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Boas e novas

Homens e mulheres: tão diferentes, tão indispensáveis – Parte I

A mulher faz várias coisas ao mesmo tempo, o homem se concentra em uma tarefa de cada vez, mas quem disse que os diferentes não podem se acertar?

19/08/2013 23:53h - Atualizado em 20/08/2013 00:02h

De onde viemos? Para onde vamos? O que acontece depois da morte? Estas são questões que acompanham a humanidade e deverão acompanhar sempre, mas, sem menosprezá-las, digo que uma das maiores questões que martelam na cabeça de muita gente é: por que homens e mulheres são tão diferentes? Eu não tenho a resposta perfeita, mas aprendi a viver na prática o princípio bíblico escrito em I Tessalonicenses 5:18 - “Em tudo dai graças”. Por isso, tenho agradecido a Deus porque homens são diferentes das mulheres, e um precisa das habilidades do outro.

Pesquisas diversas comprovam estas desigualdades. Mulheres têm habilidades sensoriais mais aguçadas que os homens, por isso elas percebem facilmente quando uma amiga não está bem, enquanto que os homens precisam, em geral, ver lágrimas para chegar à mesma conclusão. Elas enxergam melhor no escuro, mas os olhos masculinos são mais eficientes quando se trata de um campo visual longo e estreito, dando-lhes mais segurança para dirigir à noite por exemplo (eu nem precisava das pesquisas para saber disso, nas viagens sempre dirijo durante o dia e meu esposo assume o volante quando anoitece).

No livro “Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor”, muitas destas diferenças são apontadas. Eis um trechinho: “O cérebro feminino é configurado para tarefas múltiplas. A mulher atende um telefonema enquanto prepara uma nova receita e assiste à televisão. Ou dirige, retoca a maquiagem, ouve rádio e fala no telefone viva-voz. Se um homem estiver cozinhando e alguém lhe dirigir a palavra, ele provavelmente vai ficar uma fera, porque não consegue ler a receita e escutar ao mesmo tempo. Enquanto está se barbeando, precisa de silêncio, senão se corta. (…) Por usarem ambos os lados do cérebro ao mesmo tempo, muitas mulheres - mais ou menos a metade delas - têm dificuldade em apontar qual é a mão esquerda e qual é a direita sem primeiro procurar uma indicação, como um anel ou um sinal. Os homens, ao contrário, como utilizam um lado do cérebro de cada vez, acham muito mais fácil identificar esquerda e direita”.

Homens e mulheres são distintos, e são indispensáveis um para o outro. Tudo fica mais fácil a partir do momento em que cada um conhece a si mesmo, suas próprias deficiências e habilidades e passa a conhecer também as do outro. Quando esta “mágica” acontece, as cobranças dão lugar à compreensão, e tudo fica azul, ou rosa, ou a mistura das duas para não haver discordância.

Mas, esta não é a única grande questão que martela todos os dias as cabecinhas dos seres humanos. Mesmo depois de entender que eles são diferentes delas, é necessário um grande esforço para fazer com que um faça aquilo que deixa o outro nas nuvens, sentindo-se amado e feliz.

Foi pouco antes do meu casamento que li um livro fantástico e descobri que existem cinco linguagens do amor. Cada pessoa da face da Terra se sente mais amado quando o parceiro “fala” esta linguagem. O que complica tudo é que dificilmente conhecemos a nossa própria linguagem, e menos ainda a do cônjuge, noivo (a), namorado (a). Por isso é comum uma mulher, que gosta de ganhar coisinhas fofas, dar de presente para o namorado um bichinho de pelúcia, quando na verdade ela adoraria ganhar o que está presenteando. Assim, nem ele se sente tão feliz com a aquisição, nem ela se contenta ao ver a “insensibilidade” dele.

O título do livro é “As cinco linguagens do Amor”, de Gary Chapman. E as linguagens são estas:

1. Palavras de afirmação

2. Tempo de qualidade

3. Presentes

4. Atos de serviço

5. Toque físico

Por hoje, vamos apenas enumerá-las. No próximo texto falaremos um pouco mais de cada uma e vamos desafiar você, casado, namorado, noivo ou mesmo solteiro, a conhecer melhor a si mesmo e ter paciência para conhecer seu parceiro (ou futuro parceiro).

Que Deus nos ajude a sermos indispensáveis uns para os outros, apesar das diferenças!

Edição: Pollyana Rocha

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