A festa foi completa, com a presença de autoridades, um público muito bom e gols na partida que abriu o Ruralzão 2015. O jogo aconteceu na casa da atual campeã Terra Dura. As duas equipes fizeram aquele jogo de estudo do adversário e também de observações de seu próprio rendimento dentro de campo, afinal como o bom ditado diz no futebol toda estreia é difícil.
A comunidade Terra Dura deu as boas vindas a todos os visitantes, especialmente a equipe adversária que buscava iniciar a competição conseguindo três pontos fora de casa.
A atual campeã Terra Dura chegou com algumas modificações no seu elenco, referindo-se àquela equipe campeã do ano passado. Mesmo assim vem com uma equipe forte. Mas com o desfalque do seu principal jogador, o meia Rogério Costa.
As Placas também veio com um elenco muito bom para a competição deste ano. Pelo o jogo apresentado nesta abertura a equipe tem tudo para chegar entre as quatro da competição. Mas é claro, jogo se ganha em campo e jogando bem.
Dado o ponta pé inicial da partida, foi a Terra Dura que chegou primeiro no ataque, aos cinco minutos a equipe perdeu uma grande oportunidade de gol.
As Placas reagiu levando perigo para ao goleiro João Carlos por duas vezes nos 15 minutos seguintes.
O primeiro gol do Ruralzão 2015 saiu do pé direito do meia Pequeno, jogador das Placas, que chutou forte, fazendo 1 X 0 para a sua equipe.
A Terra Dura continuou dando pressão, mas as finalizações foram ruins e o gol não saiu por todo o primeiro tempo.
O time das Placas administrou bem o primeiro tempo, fez 1 X 0 e fez também uma forte marcação no seu campo de defesa.
Já no início do segundo tempo a Terra Dura foi pra cima e empatou o jogo. Numa jogada feliz do meia Felipe Mendes empatando a partida em 1 X 1 logo aos dois minutos da etapa complementar.
Resultado que permaneceu até o final da partida. Para a Terra Dura o prejuízo poderia ter sido maior, afinal a equipe precisou correr atrás do resultado.
Para as Placas foi um resultado positivo, afinal conquistou um ponto fora de casa e numa estréia que sempre é difícil.
Fotos: Neto Santos