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Notícias Garrincha

11 de outubro de 2019

O piauiense é um caboclo bom de esporte

Confira o texto publicado na coluna Canal 1 no Jornal O Dia.

Somos bons 

Meus amigos, o piauiense é um caboclo bom de esporte. Onde ele se mete, apanha, ganha e empata. Você lê na página de esportes deste nosso jornal e vê notícias do tênis de mesa, de futsal, de atletismo e de handebol e eu falando de nosso futebol. Lamentavelmente, o nosso profissional jogo de bola não é noticiado e um amigo meu, pernambucano, me indagou se aqui não tinha federação de futebol, porque não via nos jornais da cidade referência a esta atividade lúdica e movimentadora de dinheiro. ´”É doloroso, mas infelizmente é a verdade” como diz canção popular, mas as noticias são por demais escassas para este viés da nossa imprensa falada, escrita, televisada, computadorizada e agora celularizada. Sim, porque hoje em dia, dona Maria, tudo está atrelado ao celular. É o “dono do pedaço” e só quem não aderiu a ele foi o Magro de Aço. Que quando atende ao telefone celular manda o falador para os biliquindins dos infernos. E ai, e ui! Mas a vida continua aos trancos e barrancos para os pretos e os brancos porque o Brasil é um time de futebol dentro do campo e quem manda nele é o Capitão. E PT saudações, ordinário, marche! E no futebol, o meu time, o Botafogo estava sem treinador e agora quer o Valentim porque o outro era muito frouxo. Sem coragem. Mas não queremos um valentão, queremos um Valentim. Treinador de  futebol é uma atividade sem fundo de garantia. O cidadão depende de resultados, de vitórias  e alguns empates. Sim, porque o torcedor é como o habitante do Espírito Santo. Vive de “Vitória”. Assim como nossos vizinhos de cabeças chatas. Arrotam uma “Fortaleza” mas  “será lá”? A meus amigos, o vento que venta lá não mesmo que venta cá. Será ou Ceará possível? O que me deixa  preocupado é a falta de notícias de nosso futebol profissional, ao menos da capital, Galo, Mengo e Enxuga-rato, coisa igual eu nunca vi, desde que cheguei aqui, vindo do Aracati. Rapaz, o que fazem River, Flamengo e Piauí, os três daqui? Também quero notícias do interior e também  do litoral, do Parnaíba de Mão Santa e Juriti. O esporte deste Piauí está semi-parado, precisa ser movimentado, ser jogado. Não uma movimentação eleitoral mas esportiva mesmo de quem tem noção do valor que o esporte representa para a comunidade. As amizades que ele reúne,são mais duradoras do que as de mesa de bar. Governo do Estado, prefeitura e instituições outras devem usar o esporte como um elemento de ligação, de reunião de aproximação das pessoas para projetos sociais, esportivos e culturais porque o esporte é grande “public relation” do mundo, vasto mundo, e se eu me chamasse Raimundo, fosse doutor, se tivesse o apelido de Pão e morasse em Piripiri e já tinha me candidatado a prefeito e só dava bola com efeito. Sim, porque somos bons. 

Os craques da literatura piauiense 

Era um quinteto laureado. Paulo Freitas, José Fortes, Jámenes, Chico Miguel e  Clidenor. Imortais da Academia, não  do “dia a dia”. Futebol é cultura...

Boa notícia 

Para o futebol de salão, uma beleza. Nossa capital vai ser sede de uma grande competição de salobol de 04 a 10 de novembro, a Liga do Nor-deste de futsal 2019. O ginásio Verdão será palco desta competição de Futsal e os jogos serão realizados no Ginásio Verdão de 04 a 10 de novembro e o Assis vai lavar a burra vendendo comida e bebida para gregos e baianos. Realmente, estamos precisando de movimentação no esporte salonista. O nosso povo gosta de esporte, os pais e filhos. Agora que estamos cheios de rádios e televisões, internete e comunicações, vamos ao jogo e deixemos um pouquinho o celular ou até pode levar. Contanto que, você prestigie  este evento esportivo. Em novembro, no Verdão. Esqueça não, viu?!

Já cem 

Meus  amigos, a bola rola e este amigo de  vocês não enrola mas o nosso menino de ouro, o Neymar já vai completar cem vezes que veste camisa amarela de nossa seleção... Infelizmente, ele não fez um gol em cada partida que jogou e só pela seleção foi nove, noventa. Se ele tivesse feito um  gol por partida, agora estaríamos torcendo pelo  gol 100. Agora mesmo, a seleção brasileira vai enfrentar a Singapura, depois vai jogar contra a Nigéria e o Senegal e por aí vai no descambau, jogando só contra perna de pau. E o Neymar esqueceu este negócio de mulher e agora, ele quer é completar 100 jogos pela seleção amarela, azul e verde. Cem vezes com a canarinho no corpo mas lá tem gente com mais jogo pela seleção como o Daniel Alves que  jogou já 117 vezes.

10 de outubro de 2019

Este escriba é o único nos jornais da cidade que fala de futebol piauiense

Este é o país de Mané e Pelé e a sua sabedoria não está na cabeça mas no pé.

O único

Meus amigos, leitorado antigo e novo, eu não quero me “gambar” não mas ultimamente este escriba é o único nos jornais escritos da cidade que fala de futebol piauiense. Neste mesmo jornal aqui, do Valmir, este amigo de vocês, só ele que se reporta ao jogo de bola profissional ou amador deste Estado de necessidade. Uma atividade  lúdica e essencial ao corpo humano e importante para a economia da nação ao ponto do Brasil ser conhecido por este mundo afora como o “pais do futebol”. Este é o país  de Mané e Pelé e a sua sabedoria não está na cabeça mas no pé. Assim como quem sabe dançar é chamado de “pé de valsa”. Quem tem a facilidade de ganhar as coisa é o “pé  quente” e  quem só dá o azar é o pé frio. Portanto, o pé é fundamental na vida humana e o pé é o suporte do corpo, sua base. E é pelo pé, com o pé que se construiu o maior reinado do universo, o Reinado de Pelé. Os tempos áureos do Brasil campeão do mundo vasto mundo também do Mané. E a bola era o motivo maior desta nação verde e amarela que nem sonhava com a vinda de Bolsonaro. Era uma vida livre e também até o Lula era livre. E se jogava até PTca. Aquele jogo do interior onde se usava a casca do milho verde e se fazia peteca. Naquele tempo o nome era peteca. Agora é PTca. E agora é a vez de se exaltar o nosso ídolo maior que é Neymar que vai completar os cem jogos pela seleção brasileira de futebol, achava eu que era o maior recorde de profissionais  do jogo de bola argentina mas vejo aqui que o Daniel Alves já fez 117. Mas o que me preocupa mesmo não é nem isso é saber que que o nosso jogo de bola argentina, aqui em Teresina, levou uma sumida e não se ouve falar em movimentação de nenhum dos três restantes, River, Flamengo e Piauí, quanto mais do interior ou do litoral.Isto é uma vergo-nha porque até Timon City tem time profissional dirigido pelo Leal. E a nossa Teresina, cidade menina, não se apresenta como deveria se apre-sentar com equipes  fortes para jogar, disputar campeonatos, fazer festas dançantes como eram antes com River, Flamengo e Pìauí e ainda tinha o Auto Esporte na rua da Palmeirinha, ali perto  da casa do capitão Adão e do boteco do Chicão. “Como era bom aos domingos/Camisa puro cetim/ e os comentários/ tinham sim, bilinguindins...”, dizia o poeta. E assim, a vida passa, a bola rola e a federação de futebol está na era Carcará e vamos ver no que vai dar...

Já eram cabeludos...

Esta foto é dos anos setenta e neste tempo os meninos já andavam de cabelos balulas. Lá em cima diz “como era fácil” numa alusão de que hoje é mais difícil... Culpa do celular...

Bruno

Um dos maiores goleiros deste país, Bruno voltou a jogar futebol em Minas Gerais no Poço de Caldas. Todo pais se lembra da tragédia em que ele foi acusado de assassino de uma mulher bonita chamada Eliza Samúdio que ganhava vida sendo modelo e modelo e jogador de futebol é um par de artistas. “São tão simples  os homens e obedecem tanto ás necessidades presentes, que quem engana encontrará sempre alguém que se deixe enganar” já dizia aquele notável beque de espera Nicolau Maquiavel. E o Bruno se enganou com  a cor da chite, fez besteira grossa e pagou pelo mal feito. Agora se encontra  rarefeito e disposto a apagar na lousa de sua vida  aquela triste cena. Cabe a torcida ajuda-lo.

Treinador

É o ponto chave. É tudo. Treinador de futebol profissional. Treinador é muito mais importante do que presidente de clube que qualquer um pode ser basta ter dinheiro, tempo, pouca vergonha e ter jogo de cin- tura para mutretas e cambalachos. Para ser técnico de futebol profissional é necessário, primeiro saber falar, saber escutar, saber avaliar,saber aguentar e saber mandar. É uma atividade lúdica porque tem jogo e lucrativa porque tem renda. E ter habilidade para conviver com a imprensa que é uma ”faca de  dois legumes” como dizia Ênio Silva, o voz de lixa. A imprensa tanto levanta como derruba. É como Viagra. Tem que se  saber conviver com ela. Fazer como está fazendo o Bolsonaro, o capitão...

09 de outubro de 2019

O técnico é um profissional que merece toda nossa consideração

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Vida de treinador 

Rapaz, toda profissão tem seus espinhos, seus caminhos e descaminhos mas esta de treinador de futebol bate recorde. Olhe que treinar uma equipe profissional e obter bons resultados é uma tarefa muito difícil. É como ser diretor de colégio ou madame de “casa de recursos”. Mesmo porque o relacionamento é com homens e homem, já viu, é uma espécie difícil de se tratar e só perde para mulher. Homem é complicado. Mas isto é outro lado e vamos para o viés do futebol que é mais nossa área e quem tem o que é seu faz o que  quiser fazer. A vida de um treinador de futebol é parecida como gerente de casa de recursos. Você vai logo dizer que casa de recursos é um banco e não o que o nobre leitor está pensando. O técnico de futebol é um profissional que merece toda nossa consideração e estima porque é um educador e de adultos. Ele pega camarada vindo de todo canto e tenta botar nas quatro linhas do gramado, e ensina a ter companheirismo, ter a solidariedade seja qual for a idade, no campo  ou na cidade. O treinador é um guia, um pai, um mestre mas quando ele presta porque um preparador ruim bota o rebanho a perder. Sim, porque entre as muitas denominações que ele desfruta tem esta de “preparador”. Porque ele prepara a equipe, ele aduba o terreno. Também chamado de “coach” pelos que inventaram o futebol, os ingleses. No linguajar do torcedor “pé de chinelo”, o técnico não passa de um “entregador de camisa” porque nas hora das escalação da equipe é ele quem dava as jaquetas aos pupilos. Hoje é tudo automatizado e as camisas tanto as do futebol com as de plástico são industrializadas e caras. Mas vida que passa, a bola rola, este cronista não enrola e estamos falando sobre a vida de treinador de futebol que vive de sobrevida. Não tem nenhum “fundo de garantia” e o seu banco não tem fundos porque se hoje ele se senta, amanhã se arrebenta e o que vale é placar, é ganhar. E ás vezes, empatar. O empate é o adiamento da dispensa. Tem treinador que é especialista  em empatar. É o “empata roda”. Nem faz nem deixa a ninguém fazer. Fica no zero a zero. Escore preferido dos racistas. O placar em branco. Mas o problema não é extrair nem destruir. É distrair. Espero que tenha feito isto  para os senhores com esta crônica. 

Os bons tempos da AABB 

Quando os bancários eram felizes e nem sabiam... Assis Madeira Campos, o presidente da AABB-Teresina, Durval, Ulisses, Alexandre Carvalho e Hélio Carioca mostrando o número premiado  do bingo. Ah, tempo bom!

Caiu Barroca 

Gentes boas, o cidadão com apelido Barroca não é mais o treinador do meu time, o Botafogo. Que com o nome que tem  merece um técnico com nome mais  social do que  Barroca. Barroca é nome de porca não é de um técnico de clube de categoria como o alvi-negro da Estrela Solitária. Pelo amor de Deus... O  clube apanhou cinco vezes seguidas e isto culminou na queda barroquina. Dizem que ele era um “barro” a diretoria havia colocado na parede mas não segurou. Choveu, molhou, caiu. A vida de treinador de futebol em clubes, neste Brasil brasileiro, terra de samba e pandeiro, é sem estabilidade. Depende dos seus resultados. É como exame de paternidade. Pode dar positivo ou negativo.

Timon 

Esta série B de bola no futebol do Piauí nos traz a simpática a agremiação da fronteiriça cidade Timon I (MA) como convidada especial e  assim sen-do a grande atração do certame cabeça de cuia. E  Timon em fazendo uma boa campanha e está nas semifinais, ao lado do Oeirense, dos Picos e dos florianenses que são os corissabanos. É um “inter-municipal de luxo” fazendo uma série D de dado e com um concorrente de outro Estado. Pode ser estado de necessidade mas não deixa de ser outro Estado. E ainda tem uma coisa. O clube do Napoleão Guimarães pode ser o primeiro do Brasil a ser de um Estado e jogar noutro e se for campeão? Vai virar até gozação. O campeão do Piauí é do Maranhão...

08 de outubro de 2019

A profissão de técnico de futebol é uma das mais difíceis do mundo

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Outubro e nada... 

Meus amigos, entramos em outubro e nada de positivo no desporto profissional de nossa terra. Ninguém vê nada se mexendo no setor bolístico e profissional no jogo de bola, no futebol alegria do povo. Os jornais trazem notícias do futebol brasileiro e até do estrangeiro, mas do esporte nosso de cada “dia” neste “meio norte”, “diário” ou semanal, nadisca de nada. O filha de dona Raimunda aqui, fica numa situação difícil porque tem que bater o prego na chuteira senão vai furar os pés dos leitores e leitoras do jornal de maior circulação, diário, deste meio norte. E assim, a bola rola, o Garrincha não enrola e doce bom é mariola. Mas estamos começando o mês outubriano e só faltam três para terminar o ano. E como estamos no quesito competição estadual deste ano, como vão os nossos times de tradição, River, Flamengo e Pìauí, aqueles que arrastavam multidões e enchiam os nossos estádios, o municipal e o estadual? Tudo isto antes de inventarem o telefone celular, esse aparelho que veio só para o pessoal engordar. “Como eram bom aos domingos/ bandeira puro setim/ e nos comentários/ tinham os biliguindins...” uma referência do poeta ao nosso Magro de Aço que no microfone da Rádio Pioneira dizia: “Esssssscuta Dídimo! ”E na cabine  vizinha, Moraes Filho, Odilio, Fernando Mendes e até este escriba mandava pérolas ao ar pela Rádio Difusora de Teresina. Ah gentes boas, o tempo passa, como dizia o narrador mas era um tempo de paz e amor e se disputava: qual o time que tinha mais torcedor? O Carlos Said dizia que era o River e o Rodrigues Filho dizia que era o Mengo e o Aluísio de Castro falava que era o Piauí e ainda tinha gente que achava o futebol um “Auto Esporte” e bastante “Comercial” mas nada “Artístico porque o João usava camisa e o Zé “Palitó” e quando faltava dinheiro iam empenhar o relógio no “Belchior”. Ah amigos, futebol é coisa séria, diz o filósofo da “cacimba veia”, William Bogea, o “Vei” balançando-se na rede que comprou em Tianguá na última vez que andou por lá, no Ceará. E nada de jogo em Albertão ou Lindolfinho para a bola correr e ter transmis-sões esportivas de nossas rádios Clube, Pioneira, Difusora e Tropical que os narradores já estão de línguas emboladas e “oiças” tapadas e é preciso o Magro de Aço dizer: “esssssssscuuutaa Didiiiiimo! Estamos em outubro e nadisca de nada ... como dizia Guilherme Bucho de Panelada. 

Piauí x Flamengo 

Era o clássico Piaui x Flamengo no Albertão lotado. Cacá deitado, tentando gol em Hidemburgo ,do Flamengo. “Como era bom aos domingos...” 1977?

Perdeu, caiu ... 

Rapaz, esta profissão de técnico de futebol profissional é uma das mais difíceis do mundo. Vejam agora o caso do Rogério Ceni no Cruzeiro, de Belo Horizonte,que para ele não está nada de belo. Foi defenestrado do time, deram as contas dele. Não é mais do Cruzeiro e nem do dólar. Não havia nem completado dois meses. 44 dias e noites. Rogério sai de “Ceni” do Cruzeiro, aquele do Sul. Como o que segura o técnico é vitória, Rogério tinha vencido duas, empatado duas e perdido  o dobro.Rogério tem proposta   do futebol americano. Não deu sorte com Cruzeiro, vai tentar o dólar.

Fortaleza chamou 

Mal o Rogério caiu do Cruzeiro, o Fortaleza o aparou. E o chamou para comer peixada no Mucuripe e ver as belas morenas na Praia de Iracema. Já conhecendo o trabalho do mineiro, o tricolor de aço cearense pegou de volta o técnico e lhe deu a chave da concentração. E feliz o filho que a casa paterna retorna e ele vem cheio de moral, com aquela gratidão ao grêmio cearense que o apoiou no momento em que foi preterido em sua própria terra. E a vida é mesmo assim, amor só de mãe e bola prá frente para não fazer gol contra. Rogério deu ao Fortalezão título de campeão da segunda divisão do futebol brasileiro. Depois foi Campeão no Estado e da Copa do Nordeste. Foi por isto que o “tricolor de aço” o chamou de novo. O bom filho a casa retorna.

04 de outubro de 2019

Bryam Lima é destaque no judô com kimono e sem kimono

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

04 de Outubro 

Sim, entramos em outubro e nada de bola oficial bola profissional e o ano já vai no rumo de se acabar porque vem novembro e em dezembro é só correr para os abraços de Papai Noel  e nada de jogo de bola oficial ou mesmo praça porque a era agora é do celular e ninguém  quer mais jogar. A não ser  miolo de pão na boca. A gente vê jovens professores de educação física exercitando com muita rapidez só  seus dedos mas no aparelho celular que é mais usado na  hora em que você  juntar o K com o H. Mas é noutro aparelho domiciliar... E assim, o tempo passa e você vai pegando mais massa.E se arredondando mais, amigo, na poltrona e se tiver um aparelho de ar condicionado ligado você  não reclama,  rapaz  educado que foi no colégio do professor Lisandro Tito. E assim, é esta  Teresina cheia de graça e de beleza agraciada pela natureza, tenho certeza. Mas jogo de bola oficial, o futebol alegria deste povo que vai para a geral e quando volta para  casa vem pedindo para a mulher  uma coisinha  de sal... Ah, amigos, futebol é coisa séria, diz o filósofo da Cacimba Velha, o sábio Bogéa, natural de Caxias,no Ma-ranhão  mas  teresinense de  coração, hoje aposentado de quase tudo. Eu digo de quase por-que ele diz que ainda bate o centro em pelada  de amigos no Mocambinho. E por aí vai,porque  o mundo é uma bola e uma bola gigantesca,  maior de todas e nem teve começo  e nem terá fim. E o foco de nossa  coluna é a bola,  uma invenção do Senhor porque Ele é quem fez o mundo  vasto mundo redondo e pensou bem porque  se  o tivesse feito quadrado,  a gente ficava  dando cabeçadas nas paredes e tinham uns que   eram arriscados a furarem as paredes por causa de pontas penetrantes chamadas vulgarmente de   chifres. Sim, irmãozinhos, como diz o professor e peladeiro Cinéas Santos,  mas não se espantem, nem se admirem porque na realidade, chifre não existe. Isto é coisa que o povo  bota na cabeça da gente... E quando entra não quer mais sair. Uma droga ! Mas comecei falando que em outubro não entra nada de  futebol e nem de  outro esporte de bola que não seja  sinuca. Sim, estamos em 4 de outubro e nada sal, nem no profissional nem no  amadoral. Dizem que é efeito celular. Para  todo mundo dedilhar. Nada  de correr, nadar, jogar. Mexer só com os dedos. Do mindinho ao dedo anular. Mexendo no celular. Ah,meus amigos, no telefone já nem se diz mais “alô”.Agora é: “On line”. -Quem fala ? E estamos  no fim do ano e cadê River, Flamengo e Piauí ? Cadê o futebol daqui? Nem o Luis “Menez” aparece com o João Cláudio mais  o Amauri cantando “Eu vim de Piripiri”. 

Bodas de prata 

Este retrato tem 25 anos de vida. O time de cronistas piauienses no Lindolfinho. Eu, Ribinha, Fernando Said, Bogea, “o menino, Gláucio, Marquinhos, Pereira,Pedro Tamanco e Valteres com um menino. Agachados: Não sei, Herbeth  Henrique, Não sei, Loiola,  Franklin e Miro. Ainda está quase todo mundo vivo... Esporte é saúde.

Nem água tinha... 

Repercutiu negativamente a declaração do dirigente de Floriano, o Anderson Kamar, do  Cori que é também Sabbá. Dizendo ele que  o campo de um campo ainda maior  não tinha nem água para dar de beber  a quem tivesse sede como manda o livro santo. “Dai de beber a quem tem sede”  . O presidente   do time campomaiorense que  é um Marcelo de  “Paz” retrucou que foi a federação quem mudou os horários e que ele vá se queixar ao  “descambrau”. O que deixa  a gente que é cearense um pouco preocupado é com esta falta dágua denunciada pelo florianense Kamar que é até um bom Kamarada. Eu, como cearense que fui, sei que a falta dagua só  suplantada por outra  que é a falta de vergonha.

Piauí brilha na Europa 

Vamos registrar aqui o feito do nosso faixa roxa Bryam Lima que esteve há pouco tempo em Lisboa e trouxe medalhas disputando com os europeus. Ele é patrocinado pela Udined e tem honrado a pátria e o patrocinador com excelentes resultados em competições internacionais. Tem 31 anos e ele luta com kimono e sem kimono. Nesta segunda opção, não sei informar ao distinto leitorado se ele luta nu porque não me disseram e nem o Assis Paraíba de Campina Grande sabe, ele que é faixa cor de rosa, conquistada na terra do  João  Vicente Claudino. E vamos louvar esta brava rapaziada que vem dignificando o nosso judô lembrando aqueles bons tempos do judoca Benito Mussolini.   

03 de outubro de 2019

Dirigente denuncia falta de água em estádio

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Nem água tinha... 

Meus amigos, o nosso “inter-municipal de luxo” como está sendo chamado o certame piauiense deste ano tem agora uma certa querela entre um campo maior e um menor porque o dirigente corissabano, o Anderson Ka-mar disse que não tinha culpa se Campo Maior não tinha iluminação para jogos noturnos e foi mais no fundo do poço dizendo que no dia em que seu time foi jogar lá, nem água tinha. Nem de pote nem de quartinha. Isso é uma acusação muito grave a terra de Carbureto e Ernani Napoleão porque Campo Maior tem aquele açude lindo que os namorados aproveitam para tirar retratos onde tem aqueles corações flechados. Presidente atual do Bode, o Marcelo que quer Paz rebateu as  indiretas e diretas do cartola florianense dizendo que não tem nada a ver com a história e que tudo foi feito pela federação carcaraense e eu se o cartola florianense tiver achando ruim que vá se queixar ao bispo, perdão, ao Brown que é presidente da Federação, sucessor de Cesarino Primeiro e Único. E assim sendo, o fu-tebol desta ano tem  tudo para ser bom porque tem time até de Timon. E nós sabemos que uma grande parte  de quem vai ao Lindolfinho vem  da vizinha cidade timbira .Eles vem ou de barco ou é  só atravessar a ponte da amizade. Há quem diga que é uma “amizade falsa” mas eu não acredito. Nossos laços de amizade entre Teresina e Timon é tudo de bom, como diz o Beto Loyola bebendo uma coca-cola. Mas vamos ao jogo. Pelo regula- mento só quatro times vão para a próxima fase. Entre Timon, Corissabá, Picos,Comercial, Oeirense. Este campeonatozinho é um inter-municipal de luxo e com uma seleção do Maranhão que é  Timon, nosso vizinho beira rio e um lugar muito bom. Ele lá e nós cá...Mas pelo regulamento apenas quatro times chegam na final. O próximo confronto será entre Corissabá e Picos lá no Tiberão em Floriano, terra de craque e mulher  bonita.  O en-cerramento da competição já tem Oeirense e Picos como  finalistas do quadrado mágico do final de campeonato nesta era Carcará. Nesta série B de bola só quatro times estão no rumo da classificação. E os jogadores de Oeiras e de Picos já estão de passaporte comprados. E quando forem jogar em Campo Maior vão levar  agua  porque  o  Anderson Kamar  abriu o  bocão. Com vistas á federação... 

Floriano 

Nos anos noventa na cidade de Floriano, estes abnegados desportistas contribuiram para a  fundação do Corissabá. No retrato não tinha os seus nomes...

River 

De time profissional nem se fala mas no sub 20, o River anda se mexendo para entrar na Copa do Nordeste que é quase profissional e depois participar da Copa São Paulo, futebol junior, certame que é muito prestigiado e concorrido porque é a vitrine  do profissionalismo, é de lá que aparecem os craques, as chamadas revelações , onde os seus  donos de passes lavam a burra porque jogador de futebol bom é como mulher da famosa Bete Cuscuz. Mas como quem não tem cão caça com gato, vem aí o certame dos novinhos para ir esquentando para o profissional. E é de pequenino que se torce o pino, fazia o pai na orelha do menino.

Flamengo 

Quem me dá notícias do Esporte Clube Flamengo, tradicional grêmio de primeira divisão  do futebol profissional do Piauí, o segundo em liderança de certames estaduais e que foi durante muito tempo, o time  dos “carca-manos”? Favor quem souber de informações desta agremiação ligar para mim, 9991754 ou mandar pelo zap-zap [email protected] As últimas notícias que correram na Praça Rio Branco é que ele tinha sido apossado por um coroa baixinho que já havia até jogado pelo segundo quadro do River e que tem o apelido de  Xuxa. Torcedores do grêmio das cores vermelha e preta estão pensando na sua  recuperação.

02 de outubro de 2019

Sem futebol no domingo a segunda-feira é triste

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Segunda triste 

Para mim. Não existe nada mais triste do que chegar na segunda-feira, aqui no jornal do Valmir, no folhear o matutino e não ler informações sobre o nosso esporte maior que é o futebol, alegria do povo. Porque o cronista vive de comentar os acontecimentos do ramo ou do Remo quando o caso é lá de Belém do Pará. Porque é “ho-River” não se ter assunto como agora e você tem que pagar juros de mora. No tempo em que eu era bancário descobri porque existiam longas filas nos caixas. Era o povo pagando juros e pagar juros de... mora. Mas, gentes boas, vejo com tristeza uma manchete nos -as dizendo que o ‘’Governo inaugura cadeia,mais precisa de mais de 2.200 vagas. Quer dizer que tem que ter mais gente com passe preso porque a concorrência é grande para se fazer o que não presta e neste momento, o mundo, vasto mundo, está cheio de mau elemento. Eu cá, lá, mento. E não vejo nenhum notícia dizendo que o governo inaugura mais um campo de futebol, uma área de esportes para a juventude e até para a terceira e até quarta idade porque cocô velho é que dá azeite e vaca magra não dá leite. Mas o título diz lá em cima “segunda triste” e a causa é falta de jogo no final de semana e sem futebol, haja cana nos botecos da cidade e isto é prejudicial à saúde e a economia doméstica. Uma segunda é triste para o cronista porque ele vem sem ter nenhum jogo para comentar e isto é de lascar. Porque crônica esportiva não é como sermão de padre que o tema está no grande livro. Aqui temos que utilizar o “rame-rame” como dizia o saudoso coronel Miranda, o que aconteceu ou não, mas escrever sobre o assunto em pauta tendo o maior cuidado em não tirar a letra A inicial porque a censura está atenta. Mas, gentes boas, a segunda feira é triste porque não teve futebol no domingo para a gente comentar porque o importante não é nem o jogo é a resenha, as fofocas o “disseme-disse’ da imprensa escrita, falada, televisada e agora vídeocassetada. Porque o tempo passa e as coisas acontecem com tanta rapidez que até a galinha já põe sem indez. E quando você menos, espera chega o fim do mês. E nada do que você queria fazer, você fez. Porque um é um, dois são dois e três são três. Ah, gentes boas, sem jogo de bola em final de semana a vida não é mais aquela e não adianta assistir novela. 

Os três mosqueiros 

No tempo em que a gente era vereança e tinha muita comilança. Edson Melo, Renato BG e este escriba procurando forrar a barriga. Esta foto foi do Hermanni.

Futebol de benefício 

Uma boa essa da turma de Floriano, do Cori-Sabbá. Eles cobram o preço único de dez reais mas o torcedor deve levar um quilo de arroz, feijão, farinha ou açúcar. Só não deve levar é um quilo de sal. Não que o sal não seja necessário para a alimentação humana mas é que o sal é muito ba-rato. Este tempero é tão importante que o cidadão quando sente fome bocal ou sexual ele sai procurando “alguma coisa de sal”. Mas em Floriano não tem mar e a entrada para o estádio não é salgada. Apenas dez reais e um quilo de alimentos não perecíveis. Claro que deve haver fiscalização para que estes alimentos não entrem em outras bocas.

Dia do Idoso 

Rapaz, hoje é o dia internacional do idoso, e por isto mesmo apresento aqui minhas calorosas saudações a uma seleção de craques, como Carlos Said, Moraes Filho, Pedro Mendes Ribeiro, Edilson Bonifácio, Chico Silva, Antonio Emidio, Gilvan Barbosa, Cineas Santos, Valmir Miranda, Seu Elias, Carivaldo Marques, João Claudino, Joel Silva, Dídimo de Castro, Brouw Carcará, Elson Castelo Branco, Celso Barros, “Uelton” Dias e outros menos falados. O ideal seria uma festa campal, num campo de futebol, um jogo amistoso e depois servir um churrasco com muitas cervejas e refrigerantes Guaraná. Com uma farta distribuição de Viagra ou similar.

01 de outubro de 2019

O futebol do Piauí nunca atravessou uma crise tão “crônica” e esportiva

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Uma reunião 

Meus amigos, o futebol profissional do Estado do Piauí nunca atravessou uma crise tão “crônica” e esportiva. Desde que aqui cheguei, a bordo de um “Expresso de Luxo”, isto pelos idos de sessenta e dois, pois desde aquele tempo não se via tanta pasmaceira, tanta moleza e falta de atividade esportiva. Estou desconfiando que um dos grandes culpados é este tal de telefone celular. Que aparelhozinho para desviar “caminhos e trilhas” para tirar nosso “Gosto na Berlinda” e para emudecer não só rádio como Clube de Teresina que era “Difusora” e a Pioneira de notícias esportivas nesta capital “Tropical”. É público e notório que se precisa de uma Cidade Verde que te quero verde porque já passou a época do Amarelão da PM, quando era dirigida por um Tupi vindo de Poços de Caldas e depois foi “Bento” pelo padre Tarcísio que não perdia um jogo de futebol no Lindolfo Monteiro ou no Albertão, porque era um torcedor de fé, segundo Zé Igreja... Uns diziam até que ele tinha muita fé. E ficava a dúvida, fé de mais ou fé de menos? Mas deixemos para lá estas dúvidas porque o tempo passa e muita agua já passou pela cabaça. O que “xixabe” é que estamos passando por um período mui escasso desta atividade lúdica e profissional e que dá ganho de vida para  muita gente, indo  do bilheteiro ao sorveteiro, do vendedor de picolé ao bar do Pelé, da bodega da esquina aos pasteis de dona Maria Divina e sem falar nos “guardadores de carros”, os meninos que ficam pastorando os veículos dos estão dentro dos estádios Albertão ou Lindolfinho. E assim a bola rola, este amigo de vocês não enrola e samba não se aprende em escola. E faz muito tempo que não como uma mariola. Aquele doce enrolado em palha de banana. Mariola também foi um jogador de futebol pernambucano que passou pelo River e deixou grandes recordações. Era no tempo do Derivaldo, Taçu, Gereba, Valdeck, Loloca, Pedroca e do Quincas Chevrolet, aquele que nunca dava marcha-ré e que sua maior glória foi aqui marcar o camisa sete. Sim, Quincas Chevrolet encheu o saco do Garrincha, o jogo todo no seu piso e no intervalo quando Mané foi mijar ele o acompanhou. E o Mané, puto da vida, ainda lhe perguntou: - “Não quer balançar, não?” Ah, gentes, futebol é coisa séria, como diz o professor Bogéa ao seu aluno Chico Rato do Mocambinho. Hoje, o cidadão pega os três jornais diários de noticias do Piauí e não  encontra nada de nada sobre o pebol piauiense, a não ser nesta coluna que tem um prego na chuteira. E que ainda fica falando estas coisas para  os leitores que são fãs do esporte bretão e que foi denominado pelo nosso professor, o Vei, William  Bogéa  como coisa  séria. 

O grande Banespa... 

Um time que marcou época em Teresina. Auge de nosso salobol. Treinado por Waldimir Silva. Diniz, Pierre, Rosemiro Róseo, Dedé Cabeça de Prego e treinador Valdimir Silva, o mais perfumado. O mascote, Serraria, Delcimar e este último não me lembro do nome, irmão dele. Quadra da PM.

Contra ou a favor? 

Rapaz,a situação está mesmo “pecuária”. Com esta decisão da Universidade do Piauí de fechar a pista de atletismo e só correr quem pagar é de lascar. É a chamada “contra -partida”. Ora, nesta modalidade, eu conheço a partida que é o começo da corrida. Contra a partida ficam aqueles que  não querem correr, os parados. E o buraco é mais embaixo porque  é federal e os atletas ficaram pasmos com esta decisão lá de cima. Num estado onde o esporte apanha de dez a zero para o telefone portátil, uma medida  desse tipo vai aumentar o número dos  engordurados futebol clube. Aquela ordem de “mexa-se” não mais será ouvida nem mais executada. Mexer só se for com o  dedo no celular. Para lá e para cá...

O homem...

 Num belo trabalho, o professor Carlos Alberto de Sousa fala nestas páginas diárias do “homem, a bebida e o poder” e como o meu ramo é o futebol, fiquei pensando como estas três coisas influenciam no esporte que é muito ligado a este trio “empoderado”.Quando ele escreve que o ponto fraco do humano é de se exibir eu me transporto para um estádio de futebol lotado com o povo vendo um clássico tipo Fla-Flu, Ceará contra Fortaleza, Náutico contra Santa Cruz, Bahia contra Vitória, Moto contra Sampaio ou um River contra Flamengo, no Piauí. E ele diz que a bebida é uma substância química que muda o comportamento das pessoas por isto, se você| for ao futebol, jogar ou mesmo ver, não beba. Só agua.

27 de setembro de 2019

UFPI fecha pista de atletismo por causa de contingenciamento

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Até tu, UFPI? 

Meus amigos, o esporte está na beira da morte. Com surpresa, li no jornal do Valmir que a pista de atletismo da Universidade  Federal do Piauí está fechada para prática de toda diversidade de esporte. Esporte zero. A UFPI pede volta, retorno, uma contrapartida. Usou, pagou. A explicação dada é um tal de “contigenciamento de recursos” porque segundo eles, o custos são “altos” no “campo maior” do esporte atingindo “picos” elevados chega a “barras” dos três dígitos sendo bastante  “piripiri..gosa essa “união.” E se é assim é melhor fechar e ninguém mais ser exercitar. A pista de atle-tismo de nossa universidade federal está fechada para balanço ou corrida. E a entidade referida pede contrapartida. O Carlos Said não ouviu direito e perguntou: “Outra partida:?”Onde foi a primeira? E agora, gentes boas, a nossa juventude universitária é que vai mesmo dar para engordar, no uso e abuso do telefone celular. Correr para quê? Toda corrida começa na partida e escola maior  de nossa terra pede uma “contra-partida”. Não é uma coisa a favor. É contra a partida. Oposição a ida, fique quieto, não se mexa, não saia’. Ah, gentes boas, fazer esporte é muito difícil porque além da preguiça natural de todo brasileiro, ainda tem coisas destas e de outras naturezas. E fechadas as pistas de atletismo restam as ruas e os campos de futebol dos bairros   e aqui, no Piauí, tem um Campo Maior, um Campo Largo e uns campos menores, os chamados de Campinas do Piauí. O ideal seria uma abertura  gigante, um Albertão para todas e para todos os sexos e anexos. Côncavos ou convexos. Para evitar os reflexos. E toda sorte de complexos. E assim a bola bola, este escriba não enrola e bebida boa é coca-cola e não está entrando nada na  sacola. E a UFPI está pedindo contrapartida para quem usar as suas dependências esportivas. Jogou, pagou. Numa terra de liseira radical onde aluno vai arrumar capital para correr em campo federal? Ah, meu amigos, agora me lembro do Donizeti Adauto que dizia “morro e não vejo tudo”. E morreu mesmo sem ver na-da ou quase nada, em plena madrugada. E assim a bola rola pelos campos eliseus. Não confundir com os campos do Elizeu, aquele ex do River, gente muito boa. E concluo lamentando esta situação do esporte na casa maior  de ensino do Piaui fechando a pista de atletismo para uso de atletas. E lembrando Cicero nas suas catilinárias: Até tu, Brutus?

É no Tiberão! 

Jogando em casa, no “cocho”, o Cori encara o Oeirense dos Tapetis. Duas grandes cidades piauienses em luta pela hegemonia do futebol piauiense, uma rivalidade que vem desde o tempo em que o Cão era cadete.

Festa 

O futebol de Floriano promete ser a grande atração desta temporada. O Cori-Sabbá com dois bês de beabá, vai abrir os portões do estádio Tibério Nunes para receber o time de Conceição Pipoca, o Oeirense que é time também de Bil e dos Tapetis. Uma rivalidade antiga desde os tempos de Chaguinha e de Juarez !”Tapa em ti”, entre Floriano e Oeiras, cada cidade querendo ser mais do que a outra, em comércio, futebol, politica, cultura e em mulher bonita. O jogo é hoje, sexta, no Tiberão e e promete muito foguetão.Vamos ver o que vai dar neste encontro das duas forças de nosso jogo de bola apostado. Aldênio está doido para  ir ver este jogo.

Tudo em ordem 

A federação de futebol, agora sob o comando de Carcará, recebeu todos os laudos, os vistos da polícia, engenharia civil e  bombeiros dizendo que o campo estava para jogo de bola apostado e que a dona redonda podia rolar para lá e para cá... Era papel pra burro: laudo da Vigilância sani-tária, Engenharia Civil, Corpo de Bombeiros e papel higiênico nos seus banheiros. O povo de Floriano está muito ansioso pela volta do futebol de primeira linha a sua terra que já foi gloriosa em jornadas passada. Sem a menor dúvida que a participação de Floriano no campeonato engrandece o evento.E o jogo sendo de noite, aumenta o número de casamentos.

26 de setembro de 2019

Botafogo ganha do Atlético por obra e graça do VAR

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Voltando...

Meus amigos, depois de curtas férias, eis aqui me “de volta ao meu aconchego”, batendo este prego nesta chuteira sem eira nem beira. E fiz uma viagezinha bem para ali, para  um tal de “Porto de Galinhas”, eu, Vera, Luciano, Maurício e Morganinha. Bom danado, quase que não vinha mais até das Minas Gerais e arquibancadas. E assim a vida continua  e boa vida é a sua. Do esporte e de clube  do Recife nada vi do profissional mas tanto aqui  como lá, o líder de audiência é o telefone celular. Êta bichinho para ter fã  e admirador e quem  não tem um tem dois. Vi peladas e peladeiros como também semi-peladas nas praias do Pernambuco e Bahia e muita mulher bonita que há muito tempo não via. Mas olhando com o maior cuidado porque estava com a madame ao lado. Uma viagenzinha assim é bom para renovação de ideias e pensamentos no nosso país que tinha tudo para ser feliz. A natureza deu ao Brasil tudo do bom e do melhor que que ela tem mas o brasileiro não se  emenda e em toda venda se continua tomando refrigerante de latinha. As frutas estão nos galhos é só pegar e chupar mas ninguém quer fazer o esforço de tirar. Nem manga Itamaracá e nem seriguela ou cajá. Ninguém quer derrubar, nem  arrancar um maracujá. Preguiçosos, quando a gente pergunta se eles  já comeram, se saborearam o “mará” ele respondem “cujá”. Ah, meus amigos, como dizia o poeta “Eu moro e não vejo tudo” como de fato, faleceu e não viu nem o apito de Jamil Gedeon, o melhor juiz (de torto) de Timon. Sim, amigos, ninguém quebra o galho de ninguém. E  já não temos a farmácia do “Seu Bem”, ali na Praça Saraiva. E assim a bola rola como a terra que é redonda e eu não sei como é que a água do mar não derrama quando vira de cabeça para baixo nestes movimentos de rotação e translação do planeta Terra que a gente aprende na escola na aula de Geografia. Tanto no Colégio da Irmãs como da “tia” e  por isto que toda  professora é chamada pelos seus alunos de tia. E a tia dos meninos lá de casa era a Tia Aldinha, do Colégio Dom Bosco, que ainda hoje existe para o bem das crianças de hoje em dia, padre nossa Ave Maria. Aí vai um comercial gratuito por conta de nossa velha amizade. A assim a bola rola, este escriba não enrola e o nome de saco pequeno é sacola. Mas, estamos voltando ao rame-rame como dizia o coronel Miranda, de falar sobre  o esporte piauiense, notadamente o futebol, alegria do povo. Mas não só no jogo de pé se deve falar.  Agora mesmo, o Piauí, terra querida, foi ouro nos Jogos Escolares de Handebol. Uma consolação: Quem não tem jogo de pé  joga com a mão. O time da Escolinha Municipal Barjas Negri, foi campeão !

A pedidos 

Atendendo aos pedidos do amigo meu, o Tadeu, coloco a foro do time da Cepisa, quando o Dimas, meu irmão era funcionário de lá. Essa foto é de maio de 86, pouco tempo, outro dia... Estádio Lindolfo Monteiro. 33 anos..

Var é gente boa 

Rapaz, este elemento novo no futebol brasileiro, o tal de Var, tem dado muito o que falar. Agora mesmo, o meu time de coração, o Botafogo ganhou do Atlético por obra e graça deste rapaz. O juiz não viu quando o jogador atleticano cotovelou a bola e o árbitro não viu foi mão na roda, aliás, na bola. E a corridinha para a marca fatal  com  o dedo apontando para o chão, sem apelação. E foi  só bater e converter o penalti e correr para o abraço e depois foi a vez do time daquela estrela solitária tocar a redonda  para lá e para cá e esperar o apito final de sua senhoria, o juiz central da partida. Como a decisão foi a nosso favor, eu acho que este Var é gente boa e está evitando que muito juiz apanhe da torcida. Ele se  defende dizendo:-Fui eu não. Foi o Var...

Abre-te Tibério! 

Meus amigos, o Cori-Sabbá de Floriano custou mas conseguiu juntar todos os documentos necessários para legalização de seu campo de futebol. Não basta ter terreno tem que ter escritura, lavratura, laudatura e e ferra-dura para poder legalizar o espaço de jogo oficial. Como dizia Pato Preto: “É muita borocracia”. Agora o time da terra de Aldênio e Bruno dos Santos tem registro no cartório do futebol, pode ser considerado como agremiação de alto nível profissional e tanto pode receber time de fora como pode viajar para além Rio Parnaíba. Sua torcida deverá ir em peso e medida com faixas, charangas e até fogos de artifício, os famosos foguetes.E assim vamos ver a nova agremiação florianense em campos piauienses com aquele gás e aquela vontade de  quero mais.

20 de setembro de 2019

Nelson Rodrigues e sua obra “A Pátria de Chuteiras”

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

A Pátria de Chuteiras 

Recomendo aos amantes do jogo de bola argentina a leitura de um livrinho de 134 páginas, “A Pátria de Chuteiras”, do inesquecível Nelson Rodrigues, um pernambucano que se cariocou e foi um dos maiores nomes nas letras e artes dramáticas. Nelson nasceu no Recife e 1912 e faleceu na Guanabara em 1980. Deixou um cabedal paidegua de coisas da vida do Rio de Janeiro, fevereiro e março. Escritor pai dégua, botou nos livros a vida da boêmia do Rio de Janeiro, fevereiro e março. Num volume bem magrinho de centro e trinta página, ele conta as peripécias de um esporte assumido como seu por uma pátria chamada Brasil. E nele você viaja no tempo e no espaço e concorda plenamente com o autor quando ele diz, aliás,escreve: “Amigos, há um momento na vida dos povos, em que o país tem de ser anunciado, promovido e profetizado. "Sim, amigos, e agora, estamos em que momento? Num momento bolsonarista ou a perder de vista? Eu sei que o nosso esporte de chuteiras localizado neste nosso Estado atravessa uma fase mais delicada do que o Lulu Maravilha na passarela do Verdão. E que eu tenho que escrever todo dia para “O Dia” esta coluna que é diária. E na atual conjuntura quando falta o mel, a gente vai para rapadura que é feita de cana. E assim, a bola rola, este amigo de vocês não enrola e samba se aprende é na escola, para isto é que tem as escolas de samba. Eu sei que estou, afrontando um grande compositor brasileiro, o inesquecível Noel Rosa quando dizia no seu “Feitiço da Vila” que ele tinha um feitiço diferente.Mas a bola rola, este amigo de você não enrola e eu falava no livro “A pátria de chuteiras” e diz que “ Já descobrimos o Brasil e não todo o Brasil. Ainda há muito Brasil para se descobrir. Não  há de ser num relance, num vago e distraído olhar, que vamos sentir todo o Brasil. Este país é uma descoberta contínua e deslumbrante.” Disse o Nelson que não foi Gonçalves,foi o Rodrigues. Hoje, a malandragem quando quer enganar a gente numa frase diz que é ” de Nelson”... E assim a bola rola, este amigo de vocês não enrola. Mas o tema é a pátria de chuteiras porque o nosso povo é todo craque de bola, nós somos o ”Pais do Futebol” e o Piauí é Brasil. Então, onde é que anda o nosso futebol? Hoje as escolas de samba estão maiores do que as escolinhas de futebol e já não vejo e nem “percevejo” maiores ensinando menores no jogo da bola argentina nem bola de meia. E é bom relembrar que o mundo, vasto mundo é uma bola e que o pito dela é nossa vida, Jasmim.” E, por isso, eu lhes digo que a primeira missa de Portinari, é inexata. Aqueles índios de biquine, o umbigo á mostra, não devia estar na tela,ou por outra: podia estar mas de calções, chuteiras e de camisas amarelas.” Nelson Rodrigues. Ele falou. Tá falado. 

Timaço da Assembleia 

Olhem o timaço da Assembleia do Piauí em mil novecentos e carne assada. Chico Figueredo, Valmor, Afrânio, Carlos Augusto, Zé Raimundo, Augusto, Deoclécio e Homero Castelo Branco. São poucos os sobreviventes...

O escrete de loucos

"Amigos, a bola foi atirada no fogo como uma Joana Darc. Garrincha apanha e dispara. Já em plena corrida vai driblando o inimigo. São cortes límpidos, exatos, fatais. E, de repente, estaca. Soa o riso da multidão- Riso aberto, escancarado, quase ginecológico. Há em torno do Mané,um ma-rulho de tchecos.Novamente, ele começa a cortar um, outro, mais outro. Iluminado de molecagem, Garrincha tem nos pés uma bola encantada, ou melhor, uma bola amestrada. O adversário para também. O Mané,com 40 graus de febre, prende ainda o couro. Do livro de ”Nelson Rodrigues, A Pátria de Chuteiras".

E o nosso? 

Assim como os leitores, eu também sinto falta do nosso futebol profissional e peço aos dirigentes, torcedores e até coleguinhas que mandem as suas notícias para o email: [email protected] Parece que está havendo um movimento de silêncio neste futebol cabeça de cuia que já tem até um anexo que é o time de Timon engajado ao nosso rame-rame. Assim sendo, Chico Rosendo, o certame oficial do Piauí terá esta grande atração que um time do Maranhão e será a grande novidade no pebol brasileiro, um time de um estado jogar campeonato de outro estado. Nemque seja um estado de sítio.

19 de setembro de 2019

O desporto piauiense está carente de cartolas

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Crise de Cartolas 

Gentes boas, o desporto piauiense está carente de cartolas. Sim, dos que mandam e desmandam, dos que chamamos de donos  do time. Uma  falta de  dirigentes sem precedentes. Onde andam  os homens desta cidade que são desportistas natos ou naturalizados? Médicos, comerciantes e depois, empresários de empresas soltas e enfim, gente que gosta do esporte bretão, futebol alegria do povo, a paixão nacional. Sim, a paixão nacional é o futebol e todos nós temos uma paixão que pode ser até por outro jogo e até os católicos mais fervorosos tem a Paixão de Cristo que ocorrre todo ano na sexta-feira santa. Mas o tema desta crônica  é a crise de dirigentes no futebol do Piauí, a falta de pessoas de certa ou incerta responsabilidade, que fazem todo ano, declaração do imposto de renda, pagam IPTU, compram fiado mas pagam e não desejam a mulher do próximo nema do que está longe. Sim, amados leitores, a falta de cabeças gordas  ou magras no comando deste desporto que é apelidado de “Alegria do Povo”, o esporte das multidões e ondeo Brasil é líder em conquistas e considerado a pátria do futebol. Mas tudo só vai para frente se tiver dirigente. Sem comando, sem cabeça, não vai. Democracia é um nome bonito mas tem que ter um comando, uma liderança porque senão vira anarquia  que é quando todo mundo manda e ninguém obedece. Aí a vaca vai para o Brejo de Anapurus e ninguém mama nela. Nem eu nem tu. Agora, sob o comando do bom caráter Brouw Carcará, o herdeiro esportivo-eleitoral do falecido Cesarino Oliveira, que Deus o tenha, o nosso futebol anda meio parado e não pode parar porque a bola rola, é redonda, não é quadrada e até o dado que é quadrado rola em cima da mesa do crupier. E assim sendo, João Rosendo, a federação deve fazer promoção de toda variação porque futebol é o esporte da bola grande mas tem gente que é uma “Bolinha” e que vive disso e daquilo e para isso tem  uma federação que não deve só feder mas ter uma ação como o próprio nome diz: Feder-ação. E assim, a bola rola, este escriba não enrola e bebida boa é coca-cola que nem precisa de propaganda mas eu faço. Faço de graça e louvores se deem a todo momento. Ao santíssimo e digníssimo sacramento. E fico aqui, esperando que a bola role no nosso futebol na era Carcará. Filho de Barras de Maratoan e em sendo de lá bem que podia incentivar o seu povo botar uma equipe no campeonato de profissional  como já teve nos tempos de Manin e fez bela figura. As cidades mais importantes do Piauí devem ter um time no futebol do Estado, no Campeonato piauiense. Até Timon tem... 

Eram felizes e não sabiam... 

A juventude pobre desta capital já teve seus momentos de lazer proporcionados pela prefeitura. Vejam a Semel, nos tempos do Wall Ferraz como prefeito, levando o esporte e o lazer para a juventude dos bairros. Lazer no Satélite, 1987.Não tinha celular...

Bom reforço 

Firmino Filho fortaleceu seu time botando Fernando Said de zagueiro central na sua gestão. Peladeiro militante, o filho do Magro de Aço joga em toda posição  administrativa e agora responde como capitão do time da prefeitura. Com ele em campo, o esporte tem um grande defensor, porque teimoso como pai, ainda bate sua pelada de final de semana. E como o pai, diz que é craque. E que nunca esqueceu das lições do professor Wall Ferraz:”, Meu filho, a cidade é o povo.” Seria um clássico se jogassem  Prefeitura versus Governo, com Firmino e Welliington em campo. Jogando.

Apanhou mas... 

Nem só de  vitórias vive um time, e o treinador do Corissabá de Floriano deixou bem escrito na sua lousa quando elogiou o seu clube, apesar de haver apanhado do Timon por 2 x 1, em jogo no estádio LM, aqui na Teresina. Waldomiro Ferreira apanhou mas não ficou se lamentando. Nem ele nem o presidente do time, que também é jogador, Anderson  Kamar, não ficou a “recamar” e acha que perde hoje, ganha amanhã e a vida continua. Com este astral, a equipe da terra de Bruno dos Santos vai continuar no certame e pensando em uma recuperação breve da rapaziada

18 de setembro de 2019

O tal do racismo é primo-irmão do egoismo

O tal do racismo é primo-irmão do egoismo

Confira o texto publicado na coluna do Garrincha no Jornal O Dia.

Racismo não se tolera...

Meus amigos, a cada dia quer passa mais aumenta este papo de racismo que é um negócio sem pé nem cabeça de pessoa descriminar a outra  pela cor da pele ou pelo cheiro do sovaco. É o tal da racismo, primo-irmão do egoísmo. No nosso esporte-rei que é o futebol o que  muito se elogia é a raça, a gana, a disposição de se jogar bola, sem cansar, fugando pelas ventas e indo em cima do adversário com gosto de gás. Jogador mofino, que não divide  bola e não sua a sua camisa, não é escolhido em nenhum par ou impar de pelada de periferia ou beira da praia. Mas a vida continua e até na corrida de cavalo se procura um puro sangue porque o cavalo pé duro é jumento e  o povo discrimina chamando-o de burro. Mas se na vida do dia a dia se faz diferença de raça, no futebol se procura jogador de raça, aquele que sua muito e não importa se  fedorento mas que derrame o suor pelo seu clube. O que lhe paga salário. O que o projeta e faz com eu ele seja um astro, uma pessoa querida no seio da sociedade e apontada aonde vai. E assim sendo, reverendo, louras casam com crioulos e nascem os, meninos “fogoiós” e aí já é outro departamento e ele olha meio desconfiado e liga o celular para saber o DNA. Aí é que a coisa se complica porque ele casou com fiança e sem fiança, quem é o pai da criança? Ah, gentes boas, a vida é assaz complicada porque assim como são as pessoas são as criaturas e nem todas as criaturas gostam de comer rapaduras. Eu, por exemplo, gosto de comer com farinha, coisa que aprendi na terrinha, no Aracaty. Mas o tema da coluna é o racismo que a gente nota em certas pessoas metidas a boas e que são incapazes de pegarem uma curica e dançar um bolero no Pingo Dagua sem puxar a “partner” prá cima dele, chamando atenção do distinto público. Porque se existe uma coisa que revela a educação de uma pessoa é a dança. Que é o futebol sem bola, você dançando está driblando a tristeza e valsando com delicadeza. E como é parecido o futebol com a dança, duas artes onde os pés são principais figurantes. As mãos entram só como coadjuvantes, com exceção do caso do goleiro. Onde é o principal ator e até na politica piauiense, a mão entra como artista principal e dou como exemplo o prefeito Francisco de Assis de Moraes Souza, o Mão Santa, da bela cidade de Parnaíba. Que é uma “Gracinha” ouvindo o canto do Juriti, E assim, gentes boas, temos que convir que o nosso país é uma nação que não pode e nem deve falar em racismo porque nós nunca tivemos um rei nosso mesmo, o que que tivemos veio de Portugal, e o que temos aí é um rei fuleiro, um tal de Rei Momo, que não possui castelo nem preto nem branco e aparece de ano em ano e aqui até coronel de policia teve Castelo Branco. Mas, o tema é racismo que não se tolera, embora no esporte em geral se exija muita raça nas competições.


Foto: Elias Fontinele/O Dia

Tempo bom...

Esta foto é do meu tempo na direção da Semel. Colonia de Férias para a meninada. E com camisetas doadas pelo Armazém Paraíba e almoço da prefeitura. Eram felizes e não  sabiam... Fotógrafo Henrique Moura.

Nas Oeiras

O time de Conceição Pipoca recebeu o onze de Picos, lá no campo oeirense, e pelejaram e pelejaram mas não fizeram nenhum gol, nem de um lado nem de outro. Ninguém meteu em ninguém, placar zerado, jogo de pobre, nem gol tem. Um bocado de homem, tudo correndo atrás de uma bola e ninguém consegue fazer um gol, uma incompetência bolística  das mais zeradas no esporte bretão. Vinte e dois homens em campo, onze de cada lado, uns querendo meter nos outros, passam hora e meia neste vai e vem tome e tira, abre- fecha e a bola rolando, eles se esfregando uns nos outros, juiz marcando falta até de vergonha. E ainda tem é locutor falando para todo mundo ouvir e quem não quer ver, fica  só escutando porque o  “brasileiro não vive sem rádio”.E saiu zero para e zero para cá. Oeiras de Tadeu de Lilásia e Picos Miolinho.

Cadê nosso  futsal ?

Os amantes do futebol de salão estão sentindo falta deste esporte, irmão do jogo em campo. Nós já tivemos grandes agremiações neste esporte de quadra, como Banespa, Benfica, Cipal, River, Flamengo, Piauí, Rio Negro, Artístico, Fluminense, a minha AABB e muitas outras agremiações amadoras com campeonatos interessantes nas nossas  quadras da AABB, do Verdão e outros espaços esportivos, sempre bem prestigiados pelo nosso público de jogo de bola. As federações amadoras dos esportes de quadras precisam se movimentar mais nas promoções de certames, e o Verdão deve ser usado com mais frequência e o espaço oficial estadual do esporte de quadra em Teresina é mais solicitado para “pontos de macumba” do que prática do esporte. Vamos botar a bola para rolar no Verdão. O esporte evita o engordaramento.

17 de setembro de 2019

Gabigol vem sendo o ídolo do Flamengo e metendo gols a torto e a direito

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Sem Fundo de Garantia

Meus amigos, quando este “viés” se apresenta agora para quebrar o galho da negrada que trabalhou aqui, ali, acolá, com carteira assinada e deixou uns trocados no FGTS, quando a Caixa se abre nos “fundos”, o trabalha-dor tem uns trocados  para receber, coisa que ele nem pensava mais. E assim, a bola rola e as filas aumentam, porque dinheiro é bicho bom e todo mundo quer.”Dinheiro, saúde e mulher e o resto é conversa”, diz o sambinha popular que conclui: É isto mesmo, não interessa. E assim  a bola rola e todo mundo indo no rumo da Caixa para ver sem tem alguma “coisa de sal” porque depois de saúde e mulher não tem bicho melhor... E os nossos clubes de futebol, será que não tem nada para eles? Como empregadores e contribuintes? Do jeito que eles estão, matando cachorro a grito, qualquer coisa servia porque quem não tem aonde ir, qualquer caminho é caminho. E assim a Caixa está toda aberta para o cidadão chegar lá e perguntar se tem dinheiro para ele. Perguntar não ofende e vai que tem... Aí vai ser aquela festa e cada um faz o que gosta, até perder o dinheiro em aposta. No nosso futebol profissional será que tem alguma coisa de sal para River, Flamengo ou Piauí, os três da capital? Há quem diga que eles estão é devendo... mas é muito bom ir averiguar, pesquisar e quem sabe, pode ser que haja algum fundo ou até raso. Tudo precisa de pesquisa, até a água da Agespisa. De repente, River, Flamengo, Piauí ou até o Fluminense do finado Belchior tem alguma merreca a receber... Eu mesmo vou pesquisar dos tempos em que joguei pelo Rio Negro. Hoje em dia, devemos pesquisar tudo no mundo e as capas  do fundo. Mas a Caixa abre seus cofres mais cedo. E fecha mais tarde. É o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço que bate á sua porta. E quem foi profissional de bola, quem jogou em River, Flamengo, Piauí, Cori, Parnahyba, 4 de Julho e outros da federação? Porque embora a profissão de jogador de futebol seja sem garantia, todo jogador tinha seu fundo ainda que fosse bom ou mesmo um jogador “ fundo”. E as agencias estarão abertas a partir das oito da manhã e você que não está fazendo nada, vá lá, perguntar. Assim, de repente aparece um dígito no seu roscofe e você se arruma. Vá lá! Na Caixa para ver se você tem algum fundo. Ou desgosto profundo. Dê garantia...

Neste tempo... 

Não tinha fundo de garantia, mas todo mundo se garantia nos trinta. Um time pesado da Assembléia Legislativa (ano não sei) com Chico Figueredo, Waldemar Macedo, Afrânio Nunes, Carlos Augusto, Jose Raimundo, Augusto, Deoclécio e Homero Castelo Branco. Uns craques... 

Gabigol 

Tudo tem seu tempo. Já teve o tempo de Heleno de Freitas, Domingos da Guia, Tostáo, Pele, Garrincha e agora em os Gabigols da vida. Este jogador do Flamengo vem sendo o ídolo do clube e metendo gols a torto e a direito e o mundo todo gabando o Gabi que não está no gibi. Diz o jornal que ele atravessa uma fase iluminada e ele vem sendo endeusado e paparicado por gregos e baianos. Vai acabar saindo uma novela na Globo com ele. Do jeito que vai, nem Pele, nem Tostão, nem Garrincha tiveram tanta paparicagem como este rapaz, nem o Bolsonaro vem sendo tanto gabigolado. E ele vem metendo gol numa pressa danada, uma verdadeira gabigolada e o Neymar demonstrou ciúmes por causa da baba; Não sabe que se faz para este menino que chegou agora e já quer sentar na cadeira da frente. E a imprensa babando o Gabi...

Futebol em Teresina 

Pede-se a quem souber noticias dos clubes de futebol, na categoria profissional, na cidade de Teresina, ligar para este jornal, falar comigo ou com Sigo, dando informações sobre o pebol cabeça de cuia. Os dois  esta-dios  da capital, Lindolfo Monteiro do prefeitura a e Alberto Silva, do Estado, encontram-se em perfeitas condições de uso e ultimamente estão sendo utilizadas para pouso de aves e depósitos de seus dejetos fecais. River, Flamengo e Piauí, tornaram-se famosos por causa de suas atuações esportivas e profissionais, levando grande público para os campos de futebol da prefeitura (Lindolfo Monteiro) e do Estado, o Estádio Alberto Silva, o governador que o construiu para deixa seu nome, como era costume na época. Naquele tempo, criou-se um clube tambem grande, o Amarelao. Que recebeu o apelido do Joaquim Jose da Silva Xavier, o Tiradentes.

12 de setembro de 2019

A crise financeira avassala o esporte profissional do Piauí

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

E a bola? Não rola? 

Meus amigos, a crise financeira que avassala o esporte profissional de nossa terra, o futebol, atinge a níveis desniveladores e hoje em dia não temos os finais de semana com partidas entre os nossos clubes de primeira divisão, como tínhamos antigamente, aqueles amistosos de casas cheias. E os times do Ceará, Pará, Alagoas , Maranhão, vinham para cá e os jogos de bola levavam plateias numerosas para o Lindolfo Monteiro ou para o estádio Alberto Silva e a arrecadação da  zona da Paissandu até aumentava porque depois do jogo, a negada ia para lá, a Beira Rio do Zé Paulino, ia comemorar ou mesmo lastimar dando tiro na macaca. Mas era aquela época em que a gente era feliz e não sabia e major e general mandavam em capitão e hoje o capitão manda em todo mundo mas não na Globo e todo mundo perfila em “ordem unida”  porque diz o Fofão HF, primeiro e único que “unidos seremos Fortes”. Hoje, as nossas duas praças de esportes, o Lindolfinho, da prefeitura, e o Albertão, do Estado, ficam esperando que uma bola caia do céu para no gramado rolar e os jogadores brincar e todo mundo dando pra engordar, outros engordando mesmo sem dar e o maior exemplo é o presidente da federação, Brouw Carcará, pega,mata e come. Peso pesado na balança do mercado. Hoje estou postando uma foto da época de ouro de nosso futebol, quando se fundava a FAGEP, uma criação do saudoso Alberto Silva e como nome dizia: era para dar uma assistência geral aos desportos do Piauí e o doutor Alberto nomeou o engenheiro Murilo Resende para presidente, ele aqui chegou de cigarro entre os dedos da mão e dizendo “eu vim de Piripiri”. Este ao lado do Murilo era o famoso cronista Canor Simões, fundador da ABRACE e um botafoguense da melhor qualidade. O menor do quarteto é o engenheiro da obra e não sei como era nome dele, um mineiro. E assim, o Piauí teve seu estádio monumental por obra e graça de um governador espetacular e que hoje nos nosso ”dias”, os índios procuram imita-lo. Sim e mas a bola não rola? Onde estão River, Flamengo e Piauí, os três mais falados daqui? Onde estão os herdeiros de Afrânio  Messias Nunes e de Belchior da Silva Barros? Os “meninos” do Bibiu que não renovam o Auto Esporte?  Até o Fluminense da Silva Barros não tem sido com Vicente.De Belchior. Olha o cigarro...

Tempo bom... 

Nesta foto do meu arquivo implacável, uma cena de fundação da FAGEP e o titular, Murilo Resende, dava logo o bom exemplo ao desportista local tirando retrato com cigarro na mão. O segundo era cronista paulista Canor Simões mais doutor Alberto e o engenheiro da obra. Murilo faleceu aos 88 anos, no dia 23 de abril deste ano.

Jesus ou Judas? 

O técnico de futebol, português Jorge Jesus, recentemente contratado pelo Flamengo  carioca  não deixou por menos e baixou o pau nos nossos entregadores de camisas, dizendo que os brasileiros estão arrasados no tempo e no espaço   do jogo de bola e que estavam acostumados a terem jogadores que  resolviam tudo por eles e era só botar em campo o time que os craques decidiam a parada. Com  esta declaração, ele ganhou logo a “simpatia”  dos nossos técnicos.Eles acham que ele não é Jesus. Pode ser um Judas.Para alguns “coachs” tupiniquins, este português está caçando sarna para se  coçar e quer aparecer na mídia. Ele era treinador do Benfica e ganhou cinco vezes a Taça da Liga. Sobre o seu pronunciamento tem gente que liga e gente que não liga.E se não gostar, basta desligar...

Um jogo de segunda... 

Meus amigos, a partida entre Coris-sabá de Floriano e Timon, do Maranhão, será às oito da noite de segunda-feira, no campo da prefeitura de Teresina, no Piauí, antes da novela da Maria da Paz. Uma refrega inter-municipal e inter-estadual e o rio Parnaíba no meio unindo nós e eles. O dia pode até não ser normal para se jogar bola oficial porque segunda-feira não é mesmo dia de jogo, a não ser jogo do bicho. Mas é assim mesmo e o futebol é coisa séria, na afirmação do filosofo esportivo, William Bogea. E o jogo vai ser segunda-feira e muita dona de casa vai pensar que é mutreta do marido, inventando jogo  dia de segunda-feirar para poder sair,dar uma voltinha, afogar o ganso.Mas é jogo sério e com dois municípios molhados pelo rio Parnaíba, o Velho Monge. Timon cá e Floriano , lá.