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Em 2004, Brasil deu show de bola e solidariedade no Haiti

 

Em 2004, a Canarinho desembarcou em terras haitinas para a disputa do que ficou conhecido como o jogo da paz, que tinha o objetivo de promover a luta pelo desarmamento no país. Além disso, o país passava uma grave crise econômica onde mais da metade da população vivia abaixo da linha da pobreza.

 

Na ocasião, o Brasil era o atual pentacampeão do mundo e contava com craques como Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo, Roberto Carlos entre tantos outros.

 


(Foto: Nilton Santos/ CBF)

 

O evento foi uma verdadeira festa, no desembarque  milhares de pessoas receberam os atletas e a comissão técnica com um carinho que impressinou os brasileiros.

 


(Foto: Nilton Santos/ CBF)

 

Dentro de campo, show da Seleção com um placar elástico de 6 a 0 e apresentação teatral de Ronaldinho Gaúcho que balançou as redes três vezes e destribuiu canetas, chapéus e jogadas de efeito. Os outros gols foram marcados por Roger (2) e Nilmar.

 


(Foto: Nilton Santos/ CBF)

 

Muito mais do que o resultado dentro de campo, entrou na história a confraternização e o apoio ao país que passava por grandes dificuldades e criou um laço entre aquele povo e a Verde-Amarela. 

 


(Foto: Nilton Santos/ CBF)

 

Agora, quase 12 anos depois as duas equipes se enfrentam por uma competição oficial. A Seleção Brasileira já não é mais aquela campeã do mundo e recheada de craques consagrados. Hoje a Canarinho luta para encontrar a formação ideal e ir em busca de afirmação.

 


(Foto: Getty Images)

 

Mas a seleção do Haiti também já não é mais aquela frágil equipe que entrou em campo em festa e sem perspectivas de resultado.

 

Nos últimos jogos, os haitianos andam vendendo caro suas derrotas e não perdem por placares elásticos. Na estreia contra o Peru a equipe foi derrotada por 1 a 0.

 

Por outro lado, o Brasil precisa mais do que uma vitória, os comandados do técnico Dunga sabem da importância de fazer saldo de gols, critério de desempate para classificação para a próxima fase, e tentar convencer de vez a torcida brasileira de que a Seleção atual também pode fazer história como a de 2004.

 

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