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Boas e novas

Sinceridade sim, murmuração não

É tênue a linha entre reclamação e pedido. Estão bem pertinho um do outro. Só que a primeira revela um coração ingrato, enquanto que o segundo demonstra dependência e submissão

29/01/2020 17:22h - Atualizado em 29/01/2020 17:34h


É incrível e linda a relação que Moisés teve com Deus. Ele era sincero, abria o seu coração para o Senhor, e contava tudo o que estava sentindo. Medo, dúvida, cansaço, desânimo... Essas coisas com as quais todos nós nos deparamos até hoje.

Ele foi sincero desde o primeiro encontro que teve com Deus, quando uma sarça (arbusto) pegava fogo, mas não se consumia. Ali Deus chamou Moisés para ser o libertador dos israelitas, e logo ele reagiu, com total espontaneidade: “Quem sou eu, para que vá a Faraó e tire do Egito os filhos de Israel?”. Na linguagem de hoje, seria mais ou menos assim: “Tem certeza que está falando com a pessoa certa?”.

Adiantando a história, bem conhecida, Moisés seguiu com sua transparência diante do Senhor. Já livre do jugo da escravidão do Egito, o povo, no deserto, sendo cuidado por Seu Pai dia e noite, passou a reclamar, pedindo carne. Estavam de saco cheio do maná. Não queriam mais aquele presente vindo do céu.

Moisés, em vez de simplesmente murmurar, como fez o povo, foi transparente com Deus: "não posso levar todo este povo sozinho. Esta responsabilidade é grande demais para mim. Se é assim que vai me tratar, mata-me agora mesmo; se te agradas de mim, não me deixes ver a minha própria ruína".

É tênue a linha entre reclamação e pedido. Estão bem pertinho um do outro. Só que a primeira revela um coração ingrato, enquanto que o segundo demonstra dependência e submissão.

Moisés pediu, clamou, orou. E sua oração sincera agradou a Deus. A murmuração do povo, não. 

O que você vai escolher fazer hoje?

Edição: Pollyana Rocha

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