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Priscila Nocetti, a primeira-dama do funk, faz ensaio sensual. Confira!

Há sete anos à frente da Furacão 2000, Priscila Nocetti mudou a cara da empresa. A jovem de 27 anos é mãe de uma menina de 1 ano e 8 meses, é formada em direito e faz pós-graduação em criminologia, direito penal e processo penal.

21/10/2009 12:44

Há sete anos à frente da Furacão 2000, Priscila Nocetti mudou a cara da empresa. A jovem de 27 anos é mãe de uma menina de 1 ano e 8 meses, é formada em direito e faz pós-graduação em criminologia, direito penal e processo penal. A carreira artística, iniciada por acaso depois de começar a namorar Rômulo Costa, o dono da famosa equipe de som, está em segundo plano. “Não quero parar por aí. Vou ainda fazer mestrado e penso em dar aula de criminologia enquanto estudo para passar em algum concurso público. O meu sonho maior é ser juíza ou até delegada. O estudo é prioridade na minha vida”, diz a beldade.

O interesse pela área jurídica, no entanto, não impede que Priscila tenha orgulho do trabalho no funk — ela encara uma maratona de, em média, três a quatro bailes por noite, no fim de semana. É até difícil lembrar que o título de primeira dama do funk carioca já foi de outra, a “Mãe Loura” Verônica Costa, ex-mulher de Rômulo. “Só existe rivalidade profissional quando a pessoa está no mesmo patamar que você e o trabalho é parecido. Digo isso não subestimando ninguém, mas sim valorizando a empresa e o meu trabalho. Mudei a cara da Furacão 2000. O meu público é imenso, inclusive em relação às crianças. E ainda sirvo de exemplo para tantas jovens por causa da minha formação, e como mãe e mulher. Rostinho bonito passa”, diz.

Veja abaixo trechos da entrevista exclusiva com a morena:
Como você começou na carreira artística?


Na verdade foi o Rômulo que pediu. Eu o conheci, era promotora do batom da Furacão 2000, começamos a namorar e, depois de 1 ano, resolvi fazer um teste de vídeo. Confesso que nunca sonhei com a carreira artística, nunca me imaginei fazendo TV, mas durante o namoro fiquei trabalhando na parte de produção. Fui me envolvendo com o trabalho, comecei a gostar, a antiga apresentadora saiu e, foi então, que assumi o posto, depois de muita insistência do Rômulo. Tinha muita vergonha, mas aprendi rápido e estou na televisão e na rádio até hoje. Ao todo já são quase 7 anos à frente da Furacão 2000.

Você é uma moça muito bonita. Sempre quis ser cantora e apresentadora ou foi modelo?

Nunca fui modelo, muito menos cantora e apresentadora. Tudo começou pela televisão. Gravei a primeira música em homenagem ao Rômulo, no seu aniversário. Ele gostou, o meu produtor também e até hoje canto algumas músicas. Mas tenho muita vergonha, sei lá, já para falar qualquer coisa no palco, para apresentar, fico mais trânquila. Sou também modelo exclusiva da HBS. Já tenho outra profissão, sou formada em direito e faço pós-graduação em criminologia, direito penal e processo penal. Amo a área jurídica, isso sim sempre foi o meu sonho. Não quero parar por aí. Vou ainda fazer mestrado e penso em dar aula de criminologia enquanto estudo para passar em algum concurso público. O meu sonho maior é ser juíza ou até delegada, vou estudar até conseguir. O estudo é prioridade na minha vida.

Como concilia maternidade, casamento e carreira?

Tenho 27 anos. Pensei em me formar antes de ser mãe, mas ela acabou nascendo no último período da faculdade. Foi ótimo!! A minha filha Yasmin já está com 1 ano e 8 meses. Ela é a luz da minha vida, o ar que eu respiro. Antes dela percebi que nada tinha sentido. Eu amo ser mãe, amo tudo dela. A minha vida é uma correria, mas sempre tenho tempo pra ela. Às vezes deixo de ir em algum evento, reunião para ficar com a minha filha. Sou sortuda, trabalho com meu marido, então revezamos bastante. Consigo dividir o meu tempo bem e dou conta de tudo, graças à Deus. Só recorri à babá quando ela fez 1 aninho. Sempre fui mãezona. Amamentava, trocava fralda, dava banho, 100% mãe. Ela ia comigo para as gravações, rádio e tudo mais. Claro que hoje conto com a ajuda da minha mãe também, a minha filha não fica sozinha com a babá. Acho que é importante esse contato com alguém da família, já que fico a tarde toda na rua trabalhando e duas vezes por semana faço pós-graduação. Sou também supercaseira e isso se intensificou quando a Yasmin nasceu.

Quantos show você faz, em média, por semana?

No último fim de semana do feriado (12 de outubro) fizemos 44 bailes. Não é sempre que vamos, também porque não dá para ir em todos, mas fazemos uma maratona de, em média, três a quatro bailes por noite, no fim de semana. Às vezes vou para alguns e o Rômulo para outros bailes. E a correira continua, graças à Deus temos muito trabalho.

O que faz para manter o corpo em forma?

Faço musculação todos os dias. Também seguro a alimentação durante a semana. Evito comer frituras e tomar refrigerante. Amo comer, sou boa de garfo, como de tudo, mas deixo isso só para o final de semana.

Como é trabalhar com o marido?

Já são quase 8 anos de relacionamento. Conheci o Rômulo com 20 anos, vou fazer 28 anos mês que vem (novembro). É muito tempo e muita cumplicidade também. Fazemos tudo juntos: malhamos, trabalhamos e ainda curtimos a nossa princesa. Um completa o outro, só temos uma diferença: ele atua também na área política como secretário de cultura e eu na área jurídica.

No início da relação de vocês, muitos funkeiros torceram o nariz pra você, talvez por simpatia a Verônica Costa, ex-mulher dele. Foi difícil conquistar a confiança do público?

Na verdade isso nunca aconteceu! Sempre fui muito bem recebida pelos funkeiros. Conquistei meu espaço. As pessoas que acompanhavam o trabalho do Rômulo souberam o que ele passou e isso só me fortaleceu. Não vou comentar nada porque não me diz respeito, também porque conheci o Rômulo quando ele já estava separado. Claro que fui conquistando o meu espaço aos poucos, mas sempre contei com o carinho dos funkeiros. Nunca precisei mentir ou fingir ser uma coisa que não sou. Acho que as pessoas têm que gostar de você da forma que é, sem maquiagem. Nunca passei imagem mentirosa e foi isso que fez a diferença.

Você e Verônica são concorrentes no trabalho. Existe alguma rivalidade profissional entre vocês duas?

Claro que não. Só existe rivalidade profissional quando a pessoa está no mesmo patamar que você e o trabalho é parecido. Digo isso não subestimando ninguém, mas sim valorizando a empresa que trabalho (Furacão 2000) e valorizando também o meu trabalho. Ninguém é igual! No funk, como em todos os lugares, tem espaço para todos, mas você tem que fazer a diferença. Não é à toa que hoje conquistamos tantos patrocinadores importantes, sou modelo exclusiva de uma marca, coisas que antes não aconteciam na Furacão 2000. Claro que isso é mérito de todos os profissionais que trabalham conosco, mas sei que tenho uma grande parcela nessa conquista. Mudei a cara da Furacão 2000. O meu público é imenso, inclusive em relação às crianças. E ainda sirvo de exemplo para tantas jovens por causa da minha formação jurídica, como mãe e mulher. Rostinho bonito um dia passa, mas o conhecimento é eterno. Na verdade só a vejo como mãe do Jonathan e da Jeniffer, meus queridos enteados. Não tenho nada contra ela, nem a conheço bem, só o que falam. Somos muito diferentes, o funk é um só, mas a forma e o espaço conquistado no trabalho são diferentes.
Fonte: Extra Online
Edição: Portal O Dia
Repórter: Portal O Dia

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