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Notícias Garrincha

13 de junho de 2019

Leandro Campos diz que o momento é de pensar o futebol piauiense

Eu diria que o momento não é nem de pensar. É de dispensar. Sim porque manter time significa despesa

Um filósofo...

Meus amigos, pensar é dar tratos à bola e isto combina com futebol que é jogo de bola. O treinador. Se não me engano, gaúcho, Leandro Campos disse que “o momento é de pensar o que vive o futebol piauiense’. Eu diria que o momento não é nem de pensar. É de  dispensar. Sim porque manter time significa despesa de uma família grande que come, veste, adoece, a despesa cresce e sem ajuda de INPS. Dizia, filósofo riverino V-8 que diretor de time de futebol profissional gasta mais dinheiro com homem do que com mulher da Bete Cuscuz. O diretor aqui referido é aquele que tem grana, não é o liso como tem muitos por aí e por aqui. Porque futebol é como política. O cara quer entrar só para ganhar que ninguém gosta de perder. Até quem perde peso, quer é ganhar boniteza. Mas a bola rola, este escriba não enrola e bebida que vicia é coca-cola. Mas o Leandro que é experiente nos Campos gaúchos e elíseos “aguiar” diz que é hora de pensar o que vive o nosso futebol. Uma direta para o atual presidente nossa Federação que assumiu o cargo em  vista do prematuro falecimento de Cesarino Oliveira. Está ouvindo, seu Carcará? O momento é de pensar, não é de treinar nem de jogar. Pensar. Diz o povo que “todo que é penso é torto” mas o caso aí é de cabeça, não é de posição. Penso eu. Mas o gaúcho está certo, Carlos Alberto e o nosso presidente federacionista tem que pensar e repensar porque futebol é coisa séria como diz o filósofo da Cacimba Velha, William Bogea, o Vei. O momento é de reflexão, botar os pés no chão botar jogo no Albertão. Mas com que roupa? Nossos  três clubes chamados grandes, cá da capital, estão falidos e mal pagos e não se vê nenhum plano B nem Z. A esperança de nosso bola no pé profissional era a agremiação altina que ficou só  gravada na retina porque na sua “trajetória dos noventa” teve mais baixos do que Altos, embora as más línguas, os despeitados de Sousa, digam que o objetivo dele foi atingido que era a sua eleição, do Warton presidente para deputado estadual. O clube não foi campeão do estado mas o seu presidente é um deputado estadual e qual é o pó? Há algum problema da oposição? Rapaz, o futebol sempre esteve caminhando paralelo à política partidária e aqui mesmo em Teresina, nesta  cidade menina, Rodrigues Filho, Afrânio Nunes, Adolfo, Renato BG, Garrincha e outros menos votados, se elegeram com votos deste esporte popular. Mas falava eu do “filósofo” dos pampas Leandro Campos e de sua frase sábia sobre o andamento do nosso esporte mais usado. Momento de pensar. De meditar. Vamos então se juntar, dirigentes, imprensa, torcidas e polícia militar. Fazer um seminário. Para pensar. E esperar no que vai dar.

Ele é o bom

Antonio Marcos de Oliveira, 59 anos nos couros, dá show de ciclismo nas competições e vai participar desta sétima edição da prova Picos Pro Race. É o chamado “vei macho”.

Nos Picos

Na terra de Miolinho a maior prova de MTB do Piauí vai juntar mais de 800 ciclistas desta terra e alguns de estados vizinhos. Lá nos Picos, a cidade do Mel e do Miolinho. A competição é denominada de Picos pro Race e só vai quem tem raça mesmo porque não é mole com aquele calor que em lá. A competição acontece nos dias 6 e 7 de Julho e tem os percursos de 20, 45 e 90 quilômetros e só vai quem tem sangue no olho. Alguns ciclistas de Teresina estão se enxerindo para ir lá. Eles estão pensando que é moleza. Lá é muito mais quente do que aqui.

Anibal no Flu

Uma pessoa que tem nome no futebol piauiense, este Anibal Cara de Anjo. Ex-atleta. Era daqueles bons de bola e deixou seu nome nos anais deste futebol. Era meia-armador mas fazia seus gols ao lado de Cacá e Rui Lima. Ele agora pegou o Fluminense do Belchior e  começando pelos meninos do sub 19 e já foi campeão tem viagem garantindo para Copa São Paulo, na categoria. Anibal quer formar uma equipe só de menino bom de bola daqui de Teresina e para nisto pretende pegar a meninada da periferia e de cidades vizinhas. Nós temos muito menino bom de bola. 

11 de junho de 2019

Este ano não foi nada de promissor para o nosso futebol profissional

Tivemos dois representantes nas competições nacionais e as duas agremiações não conseguiram muita coisa não e hoje ambas estão eliminadas e mal pagas

Nem tico nem taco

Gentes boas, este ano não foi nada de promissor para o nosso futebol profissional. Tivemos dois representantes nas competições nacionais e as duas agremiações não conseguiram muita coisa não e hoje ambas estão eliminadas e mal pagas. Altos, o caçula que era nosso menino de ouro foi eliminado da série D, uma quarta divisão do futebol  brasileiro e o River, nosso Galo de tantas belas histórias ficou fora da série D de dado do certame nacional. Nem um nem outro, nem mel nem cabaça e o tempo passa, como diz o narrador de futebol João Eudes, Bolinha, um cabra que veio lá da terrinha de José de Alencar. E agora, o nosso jogo de bola profissional fica assim sem nenhum ter mais nem um  representante no cenário esportivo verde -amarelo porque foi tudo eliminado. Zerado. Nem Altos nem Baixos. Se vivo estivesse, o Deoclécio Dantas diria para o controlista de som da Rádio Pioneira, Chico Paulo que era uma lástima. Numa terra onde o River era o eterno-campeão e uma vez Flamengo, sempre Flamengo num Piauizão Vibrante que “enxugou o rato”. Mas a vida passa e muita gente acha a Graça, inclusive Carivaldo, meu cunhado. E a bola rola, este escriba não enrola e saco pequeno é sacola. E a esta altura dos acontecimentos, nosso esporte bretão, o futebol piauiense está fora das competições nacionais em pleno mês das fogueiras. No meio do ano. Despachado. Eliminado. Fazer o quê, agora, minha senhora? Dois times com bons planteis, atletas profissionais de outros estados, cada um com suas vidas familiares dependendo do jogo de bola. É um caso sério. E como ciganos, eles voltam às suas origens e a vida continua, o tempo passa como diz o narrador esportivo na “trajetória dos noventa”. E eu mesmo já estou nesta   “trajetória” que o Dídimo de Castro tanto fala na Rádio Pìoneira e o Carlos Said confirma dizendo ai e ui. Mas nosso desporto maior ficou muito menor porque sumiram os times de Campo Maior, o Comercial e o Caiçara, de Floriano, de Picos e até de Piripiri de Luís “Menez”, até hoje, um jogador de bola. A crise que assola esta nação alcançou o futebol em cheio e o resultado está demonstrado no dia a dia, no rame-rame, como diz o saudoso coronel Miranda. Mas não adianta chorar, lamentar o que passou porque a bola rola e este amigo de vocês não enrola e quem não tem mala usa sacola.. E vamos para frente que atras vem gente com fungado quente.

Altos x Bragantino

Elias Fontinele/O DIA

Para um placar de 1x0 para nosso time dos Altos que nem adiantou nada porque a equipe foi eliminada de sua série D de dada. Nosso derradeiro representante no futebol brasileiro saiu vencido e mal pago, coitado. Mas tem nada não, valeu o esforçado deste desportista Warton Lacerda.

Galo

Fora do seu terreiro, o Galo não conseguiu se manter na segunda fase da serie D de dado do certame nacional. Uma pena porque era nossa voz no certame nacional, Teresina com filho único. Mas não deu, Bartolomeu. O Galo foi eliminado pelo Bragantino do Pará e lá foi parar sua carreira. Não se deu bem em Belém. Do Pará. Do Assai e do tacaca Resende. E assim caminha a humanidade e nosso Galo não teve a felicidade de se manter na série D. Apesar do esforço do seu presidente, um indivíduo competente, gente muito boa, gente da gente. E fica Teresina, esta cidade menina, sem o seu representante nesta competição oficial nacional e coisa e  tal.

O outro

O Piauí teve dois clubes disputando o certame nacional de clubes de futebol profissional nesta era. River e Altos. Dois sobreviventes da atual situação caótica. Esclareço que caótica não é a ótica do Cal, aquele da Pé dois. E uma situação. Mas aonde estão os clubes do Piauí, capital e do interior e até do litoral, perguntarão os meus leitores sempre ávidos por notícias de nosso jogo da bola. Eles estão em compasso de espera. Todos sabemos que o mar não esta para peixe e tem gente comendo gato assado pensando que é cachorro quente. E tem velha dizendo que ainda é virgem para enganar a gente. Uma outro dia, lá no Macacal uma me disse que era Antônia e fui examinar era Vicente. 

07 de junho de 2019

Domingo tem Maranhão aqui. 0 time timbira vem jogar contra o Altos

O jogo vai ser no campinho da prefeitura, o Lindolfo Monteiro, por trás do Verdão, em frente à Casa do Estudante

 Parnaíba na frente

Rapaz, o litoral está na frente da capital. E o prefeito Mão Santa vai ser o primeiro gestor municipal brasileiro a ser recebido pelo presidente Bolsonaro. Diz o nêgo Ari na sua coluna de todo "O Dia” que no dia 17, ele, o Mão, vai ter uma audiência com o presidente lá em Brasília e vai pedir recursos para conclusão das obras doa tabuleiros litorâneos e pedir outra ponte para a Pedra do Sal para ligar Parnaíba direto com a praia e beneficiar o turismo. E a gente sabe que Mão Santa é furão e naquele conversa mole dele vai conseguindo as coisas. Quer mais uma ponte para a pedra do Sal e isto vai dar para nosso litoral mais visibilidade e progresso. Os oposicionistas não dizem que o presidente é doido? Pois nosso Mão Santa também tem este carimbo e vai dar certinho e quem vai ganhar é o Piauí. Chegando recurso para Parnaíba tudo se transforma e vai repercutir no futebol e aí nós teremos Parnaíba mais forte também no jogo de bola. Porque tudo é relativo e neste mundo tem o que faz e o que recebe, o ativo e o passivo. E o que movimenta é o capital ativo. E também o litoral. E falando na praia, o Ari fala de uma agressão a uma apitadora de jogo de futebol de salão em Parnaíba. Dizem que o cara meteu o sarrafo na mulher que era juíza e foi numa quadra da Universidade  de lá. Não se fala como é que ficou o caso, se o individuo foi preso ou se ficou palitando os dentes. Na verdade, o machismo ainda prevalece no nosso mundo e o bicho homem quer ser o “Rei da Selva”, isto vem desde o tempo em que o Carlos Said era menino. Dar em árbitro de futebol é um grande desejo do jogador mal disciplinado mas dar numa apitadora é uma atitude machista que deve ser logo, logo repreendida porque senão vira moda e em mulher não se bate nem com uma flor. Repudiamos o gesto do cara que dá na mulher que merece dengo e cafuné. Pois lá na bela Parnaíba aconteceu isto que nos entristece muito. Mas bola para frente vamos ao nosso rame-rame que é o futebol deste Piauí, terra querida, filha do sol do Equador. E agora tem um grande defensor na asssembleia legislativa que é o Warton Lacerda, deputado de “Altos” pensamentos e que vai apoiar o esporte da terrinha e já disse, na AL que quer resgatar o esporte piauiense, embora seja pernambucano mas é casado com uma prefeita piauiense, filha de desportista do meu tempo. E o Warton Lacerda está levantando a bola do nosso futebol na A.L. Um deputado de Altos aqui, um prefeito em  Piripiri ali...

Eis o homem

Tem campo de futebol com o seu nome, Mão Santa e nunca foi goleiro. Os desportistas da Parnaíba esperam que ele faça por onde o grêmio do litoral venha forte e rosado para o campeonato estadual.

Vamos ao LM!

Domingo tem Maranhão aqui. 0 time timbira vem jogar contra o de Altos e vai ser no campinho da prefeitura, o Lindolfo Monteiro, por trás do Verdão, em frente à Casa do Estudante e negrada lá vê os jogos pelas janelas sem pagar ingresso que para eles custa a metade do preço. O campo de jogo é preferido pelos atletas, pelas suas dimensões e até pela boa qualidade do gramado e o público pagante também prefere o LM, principalmente o povo de Timon que é só descer da canoa e fica nem pertinho. O não pagante também porque o muro é baixo e dá pra pular ali no lado da Casa do Estudante. Vamos ao futebol, minha gente! Vanos torcer pelos Altos que é bem pertinho de Teresina...

Segunda Divisão

A segundona de nosso futebol vai contar com Cori-Sabbá, Picos, Ferroviário, Oeirense, Fluminense e Comercial de Campo Maior. Deve começar em setembro e há bastante tempo para os clubes se organizarem. É quase um mini-intermunicipal porque só vai ter um time de Teresina que é o Fluminense do finado Belchior da Silva Barros. O presidente Robert fez uma reunião com bolo e café e seis cartolas Corissabá, Picos, Ferroviário, Oeirense, Fluminense e Comercial, se fizeram representar e garantiram que vão botar seus times em campo, nesta gestão brauliana. A competição está sendo aguardada para quando setembro chegar nesta era Carcará.

29 de maio de 2019

Ou seis ou meia dúzia...

Seis clubes em todo estado (de necessidade) piauiense.

Meus amigos  e conhecidos, no futebol piauiense a palavra de ordem do presidente federacionista Brawou Carcará (pega mata e come) é seis ou meia dúzia. Seis clubes em todo estado (de necessidade) piauiense.  Nos meus tempos tinha sete times só na capital. River, Flamengo, Piauí, Auto Esporte,Rio Negro, Fluminense e Artístico. E  este escriba ainda disputou dois campeonatos pelo Rio Negro, jogando na ponta direita,no tempo em que eu tinha pernas tortas e fazia de todo lateral  canhoto um “João”.  E o meio de campo era  Geovani do mercado e Dedé Cabeça de Prego.  Hoje em dia, na atual  conjuntura, com água dando na cintura, o campeonato do Estado deve começar com seis  times: três da capital, River, Flamengo e Piauí, um daqui de perto, os Altos, um do Piripiri que é o 4 de Julho  Pança, o do litoral e  pode ser um dos Picos, nada certo porque o tempo de Zé Neri , do Warton, já passou e o povo agora  anda muito escasso de dindim. As prefeituras não são mais como aquelas onde tinha  bonança e botavam seleções em intermunicipal e era aquela festa de confraternização e a crônica esportiva era paparicada e se comia muita panelada e se tomava  cerveja gelada. Tudo por conta das prefeituras municipais,  uns tempos que não voltam mais. Aí que saudades  do tempo do rapaz... Mas vamos ao jogo de campeonato estadual que é o tema atual. Estamos com a nítida impressão de que só teremos meia dúzia de clubes  disputando o certame oficial.Três das capital (River, Flamengo e Piaui), um bem dali, o Altos, um do interior (Piripiri) e outro do litoral. Há esperanças de que o povo  das Oeiras, dos Picos, dos Campos Maiores e menores,se cheguem para o jogo de bola profissional, um negócio tão bom e de consequência eleitoral já provada e comprovada não só aqui como em Piripiri. Rapaz, eu sei que tanto  faz seis como meia dúzia mas esta quantidade de  clubes  já tivemos  só em Teresina. Senão, vejamos: River, Tiradentes, Fluminense, Flamengo, Piauí, Auto Esporte,  Artístico de Zé Palitó e  Rio Negro  de Zé Caixeiro onde este que vos escreve disputou campeonatos estaduais  vestindo a   camisa sete com tal maestria que foi apelidado de Garrincha. Mas deixa isto para lá porque agora a situação financeira está “pecuária” e fazer time de futebol profissional  no Piauí  não é fácil e  estamos com  a expectativa, dizendo o jornal do Valmir que só teremos meia dúzia de   times em ação no certame  oficial piauiense. Para quem já teve  uma dúzia, ter agora só meia é  deveras preocupante. Mas como aqui é a terra do ”já teve”,vamos aguardar os acontecimentos  como diz o filósofo Manoel de Moraes Filho. 

Puxando brasa...

Nosso fotógrafo  Assis que é da Paraíba nos brinda com  um retrato do seu time  que atravessa uma  boa fase e vai receber o Fortaleza  e tem  todo direito de  fazer o dever de  casa. Como eu sou Ceará e Botafogo carioca...

Quando Setembro chegar...

O campeonato estadual começa quando setembro chegar. E como o número de  clubes é de seis, o Brown  que é Carcará quer começar no dia sete. Que é uma parada. Concorrer com desfile de forças desarmadas. E o torcedor sentindo saudades das emoções do esporte da multidões e  Popó Cabeça de Pato sentindo falta de sua clientela.  Quando setembro vier, o futebol chegará , assegura  Brouw  que é Carcará. Valdeci Xisto  xistará. Pedro Tamanco vai tamancar  e a TV Garrincha estará no ar. Quando setembro chegar. Como diz Moraes Filho:- Vamos aguardar os acontecimentos. Não confundir com “vamos lá guardar o cimento”.

Sábado é no PV

O nosso  representante no futebol brasileiro,  na série D de dado, o Altos, está em terceiro lugar no grupo A5  e neste sábado que vem ele encara o Atlético Cearense que vem dando muito trabalho e é o líder  da sua chave. A Xavier. Embora  ele venha com Altos e baixos, é o nosso representante e temos que acreditar nele como temos que acreditar no Bolsonaro porque é melhor  com noz  do que sem nós. E assim sendo, bola para frente  que  é jogo de campeonato e eu nunca  ouvir falar que desse dor em cabeça de pato. Altos é nosso  e o boi não lambe, ainda temos  outro  representante que é “ ó  River”... Mas  quem não tem Tigrão caça com Galo... 

28 de maio de 2019

O nosso futebol saiu-se bem neste final de semana

O nosso futebol saiu-se bem neste final de semana

Isso porque ganhamos dentro de casa e empatemos lá fora que é mesmo que ganhar jogando no terreiro alheio

Duas vitórias

Meu povo, o nosso futebol saiu-se bem neste final de semana, benza-o Deus. Isso porque ganhamos dentro de casa e  empatemos lá fora  que é  mesmo que ganhar jogando no terreiro alheio. Aqui, o “Altos’’ venceu o Central de Caruaru por 2 a 1, apertado mas  ganhou e o que vale  são os  pontos ganhos.  Lá no Rio Grande do Norte, o River  quase  teve um feliz Natal  porque empatou com o time de lá, o Santa  Cruz. Foi uma vantagem de nosso  clube  porque   está acostumado a jogar no gramado,no capim e lá foi jogar na Arena das Dunas  que são dunas de areia. Acho um empate vitorioso do nosso Galo. River,representante único  deste futebol de meia  tigela da capital como chamava o nosso saudoso  radialista Rui Dourado de  priscas eras, quando Carlos Said era repórter de pista. Mas a bola rola, este  escriba não  enrola e a melhor merenda é  comer pasteis de dona  Maria  Divina com coca-cola.Mas vamos ao jogo  de casa que foi no campo   do Firmino , ali perto  da bodega do seu Abrahão,o filósofo da Matinha. Os “Altos” de João de Paiva deram no Central de Pernambuco por 2 a 1.Muito apertado mas valendo os mesmos   pontos se fosse dez a zero. O que vale  é vitória no final da história. Este Central é um timezinho enjoado,  veloz e atrevido e vem prá cima  com gosto de gás. Mas demos nele e pronto. Agora é bola pra frente e o próximo   inimigo é um tal de Atlético do Ceará que nunca ouvi falar. Vai ser no dia primeiro de junho, sábado e lá no campo da prefeitura, o Presidente Vargas, um  tipo Lindolfo Monteiro  de Teresina. Nosso time está em terceiro lugar bem na  frente dos paraenses porque o representante  da terra de Castilho é o lanterna, o Bragatino.   E assim sendo, reverendo, vamos prá frente que atrás vem gente e café e como mulher. Só presta quente. Mas quem é procurador do futebol deste Piauí é o “Altos” .Queira ou  não queira, o Siqueira.  E é quem ainda vem ganhando uma aqui, outra acolá, no Piauí, no Ceará e agora deu foi num time de Pernambuco que não é time de periferia não. É um Central que vinha na liderança. E o time do deputado meteu a taca. O jogo   na capital alencarina vai ser osso duro de roer mas a   rapaziada dos Altos é esperta, escopeteira, só tem menino bobo curtido na casca do alho.   Rodados. Nesta competição, o Piauí está á frente do Maranhão porque se estamos nos “altos” eles estão nos baixos porque o time  timbira, o MAC, é aquele  que  acende a luz para os outros. O lanterna.

Olha o Gilvan Barbosa !

(FOTO)

No anos setenta, oitenta, eu e o Gilvan Barbosa, conterrâneo do Assis no campo do  Planalto Uruguai, posando  com o time do Amarido. Assis melhorou a imagem.

Empate honroso

Meus amigos, saravá  para o nosso Galo Carijó  que foi empatar com o Santa Cruz de Natal com  gols de Otacílio e Kanu e  empatar em campo dos  outros é mesmo que ganhar. E ainda tivemos uma bolada na trave deles num petardo do baiano  Daniel. A trave ficou balançando... O tricolor é o líder na sua chave, tem oito pontinhos na sua conta corrente e neste domingo que vem ele enfrenta  o time cearense do Floresta. Lá do Ceará que  cabeça-chata inventa tudo até time com nome de mata. E quando chegar  na fase do mata-mata, quem é que entra na Floresta? Só consultando o  “gúgol”...

Cadê o Flamengo?

Minha gente, me deem notícias do Esporte Clube Flamengo...  Time considerado, por alguns, como o segundo de maior torcida no Estado porque o River é o primeiro  segundo dados do  Ibode, o grêmio  rubro-negro  está    sumido e mal  pago  e  não se ouve mais  falar em seu  nome. Isto é deveras  preocupante porque   sendo futebol uma coisa séria, as pessoas  também sérias ficam  pensando que algo de   ruim aconteceu com a agremiação  que já deu tantas emoções aos  seus  torcedores e garçons  que trabalharam nas suas festas. Fazendo parte da história deste futebol, o grêmio preto e vermelho merece toda a nossa preocupação.

23 de maio de 2019

O gaúcho Leandro voltou aos “Campos” de Altos

Dono de uma conversa muito bonita, ele fala em um trabalho de continuidade, de persistência e de paciência

O “tchê” voltou

Gentes boas, o gaúcho Leandro voltou aos “Campos” de Altos de João de Paiva. Dono de uma conversa muito bonita, ele fala em um trabalho de continuidade, de persistência e de paciência. Porque resultado imediato é difícil no futebol. Tem que se trabalhar para depois desfrutar.Além  disso tem  que se ter  uma coisa muito importante e que muita gente  não crê. Não acredita que é a tal de “sorte”. Própria do futebol ou outros tipos de esportes, a sorte é fundamental nas competições. É como casamento. E tudo no mundo. Sem sorte, não se  arruma nada. Nem consorte. Aliás, uma denominação muito desapropriada para casamento porque quando se anuncia a mulher de uma cidadão se diz  “sua consorte” e muitas das vezes é com o maior azar. Sim, mas vamos aos fatos e  vamos esperar que a volta do treinador Leandro aos Campos  dos Altos seja benéfica  porque o time da prefeita agora se danou a apanhar. Depois que o marido se tornou deputado,    o time começou a pega pau. Um plantel bem  pago e com jogadores escolhidos a dedo, comendo bom e do melhor , com  um técnico de fora e um serviço médico  eficiente. Dizem que o que falta no time da prefeita é só torcida porque  seus adeptos só aparecem em tempo de eleição. Mas a verdade é que a agremiação altina representa o esporte  de chuteiras piauienses. É o  mais legítimo  embaixador de nosso esporte bretão. É o “River” de antigamente ou o Tiradentes  no tempo  Revolução. Mas  uma coisa que não pega bem em time nenhum é a tal de derrota, a chamada “taca”. Que deixa o presidente  jururu nem que seja deputado. Mas ganhar e perder faz parte do jogo e numa equipe de nosso futebol profissional, um bom treinador é meio time. E Leandro Campos voltou  ao comando  da agremiação altina e quer continuação ao seu trabalho de  construção de uma boa equipe ganhadora.   Diga-se de  passagem   que ele,  o Leandro já passou pelo time mas não  conseguiu bons resultados. A diretoria viu o eu trabalho  e ficou convencida de que a culpa não era dele  tanto é que o traz de volta. Coisa difícil  no futebol profissional. Mas ele foi chamado  de volta e  chega aí, todo  otimista falando em continuidade, em prosseguimento  de um trabalho sério no clube de maior tradição no Estado. E vamos  “aguardar os acontecimentos, como diz o saudoso Manoel de  Moraes Filho, o Milenar, recentemente falecido.

O Senhorzinho

O único  homem da foto é o Senhorzinho, massagista famoso no Piauí, já falecido. Em 1967, ele viajou com estas meninas do vôlei para os jogos universitários não sei aonde. Aí tinha as gêmeas de Floriano, Elda  e Elza Bucar.

Piauiense brilha

Um atleta nosso deu show em Salvador e trouxe  prata numa competição internacional Open de Jiu-jitsu, no último fim de semana. No ano passado, ele tinha conseguido  ouro  no peso pena. O  rapaz, Bryam Lima, é  patrocinado pela Unimed de Teresina e é pedra noventa neste desporto  de  dar  golpe por baixo e segurar pelas “bitacas” lá em cima, dar rasteira e derrubar. Eu sei que o cabra tem que ser esperto e ficar de olho aberto para evitar que o outro lhe deu uma pancada nos ”olhos”. Tem mal elemento que só quer atingir as partes baixas do adversário.

Cadê nosso futsal?

Estou recebendo reclamações de leitores sobre a falta de notícias nesta coluna do Futebol de salão. Respondo aos distintos desportistas que não tenho tido contato com gente da federação desta modalidade, o que muito me entristece porque até presidente da entidade eu já fui, nos bons tempos do Verdão, quando ele ainda não tinha nem amadurecido. Tempos do Rio Negro, do Benfica, do Banespa. Do River, Flamengo e de outras agremiações que mantinham equipes de salobol em Teresina. Já tivemos boas equipes desta modalidade em Teresina.

18 de maio de 2019

A situação atual de vida da gente nos incentiva a correr

E a Caixa Econômica quer ajudar mais ainda povo na corrida de rua, incentivando a negrada a disparar

O tempo passa...

Ah, minha gente, o tempo passa e as coisas vão com ele e as mudanças se nos apresentam de tal forma não se enquadram na nossa vã filosofia. Vejo em manchete de nosso jornal, meu e do Valmir, que uma menina piauiense, a Júlia Beatriz, é a nossa “Sima” do futebol feminino e está assinando contrato com um clube do Paraná. Outra a Tamis Ferrer acertou com outro time do Paraná, o Foz Cataratas que é sócio com Atlético Paranaense e assim sendo, nossas meninas estão indo para o sul, coisa que em tempos atrás, aconteciam com os nossos rapazes como foi com Toinho, Cacá e Rui Lima. Vejam como a coisa muda. Agora são as meninas que deixam o Piauí e vão para clubes do sul no quesito futebol porque naquele outro quesito já iam desde já existia a Maroca. Mas agora é o profissionalismo mesmo, com contrato assinado, com passe livre ou preso, o futebol feminino como profissão de verdade e o nosso Estado fornecendo gente para a elite deste esporte que antigamente era tido como coisa pesada, grossa, a tal ponto que quando alguém reclamava de jogo por parte do adversário, vinha a frase contundente: ”Futebol é prá macho! Mas agora o buraco é mais embaixo e tem as mulheres jogando mais do que os homens e com uma grande vantagem: Tem mais  facilidade em matar no peito e não tem medo de levar bolada no saco. E o futebol feminino é muito mais bonito de se ver do que o masculino. Observem um lance comum como uma “matada no peito”. Se no futebol masculino esse lance é bonito, faça ideia na bate-bola de mulher. Uma jogada por demais esperada mas que só pode ser executada com maestria, é o lançamento da pelota num espaço reduzido onde o atacante espera receber para finalizar em gol. É o tal de “dá na brecha” que o atacante pede para poder finalizar em gol. O meio de campo trabalha para deixa o goleador frente a frente com o goleiro. É o golpe final e depois é só correr para o abraço! Isso é que é futebol, alegria do povo que está sumindo e desaparecendo deste Estado de necessidade. Esporte do qual o governador é aficionado e praticante, embora não jogue essas bolas todas, contrariando opinião  dos seus fiéis assessores que acham que ele joga mais do que o Sima. São coisas de torcedor. Fazer o quê?

O menor é o Valente

Neste retrato tirado em Floriano, terra do Warton Santos, em agosto de 1914, vemos o time da AABB Teresina. Valente (nem tanto)Yure, Ricardo, Boaventura, Tony, Leonardo, Mariano, Geovani, Adoniasm Júlio Cesar e Neto, de chapéu. Jornada esportiva dos funcionários do Banco do Brasil. Tempo bom... A bebida preferida deste time está com o número na bola.

Corra !

A situação atual de vida da gente nos incentiva a correr. E a Caixa Econômica quer ajudar mais ainda povo na corrida de rua, incentivando a negrada a disparar e não querendo correr (7 km), a  andar (3 km) e até tendo problema de locomoção (cadeirante) pode participar na categoria empurrando o carrinho. Será a décima primeira competição e pode participar quem quiser, nem precisa ter conta na Caixa. Ela até banca. A grande novidade será a participação da categoria cadeirantes com percurso de três mil metros. Não serão permitidos usos de cadeira de rodas motorizadas. É tudo no manual. Vai ser no dia 19, neste domingo que vem. Vamos lá, minha gente !

Maus elementos

Rapaz, a era Bolsonaro é pra valer mesmo. Até no futebol vai ter ordem porque sem ordem não tem progresso, diz o Capitão. E prá começar foi baixada uma portaria do Ministério da Justiça e Segurança Pública, lá de cima, no Diário Oficial da União, dizendo que torcedores estrangeiros envolvidos em confusão nos campos de futebol, os criadores de casos, aqueles “malas”, estarão proibidos de entrar nos estádios brasileiros e que devem ir fazer balbúrdia na casa da mãe que os concebeu. Lá na ponte que caiu. Torcedor pitbul, o violento não assiste jogo no Brasil, disse o presidente. Gostei de ver e ouvir. Futebol é coisa séria, diz o filósofo da Cacimba Velha, William Bogea, o Vei.

14 de maio de 2019

Derrota do Altos foi deveras lamentável

O nosso representante obteve uma derrota esborrachada

Caiu de quatro

É verdade. O nosso representante único na série D, de dado, obteve uma derrota esborrachada para não dizer elástica como falou a Pamella. Sim, meus amigos, o time do deputado caiu de quatro, dentro de casa, o que é muito humilhante porque apanhar já é ruim e ainda caindo de quatro é mais ainda. Um time novo, vindo lá do Ceará, o Atlético Cearense que nem “nome” tem porque os mais  conhecidos são Ceará,Fortaleza, Ferroviário. Esse Atlético era o Uniclinic, time de médicos, o time da saúde. Pois os Altos de João de Paiva que vinha até mais ou menos nesta série D de dado, perdeu para  um time novo no Ceará e a vergonha maior porque foi dentro de casa, no campinho da prefeitura. Onde se jogavam partidas do intermunicipal. Pois perdeu dentro de casa e o que é pior.Caiu de quatro. Uma posição comprometedora e inconveniente. Em casa. No Cocho. Foi deveras lamentável, diria João José Lapa, no grito e na tapa, se ainda fosse comentarista de rádio. Carlos Said, o papa de nosso futebol, diria: e aii e uí e mandaria o time para os quintos dos infernos. Eu, aqui botando um prego nesta velha chuteira, diria que todo clube tem seus “altos” e baixos e está tudo  indo do jeito que vai. Com mais Altos do que baixos. Ele, deputado estadual, ela prefeita municipal, o time representando o futebol do Piauí sem fazer vergonha porque ganhar e perder faz parte do jogo. Uma goleada é coisa que chateia qualquer presidente de clube inda mais sendo dentro de casa, no cocho. O que mais chateia o torcedor piauiense é que este Atlético Cearense não é nem conhecido. Time de lá é o Ceará, Ferroviário, Fortaleza...  É isso mesmo, quem não tem cão caça com gato e quem não tem nem River, Flamengo ou Piauí torce por Altos. Agora, o time do deputado Lacerda. Nesta quarta-feira, o elenco volta á luta para enfrentar o perigoso Central de Caruaru, lá no cocho deles que é uma verdadeira arapuca para os visitantes. Espera-se uma recuperação do clube altino em terras pernambucanas porque o este time joga melhor fora do que dentro. Há que diga quer a razão é porque os seus atletas são todos de fora e quando jogam fora de Altos, se sentem em casa. Mas isto é conversa fiada de quem quer encher espaço em coluna de jornal, aperreado pela falta de assunto. Sim, mas começamos falando da taca de quatro sofrida pelo nosso Altos, o representante maior deste esporte bretão praticado em terras piauienses. Que já arruma sua bagagem para uma visita á Caruaru onde lá tem um compromisso com um Central e isto  é coisa séria porque o time de lá é impiedoso e gosta de golear os Altos, os medianos e os baixos. E sendo assim, nosso representante  vai lutando como pode com a camisa do Estado do Piauí. E vamos prá frente !

Seleção  de União (PI)

Este time aí defendeu a cidade de União (PI) no intermunicipal de 1978. 41 anos são passados e o milagre da fotografia nos mostra os craques da época. Infelizmente eu não tenho a escalação desta equipe. Quem souber me diga...

Dia da mães

Quem ficou de alma lavada foi a oposição a prefeita de Altos, porque ela, a parte contrária, não separa politica de futebol e torce é contra o Jacaré. E assim, quando o time de futebol apanha, ainda tem quem solte foguetes. E assim sendo, o Dia das Mães e o time tendo entrada em taca de quatro, para o outro lado foi barba e cabelo. Política e futebol não são boas companhias. E  tanto uma com a outras são coisas sérias... Mas o clube da prefeita apanhou, no dia das Mães e a oposição achou foi bom.

Clube desaparecido

Pede-se a quem souber o paradeiro de uma agremiação esportiva que atendia pela denominação de Esporte Clube Flamengo. A última vez que foi vista, ela vestia calções pretos, camisa vermelho com preto e calçava chuteiras e calções pretos. A procurada entidade tinha no seu seio uma numerosa clientela  que se denominava de torcida que se caracterizava pela sua teimosia porque dizia que sendo uma vez Flamengo sempre  foi Mengo. Pede-se a quem souber alguma notícia avisar a este prego.

10 de maio de 2019

Tiradentes disse adeus a ilusão de título na Série A2

Agora as meninas voltaram tristes e melancólicas e algumas delas até sentiram cólicas menstruais porque taca é coisa que incomoda

As meninas apanharam

Rapaz, estamos mesmo numa fase deficitária no quesito futebol. No sexo feminino, era o Tiradentes que nos representava  no Brasileiro série A2 e disse adeus a ilusão apanhando para o Ceará por 1 a zero. Foi lá dentro. Agora as meninas voltaram tristes e melancólicas e algumas delas até sentiram cólicas menstruais porque taca é coisa que incomoda. Mas  a bola rola, este escriba não enrola e o Toinho fez uma preleção para elas e depois chorou o time e o treinador. E a volta triste para Teresina. Mas é isto mesmo e tira-gosto bom é torresmo de porco. As nossas jogadoras voltaram tristes, melancólicas e algumas até tiveram cólicas. Porque o futebol tem destas coisas e a bola, seu instrumento principal, é como a terra, redonda. E a bola rola e este amigo de você não enrola. Mas  eu falava da taca que as nossas meninas, vestidoras da camisa amarela da gloriosa PM, pegaram lá em Fortaleza, capital do Ceará, terra muito boa, ela lá e eu cá. Foi o que chamamos uma  derrota honrosa porque 1 a zero é mesmo um placar que diz tudo. Foi só um que entrou. Um descuido,uma distração e quando deu fé, o fumo  estava lá dentro. Um a zero deixa  muita gente encucada e é pior do que uma goleada. Foi só uma vezinha, diz a “ex-moça”, com aquela cara de Madalena arrependida. È, mas uma vez que vale por dez porque o número de pontos perdidos é igual para gregos e troianos, portugueses e carcamanos, calouros e decanos. Mas o lamento meu é por causa da taca que nossas garotas tiradentinas comandados por Toinho Goleiro pegaram do Ceará, só um gol, 1 a zero e ficaram fora da competição nacional, o que é uma lástima, Chico Paulo ! Só um gol... Uma vezinha só.... E os sonhos desfeitos de futuras viagens  pelo Brasil e quem sabe, contratações por clubes do sul. O nome da gloriosa Polícia Militar do Piauí que já foi forte no futebol masculino, agora estava representando muito bem o Piauí no feminino mas deu esta zebra e estamos fora do Brasileiro serie A, coisa que nunca  o jogo de bola dos machos chegou lá. Só nos resta aplaudir a esta gente que cuida do jogo de bola feminino e que nos levou  tão longe, muito mais do que o jogo dos homens. Nossas atletas saem de cabeças erguidas numa luta tão desigual onde a concorrência  é profissional. Só nos resta aplaudir, louvar  a Policia Militar do Piauí que mantêm esta atividade extra-quartel e até criticada por alguns apedeutas que não sabem da importância do esporte na formação dos cidadãos e os benefícios para a comunidade em geral. As nossas meninas apanharam mas não se amofinaram e só nos resta dar os nossos parabéns á Policia Militar do Estado do Piauí.

Saudoso Lula

O falecido Lula, quando presidente da Federação de Futebol do Piauí  entregando o troféu de campeão piauiense em solenidade. Zuega era o capítão do time e o presidente e era o sargento Vitorino. Anos oitenta e lá vai pedra...

Mexa-se... corra

Para quem gosta de correr vem aí uma grande oportunidade para se soltar nas ruas de Teresina. Está anunciada a décima primeira corrida de rua e pode correr quem é da Caixa e quem está fora da caixa, isto é, os desencaixotados. Os que trabalham em bancos e os que se sentam nos bancos de praças. O importante é se mexer, correr, sair balançando os melindrosos. E ainda tem a corrida especial para os cadeirantes e a ordem é se mexer. Esta competição começou só com o pessoal da Caixa mas depois foi-se se “encaixotando” e agora é “every body”, quem quiser se inscrever não precisa nem sair de casa. Faz “online” que é a moda atual. Hoje nem menino se faz mais  como antigamente. Agora é tudo on line.

Copa São Paulo

Uma grande vitrine do futebol brasileiro é a Copa São Paulo. Empresários e treinadores ficam de olhos nas chamadas revelações oriundas deste certame que descobre verdadeiros talentos para o profissionalismo. São os chamados talentos, os craques em formação, o pessoal vinda da base, os tais periféricos, os “meninos”. Há também uma categoria que sempre teve nos esportes e nunca vai acabar porque faz parte do mundo vasto mundo. E a Copa São Paulo todo ano  despeja novos talentos para o jogo de bola profissional, são as chamada revelações, a feira dos chamados técnicos de futebol que é coisa séria, segundo o famoso filósofo da Cacimba Velha, professor de cangapé, William Bogéa, “ O Vei”.

03 de maio de 2019

Quem tem notícias do Esporte Clube Flamengo?

Foi visto a última vez, trajando calções pretos e camisas rubro-negras, calçando chuteiras velhas e furadas, pelas bandas da Vila Irmã Dulce, vizinhança do Albertão

Saravá !

Meus amigos, neste final de semana tem macumba da grossa e vamos todos saravá, meu pai. Teresina vai ser  sede do Segundo Encontro de Umbanda do Piauí e vamos todos “receber o santo”. Lembranças do flamenguista Salim, sargento de nosso glorioso Exército de Bolsonaro presidente que que está tirando o Brasil do cangote daquele que produzem. Dizendo ele e afirmando que não vai aumentar imposto porque já é  muito o que nos é imposto. Há quem diga que o capitão presidente recebe um “encosto” do caboclo de Umbanda, Legua Bugi. E enquanto terapias integrativas são oferecidas á população eu fico cá na redação dando tratos a bola para tirar este prego da chuteira. E hoje já é quinta-feira, ontem foi dia do Trabalho e aqui neste jornal. Já tivemos aqui o dia do “Trabulho” que era meu colega de banco e marido da Valcira e diretor deste jornal. E enquanto isso, agora, minha senhora,o River e a federação carcaraneana  dizem os preços do ingressos da estréia do Galo nesta série  D de dado. O jogo é no domingo que pede cachimbo, dia cinco deste mês de Maria, no Campo Maior de nosso futebol que é o Albertão. E vai ser as quatro da tarde e é bom a negrada ir logo se prevenindo e comprando o seu ingresso lá na praça Saraiva, (lojas Noroeste) ou  no Teresina Shoping. O povo da Piçarra compra no “Centro Med” e a galera do Dirceu no Centro Musical e é bom ir logo adquirindo o bilhete porque um torcedor prevenido vale por dois mas só paga uma entrada. Preços ao alcance do desportista que se quiser ir para as cadeiras, paga 50, para a arquibancada 30. Para o sexo feminino o preço foi estipulado em apenas 10 reais em todos os setores. O sexo feminino pode ir até para cabine de rádio que só paga a dez reais. Mas aí ainda cabe uma “tramela” legal. A mulher que for estudante documentada deve pagar só cinco reais. Porque a lei maior  fala em “meia entrada” e meia de dez sempre, foi cinco. Dura lex sed lex e no cabelo só gumex. E assim sendo, reverendo, segundo eu entendo, meia é meia e sapato é sapato. E pela lei, mesmo sendo dez reais em todos os setores, em a mulher sendo estudante, só deveria pagar cinco que é a metade de  dez em todo lugar. A lei maior fala em “estudante pagar 50%” e lei é lei em todo lugar. Até em terra de carcará  que pega, mata e come. E assim falando, estou protestando pelo preço  botado pra o sexo feminino .Dez reais em todos os  setores. E  na meia não vai nada ?

Faz mais de trinta anos...

Sim, esta foto tirada pelo pai do Zé Gomes.Nela o professor Wall Ferraz,prefeito de Teresina dava o pontapé inicial de uma partida de futebol no LM entre Semel x Transportes e eu era jogador e secretário, o Morais Filho era meu tesoureiro e Anibal era jogador. 1986... Tratamento da foto é de Assis Paraíba.

Cabeça quente

Lamentável mas verdadeiro. Nosso menino de ouro, o Neymar, não se conteve com o enchimento de saco de um torcedor bufa de anum, cabra chato que o provocou porque seu time perdeu para o Rennes e o cara foi frescar com ele e o brasileiro apelou, deu u pau no gaiato e foi registrado na pulicia ele agora está ameaçado de pegar uma suspensão de três a oito jogos  no campeonato francês mon amour. O caso, agora, está preocupando o mundo inteiro e até o doutor em futebol, José do Egito, natural de Timon , ex-presidente do Flamengo do Piaui e dos “Terríveis” de Timon, já foi consultado sobre o assunto e deu algumas dicas para abrandamento da pena. Que ele afirmar  não ser de Talião.

Clube desaparecido

Pede-se a quem souber notícias do time de futebol profissional, chamado de Esporte Clube Flamengo, visto a última vez, trajando calções pretos e camisas rubro-negras, calçando chuteiras velhas e furadas, pelas bandas da Vila Irmã Dulce, vizinhança do Albertão, informar para este cronista que será bem gratificado. Amigos e torcedores  desta agremiação estão deveras preocupado com o seu desaparecimento. Segundo informações colhida na Praça Rio Branco, na banca de Servo de Deus, as últimas noticias  do Mengo davam conta de que ele estava na companhia de um cidadão ex-atleta amador do River e morador das bandas dos Altos de João de Paiva, senhor Everaldo Tucha.

30 de abril de 2019

Não sei porque mas o povo do futebol tem uma simpatia por “alemão”

Não sei porque mas o povo do futebol tem uma simpatia por “alemão”

Mais do que por Pelé porque tem muita gente que é preconceituosa que não gosta de preto. Nem de café.

Abril fechou

Sim, meus amigos, este mês de abril fecha hoje em trinta porque amanhã já o dia do Trabalho. Aliás, todo dia é dia de trabalho numa terra onde quem mais trabalha é o aposentado. Digo isso por mim que tanto trabalho como dou trabalho aos outros. Agora, por exemplo, tenho um trabalho danado para prover esta coluna de fatos que escorridos viram tripas neste futebol de meia tigela, como dizia o saudoso Ruy Dourado.Porque, gentes boas, o futebol teresinense atravessa uma fase muito delicada e desde os tempos em que aqui aportei para cumprir minha missão na terras dos Gaiosos, esta é a mais delicada, a mais quebrada de toda a história deste desporto inventado pelos ingleses. O mês de Abril está fechando e não se vê nenhuma perspectiva de melhora nesta atividade lúdica  e rentável se bem administrada porque o filósofo da Pedra Mole, Wiliam Bogea cognominado de “O Vei”, eternizou a frase lapidar: “Futebol é coisa séria” para servir de base a gregos e a pernambucanos como o presidente dos Altos e também aos dirigentes dos mais baixos times do Piauí, Brasil. E assim sendo, seu Rosendo, abril fechou a cadeado e nada foi realizado neste futebol piauiense profissional. No Albertão, nosso templo maior e nem no Lindolfinho, o menor. A catedral do futebol piauiense, semifechada e aberta aqui, acolá e isto quebra as pernas do Popó Cabeça de Pato e do Assis Pé de Pato, os donos do bares onde se vendem cervejas e tira-gostos a reduzidos clientes e ainda tem uns (da Semel) que depois que bebem dizem que é fiado. Que pagam no dia seis... Não dizem qual é o mês...Ah, meus amigos, futebol é coisa séria e a gente lê no jornal do Valmir que o Tiradentes vai receber o São Valério do Tocantins pelo campeonato brasileiro série A2, pelo Brasileirão, meu povo, primeira divisão! Aí a gente se lembra do Tiradentes de Câncio, de Canuto, do Brasil, do Genésio Araujo, do Castilho, do Toinho, do Sima, do Joel e tanta gente boa de bola que vestiu a camisa amarelona da time da “puliça”.Mas é o time mulher quem vai jogar pelo campeonato brasileiro porque o “team” dos homens tempo não mais existe faz é tempo. Foi “coisa que o tempo levou”, um programa de rádio que tinha na Ceará  Rádio Clube, do José Lima Verde, há mais de cinquenta anos e eu era menino e me lembro muito bem. Estão pois, as moças, as meninas representando este Estado no certame nacional, honrando nosso Estado já que nenhum time de sexo oposto conseguiu se classificar no mesmo nível do jogo de bola.Na falta de homens competentes, as mulheres são mais diligentes e vestem as camisas amarelas do time da Policia Militar para representar bem o nosso Estado de necessidade. Para frente, meninas!

Futebol de Floriano

Assis Fernandes/O DIA

O grupo Kalfix incentiva o futebol de Floriano dando apoio a escolinhas como esta, nas categorias de base. Uma equipe sub 18 cheia de saúde.

Um alemão

Não sei porque mas o povo do futebol tem uma simpatia, uma queda por “alemão”. Mais do que por Pelé porque tem muita gente que é  preconceituosa que não gosta de  preto. Nem de café. No jogo de bola profissional, a cor morena prevalece e a prova é que até hoje não se viu um rei do futebol que fosse branco. Nenhum alemão, russo ou inglês, ou polonês e olhe que foi lá na Inglaterra que  este jogo foi inventado, dizendo uns mas outros dizem que lá no Egito, onde pelada já se jogava e o Pelé de lá era um tal de Zé. Zé do Egito. Apelidado de “Faraó”.Mas, aqui na Teresina, cidade menina, chegou um Alemão. Este é um estrangeiro mesmo. Autêntico. E sabem de onde ele veio? Dos Estados Unidos de  Sobral, terra do Didi Mocó. Veio pro River.

Quinta no LM

Gentes boas, nesta quinta-feira, dia 2, tem jogo no Lindolfinho, de noitinha, depois da hora do Brasil. É o Altos contra o ABC de Natal. O time do Mobral. ABC. Vamos ensinar a eles o beabá do futebol porque que não tem cães caça com gatos e quem não tem River, nem Flamengo nem Piaui, caça com Altos. Perfeitamente. O time está sendo reforçado e o Warton Lacerda, um “magro de aço” tem se revelado um cartola eficiente e eficaz e entrou o futebol com gosto de gás. E é o jeito que tem o remédio que há, aprendi isto lá no Ceará. Quando não tem ele vai tu mesmo e na falta de um Galo para brigar no nosso terreiro tem aí o esquadrão “patricinho” defendendo e honrando o futebol piauiense. E somos todos altenses, consumidores de sua deliciosa coalhada.

16 de abril de 2019

O Galo cantou “altos” no seu terreiro e foi campeão estadual

Enfrentou uma equipe forte e boa de bola, plena de bons valores sendo uma verdadeiro luta de gigantes, um belo final de campeonato.

Dudu, pai heroí

Gentes boas, o Galo cantou “altos” no seu terreiro e foi campeão estadual de futebol profissional. Enfrentou uma equipe forte e boa de bola, plena de bons valores sendo uma verdadeiro  luta de  gigantes, um belo final de campeonato. No campo maior de nosso  futebol, o Albertão Silva, cenário de um final feliz para o jogo de bola piauiense.  Pode-se dizer que o título ficou em  boas mãos, pés e bico sendo  glorioso o caminho do Galo  neste ano   de dois mil e lá vai pedra.  A capital Teresina volta a ser a campeã do Estado nesta atividade lúdica e profissional, retomando a liderança desta capital que já havia perdido para o interior e para o litoral.Com este título, o Galo bate o 31 e já conquistou trinta mais um campeonatos na sua bela  ‘trajetória dos noventa” como diz Didimo de Castro, o Pequeno Polegar no microfone da Rádio Pioneira. E no meio da alegria da rapaziada, treinador Flávio Araujo, primo do Sergil  Araújo , abraça o veterano  da equipe ,o tio Dudu  que  demonstrou que côco  velho é que azeite e que  saiu-se como  artilheiro  do  campeonato. Ele foi o que mais meteu bola nas redes dos adversários neste certame piauiense. Um belo exemplo  para a meninada que quer  entrar no futebol profissional. Vejam o tio Dudu  do River e se espelhem nele. Este ano pode  até ter sido o seu último de atividade  no Pairamo mas pelo visto, ele ainda vai dar muito o que falar porque continua na dele, com a mesa humildade  dos tempos de peladas  tratando a bola com o maior carinho do mundo porque ele não é mal agradecido.E assim,a bola rola e este escrivinhador  não  enrola e merenda boa é pasteis de Maria Divina com coca-cola. E assim caminha a vida e não confunda,  Margarina   com Margarida. Mas louvemos  a conquista  tricolor desta Teresina tomando  de Altos que fica “bem ali, na esquina”, o honroso titulo de campeão piauiense  futebol profissional  que ele foi no ano passado e queria de novo. Com os outros dois nossos representantes capitais,River e Flamengo, mais por fora  do  titulo maior que o PT pelo do poder, só nos resta louvar  o Galo Carijó pelo certame conquistado. Ele bateu o 31 no número de   conquistas, desde  a sua fundação, quando se   amarrava cachorro com linguiça. E assim sendo, reverendo, o nosso Galo bate o Trinta e um e não está nem aí para  o Flamengo bufa de anum. Está na Copa Nordeste do ano que vem e não abre nem para o trem. É Galo!.


O sapo

A chegada de Sapinho no time tricolor foi  numa hora em que a agremiação tricolor não estava numa fase boa. Era aquela história de “mais ou menos”, perde aqui, ganha acolá, “mais ou menos”. Mas para    equipe como o River, o “mais ou menos” não satisfaz.O  importante para o Galo é ganhar, principalmente no seu terreiro. E partindo desta premissa, o bom católico não perde uma missa  e agora eu me lembrei do padre Tarcisio que era  riverino fanático  e nenhum  flamenguista se confessava com ele, dizia o doutor Mariano. Ambos de saudosas memórias. Mas a bola rola, Garrincha não enrola  e eu me lembro que Mariola era um  meio campista do River e um trio  de responsabilidade era  Vilmar ,era Giri  e era Mariola. Zé da Silva comandava torcida  pedindo a entrada de Mariola.


Vascaindo

Gentes boas, o campeonato carioca de futebol está entre o Vasco e o Flamengo e eu  como bom botafoguense  que sou  não estou nem  aí e nem lá... Nestes tempos  bolsonaristas,  o futebol ganhou uma moralzinha porque o presidente da nação é um capitão e quem é a maior autoridade de um time de futebol ? O capitão.  Então, este pais é um timão e o seu presidente é um capitão. E salve a seleção ! Mas entre Vasco e Flamengo, eu sou coluna  do meio porque  todos os dois  gostam de dar no Botafogo.  Mas o duelo é duro e não tem previsão de quem vai ganhar porque o pau que dá em Chico dá em Francisco e tanto faz dar na cabeça e como na cabeça dar...Mas bola prá frente que atrás vem gente,diz  Zé João Vicente. 

12 de abril de 2019

O Galo Carijó é quase campeão. E agora vem a grande decisão.

O Galo Carijó é quase campeão. E agora vem a grande decisão.

Tudo bem que o Galo ganhou nos Altos e leva vantagem para o Albertão. Mas nada está garantido porque a bola rola, este escriba não enrola e merenda boa é pastéis com coca-cola

Meio Campeão

Gentes boas, o nosso Galo Carijó é quase campeão. Venceu ao Altos lá no cocho de João de Paiva e só falta empatar aqui, em casa e ser enfaixado como o melhor deste ano. E falta pouco, muito pouco mesmo mas não é para contar com o ovo no sobrecó da galinha quanto mais do galo. Como diz o filósofo da Cacimba Velha, professor  William Bogea, “futebol é coisa séria e para frente é que as malas batem”. Na verdade, este campeonato “cabeça de pato” está meio sem graça porque não tem Flamengo na final e uma vez Flamengo... cadê o Flamengo? Escafedeu-se time rubro-negro e quem souber do seu paradeiro favor informar a este cronista que será bem gratificado.  Mas, estamos assim: River versus Altos, para saber quem vai ser o campeão, a capital ou o sertão. Se bem que não é este sertão todo que Altos é bem ali depois da AABB. É praticamente, um bairro de Teresina que, antigamente a gente ia lá só pra tomar coalhada que era uma desculpa para namorar com as filhas alheias. Mas hoje, Altos disputa com Teresina, capital, a hegemonia do futebol profissional, não é nada de torneio intermunicipal da Apcep. E tem no comando uma mulher chamada Patrícia  que tem um marido desportista da melhor qualidade, um cabra, parece que é paraibano, doido pelo futebol, organizado todo e vem dando olé nos cartolas da capital, tanto nos “altos” como nos baixos. E o caso é sério, se o River não abrir os olhos, o time altoense ganha dele dentro do Albertão porque já vem jogando em tudo que é campo do Nordeste e não tem este negócio de “campo dos outros”. Eles são ousados e o seu treinador é macaco velho, curtido na casca do alho, acostumado a  decisões neste Nordeste de cabra da peste. Que o tricolor de Delson, de Aroldo, de Zé Gomes, de Lula, de tanta gente boa, se cuide porque não está  ganho, nada resolvido e o jogo se decide é no gramado. Tudo bem que o Galo ganhou nos Altos e leva vantagem para o Albertão. Mas nada está garantido porque a bola rola, este escriba não  enrola e merenda boa é pastéis com coca-cola. E agora vem a grande decisão. River enfrenta os Altos, grande final no Albertão. Num sábado e num horário de missa, casamento ou coisa parecida mas não de jogo de bola, a decisão  de um campeonato  estadual. Seis e meia de sábado...Mas fazer o quê? Já que entramos na era “carcará”, o jeito que tem, o remédio que há, é aceitar. Vamos todos ao Albertão, sabadão, seis e meia, hora da Ave Maria...

Nosso campo maior

(foto do Albertão) -  Assis Fernandes/O Dia

Era no tempo das grandes construções de estádios no país do futebol e o Piauí não podia ficar de lado. E o governador da época era o parnaibano Alberto Silva, outro magro de aço piauiense. E fez o Albertão. Que hoje é como preservativo. Pouco usado...

Campos...

Como escriba das coisas deste futebol piauiense desde 1963, quando cá cheguei vindo do Ceará, natural do Aracati, uma terra muito boa, ela lá e eu aqui, encontrei aqui um Campo Grande, talvez um Campo Maior do que  lá. Na verdade, não eram Campos Eliseus nem do Elizeu mas eram campos, digamos, de Jordão, aquele camarada folgazão andou vendendo terrenos dos outros. Mas o campo era promissor e vida que segue, bola que rola e este escriba não enrola. Merenda boa é pasteis de Maria Divina com coca-cola. E como “em se plantando tudo dá”, estamos nós, e você, caro leitor, numa terra onde o esporte, a movimentação corporal, o “mexa-se” vem sendo deixado de lado para a comodidade, a moleza, á adoração ao telefone celular. Mexa-se!

A cadeira do Rei

Meus amigos, a vida nossa é cheia de altos e baixos e nem o Rei Pelé está livre dos infortúnios. Agora mesmo, entende? Ela passa por uma situação de saúde precária e seu problema é urinario. Não é monetário. O nosso maior ídolo do futebol mundial está em uma cadeira de rodas. O “atleta do século”, o Rei Pelé está se mijando. E sem poder, ao menos andar para  fazer em pé a sua micção. Dar sua mijadinha, entende? Para vocês verem como a vida é traiçoeira. O Rei Pelé não se segura em pé. Ele que foi o “atleta do século” neste mundo vasto mundo. Já operou coluna e quadril. Aquele que foi o maior jogador do mundo hoje é um cadeirante. Mas onde vai, ele é  saudado e respeitado porque quem foi rei nunca perde a majestade.

09 de abril de 2019

Atenção! Quarta-feira no Felipão, um jogão! Altos contra o Galo

Teresina versus Altos, brigando pela hegemonia do esporte bretão. É a capital jogando contra sua cidade mais próxima, bem ali.

Apanhou no Côcho

Meus amigos, o futebol dentro de sua seriedade tem uma coisa que é sempre observada e respeitada que é o ”côcho”, palavra popular  que significa “em casa”, jogar no campo próprio. É o falado mando de campo. Neste esporte bretão tem-se a  convicção de que jogando em campo próprio se tem mais vantagem, seja pelo conhecimento do terreno, seja pela torcida ou mesmo pela arbitragem  que é “de casa”. Assim sendo, reverendo, o time que joga em casa tem isto que os ingleses chamam de  “handcap”, e aqui dizem que é  o mando de campo, erradamente, porque quem tem o mando de campo é o árbitro. Sua senhoria, o juiz.  Mas lá no Piripíri, terra muito boa, ela lá e eu aqui, o time de casa, os “bem querer” do Luis “Menez”, o Gavião assim chamado foi descolorado  pelo Jacaré. E com o campo de muro levantado  que a chuva tinha derrubado, os donos de casa viram e não acreditaram  que um time dos Altos viesse para a Arena Itacotiara dar no time do prefeito mais desportista do Estado. Ele ainda joga bola. Mas vamos ao jogo que a bola rola e este amigo de vocês não enrola. Este jogo foi tão espetacular que nem precisou de juiz. E assim sendo, reverendo, ficou assim: final de campeonato  será entre o River e o Altos. O representante do futebol da capital é o nosso Galo Carijó, tricolor de tantas tradições, agora com a grande responsabilidade de defender o nome deste pebol contra uma agremiação dos Altos, o mais novo filiado da Federação Piauiense de Futebol agora sob o comando de Robert Brouwn Carcará “pega, mata e come!”. Meus chegados, a coisa é séria e eu não gosto de pilhéria e o campeonato estadual vai chegando a seu final com River e Altos no jogos decisivos. Altos e Teresina brigando pelo titulo maior de nosso esporte bretão. Altos que nunca fez time bom nem no torneio intermunicipal da APCDEP, agora chega na final de um estadual com cara de favorito. É um progresso muito grande para a terra da Elvira e isto gera turismo e lá é famosa a sua coalhada e sua arte culinária e até seu caldo de cana. O futebol tem esta vantagem. De ser um agente propagador da cidade. E este tempo é a vez de Altos e o confronto  final é com o mais tradicional clube da capital, o famoso Galo Carijó, o River Atlético Clube, que divide com o Flamengo  as simpatias dos teresinenses,ficando bem pouquinho para o Piauí, o Enxuga- rato. Pois é contra a torcida de Teresina que os Altos vem de frente. O campeonato  está entre os dois, o River, eterno campeão e os Altos a nova sensação. Bola prá frente !

Descolorado

Foi um grande batalhador mas parou nos Altos de João de Paiva e agora da prefeita. Em pleno mês de abril o 4 de julho não foi um time agosto do torcedor piripiriense nem de cearense como o Sergil Araujo. E no terreiro alheio, Altos, time da prefeita, não teve pena. Deu no time do prefeito. Bem feito !

Amanhã tem jogão !

Atenção, muita atenção! Quarta-feira no Felipão, um jogão! Altos contra o Galo, decisão do campeonato estadual. Não é intermunicipal ! Teresina versus Altos, brigando pela  hegemonia do esporte bretão. É a capital jogando contra sua cidade mais próxima, bem ali. Os torcedores teresinenses devem se se unir porque já foi uma vez Flamengo. Quem puder ir aos Altos que vá torcer pelo Galo que vai jogar no terreiro alheio. Aproveita para saborear a famosa coalhada e tomar caldo de cana. E pode até trazer umas manguinhas que lá neste tempo, tem demais. A torcida riverina não pode deixar de acompanhar seu clube de coração. Avante, riverino. Com bandeira de glória na mão !

Cabeção do Dirceu

O esforçado Gilvan, desportista do Dirceu, contando com apoio da Graça Amorim e do Júlio Arcoverde,agora na Semel, vai fazer   neste sábado que vem, um baita de um torneio de futebol quarentão e sub quinze, cada categoria numa hora. O trabalho do Gilvan é muito importante na atual conjuntura quando o celular é o grande inimigo do desportista porque ele fica mexendo com os dedos e não mexe com os quartos nem prá subir escada e em consequência, fica dando para engordar. É chegado o momento de se colocar  meninos e meninas para  a prática do  desporto. O brasileiro e o piauiense, em particular vem aumentando de peso, conforme as estatísticas, de uma maneira impressionante.

05 de abril de 2019

Temos uma menina defendendo o nome do Piauí no tênis

Ela começou aqui na Academia Radical onde o Fábio “Encina” a jogar com a bola pequena mas conhece tudo sobre o esporte e sabe das coisas.

Estado de emergência

Meus amigos, as aguas estão rolando e o prefeito Firmino Firme decretou na capital, um estado. Estado de emergência. Há quem diga que o nosso Piauí nunca saiu deste estado de ”emergência”, nem no tempo do doutor Alberto quando aqui era “céu aberto” para gregos e baianos. Mas agora, o filho do saudoso pai, Major Mapil, goleiro do segundo quadro do rio Negro e titular do time do Clube dos Tabajaras, o Firmino é titular da prefeitura, já tri-prefeito e decretou estado de emergência na capital em virtude do inverno ter chegado forte demais e as aguas estão rolando e os rios enchendo e Teresina é uma cidade “entre-rios” Parnaíba e Poti e tem um que tem muita raiva de um apelido botado nele que é “Velho Monge” e quanto mais o chamam deste apodo mais ele se zanga e vem com gosto de gás prá cima de Teresina. O outro, rio Poti, não é muito zangado, não. Ele tem as suas enchentes mas fica na dele, a negrada passeando de barco, dando uma de turista. Outro dia o “Vei” Cineas estava todo lampeiro, de binóculos, bermudas, dando aula de “Piauisês” para um bocado de gente que era passageiro da barca do açúcar. Eu até estava, de penetra, junto com dona Vera que é tia da Poliana, uma filha da dona Ana e que é uma assessora cinesiana. E ali, na minha, olhando a beleza de nosso rio, suas margens pouco cuidadas, árvores mal tratadas, a natureza pedindo ao homem que seja mais “Elmano”. E o barco singrava as águas não muito limpas do Poti onde a plebe rude e ignara joga detritos e faz dele um imenso aparelho sanitário. Mas as aguas rolaram e o prefeito decretou “estado de emergência” e o mesmo deveria  fazer para o Lindolfo Monteiro, bastava acrescentar só um “i” no nome. Estádio de Emergência que é o que ele é, diante da situação “pecuária” porque passa o nosso futebol profissional. De cara manutenção, sem dúvida, o Albertão. O Lindolfo Monteiro passaria ser um “estádio de emergência” nesta  gestão do filho ilustre de Barras Brouwn Carcará “Pega mata e come”. E assim, meus  leitorado amado está decretado. Estado de emergência municipal. As águas estão rolando e nossa capital é uma cidade entre-rios.Poti e Parnaíba. “Rio abaixo, rio arriba”...

Um  frangueiro...

Quando um goleiro é ruim a negrada o chama de “frangueiro”. Este rapaz da foto de Assis Fernandes é também um “frangueiro”, mas ele não joga no gol. Ele vende frangos. E só podia ser torcedor do Flamengo. Olhem o boné dele.

As águas rolaram

Gentes boas, as aguas são como as regras menstruais. Quando vem muitas, atrapalham. No caso agora, do nosso futebol, o inverno forte, pesado, molhador, está atrapalhando o desenrolar do campeonato piauiense porque os campos ficam encharcados, tanto o da Prefeitura como do Estado e inverno quando é bom encharca até  campos “elíseus”, isto é, aqueles que foram do Elizeu Aguiar, ex-presidente do River. E agora que estamos com o inverno pegado mesmo, daqui a algum tempo, vamos ter muito milho verde, feijão de corda. Macaxeira e tudo em quanto a terra nos propicia  porque aqui “em se plantando tudo dá”, como disse o primeiro torcedor do Vasco da Gama, o Pedro Álvares Cabral.

Tenista piauiense em alta

Teremos uma menina de Teresina defendendo o nome do seu Estado numa competição. Ela começou aqui na Academia Radical onde o Fábio “Encina” a jogar com a bola pequena mas conhece tudo sobre o esporte e sabe das coisas. Não é boba. 16 anos e tem jeito de quem vai faturar muitas medalhas pela frente. Ela é a primeira piauiense a participar nesta competição e segundo os entendidos pode se dar muito bem porque está enfocada. Fábio Miranda, presidente da entidade maior deste esporte em Teresina faz fé nesta menina. Vamos ficar aqui torcendo por ela porque o Piauí sempre teve bons nomes nesta modalidade. O tênis tem nos projetado mais  do que o futebol.