade ir para a rua. E a mulher do individuo acha é bom. E  ela vem com os agrados e tem muito cabra  bruto que ainda acha é ruim e diz: “Deixa eu ver o jogo, Siá”. Mas meus amigos, futebol é coisa séria, como diz o filósofo da Cacimba Velha, William Bogeia, o Vei. E agora, o telespectador  está em dia com as transmissões da TV O Dia. É o progresso que vem chegando e a gente vai aproveitando, o tempo  vai rolado e ninguém sabe de quantos minutos vai ser o nosso “tempo regulamentar”, e lá o Dídimo de Castro diz que é “na trajectória dos noventa”. E quem que tem certeza que chega lá? Nem o Carlos Saib...