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Boas e novas

Homens e mulheres: tão diferentes, tão indispensáveis – Parte II

Palavras de afirmação, toque físico, presentes... Qual é a sua linguagem do amor?

22/08/2013 12:21h - Atualizado em 22/08/2013 12:46h

No texto anterior, mostramos algumas características que fazem com que homens e mulheres sejam tão diferentes. Por causa delas e principalmente pela falta de conhecimento sobre elas, é que casais se desentendem. Por isso é tão importante conhecer a si mesmo e procurar entender como o parceiro “funciona”. A Bíblia, nosso manual completo e perfeito, nos ensina que Deus criou o homem e a mulher, e “viu que tudo era bom” (Gn.1:31). Se Deus nos criou diferentes, então o louvemos por isso!

Nosso desafio é compreender que homens e mulheres têm responsabilidades específicas no relacionamento. O homem deve respeitar sua esposa (I Pe. 3:7), deve agradá-la (I Co 7:33), elogiá-la (Pv. 31. 28-30) e deve trabalhar e proteger a família (Gn. 2:5 e 15). A mulher, deve respeitar seu esposo (I Pe. 3:1), deve ser uma ajudadora (Gn. 2:18) e tem a responsabilidade de cuidar da casa (o esposo pode até ajudar, mas a função é da esposa, e foi dada por Deus).

Uma “obrigação” comum a homens e mulheres é amar seu cônjuge, e por isso queremos ajudar você a descobrir qual linguagem do amor o seu parceiro gosta que seja utilizada e qual é também a sua própria linguagem. Já vimos no texto anterior que, de acordo com o escritor Gary Chapman, existem cinco linguagens: Palavras de afirmação, tempo de qualidade, presentes, atos de serviço e toque físico.

Pela nomenclatura, é possível ter uma ideia do que cada uma trata e já podemos dizer que todo mundo gosta de tudo isso junto. Os casais precisam falar não apenas uma, mas as cinco linguagens do amor com seus cônjuges, mas é indispensável saber qual a linguagem principal do seu parceiro, e esta deve ser utilizada sem limites, para que o outro tenha o seu tanque do amor, como diz o autor, sempre cheio.

Se você, como eu, tem como primeira linguagem do amor as palavras de afirmação, nada lhe faz mais feliz do que ser elogiado (a). O cônjuge, portanto, deve usar a criatividade para aplicar diariamente palavras de afirmação. “Você está lindo!”, “Amo quando você usa essa roupa”, “Adorei o penteado”, “Estou com saudades”, “Sou feliz por ter uma pessoa tão dedicada quanto você”, “Como você está cheiroso (a)!”... Elogiar, elogiar, elogiar, usar palavras afirmativas. Isso deixa o tanque de amor daqueles que se encaixam na primeira linguagem do amor bem cheio.

Aos que falam a segunda linguagem, tempo de qualidade, uma conversa olho no olho, sem o celular ou a televisão tirando a atenção, vale mais que um buquê de rosas. Dedicar tempo de qualidade é quando o cônjuge deixa tudo para estar totalmente e amorosamente à disposição do outro, sem pressa, sem concorrência.

Há quem se sinta muitíssimo amado quando recebe presentes. Mas, calma, se você descobriu que esta é a linguagem do amor do seu parceiro, não precisa se desesperar, não é só de presentes caros que ele gosta. Uma flor tirada no meio da rua, uma caneta, um café da manhã na cama ou um cartão romântico em um dia qualquer fazem um efeito incrível. Comece a experimentar!

Outra forma de demonstrar amor é ajudando o cônjuge em tarefas do dia a dia – o esposo pode colocar o lixo para fora, dar banho no cachorro, lavar o carro, tirar a mesa, lavar as louças; a esposa pode ajudar a lembrar de um compromisso e pagar as contas no banco. Para quem não acha essa linguagem tão necessária, pode até parecer estranho, mas existe quem se sinta muito amado quando o companheiro utiliza esta linguagem em primeiro lugar.

Por último, tem pessoas que amam ser elogiadas, gostam de ganhar presentes e de serem ajudadas com tarefas do dia a dia, mas nada lhes faz se sentir com o tanque de amor mais cheio do que o toque físico, seja ele um carinho na cabeça, um abraço ao cruzar com o cônjuge pela casa, um beijo de surpresa e, claro, a relação sexual.

Quando aprendemos uma nova língua, precisamos exercitá-la constantemente para que nos familiarizemos mais facilmente. O mesmo vale para a linguagem do amor. Não basta saber que ela existe, é necessário a utilizarmos para demonstrar amor aos nossos cônjuges. Vale aqui um lembrete: você não deve usar a sua linguagem do amor com o cônjuge, precisa usar a dele!

Agora, é só começar a estudar e praticar as linguagens! Que Deus nos abençoe em nossos relacionamentos!

Edição: Pollyana Rocha

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