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Notícias Garrincha

20 de março de 2020

Suspenso tudo que é jogo de bola ou de carambola

Aula parada em escola e o aluno não sabe quantos noves fora.

Bola Parada

Meus amigos,a bola não rola. Suspenso tudo que é jogo de bola ou de carambola. Aula parada  em escola e o aluno não sabe quantos noves fora. Paralisação total em todas as atividades físicas e químicas. É tempo de se vacinar.E É tempo de engordar. De não se largar mais do telefone celular. É tempo de adiamento. De botar para frente por conta destes situação virótica. As atividades esportivas deverão se paralisarem para não haver o contato corporal, o suor ambiental.

E como é que vai ser no corpo a corpo sexual? Ah, gentes boas,aí o buraco é mais em baixo. Aí é que a gente vai ver quem é Maria Bonita e quem é Lampeão. Nunca, em tempo algum, o esporte sofreu golpe tão profundo. Porque é em todo o mundo vasto mundo e se eu me chamasse Edmundo era do mundo mesmo e seria cartola porque este mundo é uma bola e até hoje,uma melhor bebida é a Coca-cola. Digo isto sem patrocínio nenhum, coisa não tão comum no nosso rumo ou ramo. 

nesta época viral quando todo mundo procura se livrar do mal,amém, A máscara virótica se impõe como necessária e assim entramos na era dos "mascarados da peste" porque quem não se mascarar vai é muito se lascar. No nosso "rame-rame" que é o futebol a "máscara" é uma prática muito comum na verbologia esportiva. Quando  um jogadorzinho começa a se "mostrar", a fazer umas e outras coisas, a galera diz logo que ele  está se "mostrando". Querendo aparecer. E é um "mascarado". Agora, por conta desta tal de "corona vírus", e não a confundam a "coluna da Elvira", as atividades físicas e até químicas estão sendo reduzidas e até poucas moças estão sendo seduzidas ou induzidas e seduzidas. Porque ela afeta tudo que é movimentação física ou até mental. Meus amigos, a bola está parada. Não é uma brincadeira deste Prego na Chuteira. Com a saúde não brinca e o esporte é vida e vida não rima com doença. Por quanto tempo, seu Garrincha, vai durar esta paralisação? Foi só o Carcará entrar na presidência da federação? Eu digo que não porque vocês sabem muito bem que ele é pé-quente e vai dar certo como presidente da mentora deste futebol e ninguém vai morrer de fome, porque Carcará, pega, mata e come! "E assim, a bola está parada nesta época de muitas  novidades sociais, sexuais  e internacionais.

Campo do River

Na foto do Djalma Lemos vemos o campo do Galo, na bairro da Alegria. Pelo visto sem ninguém, não tem  estas alegrias todas. Porque a coisa está é preta.

Parnahya

Merece elogios a diretoria do Parnaíba que não se amofinou com esta frescura de "lá vem  a bicha". Está é treinando e jogando e ninguém se apresentou doente. O atleta quer é ação, livre, gramado, bola e alimentação. O resto é ponto perdido.

Cachaceiro

Em 2003, o atacante Clodoaldo, do Fortaleza, virou o assunto dos seus vizinhos que reclamaram  que ele chegou em casas bêbado e como o som do carro na maior altura. Na manhã seguinte, o jogador nem deu as caras no treino. Segundo ele, o pobrezinho tinha passado a noite com febre e era seu primo quem havia chegado de madrugada com o carro que ele emprestou. A desculpa esfarrapadas não colou: a torcida tricolor o chamou de "cachaceiro e Clodoaldo foi para o banco." Do livro "Loucuras do Futebol", de Emedê. Neste tempo de medo de pegar vírus é muito bom  ficar lendo na rede. Rede limpa.

Vacas Magras

Meus amigos, o futebol brasileiro passa por uma fase crítica e o que dizer do pebol profissional piauiense?  Desde que vim  para aqui, proveniente do Aracaty, nunca vi um tempo tão "feiquenius" como êste que estamos passando. Por coincidência, a era Carcará. O esporte das multidões hoje passa por momentos difíceis e com perspectivas das mais desanimadoras por conta deste infeliz "vírus" que deixa todo mundo desanimado, perdido e mal pago. Aqui, no nosso Piauí, nem se fala. E nem se  escreve porque as páginas de jornais não tem mais o que dizer.

17 de março de 2020

"Coronel vírus" - as competições esportivas foram suspensas para evitar risco

As atividades esportivas no mundo todo estão sofrendo consequências que trazem prejuízos enormes porque tudo é feito na base do lucro.

Perigoso coronel...

Meus amigos, o caso é sério. Neste mundo, vasto mundo, o prejuízo é profundo. E no esporte em geral ou em arquibancada é que as perdas são mais   significativas, porque a saúde é fundamental para o exercício físico e mental destas atividades humanas. Falo desta praga que assola o globo terrestre, agora  de norte a sul, leste a oeste, e que deram este pomposo nome de “corona vírus”. Até nos quarteis, quando tem um oficial raivoso, a tropa bota o apelido de coronel Vírus. E a nossa imprensa falada, escrita e televisada, até bem pouco tempo era agraciada com o trabalho da coleguinha Elvírus Raulino, a papisa da crônica social mafrense. E assim a bola rola e as atividades esportivas no mundo todo estão sofrendo consequências que trazem prejuízos enormes porque tudo é feito na base do lucro, neste mundo capitalista. Os prejuízos são enormes e agora mesmo, a McLaren disse que está fora do grande prêmio da Austrália e aqui mesmo no Piauí, o doutor Gil me diz que Timon poderá não disputar o campeonato do Piauí por causa deste tal de coronel Vírus. Vejam aí como até o futebol piauiense sofre as consequências drásticas de uma coisa que vem lá da China e como o mundo é pequeno. E como ele é uma bola, está proibido se jogar bola neste globo. E lá do Velho Mundo nos vem a notícia de que no Sampdoria já tem cinco jogadores italianos com a peste. Até as corridas de carros, lá na Austrália,  foram canceladas e é no mundo todo e não demora vão proibir o campeonato de pif-paf em Timon. No mundo todo estão cancelando as competições esportivas porque todo contato humano é arriscado. Isto vem dando é um prejuízo muito grande nas boates e locais onde as mulheres de vidas difíceis procuram suas melhoras que são as chamadas “casas de recursos”. E assim a bola rola no gramado e o meu prato preferido é frango assado. Porque a vida é um “galo duro” e tem muita gente em canto de muro... O importante e é ter cuidado nas jogadas divididas e não entrar em jogadas perdidas. Porque o perigo está no ar e o corona virus está doido para te pegar. Muito cuidado nas aproximações labiais porque muita gente, morre pela boca. Passe a consumir muita rapadura que é boa até para dentadura. Ela rapa e dura, muito na boca. E incentiva ao beijo. Daí aquele sucesso dos anos sessenta: “Que beijinho doce/que ela tem/ depois que beijei ela/nunca mais beijei ninguém.” E com certeza tambem não abriu a gramática...

Fazer o quê?

Num jogo “interestadual, com Flamengo do Piauí e Timon do Maranhão, vemos  um único representante da torcida rubro-negra, presente ao estádio Lindolfo Monteiro. O povo não foi com medo do coronel Vírus?

Não mexa-se!

Agora a ordem é ficar quieto. Parado. Não se movimentar, contrariando o francês que diz que é “bom suar”. Para o preguiçoso é melhor tempo que tem. Nada que possa ser um esforço físico. É o tempo que o preguiçoso pedia a Deus. Isto é algumas casas vai dar até briga entre casais... Mas a vida é mesma assim, cheias  de altos e baixos, gigantes e anões. As competições esportivas de todas as modalidades estão sendo suspensas e isto não é nada bom porque “esporte é saúde”, diz o lema e a preguiça nunca foi coisa boa. A nossa juventude agora tem este inimigo  perigoso.

Jogo sem  torcida

O futebol, como outros esportes coletivos, tem no público o seu componente mais importante porque o atleta tem a vaidade de ser um artista que gosta de ser visto. Se faz uma jogada bonita não é para ele. É para quem está olhando. Para a plateia, para a família, para a namorada. O jogador é um artista que gosta de  mostrar sua arte, suas jogadas, e tem que ter gente vendo, de “olho no lance” como diz o locutor. Com esta peste que vem castigando o mundo, estão proibindo o povo de ir ver quem está jogando. Só faltando mesmo proibir quem vai jogar...

04 de março de 2020

Tem coisa que só acontece "no Piauí mermo”

O técnico do River Atlético Clube, cidadão Marcelo Vilar, abriu mão e pé do seu salário

Proposta estranha

Meus amigos, tem coisa que só acontece no nosso futebol e aí entra aquele velho refrão “Só no Piauí mermo”. Pois agora mesmo, o técnico do River Atlético Clube, cidadão Marcelo Vilar, abriu mão e pé dos seus salários relativos ao pagamento dos seus trabalhos no clube como seu técnico. “Pronto. O clube não me paga nada,vou trabalhar de graça” Sabe-se que de graça quem vive é humorista porque o seu pão de cada dia sai do seu riso ou sorriso de outros. O João Cláudio Moreno que nem moreno é, por exemplo, vive de graça. Mas paga tudo o que compra à vista ou a prazo. Ele exerce a difícil profissão de humorista, que é aquela que faz o cidadão rir. Que é o contrário daquela que faz o cara chorar que é o bolsonarista. Mas isto não vem ao caso por acaso, nem do lado fundo nem do lado raso. Mesmo porque se vier já está fora do prazo. O leitor destas mal revisadas linhas poderá pensar que este escriba está enrolando, conversando águas de março que foi o mês que já se “abril’, depois do carnaval. Mas o tema da crônica foi a decisão do treinador (de fora) da equipe riverina, Marcelo Vilar. A proposta do homem foi inusitada e até estranha. Numa sociedade capitalista, onde o pão de cada dia é dado em troca do trabalho, através do pagamento, do boleto, do vale, do papel moeda, pois neste ambiente, neste clima, ele vem simplesmente dizer que vai fazer tudo o que  é de se fazer mas não é preciso pagar por isto ou aquilo. Quando  a gente pensa que já viu tudo em futebol, que segundo o professor Wiliam Bogea, é uma coisa séria, vem este cidadão de não sei de onde com uma proposta deste quilate e como late... Vai comandar o time de graça. Zero folha de pagamento. Inusitada proposta e que deveria sair no “Fantástico, o show da vida”. Mas, meus amigos, este cidadão é recordista nacional ou quiçá mundial de contratos. Numa relação de clubes por onde passou tem mais de trinta e no River é a segunda vez, pois há cinco anos ele esteve no Poleiro do Galo. É o que se pode chamar de “rodado”. Outra coisa não, mas experiência tem de sobra. E isto vale muito neste  ramo. Ele diz que, ele mesmo não quer nem um puto. Que o clube pague somente ao pessoal da comissão. “Nunxixabe’ se ele não ganha “comissão”nisso... Mas vamos para diante que pra frente é que que a malas batem e os “malas” batem as carteiras da gente. Mas como a gente morre e não vê tudo como dizia o saudoso   Donizeti Adauto, vamos aguardar os acontecimentos, como diz ainda o  milenar Morais Filho, decano comentarista de futebol na Rádio Difusora do José Lopes dos Santos e Rodrigues Filho. E a bola rola e este amigo de vocês não enrola...

Seis do Conciliábulo

Este sexteto faz parte do Conciliábulo, nossa associação de amigos, presidida pelo Chico Wilson que não está na foto. Calaad Botafogo, Paulo Henrique Pilili, Paulo Cabeção, Eu, Candinho e Gilberto, o sentado.

Adeus Espinosa

Nós, botafoguenses sentimos muito a última viagem de Valdir Espinosa, que foi um dos grandes homens que passaram pela direção técnica do glorioso de General Severiano. Não foi um craque como jogador mas como treinador foi excepcional atuando no Brasil e no exterior, sempre com bons contratos. Foi no Glorioso que ele mais se destacou e acho que foi onde ele mais gostou de ficar. Pelas conquistas e tratamento que ele sempre teve da diretoria do clube da Estrela Solitária. Ele era gaúcho. O Botafogo abriu o seu salão nobre para o velório num reconhecimento pelo trabalho de Espinosa do Glorioso.

Mulher locutora

Meus amigos, o caso é sério. Elas estão empoderadas. Agora estão tomando o futebol dos homens  que era “jogo para macho”, como se diziam nas peladas ou cabeludas. Na narração de jogo, uma mulher vai ser locutora. E só podia ser aonde? Na Bahia... E pela Copa do Nordeste, que é terra de cabra da peste. A TV Aratu vai botar a Manuela Avena pra locutar a partida entre Bahia e Sergipe por essa competição nacional e vai ser a primeira no país do futebol. A Bahia  sempre na frente com os comentários de dois homens. 

03 de março de 2020

Os casados reclamam da falta de calendário esportivo para o futebol

Mas o que a negrada quer mesmo é ter esta folga caseira, domiciliar e poder tomar a sua “gelada” com tira-gosto de panelada.

Casados reclamam

Meus amigos, estamos no começo do ano esportivo e as atividades nos clubes da capital estão muito devagar. O certo seria “devagares?”. Fico na dúvida dos pares ou ímpares. Mas vamos pra frente que é quando as malas batem e os “malas” batem nelas procurando tutu. Mas os casados, bem ou mal, estão a reclamar a falta de um calendário esportivo para o nosso futebol profissional. Recebo pedidos de senhores bem casados que dizem se sentirem prejudicados pela falta de um calendário de atividades esportivas dos nossos clubes, River, Flamengo e Piauí porque não podem nem alegar para as distintas patroas que as tardes de domingo ou sábado e noites de quartas ou quintas são dedicadas ao esporte bretão, assim como os dias de terça-feiras é dia de rezar o terço na igreja de São José da Vila Operária. Mas o que a negrada quer mesmo é ter esta folga caseira, domiciliar e poder tomar a sua “gelada” com tira-gosto de panelada. Nada mais. E sem movimentação  esportiva não existe a danada motivação de sair de casa. É o futebol, a grande motivação. E a mulher em casa, já sabendo que a motivação é a bola nem dar bola para ciúmes que é aquela desconfiança de que está sendo passada para trás. O futebol é a grande desculpa do marido, a quebradora de galhos. Isso faz parte de nossa cultura e é tanto que mulher de casa já nem dá bolas quando o marido sai de camisinha... do seu clube. Ah, gentes boas, o futebol é o grande amigo do homem e nesta nação de mãe preta e pai João,a bola rola, sambar não se aprende na escola e a coca,cola.Mas,o futebol é a alegria do povo,irmão do carnaval. Atividades onde quem manda é o pé. No futebol é o passo, no carnaval é o passe. As duas atividades pedestres e a exceção no futebol é a do  goleiro que pode pegar com a mão mas o resto é só como é ou resto do corpo porque “braço colado não é mão” e assim esporte que tem como nome as palavras inglesas “foot e ball” é o desenvolvimento disso, o pé na bola. E depois inventaram o ”handboll”, que é a mão na bola e não sei mais o que falta inventar. Mexendo com as bolas.E assim sendo, reverendo, a liturgia deste esporte é bola prá frente que atrás vem gente.Do Parque Piauí  ou do Lourival Parente. Tudo com cara de indigente. Mas os casados estão a reclamar deste povo presidente da mentora do nosso futebol, o Brau Carcará, a realização de jogos noturnos, verdadeiros salvo-condutos para suas aventuras amorosas. Sem futebol de noite, como justificar uma saidinha? Principalmente para o Albertão porque é mais longe do Mocambinho e do Poti Velho, bairros onde tem mais torcedores do Flamengo do que do River. Por causa do tal de “poder  aquisitivo”.

Era no Satélite

No tempo da Semel, nos bairros  de Teresina. Jogo de futebol de mexer com a mão e com torcida e a meninada pobre era feliz e não sabia. Este escriba era o secretário, administração de de Wall Ferraz. Era zangado mas era eficaz...

Competições

Estamos atravessando uma fase das mais difíceis de todos os tempos de nossa história. Difícil em tudo. No esporte, então... atividades físicas estão sendo relegadas a um plano inferior, ninguém mais quer saber do francês que diz que “é bom suar” quando dá um “boa tarde”. Você não vê um jovem com uma bola na mão ou no pé. Vê com um celular. Mexendo para lá e para cá. On line... E dando para engordar, embora muitos engordem mesmo sem dar. Mas é a vida que é assim. Cheia de contrastes e tem é muita mulher ainda chama o marido de “traste”... É preciso que as pessoas passem a correr, a nadar, a pular, a caminhar. Tudo para parar de engordar. Sei que vai ter gente que  não vai gostar mas fazer o quê?

Analfabetos

“Dizem que o Brasil tem analfabetos demais. E,no entanto, vejam vocês: a vitória final no Campeonato do Mundo operou o milagre: se analfabetos existiam, sumiram-se na vertigem do triunfo. A partir do momento em que o rei Gustavo da Suécia veio apertar as mãos dos Pelés, dos Didis, todo mundo, aqui, sofreu uma alfabetização súbita. Sujeitos não sabiam se gato se escrevia com ”xis” ou não, iam ler a vitória no jornal.. Sucedeu essa coisa sublime: -analfabetos natos e  hereditários devoravam vespertinos, matutinos, revistas e liam tudo com uma ativa, uma devoradora curiosidade, que ia do ”lance a lance” da partida até os anúncios da missa. Amigos, nunca se leu, digo mais, nunca se releu tanto 

28 de fevereiro de 2020

Quem poderá me dar notícias sobre o nosso futebol de salão?

Teresina já foi uma capital com um bom nível neste esporte e a quadra da Polícia Militar era nosso ponto principal para os jogos desta modalidade.

Coronavírus ?

Gentes boas, só e ouve falar agora nesta tal de coronavírus que é uma coisa ruim que vem dando no povo, logo agora no mês do carnaval onde o povo se solta  nas ruas,pulando,suando, as mulheres vestidas de homens e os homens de mulheres. E este mês que é o mais curto do ano, se acaba logo porque o que é bom dura pouco, “meu amor eu já sabia que mais cedo ou mais tarde, você me deixaria. ”E o doutor Florentino diz que tem cama para quem adoecer, mais de mil leitos provisórios de Terapia Intensiva para o população e milhares de EPIS, que é equipamento de proteção individual. Portanto, a nossa Secretaria de “Saúde” está bem equipada para dar a devida assistência a nossa população. Estamos atravessando esta difícil fase em todos os setores e no esporte, então é que ela mais se alastra por conta dos contatos físicos em jogos e até em grupos de torcedores. Não só no amadorismo, nas competições escolares como também no profissionalismo. Uma situação delicada para todo os setores de movimentação humana.  Que se reflete nos comportamentos do dia a dia, até na compra de refrescos nas garapeiras. O cliente pergunta logo se o copo está lavado. Esta doença tem o apelido de SRAG que é a “síndrome respiratória aguda grave” o seu nome de batismo medicinal. O portador é portanto um “esraguista”. Ou se quiser, um “coronavirulista”. Favor não confundir com o coronel Boa Vista. E o nosso futebol também se encontra, epidemicamente falando, nesta fase de vírus maligno porque já passamos por uma fase de ”vírus” benigno que não era o João, era até do Rêgo Lemos, e que era apreciado no jornal aqui do coronel, no rádio e na televisão do Valtinho e na do timoneiro Paulo Guimarães. Foi a fase do “El Virus Raulino”. Uma fase boa no rádio, no tempo em que  “o brasileiro não vivia sem rádio”. Hoje ele não vive é sem o celular. Mulher, família, religião, esporte, tudo ele larga. Menos o celular. O seu melhor amigo. E que muitas vezes o trai descaradamente, na lata, transmitindo recado do “outro” para sua mulher. Mas deixa isto para lá que este negócio de chifre é ficção, invenção. Coisas que botam na cabeça da gente... E até prejudica o jogo quando um peladeiro vai dar uma  cabeçada na bola e a redonda cai no chão, murcha. E ele diz que furou nos espinhos da cerca quando o campo nem cercado é. Ah, gentes boas, a “coronavírus” chegou e abafou. Com cara de poucos amigos mas com muitos “calmos”. Agora, é preciso ter paciência, ter calma porque senão fica sem remédio. Os hospitais só estão atendendo aos  pacientes...

E “quêde” o Joel ?

Era um cara que ia passar dois dias montado na bicicleta na praça Pedro II nos anos setenta e eu era repórter da Rádio Difusora e o Joel já tinha sua banca de revistas. Esta foto tem 50 anos...É mole ?

Cartas para redação

Peço encarecidamente aos dirigentes dos clubes deste futebol profissional que me enviem notícias sobre as suas atividades esportivas. As outras, eu não quero saber não. Só sobre o que estão fazendo nas suas agremiações e suas metas para as devidas divulgações. Afinal, ninguém sabe o que o calado quer e é de graça. A propaganda é a alma do negócio. O jornal continua sendo o grande divulgador das atividades humanas e desumanas. Fique ”em Dia” com o Dia. Tem o jornal falado e o escrito. Hoje em “Dia” este é o mais falado. E ainda tem uma tela grande para ser vista. É a tal “telavisão”. Meu email é [email protected]

Cadê o futsal?

Quem poderá me dar notícias sobre o nosso jogo de futebol em quadras, o futebol de salão? Teresina já foi uma capital com um bom nível neste esporte e a quadra da Polícia Militar era nosso ponto principal para os jogos desta modalidade. A própria PM tinha um time bom, ao lado de Banespa, Benfica, AABB, Rio Negro, Fluminense, Cipal, Flamengo, River, Auto Esporte e Artístico de Zé Palitó. Nesta época de telefone celular ninguém quer ir mais jogar e todo mundo dando para engordar e outros engordando mesmo sem dar. Nossa juventude tem que se mexer e correr atrás da bola. Bola com a mão ou bola com o pé. Pode ser um Arão ou um Pelé.

20 de fevereiro de 2020

O Galo não pode contar com o seu eficiente guarda-valas, Mondragon

O Flávio é o seu substituto, e o gol está em boas mãos.

Outro campeonato

Meus amigos, o clima é de competição e a bola rola, este cronista não enrola e samba não se aprende na escola. Então como é que existem as “Escolas de Samba?”, perguntará o leitor como toda razão e eu ainda dou a minha. Escola é onde se aprende, vem do latim “school” e o nosso povo até deturpa com o vocábulo “esculhambar” que é bagunçar, tirar do sério. Mas é um outro certame que se aproxima sorrateiramente está em cima. Uma atividade mexedeira dos quartos e dos quintos. É uma competição lúdica envolvendo os três sexos e seus anexos bastantes complexos. E que concorre palmo a palmo, pé a pé, com o futebol que tem o apodo de ser a “alegria do povo. ”Os carnavalescos antigos não concordam com isto porque eles sustentam que alegria do povo é o carnaval. É a festa no meio da rua ou do salão. Festa que nesta ano, em nosso capital, não terá no centro, nas avenidas, como em tempos atrás. Tal como o futebol profissional foi para o beleleu o nosso carnaval. Que os estudiosos chamam de “manifestação cultural”. E que em Teresina, Piauí, é representada por uma senhora que não é nem daqui, é da Inglaterra. Há quem diga que esta denominação inglesa foi colocada pelo teatrólogo Tarcisio Prado, já outros dizem que foi pelo Aci Campelo enquanto o Zé Dantas diz que foi o João Cláudio de Piripiri. E nós estamos em pleno período momino e o futebol é deixado de lado, porque o buraco é mais embaixo. O certame carnavalesco exige também muito preparo físico, e é até recomendado para a perda de peso. É um “pula-pula” constante, uma folia inebriante, tem até um “trio elétrico” e atrás dele só não vai quem já morreu, dizia o Jackson do Pandeiro. Neste campeonato da folia, da alegria, tem também  nostalgia e melancolia, porque a nossa vida é um campeonato de pontos corridos e ninguém quer ficar na lanterna, porque atrás do pobre corre um bicho e este bicho é cabeçudo. E vai haver a competição carnavalesca. O grande julgador será o povo, o torcedor. Carnaval é muito parecido com o futebol porque nos dois movimentos a figura principal é o povo, o assistente, embora quem está se exibindo ache que ele, o exibicionista é o maior. Mas a vida é assim mesmo, a grande competição entre o peru e o pavão. Nos meus tempos de bancário tive um grande amigo, o João Pavão, botafoguense como eu e Anselmo de Moraes.

O grande Banespa

Numa foto trabalhada pelo Assis Paraíba, vemos o Banespa nos bons tempos do nosso futsal. Diniz, Pierre Cruz, Rosemiro Róseo, Dedé Cabeça de Prego e Valdmir Silva, o técnico. Agachados: o menino, Serraria, Delcimar e seu irmão. Quadra da Polícia Militar. Anos sessenta.

Goleiro no estaleiro

Lamentavelmente, o Galo não poderá contar com o seu eficiente guarda-valas, Mondragon, que está fora de cogitação por bom tempo porque a sua contusão não foi uma lesinha, foi uma lesão, e como tal deve ser bem tratada pelo departamento médico tricolor. O Flávio é o seu substituto, e o gol está em boas mãos. O problema dele é uma “fissura tíbiotalar e um estiramento do ligamento talopifular, que não sei nem que diabo é isso, só prá rimar. E vai entrar o Flávio em seu lugar. Em fase de recuperação, Mondragon entra em tratamento especial. De resguardo.

Vai ter Inter ?

E este ano, a APCDEP vai promover aquela competição entre os times de cidades do interior e litoral? Era a grande realização da associação dos cronistas  esportivos deste Estado de necessidade. Um certame com equipes amadoras de futebol, uma fonte de revelações de valores numa atividade lúdica para as cidades  piauienses. As prefeituras preparavam suas equipes, se defrontavam com as demais e cada jogo era uma festa de confraternização, este benefício que o esporte nos proporciona. No momento, não vejo nem escuto nenhum aceno ao Inter.

19 de fevereiro de 2020

Taí, apareceu um presidente da República que é entrosado com o futebol

E se encontra até com treinador de time, no caso, o Flamengo. “Bolsa” se reuniu com Jesus, que é Jorge, e tiveram um “tete a tete”.

Futgil

Meus amigos, o caso é sério. É o que se chama a virilização de “tudo igual”. O homem perdeu aquela “macheza” de queixo erguido dizendo que é macho. Agora está tudo “equilibrado”. Os três sexos convivem normalmente onde tem o nexo e o convexo, dependendo do reflexo. E por isto eu não me espantei quando vi os jogadores de futebol desta AABB-Teresina formando um time de “por natureza” “feminina”. Tinha deles até com  as calcinhas por debaixo dos calções. Era uma homenagem às mulheres e foi organizada pelo José Paizinho, que na ocasião era chamado de Maria Mãezinha...  E esta homenagem é já a nona que se faz no grêmio bancário e com casa cheia de associados e convidados. É o futebol das “meninas”, o “futgirl”, por sinal, muito anunciado no programa do radialista Bai Guel. Há quem diga que este negócio de homem se vestir de mulher é uma “realização”, coisa que ele usa no carnaval e até em peça teatral. Não faz mal. Nem de Alzeymer que é uma ameaça para terceira divisão da idade. E o campo da AABB serviu de palco para esta movimentação das mais oportunas porque no meio dos atletas masculinos sempre tem um cheiro feminino. E esta alusão ao sexo frágil é uma lembrança oportuna de quem nos trouxe ao mundo, o vasto mundo e merece ser lembrada, relembrada e homenageada e só não presta é o diabo de nada. O “Futgirl” já está na sua nova edição, faz nove anos que o Zé Paizinho organiza o jogo das “mãezinhas” e isto é uma benção e faz gosto se ver os familiares dos peladeiros em confraternização, bebendo vinho e comendo arroz com feijão na maior animação. E a homenagem ao belo sexo feita pela moçada da AABB foi muito justa e abotoada, porque elas merecem. E além do mais, tem um algo mais que é normal, natural. E todo homem tem o seu lado “hormonal”, seu menino, o seu lado feminino. E o que é que pega vestir uma roupa “alegre” e até a calcinha no lugar do “suporte”? Se tudo está lá debaixo e não vai provar que você não é macho. Quero parabenizar a negrada da AABB, que fez a festa com os homens vestidos de roupas femininas jogando bola. O “Futgirl”. Foi uma demonstração de esportividade, justa homenagem a uma categoria que sempre nos deu bolas. As mulheres.

Época de ouro

Esta foto é de 1962 e mostrava o estado maior do River. Zeneto Ribeiro, Chico, Carlos Augusto  da Calçadeira Piauiense, Né, Marcos, Chico Melão, Aluísio Ribeiro, Zé Neto. Tinha uma dedicatória: “ À Mirtinha, uma recordação do menino grande, Lourival."

Rasparam o Pato

Gentes boas, quem não tem Pelé nem Mané vai de Pato. Os nossos ídolos da bola argentina estão sendo substituídos por uns meninos nesta nova geração celular. Uma geração de Patos. Quando raspam as suas cabeças, a imprensa dá a maior manchete como agora quando Alexandre Pato mandou raspar a cuca a zero e ficou um Pato Pelado. E o pior é que o redator da “grande“ notícia diz ”o atacante apareceu de penteado novo”.  Que penteado, meu caro “editor”? se o título da nota é “Pato raspa a cabeça”? Onde já se viu pentear cabeça lisa? É, no mínimo, uma “barbeiragem”...

Entrosado

Taí, até que apareceu um presidente da República que é entrosado com o futebol e  se encontra até com treinador de time, no caso, o Flamengo. “Bolsa” se reuniu com Jesus, que é Jorge, e tiveram um “tete a tete”. No domingo, “Bolso” foi “pé quente” pro Flamengo que ganhou a taça Manoel Garrincha, dando no Atlético do Paraná do Sergio Moro. Pois, o português Jorge Jesus teve um “tete a tete” com o Bolso e a imprensa disse que foi um encontro privado e não um encontro na  privada, naquela hora em que a gente vai “mixar”.

14 de fevereiro de 2020

O meu Botafogo contratou o Paulo Autuori para ser técnico

Ele já esteve em General Severiano e deixou boas recordações para a galera alvi-negra.

Suspensão da Esporão

Meus amigos, a Justiça comum, não foi a esportiva, suspendeu a torcida organizada(?) do River Atlético Clube pelo prazo de 120 dias. Três meses sem poder ir aos campos de futebol para torcer pelo time de Afrânio Nunes e Zeneto. Doutor Téofilo Rodrigues Ferreira, m.d., juiz da vara terceira civil. Se fosse um militar, a punição teria sido maior pelo peso da farda. Dona Creusa me pergunta como é que se pode suspender uma torcida se é tudo avulso e o cara tanto pode torcer por A como por B e até pelo ABC. De Natal.  De fato, Chico Rato, fica meio difícil se configurar a pessoa como torcedor porque torcer é um gosto e gosto não se discute. E a justiça esportiva que é mantida para moralizar o jogo de bola pago e até o amador, achou que o grupo de torcedores componentes da tal torcida “Esporão do Galo” terá que ficar fora de ação, não poderá mais se juntar e fazer suas estrepulias nas dependências dos campos de futebol profissional durante três meses. Não sei nem se é proibido vestir a camisa com o nome do “Esporão”. Tenho até uma sugestão para a galera do Galo. Basta mudar uma letra no nome da camisa e é até fácil porque tira um “esse” e bota um “xis” que explica tudo. Em vez de Esporão, Ex-porão. Quando os caras vierem em cima, questionando que não pode usar o Esporão, o riverino poderá dizer que tudo bem mas ele não é Esporão, ele é um ex-porão. E ex-porão já era, doutor. Agora é só... porão. E pode muito bem curtir sua exporonidade a valer. Sem infringir a lei suspensória. Fábio Mancha, presidente da galera tricolor ficou chateado com a decisão e disse que vai recorrer da sentença porque achou muito forte mas disse que vai fazer de tudo para que tal fato não aconteça porque a sua galera é de gente de bem e não admite falta de esportividade, principalmente envolvendo o seu clube. E o certo que a torcida riverina, que é a única que é organizada no Piauí, recebe esta punição oficial do poder público e seus componentes, se quiserem ir ver jogo de futebol não podem nem pensar em vestir a camisa onde está escrito “Torcida Organizada”. Durante quatro meses. O Galo vai ficar sem o seu “Esporão”. Isto é bonito para o periquito de vocês? O maior clube de futebol do Piauí, sem poder contar com “torcida organizada” punida por bangunçada. Se fosse a torcida do Flamengo... Mas o fato é que o River está com a sua maior galera desorganizada  suspensa por três meses. Mas isto não proíbe dos torcedores irem ao jogo. Só não podem é se juntar, se “organizar”. Ela tem que ser como a torcida do Flamengo. Desorganizada. 

Quatro meses...

Seu nome de Esporão do Galo poderá ser ex-porão do Galo porque a Justiça comum, não foi nem a esportiva, lhe aplicou uma baita de uma suspensão de quatro meses sem poder por os pés em campo de futebol. Seus componentes até que podem ir, mas sem os “esporãos”...

A volta

Meus amigos, o meu Botafogo contratou o Paulo Autuori para ser o seu mais novo técnico. É uma volta bem vinda, porque ele já esteve em General Severiano e deixou boas recordações para a galera alvi-negra. O Alberto Valentim foi demitido mas numa boa, sem choro nem vela e bola prá frente porque treinador de futebol é como mulher da antiga boate Bete Cuscuz, não tem tempo para permanecer. Só para “ficar”. E assim sendo, Chico Rosendo, nosso Glorioso tem um renomado técnico no seu comando e tudo vai dar certo, se Deus quiser. Como diz o meu amigo, Manoel de Moraes Filho: - Vamos aguardar os acontecimentos.

O Camisa Amarela 

Jogador de futebol é um artista. Ele é observado pelos seus fãs. E tem deles que lança moda. Como o Raul Plasmam nos anos 70. Ele virou lenda e lançou um uniforme amarelo. E isto foi porque num jogo entre Cruzeiro e Atlético, lhe deram uma camisa muito apertada e ele pediu uma camisa de um colega, o Neco e botou o número grudando fita crepe nas costas e entrou em campo e a galera gostou as pampas. E ele que tinha os cabelos louros e cumpridos, ficou apelido de Vanderleia, a cantora que fazia muito sucesso naquele tempo de Roberto e Carlos e Erasmo. A cor amarela foi o talismã do Tiradentes do Piauí conhecido como Amarelão da PM.

12 de fevereiro de 2020

O futebol é o esporte rei de todos os outros. É o maior do mundo, vasto mundo.

Porque futebol é conjunto e tem jogador tão habilidoso com a bola que dizem que ele joga com o Cão junto.

Meus amigos, uma coisa feia, muito feia ocorreu em Teresina-Piauí, neste domingo que passou, na principal arena de jogar bola desta capital. Triste. O futebol é o esporte rei de todos os outros. É o maior do mundo, vasto mundo. Utiliza uma bola, redonda como o próprio universo e prosa. E ela rola para gregos e baianos. Porque futebol é conjunto e tem jogador tão habilidoso com a bola que dizem que ele joga com o Cão junto. Mas ela, a bola rola, e este amigo de vocês, neste “O Dia” não enrola, desde 63, tem que fazer esta coluna todo dia do mês para o caro leitor que é o nosso freguês. Desde o tempo que o coronel era quem dava a ”ordem unida” na redação. E ninguém andava de passo errado e tinha o Lith Feitosa e tinha o Zé Maria. Mas o tempo passa e já estamos nos acréscimos de segundo tempo e não se sabe até onde vai esta “prorrogação” desta “etapa complementar”. E assim sendo João Rosendo, bola prá frente. E o nosso Galo perdeu no seu terreiro. O River apanhou do América de Natal. Foi aqui dentro. No quintal. Em pleno Albertão, num domingão do Faustão. Isto é bonito para o nosso periquito? É verdade que o jogo teve muita confusão, fora de campo. A torcida visitante, muito doida, muito desorganizada dos comedores de jerimun, cheios de mel e outros elementos aeróbicos, pois estes torcedores “cresceram” no rumo dos piauienses com gosto de gás e de outros componentes  químicos porque sem esses “incentivos” não teriam coragem para tanto. Foi confusão generalizada na arquibancada e graças a Deus, entre mortos e feridos, escaparam todos. Mas que foi feio, foi! E além da queda, o coice. Eles saíram cantando de galo no terreiro do Galo e isto é bonito para o nosso periquito? Nem sair de lá, a gente podia. Tivemos que ficar esperando bom tempo chegar. Sabe lá se uma bala perdida achava a gente? Meus amigos, coisa de louco. De tiro, papouco. E este tiro não é só tiro ao alvo. Muitas vezes, atinge até ao Moreno. O nosso guru, William Bogea, diz que futebol é coisa séria mas estão levando a sério demais. E assim sendo, Rosendo, a gente apanha em casa e ainda saem, falando mal  da gente de nosso hospitalidade, de nosso policia, de nossa imprensa. Coisa ruim é taca.

Meio século...

Assim se passaram 50 anos... Nesta foto vemos Carlos Said, Santa Rosa, Salomão Viegas, Agamenon, Antonio Aires, Valdir Araujo, Cesar, Pato Preto, Quinzém Leitão, Zuca Bacana, Teddy Ribeiro, Pato Preto (de costa) e muita gente que ainda está entre nós. Time da imprensa em 1970...

Perdemos feio...

Meus amigos, o Glorioso apanhou do tal de Fluminense, pó de arroz. Uma lástima, Chico Paulo mas é verdade. Foi uma taca que deixou o treinador Paulo Valentim arrumando a mala porque a profissão de técnico de futebol, não tem fundo de garantia ou segurança no emprego. É o emprego mais instável do mundo porque depende de resultados. O placar foi meio humilhante, quase uma goleada. Três a zero. Goleada é de quatro para cima. Daí a expressão “cair de quatro” que é até meio ou toda escandalosa. Arranha o joelho que é uma desgraça. O Fluminense dando de 3 a 0 no Botafogo? Uma tragédia em preto e branco e no céu, uma Estrela Solitária chorando entre as flores tricolores.

Rumo a Sergipe

O nosso Galo está nesta Copa do Nordeste representando o Piauí e fazemos fé no grêmio tricolor. Ele vai jogar, sábado, lá no Batistão, o Albertão do Sergipe e não adianta o time de lá ser jipe que nós vamos ser trator e vamos passar por cima ainda lembrando do tempo do Sima. E é o tricolor o nosso defensor-mor deste jogo de bola argentina, numa terra que teve uma vez Flamengo e este desapareceu e a última vez que foi avistado estava debaixo da asa de um tal de Everaldo que até riverino é, segundo me disse o filósofo do futebol piauiense, William Bogea, o Vei, hoje prefeito da Cacimba Velha. É River na Copa. Estamos com ele não abrimos.

11 de fevereiro de 2020

Uma “calmaria” preocupante no esporte amador na Capital.

Futsal, vôlei, basquete, hand e até frescobol, que é para os mais quentes, não estão sendo praticados nesta capital.

Um feliz Natal?

Meus amigos, para o River não houve um feliz Natal, Rio Grande do Norte. Apanhou do time de lá, o América por 3 a 2. Dentro de casa, no “cocho”. No terreiro do Galo que é o Albertão. A torcida saiu de lá, do Albertão, com aquela mágoa no peito, aquela dor que só o torcedor conhece assim como aquele que é enganado pela mulher e sente a famosa dor de corno. E tem deles que ainda  perguntam: “E foi no tôrno?” Ah gentes boas, a maldade nessa gente é uma arte. Tanto fizeram  que houve a separação”, diz aquele samba de Ataulfo Alves. Mas o que queremos aqui lamentar e também aqui mentar é a taca que o nosso lídimo representante pegou da equipe comedora de jerimum jogando em seus domínios no campo feito pelo Murilo Resende no tempo do doutor Alberto Silva governante. É verdade que o futebol tem destas paradas e por isto que é um jogo e no jogo não tem resultado antecipado, o jogo é jogar. Sinuca ou bilhar. Mas o time riograndense, comedor de gerimun, na vantagem de gols teve um. Que serviu para lhe dar pontos na tabela e o nosso Galo caiu na esparrela. Taca. E taca é o pior que acontece no jogo de bola argentina. Em todo jogo é ruim, a taca, mas no futebol é pior porque é o negócio de meter gols e quem não mete, leva nos quartos ou quintos minutos de jogo porque o jogo é jogar.E vai para os “quintos do Inferno” como diz o Magro de Aço. E assim sendo, Chico Rosendo, o fim acaba sendo assim. Carnaval na Frei Serafim. E na frente do bloco riverino vai o Pintim. E por falar no Pintim, lá no mercado da Vermelha quando indicaram o Pintim para aquela senhora, ela se espantou com seus dois metros de altura: “-Pintim? Isso é um Pintão !” Mas a bola rola, este escriba não enrola e lamenta a perda de nossos preciosos pontos dentro de casa para a equipe natalina mesmo porque Natal até já passou e estamos em véspera de carnaval, alegria do povo enquanto a da galinha é botar ovo. Mas o nosso Galo foi infeliz no seu terreiro e isto não se admite hoje em dia em que os seus jogadores vivem na mordomia porque tem boa diretoria. E a sua galera, a sua torcida quer vitória dentro de casa, no seu poleiro, ele que é o dono do galinheiro. Mas o jogo é jogar e um dia é de açoitar e outro é de apanhar. Faz parte  deste imenso campeonato que a vida. Foi um feliz natal para eles? Nada não, ai vem o carnaval. Bola para frente!

Timaço da AABB Teresina 2013

Metade deste time está aposentada. Em todas as modalidades... Geralmente os que tiram retrato segurando a bola são os mais fundos. O time B da AABB, que como o nome diz gostava muito era de BB.

Goleiro

Na pelada, o mais ruim de bola, ou um mais gordinho é que a negrada manda ir par ao gol. E assim, esta importante posição do futebol, a de maior responsabilidade, vai para as mãos de quem não sabe jogar com os pés. Pode parecer um contra-senso, mas a favor do censo neste aspecto ainda não apareceu quem tivesse uma argumentação  convincente e até mesmo sem o Vicente, que foi um médio de campo do time do seu pai Belchior Barros e que tinha um desvio no olhar que a negrada chamava de “caraoi”. O Zé Ronaibe também era mas curriola tinha medo dele e não dizia nada... Goleiro é quem gosta da bola. Todo mundo chuta a bola. Só o goleiro abraça. Como se abraça uma namorada. 

Amadorismo

Uma “calmaria” preocupante no esporte amador da cidade. As mais diversas modalidades. Futsal, vôlei, basquete, hand e até frescobol, que é para os mais quentes, não estão sendo praticados nesta capital. Em consequência, vemos jovens dos três sexos engordurando e dedilhando o celular. Só os dedos se exercitam desde o mindinho, o seu vizinho e o maior de todos. Até o Pequeno Polegar. As competições do amadorismo estão cada vez mais escassas, os rapazes, agora, ocupam as praças mas é para sentarem nos seus bancos e  manusearem o aparelho porque todo mundo quer está “on line”. Essa juventude “in oline” tem que praticar o esporte também. Para ficarem “sarados”, mexam-se !

06 de fevereiro de 2020

Recomendo a leitura do livro “Cala a boca, Galvão!” de Pablo Peixoto.

. “As frases que transformaram o narrador na maior celebridade da Internet de todos os tempos.

Quem ganhou ?

Meus amigos, ontem de noite, o nosso Galo Carijó recebeu o Esporte Clube Bahia no Albertão. Quisera eu poder dizer para os senhores e senhoras que me lêem todo “O Dia”  como foi este jogo, quem meteu quem ou se saiu zero a zero. Mas como foi um jogo interestadual e contra uma equipe gabaritada como o Bahia, deve ter sido um belo espetáculo de pé na bola que é tradução de futebol, inventado pelos ingleses, muito embora se diga que em priscas eras, os judeus já chutavam as cabeças dos cristãos no estádio Capitólio. Mas isto é coisa do passado, quem vive do passado dizem que já está ultrapassado e é museu. Mas o tricolor mais uma vez representou o pebol piauiense em competição nacional, esta famosa Copa do Brasil. Um confronto interestadual. Bahia de Todos os Santos contra o Piauí de São Benedito. Aí já começa a desigualdade e o preconceito racial porque todo Benedito é preto e quando uma coisa não dá certo, o povo pergunta logo: Será o Benedito? Virou até uma música de carnaval do meu tempo que dizia “ A Benedita brigou com o Benedito/ e foi parar com ele no distrito/ Agora, o delegado quer saber quem tem razão.../Será, será o Benedito?” Formou-se a  confusão...? lá dentro do distrito/ E o delegado, nervoso, deu um grito.../ Será o Benedito...??? ? Mas São Benedito é nosso padroeiro firme e forte, estamos com ele e não abrimos nem para um trem carregado de chifres. Mas o jogo foi ontem de noite e eu fiz a coluna, ontem de dia. Assim; sendo Rozendo, fica para o amanhã e foi assim que a ovelha perdeu a lá. Sabemos que uma visita de uma equipe baiana na Teresina é alvissareira porque é a terra de São Salvador e até já tivemos um, Salvador que jogava no Flamengo. Feio que só a peste. Os cearenses botaram o apelido nele de Marta Rocha que havia sido uma Miss Brasil nascida em, Salvador. Cearense é uma raça que adora botar apelido nos outros. Para os senhores terem uma vaga ideia:Um dia, D.Antonio de Almeida Lustosa, arcebispo metropolitano de Fortaleza, foi fazer uma visita episcopal a Aracaty,onde eu nasci. Lá existia uma senhora irreverente que botava apelido em todo mundo, chamada Castorina. O chefe religioso havia chegado em avião da FAB com todo apa-raro religioso e militar. O pároco foi pedir a ela que poupasse o santo homem, magrinho, de um apelido jocoso. Ela não gostou, botou as mãos nos quartos e disse: E eu faço “empenho de botar apelido naquele “envelope aéreo” ?

Um time azul

Era assim chamada esta equipe que há oito anos disputava campeonato na AABB de Teresina. O time Azul. Com cabeças pretas e e brancas a algumas lisas. Vejam o papel social da Bola. Ganha da mulher.

Cala a boca, Galvão

Recomendo aos desportistas e aos aposentados a leitura do livro “Cala a boca, Galvão!” de Pablo Peixoto. “As frases que transformaram o narrador na maior celebridade da Internet de todos os tempos.“Taí Maradona, com seus brincos de brilhantes brilhando... mas não há brilho que ajude Maradona hoje!” Ela sabia que Maradona era dado ao  um “brilho de droga!” e entregou o jogador. Era o que a negrada chama de “cagoete”. A medalha de bronze vale mais do que a de prata porque vem com a vitória, amigo!” Num jogo em que a Brasil perdeu para Argentina. “  É dele: ”Eu ainda não descobri se o Pelé é deste planeta ou não”

As meninas

Como não tem tu vai tu mesmo e assim sendo, João Rozendo, o Tiradentes vai representar o Piauí no futebol do sexo frágil. Sim amigos, são as nossas mulheres com a camisa do Tiradentes, que já foi forte no masculino e agora nos representa no feminino, no campeonato brasileiro A2. Pelo menos isso. Numa fase em que no terreiro não mais canta o Galo e nem um Pintinho porque como diz a canção popular: Carcará! Pega, mata e come! E enquanto os homens dedilham o aparelho celular e tudo dando para engordar e outros engordando mesmo sem dar, o sexo feminino entra em campo. O Tiradentes está no campeonato Brasileiro A 2.

05 de fevereiro de 2020

A noite de hoje é de muita importância para o futebol piauiense

O River, nosso Galo de briga enfrenta cara a cara uma das mais repeitadas agremiações esportivas do futebol profissional deste pais, o Esporte Clube Bahia.

River x Bahia

Meus amigos, a noite de hoje é de muita importância para o futebol piauiense.O River, nosso Galo de briga enfrenta cara a cara uma das mais repeitadas agremiações esportivas do futebol profissional deste pais.Nada mais , nada menos do que o Esporte Clube Bahia. Partida válida pela Copa do Brasil, a maior  competição nacional.O Piauí  está bem representado no cenário profissional com o seu mais antigo clube, o River Atlético Clube. O famoso Galo Carijó. Sabemos que é um osso duro de roer porque a equipe baiana é uma das mais  respeitadas no cenário esportivo desta nação tute-boleira. E além da manejo  na bola e traquejo nos pés, ainda tem um forte aliado que é a magia negra, a macumba para ser mais exato.Sim, amigos, ainda tem a magia negra  como componente porque o que vale é a fé e com fé, você toma café e jura que é leite. Mas amigos, a bola rola, este escriba não enrola e  gororoba boa é coca-cola. E vamos ao  Albertão, hoje, depois da  novela porque o jogo começa as nove e meia, termina perto de  meia noite e quando terminar vá par sua casa que sua mulher, ela deve está  lhe esperando para dar  gomoso.  Ou então, vá com ela ao futebol, embora  a bichinha não entenda nada de bola mas isto não é nada demais porque tem até gente que não entende  também e anda comentando em rádio e televisão. Mas a bola rola e  já tivemos aqui um meio-campista  de nome Mariola.Jogava no River e tinha  vindo de Olinda, Pernambuco, cidade pequena porém decente. E Mariola era meio-campista.Ao lado de Derivaldo. E aí o Galo era galo mesmo, cantava no seu terreiro e tinha um chefe de torcida chamado de Pintinho que era grandão e sua passada era um metro.  Mas om que eu  quero é  convocar a galera riverina para  esta noite quarta-feira neste prego na chuteira para ir ao futebol e não ficar em casa fazendo besteira. Vamos dar  força ao nosso Galo que vai enfrentar uma das agremiações das mais falada desta nação e vinda de Bahia de  Jorge Amado. É jogão e ninguém deve perder.Encher o Albertão e  gritar e torcer. Sim, porque não adianta ir ao futebol e ficar  como uma múmia. Sem torcer, sem viver as emoções. Mas torcer, vibrar e não fazer como aquele aquele riverino que  torcia com as mão no bolso. Depois do jogo estava capado.

Alô Floriano !

Uma plêiade de  torcedores do  saudoso Corissabá de Floriano, terra de Aldênio  Fogoió e dos Brunos. Fevereiro  de 1996, nesta foto de Ginaldo. “Os abnegados que  contribuíram para o  clube florianense sobreviver, á época. Quem sabe os nomes deles ?

Baianos espertos

Este pessoal  do Bahia é sabido e folgado em dinheiro. Para jogar no Piaui numa noite de quarta-feira, eles chegam logo na manhã de segunda-feira. Dizendo eles que é ´para  “ irem se acostumando  ao calor”. Eu acho isto muita frescura  porque não existe uma terra mais quente do que a Bahia... Pelo menos, as baianas que eu  conheci eram quentes ou mornas.Mas deixa isto para lá  com acarajé e tacacá porque se está  furado... vá tapar. E assim transcorre o tempo  regulamentar e o River  vai jogar e vai ganhar. A torcida deve comparecer em peso e medida e não quer ouvir ninguém  feito galinha. Todo mundo tem que gritar “galo, galo” que é o nosso refrão.

Ele voltou...

Meus amigos, quem bebe a água deste rio Parnaíba sempre volta. Assim foi com Marcelo Vilar   que depois de quinze anos volta ao ninho do Galo. Ele vem mais  cabreiro, mais idoso e experiente, já  treinou  muita gente. Errou  e acertou  muito porque a nossa vida é um campeonato com pontos ganhos e perdidos.E ainda tem os empates. Como tem em todos os embates. Ele chegou, viu, treinou e  disse que não carece de  reforço não.O que  tem já basta  e como a dor ensina a gemer,  no tempo  regula-mentar  ele pede para reforçar. Nesta estreia de Marcelo Vilar  vamos  torcer para o Galo ganhar.E bem alto poder ele  cantar. Cocorocó!  Cocorocó!

04 de fevereiro de 2020

O nosso Galo Carijó surrou o Centro Esportivo Alagoano por 3 a 1

Nesta quarta-feira é a vez de pegar o Bahia

O dever de casa

Gentes boas, o nosso Galo Carijó surrou o Centro Esportivo Alagoano por 3 a 1. Foi uma vitória suada mas isto  engrandeceu mais o feito porque o que é bom é difícil e nada fácil presta. Inclusive na vida porque você vê todo dia em ”mulher da vida fácil” e coitadas, sofrem mais do que sovaco de aleijado. Mas o que devemos louvar é a vitória riverina, numa tarde sabatina, no estádio Alberto Silva, valendo pela Copa do Nordeste, Copa de Cabra da Peste. Ganhou do CSA, um nome bom para rimar. Onzena de tradição no pebol nordestino e que veste azul e branco. Foi um jogo puxado, uma partida suada e com vitória merecida. Gols de Emerson e Lucas Brasil e seus cabelos pra cima. Pouca gente para ver este jogo porque estamos atravessando uma fase de liseira profunda e o dinheiro mal dá pra  botar crédito no celular. Muito pouca gente no campo da prefeitura dando uma ideia de que era portões fechados  pelo número de pagantes e pulantes de muro presentes. Um jogo deste quilate era para ter casa cheia e a torcida  vibrante do tricolor de Delson Castelo Branco e Sheila. Foi uma vitória caseira é verdade mas verdadeira. O nome do adversário CSA conhecido no país por sua bela trajetória em disputas nacionais. Agora o nosso Galo é cabeça do grupo A de abacate e tem que segurar esta peteca porque a concorrência forte e este povo dos estados vizinhos acha que o Piauí não pode ficar na liderança de nada, a não ser de necessidade. E vamos para frente e o próximo será o América de Natal, agora perto do carnaval. O nosso Galo deve preparar seus esporões para a próxima rinha que não vai ser fácil porque este povo do Rio Grande do Norte acha que não pode apanhar do Piauí. Aliás, é todo Nordeste. Eles tem esta frescura de achar que o nosso Estado é o lanterna em tudo, tanto que quando eles estão em dúvida, não sabem se é melhor ficar ou “pior ir”. Mas nós vamos provando que o Piauí é vibrante e esta vitória riverina veio em boa hora para levantar o moral da tropa porque tem piauiense até na Europa. E ficar na espera de novos bons resultados de nossos clubes. Esperar boas notícias de Flamengo e Piauí, nossas outras duas agremiações profissionais. E bola pra frente!

Dois Cobras

Nesta foto do arquivo e trabalhada por Assis Paraiba, vemos dois ícones de nossa crônica esportiva, Carlos Said  e Fernando Mendes em uma reunião em tempos idos. Lá no fundo, Valdir Araujo, de saudosa memória.

Piauí apanha

Sim, gente boas. O Piauí Esporte Clube que já foi Piauizão Vibrante, apanhou em casa, no Lindolfinho para o time de Carlinhos Alelaf por um golzinho mirrado, no finzinnho do primeiro tempo num gol beleza de cobertura de Juninho Arcanjo, um jogador que só quer ser anjo. Para o time de casa, apanhar no seu quintal para um time que veio do litoral é meio cabuloso. E o pior é o escore. 1 a 0. Só um golzinho mas que vale dois pontos. Uma taca em casa, no campo da prefeitura, ali vizinho ao Verdão, onde por muitos e muitos anos, morou Napoleão, bom na mão.

Desculpem

Peço desculpas aos caros leitores torcedor do Vasco da Gama para louvar aqui neste espaço a agremiação alvinegra da Estrela Solitária pela sensacional vitória em cima do grêmio cruzmaltino, pelo modesto escore de 1 a 0, já no apagar das luzes deste clássico alvi-negro. Era uma cruz de malta contra uma estrela solitária e brilhou mais alto a estrela. Isto me faz lembrar o Godô que era meu colega de banco. Era contínuo do BB e tinha um cabaré na zona, na Paissandu. Botou um nome muito objetivo: Cabaré Estrela. Nome que aplicava ao cliente: - Você quem brilha.

31 de janeiro de 2020

Bons atletas já saíram de Simplício Mendes para outros centros esportivos

E o moreninho Vitor foi um deles com uma passagem lendária pelo River onde tinha um padrinho forte, o cartola V-8

Ao futebol!

Meus amigos, porque hoje é sexta-feira, amanhã é sábado e depois um domingo que pede cachimbo. Esta história acabou dando  ao Dominguinho, irmão do Paulo Henrique, o apelido de “pé de cachimbo” e ele não gostava nem um pouco quando o Odílio Teixeira, o Phodinha, chamava por este apelido. Mas isto são reminiscências, lembranças, coisas que o tempo levou e a bola rola, saco pequeno é sacola e uma frutinha sem sal é a tal da carambola. E o time da prefeita dos Altos ganhou mais uma. É vero que jogou em casa, no côcho mas este negócio de mando de campo não tem muita influência não, porque o Fluminense de Belchior mesmo tendo mando de campo nunca ganhou de “seu ninga”. O que era de certa forma, uma vantagem para o tricolor “da Silva Barros” porque não carecia de dar gratificação, o bicho aos jogadores. Uma dia, porque sempre tem um dia na vida da gente, o Fluminense deu de  dois a zero no Artístico de Zé Palitó e os jogadores ficaram  todos contentes porque iam ver, finalmente, o bicho do seu Belchior. E a vitória tinha sido oferecia ao Vicente, o camisa dez, o filho do dono time e naquele domingo, estava doente de papeira e não pôde jogar no meio e por isso ficou fora de campo. E depois da partida, a moçada toda saiu em procissão pela rua da Palmeirinha até perto da ponte do Mafuá onde morava Belchior. Alegria, alegria, o Fluminense até que enfim havia ganho uma e a imprensa toda babando o time tricolor. E os jogadores, suados e mal pagos. Iam pela primeira vez ganhar uma gratificação por vitória em campo, como ganhavam os que jogavam pelo River, Flamengo e até Piauí quando venciam. Sim, amigos, enfim, o time tricolor dos pobres porque o River era dos ricos, conquistava dois pontos no campeonato estadual, onde era um eficiente e  sempre presente lanterna. E isto merecia uma comemoração e teve até colaboração do armazém do seu João que era “assim” com Belchior Barros. E saiu aquela procissão rumo a casa  do seu Belchior para a festa de comemoração de uma vitória suada no campo da prefeitura, no tempo do saudoso Wall Ferraz. E lá chegando, seu Belchior botou o dedo na boca pedindo silêncio porque ia ser a hora do “bicho”. Aquela gratificação após jogo que os jogadores sempre desejavam receber. E entraram na casa e foram a um quarto, levados por Belchior que mostrou o filho, Vicente, nu, zanoio como nasceu. E disse: Querem  bicho? Pois olhem ele aí!

Meio século

Era a seleção universitária de futsal do Piauí na cidade de Salvador. Luisa Pilão, Raimundo, Cecilio, Erivan, Alcione Torquato,  José Augusto, Ribamar, Eu, Zé Lorota e Loiola. Roupões emprestados pela Federação de Futebol. Há 52 anos atrás... É o novo!

Regulamento do “Rola Cansada”

Artigo primeiro: O atleta deverá ir ao médico para uma revisão e ter de 540  a 10 anos. Artigo quarto: Não será tolerada indisciplina se o atleta cometer as seguintes  faltas: a) discutir com colegas ou juiz, durante o jogo, chutar bola para o mato de propósito e falar em excesso dentro de campo e a punição será um quadrinho vermelho e dez minutos de suspensão durante a partida. B) Retirar a camisa ou abandonar o campo, suspensão por um jogo. C) Xingar o juiz ou colega com nomes feios ou dizer palavrões, falar na mãe alheia, uma punição de um mês sem jogar. Não serão aceitos atletas com menos de cinquenta anos e com pés descalços. E com chulé.

Simplício Mendes

O município de Simplício Mendes (PI) sempre se destacou no Intermunicipal que é uma competição da Associação dos Cronistas Esportivo do Estado, hoje sob a presidência do Francisco Costa, o nosso Chico Rato. Bons atletas já saíram de lá para outros centros esportivos e o moreninho Vitor foi um deles com uma passagem lendária pelo River onde tinha um padrinho forte, o   cartola V-8. Jogando em times do Piaui e do Maranhão, Vitor até se internacionalizou porque jogou até na Bolívia mas não demorou muito tempo por lá, reclamando da latitude que dava a falta de fôlego. Coisa que precisava muito para dar carreiras com a bola. 

29 de janeiro de 2020

Hoje nosso Mané, nosso Pelé é o Gabriel Jesus, o mais metedor de gols

Gabriel assinou contrato com o Flamengo e vai continuar fazer a felicidade dos rubro-negros.

Cerapió 2020

Meus amigos, eu não acredito de jeito nenhum. Está todo mundo dizendo que em 2020 “Cerapió”. Não é possível. No nosso rame-rame, o esporte e especialmente no futebol, Deus nos livre e guarde se 2020 for pior do que 2019. Estamos vindo de uma temporada bufa de anum no esporte bretão neste Estado de  necessidade. Como diz o pobre “estamos escapando” es-perando   “Dias” melhores para nosso ludopédio profissional e amador. Para o esporte em geral, cadeira e arquibancada.  Porque o esporte é  uma atividade lúdica e física   que se bem exercida beneficia gregos e baianos,tanto no fisicamente como   economicamente e estão aí os “galvões buenos” que não me deixam mentir. Sim, mas o tema desta crônica é o “Cerapió”, nome dado a uma competição (rallyi) na estrada, um tal de “Enduro” que é competição na estrada e só “é mole” quando chove copiosamente e  os trajetos ficam mais  difíceis. Mas o “xis” do problema é  exatamente a  dificuldade de execução  da “viagem”, os desafios á mãe natureza e é aí que o cabra  mostra se é macho mesmo ou apenas veste calças cumpridas. A denominação jocosa de “ Cerapió” é baseada no “trocadalho do carilho”,dizendo que não é melhor ficar  e sim é “pioí”. Alguns filhos desta  terra não gostam do trocadilho. Outros acham que é melhor trocar “dalho” do que trocar pelo  Odílio Teixeira, “o locutor”. E assim a fila  anda e ficar parado “Cerapió”.Grandes  nomes do tal de “off-road” nacional como diz o jornal. Em todo esporte tem os cobras, os chamados grandes astros e esta  turma toda vai participar do Rally Cerapió  2020. Será a competição de número 33 com quase  500 participantes em competições de  bikes, motos, carros que passarão  por Itapajé (Pedra do Feiticeiro), Sobral (EEUU)  Pedro II ,até  o Shopping do seu João Claudino, pai do João Vicente. Tem gente de todo o pais nesta competição de rodas, como bikes, motos,  quadriciclos e carros. Começa em Fortaleza e acaba aqui, no  nosso Piauí . Para justificar que será pior, PIOCERÁ. Como diz o Alexandre Noleto, “deixa eu te dizer”: você  deve se interessar  mais pelo futebol piauiense e comparecer  aos seus jogos, no Lindolfinho ou no Albertão, pagar o seu ingresso  e não pular  muro. O povo anda dizendo e maldizendo  que o ano que vem “Cerápior” mas eu não acredito. Se aparecer   alguma coisa para atrapalhar o progresso de nosso  futebol,  Robert Brouwm  que é Carcará, pega, mata e  come!

Era tempo bom...

Primeiro  governo de Mão Santa. Bola cheia. Alguns bons de  bola como Fernando Said,Zé Nilton, Robércio Maratoan, Themistocles Filho, Itamar... Tony Black, deitado na grama, sendo “alisado” pelo “Teté” ao lado do Carlos Lobo. Tempo  bom que não volta mais...Lindolfo Monteiro.

O nome  ajuda

Um dos  maiores nomes em evidência no futebol mundial é  do Gabriel  Jesus. Na “elite  europeia” como chamam os jornais, ele se destaca como  o brasileiro  mais goleador  da atual temporada. É o   jogador da vez, é o astro que brilha  na Europa e agora é o nome de destaque na elite euro-peia e nem Pelé no seu tempo  áureo conseguiu atingir meter mais gols. E também  no passe  de bola que  eles  chamam de “assistência”. Aqui para nós, “assistência” é o pronto-socorro, é aquela combi branca de levar os doentes para o hospital. Pois hoje, o nosso Mané, o nosso  Pelé é o Gabriel Jesus, o mais metedor de gols em gregos  troianos.

Esporte de Quadra

O jogo de bola em quadras  esportivas desta capital vem perdendo é feio para o telefone celular. A moçada tanto masculina  como feminina  de nossa capital  não adota a orientação  francesa que diz: “É bom suar”.Sim, suar é bom,  é a abertura dos poros e tem gente que até o suor é doce. E os jovens dos três   sexos precisam  de movimentação muscular, dois para lá e dois para cá.Ou então fazer como o militar. E marchar: Um, dois, um dois, feijão com arroz. Porque  o nosso  corpo precisa de movimentação, assim como a  mente tanto  do recruta como  do tenente. E sem  correr, sem se movimentar, não dá...