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Notificado pelo PSG, Santos já planeja como usar dinheiro de venda de Neymar

Segundo presidente do Peixe, Modesto Roma Júnior, pagamento deve ser realizado em breve

13/09/2017 13:48h

O Santos espera receber nas próximas semanas os cerca de R$ 33 milhões que tem direito pela venda de Neymar do Barcelona para o Paris Saint-Germain. O valor corresponde a aproximadamente 4% do que os franceses gastaram para contratar o atacante – aproximadamente R$ 820 milhões – e se trata de uma indenização prevista no mecanismo de solidariedade da Fifa, que remunera os clubes formadores dos atletas.

Segundo o presidente do Peixe, Modesto Roma Júnior, os franceses já enviaram uma notificação informando que a quantia milionária será depositada em breve na conta alvinegra.

Em Guayaquil, no Equador, onde o Santos enfrentará o Barcelona, nesta quarta-feira, pelas quartas de final da Copa Libertadores, o mandatário afirmou que já tem planos para o dinheiro. A tendência é que boa parte dos R$ 33 milhões seja utilizada para sanar dívidas e melhorar o fluxo de caixa do clube.


Neymar com Nasser Al-Khelaïfi, presidente do PSG, na apresentação no Parc des Princes (Foto: AP Photo/Francois Mori)

– Dinheiro não tem carimbo. Mas vocês não podem esquecer que o Santos está em uma fase de recuperação financeira e isso é muito importante – declarou.

Modesto lembrou que, para manter o elenco forte na disputa da Libertadores e do Brasileirão, o Peixe negociou apenas o volante Thiago Maia na última janela de transferências, tendo arrecadado aproximadamente R$ 31 milhões com a operação. O presidente admitiu a dependência de vendas de atletas para manter as contas em dia:

– Temos um orçamento a cumprir. Ano passado vendemos dois jogadores, neste ano só vendemos um. Normalmente se vende um jogador na janela de janeiro e outro na de julho e agosto. É o trâmite normal na atual situação do futebol brasileiro – comentou.

A saída de Neymar do Barcelona também deve render outros quase R$ 17 milhões ao Santos, referentes a compensação pela não realização de um amistoso contra os espanhóis. O jogo estava previsto em contrato assinado à época da venda do atleta, em 2013, e deveria ter acontecido enquanto Neymar mantinha vínculo com o Barcelona.

Fonte: Globo Esporte

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