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Multiplicação de abelhas nativas é tema e prática de curso na Ecoescola

“A abelha nativa ou também indígena como alguns chamam tem papel fundamental na polinização das matas nativas de nossa região”. Essa foi uma das afirmativas repassadas pelo o instrutor do Curso de multiplicação dos exames de abelhas sem ferrão realizado na Ecoescola Thomas a Kempis para os alunos, técnicos e famílias participantes do Projeto de Resgate, Preservação e Incentivo à Criação de Abelhas Nativas e de melhoramento da espécie Ápis Melífera. Famílias essas que também recebem a assessoria do Centro Mandacaru neste campo.O curso foi monitorado por Edvan Lustosa, um comerciante que herdou de sua família a prática de produzir mel de abelhas sem ferrão na região de Piripiri.


O curso foi dividido em dois momentos. O primeiro deles para a parte teórica e também de informações de como essas abelhas vivem e desenvolvem um papel importante na natureza.


O outro momento foi de prática para se fazer a multiplicação dos enxames existentes no meliponário da escola, local apropriado para acomodar os enxames.


Durante o curso foram multiplicados 07 exames. Segundo Edvan, tudo que o produtor ou aluno precisa, é está atento para o sucesso da multiplicação e observar se o enxame tem uma família o suficiente para ser mudada sem prejudicar sua casa matriz. Foi possível perceber nos participantes, um olhar de atenção e curiosidade durante o curso.


A criação de abelhas nativas na Ecoescola é fruto do Projeto de Resgate, Preservação e Incentivo à Criação de Abelhas Nativas e de melhoramento da espécie Ápis Melífera desenvolvido pela Associação de Pais da Ecoescola apoiado pelo Instituto, Sociedade, População e Natureza – ISPN através do Programa de Pequenos Projetos Ecossociais – PPPEcos. 






Fonte: www.matoesfm.com.br

Fotos: Neto Santos