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Notícias Bom Jesus

21 de novembro de 2016

Saúde implanta serviço de mamografia em Bom Jesus

Saúde implanta serviço de mamografia em Bom Jesus

O secretário de Estado da Saúde, Francisco Costa, apresenta nesta segunda-feira (21), o serviço de mamografia do Hospital Regional Manoel de Sousa Santos, em Bom Jesus. A implantação do serviço de mamografia é uma estratégia adotada pela Secretaria na expansão e descentralização da oferta dos serviços de Saúde em todo o estado.

Costa relata que ainda em 2015 foi implantado o programa Amigos do Peito, "cujo objetivo era ofertar, por meio de duas carretas equipadas com dois mamógrafos cada, exames naqueles municípios onde tínhamos uma vazio assistencial. E avançamos bastante. Realizamos em um ano, cerca de seis mil exames, beneficiando mulheres de mais de 70 municípios". Bom Jesus e municípios do seu entorno tiveram acesso ao programa em 2015, quando foram realizados mais de 200 exames, para mulheres entre 50 a 69 anos de idade.

Com o programa consolidado, explica o secretário, o próximo desafio foi ampliar a assistência de forma fixa. Atualmente,  quatro hospitais já realizam mamografia: os de Corrente, Uruçuí, Campo Maior e Floriano. O Hospital de Bom Jesus é o quinto a implantar o serviço,  que atenderá 23 municípios do território Chapada das Mangabeiras, com a capacidade de realizar cerca de 200 exames por mês.

Para ter acesso ao Programa Amigos do Peito no hospital, a mulher deve procurar o seu médico na unidade básica de saúde no seu município para receber o encaminhamento.

Serviços ampliados

Além da implantação do serviço de mamografia,  o Hospital Regional Manoel de Sousa Santos tem ampliado a assistência hospitalar; desde o pronto atendimento a realização de multirões de cirurgias.

Outros avanços nos serviços foram a implantação do Teste da Orelhinha, beneficiando todo o território, e ainda a instalação de novos equipamentos de  Raio X.

16 de novembro de 2016

Emater inicia ações do PAA na regional de Bom Jesus-PI

Emater inicia ações do PAA na regional de Bom Jesus-PI

O Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Piauí (Emater), em parceria com a SDR, prefeituras municipais, conselhos locais e Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR), iniciou no escritório regional de Bom Jesus, as atividades que mobilizam entidades parceiras e agricultores familiares para execução do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). A expectativa é de que 30% das propostas sejam executadas até dezembro. Apesar da estiagem os produtores estão otimistas e se preparam para comercializar 70% da produção até maio de 2017. As reuniões acontecem nos municípios de Manoel Emídio, Colônia do Gurgueia, Palmeira, Redenção do Gurguéia e Alvorada.

O técnico Sebastião Mendes informou que só a proposta de Colônia do Gurgueia girou em torno de 180 mil reais, beneficiando 47 agricultores familiares do município. “Será liberado nos meses de novembro a dezembro cerca de 30% do valor. Em Manoel Emídio foram beneficiados 22 agricultores, e 90 mil reais liberados, e três produtores já estão com dinheiro em conta”, destacou.  

O PAA tem fortalecido a renda das famílias beneficiadas e viabiliza o escoamento da produção, garantindo mercado certo e preço justo. O Emater além de contribuir com apoio a execução do Programa, tem um papel fundamental na Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) pública, ofertando também cursos e capacitações que garantem a qualidade e equidade dos produtos comercializados.

Segundo o diretor técnico do Emater, Clebio Coutinho, o PAA é uma ação executada pela Conab e SDR, e que no caso do Emater, ele atua em parceria, no sentido de apoiar os agricultores familiares individuais ou em coletivos, a fim de organizar a produção dos agricultores e elaborar projetos de fornecimento de produtos da agricultura familiar, tanto de origem vegetal quanto animal aos mercados institucionais. Já o mercado da Compra Direta é diretamente ligado a SDR em convênio com o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário. “No caso de Bom Jesus, esta ação é direcionada no sentido de organizar um grupo de agricultores, em toda a região, com a finalidade de elaborar a proposta de aquisição de alimentos e acompanhar esses agricultores na distribuição dos alimentos nas entidades sociais cadastradas no Programa.

Atualmente, constituem as entidades cadastradas os CRAS e as associações também registradas no Conselho de Segurança Alimentar ou no Conselho Municipal de Assistência Social.  O Programa, por exemplo, gera uma expectativa de alimento para as pessoas carentes, pois são gerenciados em alguns municípios pelo Fundo Municipal de Assistência Social e o Centro Municipal de Assistência Social.

O diretor geral do Emater, Marcos Vinicius, acrescenta que nesta mesma ação o Emater trabalha orientando os produtores através de oficinas e cursos de capacitação, visando o manejo das culturas que o agricultor desenvolve em sua propriedade, como também na manipulação de produtos que irão passar por algum tipo de beneficiamento.  “O Emater e parceiros priorizaram a coordenação dos mais de 150 municípios beneficiados através do Programa, e os técnicos do Emater farão o acompanhamento. Um destaque ficou por conta da preocupação do Governo do Estado com a comercialização, atualmente se faz a aquisição de mais de 30% dos produtos da agricultura familiar, e queremos que as prefeituras façam o mesmo, para fortalecermos o Programa e, por conseguinte fortalecer também a agricultura familiar”, disse.

Após a finalização desta etapa pretende-se fazer uma avaliação do impacto que este programa gera nos municípios beneficiados, com ênfase no aumento da produção, eficiência na comercialização e melhoria das condições de vida das pessoas carentes.

14 de novembro de 2016

Emater inicia ações do PAA na regional de Bom Jesus

Emater inicia ações do PAA na regional de Bom Jesus

O Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Piauí (Emater), em parceria com a SDR, prefeituras municipais, conselhos locais e Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR), iniciou no escritório regional de Bom Jesus, as atividades que mobilizam entidades parceiras e agricultores familiares para execução do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). A expectativa é de que 30% das propostas sejam executadas até dezembro. Apesar da estiagem os produtores estão otimistas e se preparam para comercializar 70% da produção até maio de 2017. As reuniões acontecem nos municípios de Manoel Emídio, Colônia do Gurgueia, Palmeira, Redenção do Gurguéia e Alvorada.

O técnico Sebastião Mendes informou que só a proposta de Colônia do Gurgueia girou em torno de 180 mil reais, beneficiando 47 agricultores familiares do município. “Será liberado nos meses de novembro a dezembro cerca de 30% do valor. Em Manoel Emídio foram beneficiados 22 agricultores, e 90 mil reais liberados, e três produtores já estão com dinheiro em conta”, destacou.  

O PAA tem fortalecido a renda das famílias beneficiadas e viabiliza o escoamento da produção, garantindo mercado certo e preço justo. O Emater além de contribuir com apoio a execução do Programa, tem um papel fundamental na Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) pública, ofertando também cursos e capacitações que garantem a qualidade e equidade dos produtos comercializados.

Segundo o diretor técnico do Emater, Clebio Coutinho, o PAA é uma ação executada pela Conab e SDR, e que no caso do Emater, ele atua em parceria, no sentido de apoiar os agricultores familiares individuais ou em coletivos, a fim de organizar a produção dos agricultores e elaborar projetos de fornecimento de produtos da agricultura familiar, tanto de origem vegetal quanto animal aos mercados institucionais. Já o mercado da Compra Direta é diretamente ligado a SDR em convênio com o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário. “No caso de Bom Jesus, esta ação é direcionada no sentido de organizar um grupo de agricultores, em toda a região, com a finalidade de elaborar a proposta de aquisição de alimentos e acompanhar esses agricultores na distribuição dos alimentos nas entidades sociais cadastradas no Programa.

Atualmente, constituem as entidades cadastradas os CRAS e as associações também registradas no Conselho de Segurança Alimentar ou no Conselho Municipal de Assistência Social.  O Programa, por exemplo, gera uma expectativa de alimento para as pessoas carentes, pois são gerenciados em alguns municípios pelo Fundo Municipal de Assistência Social e o Centro Municipal de Assistência Social.

O diretor geral do Emater, Marcos Vinicius, acrescenta que nesta mesma ação o Emater trabalha orientando os produtores através de oficinas e cursos de capacitação, visando o manejo das culturas que o agricultor desenvolve em sua propriedade, como também na manipulação de produtos que irão passar por algum tipo de beneficiamento.  “O Emater e parceiros priorizaram a coordenação dos mais de 150 municípios beneficiados através do Programa, e os técnicos do Emater farão o acompanhamento. Um destaque ficou por conta da preocupação do Governo do Estado com a comercialização, atualmente se faz a aquisição de mais de 30% dos produtos da agricultura familiar, e queremos que as prefeituras façam o mesmo, para fortalecermos o Programa e, por conseguinte fortalecer também a agricultura familiar”, disse.

Após a finalização desta etapa pretende-se fazer uma avaliação do impacto que este programa gera nos municípios beneficiados, com ênfase no aumento da produção, eficiência na comercialização e melhoria das condições de vida das pessoas carentes.  

04 de outubro de 2016

Festival de Rabecas promove intercâmbio cultural em Bom Jesus

Festival de Rabecas promove intercâmbio cultural em Bom Jesus

Três cordas e um som rústico e inconfundível. A rabeca, instrumento tocado há séculos no Piauí, se misturou à zabumba, ao triângulo, ao acordeon e a tantos outros instrumentos que deram o ritmo ao 9º Festival de Rabecas de Bom Jesus, no sul do Piauí. Durante esta edição do festival, que aconteceu de 28 a 30 de setembro, os mestres rabequeiros da cidade dividiram o palco com a nova geração, composta por alunos que fazem parte da Orquestra de Rabecas de Bom Jesus. Além deles, grupos de outros estados, como Ceará, Minas Gerais, Pernambuco e do Distrito Federal, levaram sua arte para o palco Mestre Erondino e mostraram a riqueza do intercâmbio cultural promovido neste grande encontro.

Ver a experiência dos mestres rabequeiros e de outros grupos ajuda a inspirar aqueles que estão começando a tocar algum instrumento. João Victor Costa, de 13 anos, é um dos alunos que assiste às aulas de rabeca no Espaço Cultural Mestre Joaquim Carlota. Essa foi a primeira vez que ele se apresentou no palco do festival, que neste ano reuniu mais de 20 mil pessoas. João tocou a zabumba na companhia do professor Staylon Sales, que tocou rabeca. “Tem um mês que comecei nas aulas e já toco tudo”, diz, se referindo à rabeca, ao triângulo e à zabumba.

Do Ceará, Makito Vieira tocou junto com os mestres rabequeiros da cidade. Nessa sexta-feira (30), último dia do festival, o público pôde se encantar com a apresentação da orquestra Acordes do Campestre, de São Raimundo Nonato. No repertório, da sanfona tocada por jovens atendidos pelo projeto que leva o mesmo nome da orquestra, o sucesso de Alceu Valença, “Anunciação”.

“Essa é a segunda vez que a orquestra participa do Festival de Rabecas. Hoje o projeto que existe há sete anos atende 120 alunos em São Raimundo Nonato, São João do Piauí e Dom Inocêncio”, diz o músico Sandrinho do Acordeon, coordenador do projeto.

O público também viu a apresentação de Martinha do Coco, do Distrito Federal, que levou uma mistura de ritmos para o evento e desafiou os presentes para dançar o samba do coco. No teatro e na dança também não foi diferente. As apresentações aconteceram durante os três dias no palco do Queijinho Mestre Beija, na praça do Fórum. De Cabo Verde, na África, a Cia Pessoa 50, apresentou o espetáculo infantil Ti Lobo e Chibinho.

Os alunos de Bom Jesus, que também participam das aulas de teatro e de dança que acontecem no Espaço Cultural Mestre Joaquim Carlota, dividiram experiências com grupos de Teresina. Crianças de todas as idades tomaram conta do palco do Queijinho. Elas também marcaram presença na apresentação da peça “Cora dentro de mim”, levada pela maranhense Lília Diniz, ao Espaço Cultural. Um fogão de lenha, um baú de memórias, uma colcha de retalhos fizeram parte do cenário da apresentação, que recontava a vida da poetisa goiana Cora Coralina.

Mestres Rabequeiros( Foto: Margareth Leite)


Ao final da peça, Lília falou um pouco da vida de Cora Coralina e conversou com as crianças e jovens sobre o espetáculo e a escolha da obra para interpretar. “Me apaixonei pela obra dela. Ela fala de coisas simples. Quando conheci pensei: quando crescer quero escrever como essa mulher”, diz Lília, que além de atriz, é cantora e escritora.

O Festival reuniu o maior público da sua história. Só na quinta-feira (29), mais de 10 mil pessoas ocuparam a avenida Josué Parente, que recebeu o palco Mestre Erondino. Por lá passaram Tom Cleber, Aviões do Forró, Mara Pavanelly, Léo Santana, dentre outros.

“Conseguimos atender todos os públicos, de todas as idades e o resultado é o sucesso desse grande festival. Durante três dias, a cidade respirou cultura, atraiu turistas e a rabeca segue se consolidando. Só temos que agradecer o apoio e a presença de todos”, diz o secretário estadual de Cultura, Fábio Novo.

Cia 50 Pessoa - África( Foto: Margareth Leite)


O Festival de Rabecas de Bom Jesus é uma realização do Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Cultura – Secult e tem o patrocínio do Sistema Estadual de Incentivo à Cultura – Siec.
 

02 de outubro de 2016

Com mistura de ritmos, Festival de Rabecas multidão

Com mistura de ritmos, Festival de Rabecas multidão

O festival que resgata a tradição secular da rabeca em Bom Jesus reuniu cerca de 10 mil pessoas nesta quinta-feira (29), no palco principal do evento, na Av. Josué Parente. O público diversificado veio dos estados do Maranhão, Bahia, Pernambuco e Ceará, além de outros municípios do Piauí.

Os mestres rabequeiros abriram a noite acompanhados do músico Makito Vieira. Ilan Câmara, de apenas 10 anos, que encantou o público com sua voz e com um repertório repleto de músicas de forró tradicionais. Em seguida, Aviões do Forró, Anderson Rodrigues, Mara Pavanelly e Banda Pegada Show lotaram a avenida. Um dos destaques da noite foi o grupo Rabequinha Gemedeira, de Pernambuco, que mistura ritmos regionais com o som rústico da rabeca.

“O nosso ritmo é chamado cavalo marinho, é um folguedo típico da região da mata que foi trazido da África. Ele ganhou grandes proporções e espaço na cultura popular e mistura música, dança e teatro”, conta Nice Teles, integrante do grupo Rabequinha Gemedeira.

No Palco do Queijinho/Mestre Beija diversas apresentações culturais deram diversidade ao festival com espetáculos de teatro, dança e musical 

Festival da Rabeca em Bom Jesus, 2016( Foto: Ascom Secult)

infantil. O grupo Abracadabra fez a alegria das crianças com personagens infantis e canções conhecidas do público mirim. O espetáculo teatral “Que horas passará o ônibus” e performances de dança mostraram o resultado de oficinas permanentes realizadas com alunos de escolas públicas no Espaço Cultural Mestre Joaquim Carlota.

“Em Bom Jesus tem muitos talentos que só precisam de uma oportunidade para crescer, é um trabalho gratificante dar aulas para eles e ver como evoluíram”, diz a coreógrafa e professora, Beth Battali.

Nesta sexta-feira (30), a companhia de Moçambique 50 Pessoa apresenta “Ti lobo e Chibinho”, no Palco do Queijinho. O palco principal Mestre Erondino encerra o festival com Acordes do Campestre, Martinha do Coco, Léo Santana, Lene Silva e Xenhenhém. 

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