Quando se trata de conquistar uma fortuna de uma forma pouco comum, muitos podem argumentar que um elemento é essencial: ter sorte.
Uma forma de tornar realidade esse sonho quase universal é, por exemplo, comprar um bilhete de loteria e esperar que se tenha apostado na sequência de números correta.
No maior prêmio do gênero já entregue até hoje, no início do ano na Flórida, a probabilidade de levar para casa os US$ 1,6 bilhão (R$ 5,6 bilhões) era de uma em 292 milhões de ganhar uma bolada de dinheiro.
Mas talvez exista um outro jeito de conseguir isso que não se explica necessariamente só por um lance do acaso, como mostram as histórias dos empresários que te contamos a seguir.
Confira as ideias originais ou inusitadas que eles tiveram - e como elas os transformaram em milionários.
A ideia era atrair empresas interessadas em anunciar no site. Por meio dos pixels adquiridos, seria possível acessar seus sites. O preço cobrado era de US$ 1 (R$ 3,6) por pixel, com um pacote mínimo de cem pixels.
A página tornou-se popular quase instantaneamente. Quatro meses depois do lançamento, seu criador, Alex Tew, leiloou os últimos pixels disponíveis no site eBay.
Ele pagou US$ 20 pelo domínio "pizza.com" em 1994, quando a internet estava se popularizando e o leiloou 14 anos depois por US$ 2,6 milhões. "A oferta final superou qualquer expectativa", disse ele a um jornal local de Baltimore, nos Estados Unidos.
Hoje, o site reúne links para pedir pizza pela rede. E a única coisa que seu primeiro dono lamenta é não ter comprado mais domínios nos anos 1990.
Nesta data, é um costume que duas pessoas segurem o osso em forma de "V" de um peru e tentem rompê-lo fazendo um pedido enquanto isso. Quem fica com o maior pedaço terá seu desejo realizado, de acordo com a tradição.
Ahroni percebeu como era frustrante que só houvesse um osso do tipo em toda a ave, o que impedia que mais pessoas participassem da brincadeira, e criou a Lucky Break Wishbone, uma empresa dedicada a criar versões de plástico do osso da sorte.
A companhia logo conseguiu faturar US$ 1 milhão e, por conta do sucesso da ideia, moveu processos na Justiça por violação de direito autoral. Em 2010, um tribunal americano conferiu uma indenização de US$ 1,7 milhão contra a famosa rede de lojas de departamento Sears.
Eles haviam falado sobre como era difícil ter uma mascote perfeita, e Dahl respondeu que já o tinha: era uma pedra. Não demorou para que Dahl começasse a vender pequenas rochas como mascotes, com uma caixa de vidro e um livro de instruções.
As "pet rocks" foram um grande sucesso em 1975 e 1976, com mais de 1,5 milhões de unidades vendidas por quase US$ 4 cada uma. Mas, após a moda passar, praticamente desapareceram.
A ideia também trouxe problemas para Dahl, que contou a um jornal americano em 1988 que havia passado os últimos 13 anos se escondendo dos "loucos" que o perseguiam para ameaçá-lo ou processá-lo.
Ele faleceu aos 78 anos em 2015. Mas ainda hoje existe uma página com o nome "petrock", que não especifica seu dono e vende a "única mascote que não vai fugir".