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Boas e novas

Dia de reflexão

Vale a pena escrever uma carta sentada aos pés dEle, de preferência de lápis, para que a qualquer momento possamos apagar aquilo que não se encaixa nos Seus desejos

10/11/2017 23:41h - Atualizado em 11/11/2017 00:53h

Ontem, dia 10 de novembro, foi meu aniversário. Seguindo a regra desses dias que marcam fim de um ciclo e início de outro, foi um momento de reflexão e gratidão. Já são mais de três décadas, e acho que é normal começarmos a pensar nas realizações alcançadas e nas metas para o futuro.

Cheguei mais uma vez à conclusão de que vale a pena entregar os planos e sonhos nas mãos de Deus. Não significa que não devamos listar objetivos e trabalhar para alcançá-los, mas sim que o melhor de tudo é escrever uma carta sentada aos pés dEle, de preferência de lápis, para que a qualquer momento possamos apagar aquilo que não se encaixa nos Seus desejos.

Foi um dia de muitas mensagens de carinho, ligações lindas de pessoas que ainda não se renderam unicamente às redes sociais, abraços calorosos, almoço agradável, bolo surpresa do marido e filho, orações, palavras de bênçãos, versículos bíblicos oferecidos. Tudo muito especial. Mas o melhor que extraio desse dia é lembrar mais uma vez de que Deus é um Pai atento aos seus filhos. Eu conversei com Ele bem cedo e disse: “Senhor, como é bom saber que – se até mesmo os pais terrenos dão aos seus filhos coisas boas, mesmo que muitas vezes eles não mereçam – mais excelente é o que o Senhor faz por mim”.

“Pois se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?”. (Lucas 11:13)

Renovei nesse dia 10 minha disponibilidade para com Ele, de fazer aquilo que Ele quer; de viver os planos dEle, de seguir a Sua vontade. Porque, nestes dias de reflexão a gente costuma lembrar também do que o salmista disse sobre a brevidade da vida:

“Faze-me conhecer, Senhor, o meu fim, e a medida dos meus dias qual é, para que eu sinta quanto sou frágil. Eis que fizeste os meus dias como a palmos; o tempo da minha vida é como nada diante de ti; na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é totalmente vaidade” (Salmos 39:4,5).

E se a vida é breve, que seja vivida plenamente de acordo com a vontade dAquele que me criou, e que conhece cada detalhe de mim, e que sabe como posso ser útil para o seu Reino! 


Edição: Pollyana Rocha

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