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Unionense participa de projeto “Imersão” na TV Globo.

Durante o período conheceu a Redação, o processo logístico e técnico de produção da emissora.

03/08/2015 22:45h - Atualizado em 03/08/2015 23:29h

Como foi está perto de autores, diretores, produtores e grandes ícones do jornalismo e da teledramaturgia? O que eles revelam sobre como é o processos de criação e produção em um espaço onde o público não tem acesso, porém sempre quis saber? E como é ofício de fazer televisão na maior fábrica de sonhos da américa latina?

Desde a noite do último sábado(01/08) muito se falou sobre a participação de um unionense no Altas Horas da Tv Globo. A reportagem do Blog Ossian Melo procurou-o para saber mais como foi ter participado do programa de Serginho Groisman e do Projeto Imersão Globo – São Paulo.

Wandersson Botta, abriu as portas de sua residência a este repórter e contou com riqueza de detalhes este feito desejado por muitos e conquistado por poucos.

Mas quem é Wandersson Botta?

Tem 20 anos e é filho de União, Piauí.

Estudante de Comunicação da Uespi(Universidade Estadual do Piauí) com habilitação em Jornalismo e Relações Públicas.

Filho do fotógrafo Ribamar, 46 anos e da dona de casa Ana Maria, 46 anos. Tem duas irmãs.

Tem formação em ciência técnica da informática.

Já trabalhou com o comércio de tecnologia. Tem experiência com desing e fotografia amadora. E pensa em fazer especialização emMarketing e Jornalismo Econômico. É ligado ao Movimento Empreenda e ao Programa Startup Brasil.

O Projeto Imersão Globo?

A visita à segunda maior emissora de televisão do mundo é fruto da parceria do curso de Comunicação Social da UESPI com a Rede Globo e Globo Universidade. O projeto de extensão idealizado pelos alunos, em conjunto com a Coordenadora de Comunicação, Sammára Jericó, teve início em julho de 2014, com a visita técnica a Globo Nordeste, em Recife, Pernambuco.

A viagem à São Paulo foi uma continuação da atividade extracurricular do curso.

Dentro das atividades de extensão, o curso tem o Bate-papo Interativo com profissionais da área de Comunicação, que é também um canal para troca de experiências e conhecimentos entre mercado e academia, como aconteceu na vídeoconferência com a jornalista Sandra Annenberg, em dezembro de 2014, com alunos, professores e profissionais do campo, no Auditório do Núcleo de Educação a Distância- NEAD/UESPI.

A visita técnica e o passeio pela estrutura física da emissora

Durante o período visitou as instalações na sede da TV, no bairro Morumbi, zona sul da capital paulista. Conheceu os estúdios dos telejornais “Hoje” e “da Globo”, “Bem Estar”, “Altas Horas”, “Programa do Jô”, “Domingão do Faustão”, “Globo Esporte”, “Conta Corrente”(Globo News);

Além do estúdio de vidro do SPTV que tem uma vista para a ponte estaiada Octávio Frias de Oliveira que faz parte do complexo viário Real Parque, e é formada por duas pistas estaiadas em curvas independentes de 60º que cruzam o rio pinheiros.

A produção de conteúdo e as palestras exclusivas com profissionais da casa.

“O que impressiona é o processo logístico de capitação e distribuição do conteúdo”. Diz Wandersson. A emissora tem inúmeras formas de buscar as informações e transforma-las em notícias. É recorrente o uso do Globocop, a motolink, Van para transmissão, e aparelhos para transmissão weblink.

Na redação existe um organograma hierárquico, e é separado por editorias dos telejornais e ao centro superior tem uma mesa com formato semi-círculo, na qual, fica o que chamam de “o olho”, local onde ficam os editores-chefes que decidem o que entra ou não na grade dos telejornais.


As palestras aconteceram dia 31/07, sexta-feira produtores, repórteres, coordenadores de rede e chefes de reportagem.

Temas como jornalismo em tempos de mídias sociais virtuais, funções básicas da chefia de reportagem, feeling jornalístico, cobertura do factual, o melhor cenário, o melhor personagem, apuração da Caixa de texto: Jornalista Cíntia Toledo. TV Globo-SP.informação, pesquisa de público alvo e direcionamento da informação, produtor e produção, criatividade.

“Pra mim a melhor palestra foi a do (José Roberto) Burnier. Uma aula de técnicas de reportagem, frisa Wandersson.”

O Altas Horas em 7 perguntas.

1. Como foi participar do programa?

- Cara, uma das experiências mais fantásticas que eu já vivi.

2. Você viu de perto o Serginho Groisman. Ele é realmente essa pessoa carismática que nós vemos na tv?

- Olha, durante a gravação do programa e nos intervalos ele sempre se mostrou uma pessoa bem simples e foi muito gentil com a gente. Nós não temos tanto acesso a ele. É uma regra da produção para blindar ele.

3. E o processo de produção do programa. Como funciona?

- Nós andamos na produção umas duas horas antes de começar a gravar, e o que percebi foi que é uma correria de contrarregras, produtores, cenografistas, técnicos de som, tudo para deixar tudo perfeito para o Serginho. É uma equipe bem grande.

4. Uma palavra sobre Walcyr Carrasco?

- Gênio.

5. No vídeo é bem notório que você mexia muito o pescoço, tocava o nariz, parecia meio inquieto. Por quê?

- Risos. Foram horas de gravação, comecei a sentir dor nas costas e pescoço, sede, e me mexia procurando uma melhor posição.

6. E o Leandro Hassum?

- Risos. Morri de rir. Supre engraçado.

7. Você dançou o ‘É o Tchan’ em rede nacional. Como se sente?

- Com vergonha. Não sei dançar nada. Arrisquei alguns passos no calor do momento.

Veja mais fotos;

Por: Ossian Melo

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