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Esplanada

STF e STM

O Supremo Tribunal Federal acompanha discreto e com atenção especial o trágico episódio no Rio de Janeiro

22/04/2019 09:00h

O Supremo Tribunal Federal acompanha discreto e com atenção especial o trágico episódio no Rio de Janeiro. O ministro Marco Aurélio Mello vocaliza, embora seja oficialmente um comentário pessoal, a contato da Coluna, “que os soldados responsáveis” pela morte do catador de lixo Luciano Macedo “devem ser apenados” no Superior Tribunal Militar. “Temos que confiar na Justiça Militar. Os culpados devem responder por seus atos. Isso não poderia ter acontecido, pois o Estado Democrático de Direito tem que ser respeitado”, comentou o ministro, por telefone. 

Memória

Conforme noticiado, o catador foi ajudar (com o veículo já parado!) a família cujo carro foi alvejado por 82 tiros no subúrbio, episódio em que morreu o músico Evaldo Rosa. 

A conferir

Nove soldados que participaram da ação foram presos preventivamente pelo próprio Exército. Eles alegaram, a priori, que se tratava de um carro suspeito em um assalto. 

Xaropinho

Ratinho ofereceu seu programa de TV no SBT ao ministro Dias Toffoli, presidente do STF, para dar sua versão sobre o inquérito contra supostas ‘fake news’ e a censura. 

Dançou sozinho

Assessores palacianos se reuniram há dias com índios Pataxós e os convidaram para dançar para o presidente Jair Bolsonaro no Palácio na última quinta-feira. A turma recusou. Apareceram lá os Ianomami fazendeiros de Roraima, com discurso progressista sobre agronegócio – o que lhes é de direito. Mas não consenso entre etnias.

Desafinou 

A turma da conexão São Paulo-Nova York anda reclamando do Cônsul-Geral do Brasil na cidade americana, Ênio Cordeiro. Ele recusa sucessivos convites da Câmara de Comércio para falar sobre oportunidades de investimento no Brasil. Gente que passou por lá estranha não ver a foto do presidente Bolsonaro em sua sala, como praxe.

Estacionou 

A crise de confiança no Brasil se espalhou pela opinião pública internacional e, especialmente, na diplomacia européia. Efeito da reforma parada no Congresso. 

Day after

Já foram melhores os dias de petistas ex-inquilinos do Palácio. Erenice Guerra, ex-chefe da Casa Civil de Dilma, vende parte da adega. Conseguiu uns R$ 20 mil recentemente. 

Instituto Bigode 

O ex-presidente José Sarney, que despacha discretíssimo de sala na torre do Brasília Shopping, repete a quem o visita que não se trata de escritório, e sim de um Instituto. 

Esplanada armada

Sob a alegação de falta de “amparo legal”, PT, PSOL e PCdoB tentam derrubar a Portaria 441, na qual o ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, autoriza o uso da Força Nacional de Segurança na Esplanada por 33 dias.

Levante popular?

No período, estão previstas manifestações de movimentos de povos indígenas e atos no 1º de Maio Unificado contra a Reforma da Previdência (PEC 06/19). As legendas apresentaram projetos de Decreto Legislativo para sustar a medida. Autoridades de inteligência do Governo têm informações de que preparam baderna. A conferir.

Respaldo

O líder do PT, Paulo Pimenta (RS), aponta que a Força somente poderá ser empregada nos Estados e no DF por solicitação expressa do governador: “O que não aconteceu neste caso”. O PSOL sustenta no PDL que “não cabe à Força Nacional, no Estado Democrático de Direito, a função de reprimir manifestações populares”. 

ESPLANADEIRA

Claudio Castro, presidente da Associação dos Embaixadores do Rio, será o anfitrião da mostra de fotos de Scott Hamilton sobre a cidade carioca, dia 29, na Casa de Laranjeiras.


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