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Notícias Cá entre mães

10 de janeiro de 2017

Com câmera ou sem câmera?

Eu preciso de um lugar que me inspire confiança

Quase sempre, quando me perguntam sobre escola/creche das meninas, aparece o questionamento: “lá tem câmera?”, ou “você vê tudo pelas câmeras, né?”.

Até que acho normal esse tipo de pergunta, principalmente considerando o frio na barriga que sentimos ao deixar os filhos em ambientes estranhos.

O que não entendo bem é a cara de choque quando respondo que não; não fico olhando nada pelas câmeras.

O choque é ainda maior quando explico que, apesar de as meninas terem tido sua primeira experiência em creches com câmeras que eu podia visualizar pelo celular (a experiência da Laura durou dois meses; a da Luísa durou oito), eu confio plenamente no centro infantil onde Laura passou a maior parte da infância e onde Luísa foi matriculada agora. E lá as câmeras são apenas de circuito interno; o acesso não é disponibilizado às famílias.

A verdade é que eu preciso de um lugar que me inspire confiança. Um lugar em que eu perceba o cuidado com as meninas, nos mínimos detalhes. E, para mim, as câmeras não são um item imprescindível.

Vou explicar.

A primeira experiência escolar de Laura foi numa creche com monitoramento eletrônico. Na teoria, eu poderia acompanhar o cotidiano dela pelo celular. Na prática, quase nunca conseguia acessar. O sistema ficava “com defeito” quase sempre.

Nas três vezes (em dois meses) em que consegui acessar, ela estava sentada, presa numa cadeira, de frente pra TV. Nas três vezes, liguei e falei que não queria minha filha presa. Coincidentemente, em todas as vezes, eles a tiraram da cadeira assim que liguei e, logo depois, o sistema ficou fora do ar.

Resultado: eu resolvi considerar o estresse do meu bebê de quase 10 meses e ela mudou de creche. Foi para uma instituição que não disponibiliza câmeras para os pais, mas que me deixou segura desde o primeiro dia. Laura sairá agora, para uma escola, mas só porque a instituição onde ela está não oferta turmas para a idade dela (vai fazer quatro anos).

Luísa entrou na creche aos quatro meses. O centro onde Laura estava matriculada não recebe bebês tão pequenos e, por isso, ela foi matriculada noutra instituição. Embora Luísa não demonstrasse estresse e eu sempre tenha percebido que ela foi muito bem cuidada nessa creche, o sistema de monitoramento parecia estar sempre em manutenção.

Nas raras vezes em que consegui ver as câmeras pelo celular, Luísa estava brincando, tranquila. No entanto, havia uma inquietude no meu peito, não sei por que razão.

Esse ano, Luísa irá para o centro onde Laura estudou dos 10 meses aos 03 anos. Como eu disse, lá não possui sistema de monitoramento on line para os pais. Mas é o lugar que me dá a tranquilidade plena para trabalhar.

E talvez seja por isso que, para mim, as câmeras não são indispensáveis.

Eu prefiro um lugar em que perceba minhas filhas felizes, bem estimuladas, alimentadas e cuidadas. Prefiro um lugar com conversa franca, direta e diária. Um local onde as minhas meninas não sejam apenas alunas, sejam pessoas, em toda a sua plenitude.

Sei que há muitas famílias que só confiam em locais com câmeras. Não as julgo. Cada família tem um jeito próprio.

Para mim, basta o olho no olho, a parceria, a confiança mútua. 

28 de novembro de 2016

Mães de Anjos: amor que transborda

Amor de mãe é eterno e imperecível. E transborda. E, transbordando, visa sensibilizar profissionais para o sofrimento e o luto maternos

“Oi, você pode ajudar a divulgar um evento para mães de anjos em Parnaíba?”

Mães de Anjos. Foi assim que essa expressão, num e-mail, fisgou meu coração. Ela não pegou a Viviane jornalista. Pegou a Viviane mãe. Especificamente, mãe de uma estrela.

E foi então que fiquei sabendo que no próximo dia 10, a OAB de Parnaíba sediará o I Encontro Multiprofissional de Cuidados às Mães de Anjos: sensibilizando para o sofrimento.

O evento abordará temas relacionados às perdas gestacional e neonatal e às vivências de perda e luto na maternidade. Haverá também a exibição do documentário O Segundo Sol, feito por uma família de Minas Gerais após a perda de um filho.

Achei a ideia linda. Um encontro para sensibilizar profissionais e estudantes de saúde para lidar com as famílias em sofrimento, contribuindo para a humanização do atendimento e para o processo de ressignificação da perda. Você entende o que é isso?

Eu entendo. Quando estava grávida da minha estrela e tive o sangramento, precisei fazer um exame de ultrassom. Antes de fazer, contei ao médico que estava grávida, havia tido um sangramento e o obstetra tinha pedido o ultrassom. Eu estava angustiada, chorosa, em visível sofrimento, temendo perder meu tão esperado bebê.

Ao fazer a ultrassonografia, o médico simplesmente disse “aqui não tem batimento nenhum. O feto está morto”. Você consegue imaginar essa dor? O mundo fugiu sob meus pés e tudo era vazio.

Depois veio a dor de fazer a curetagem e de sair da sala de parto sem um bebê nos braços. E depois, inúmeras dores nesses dois anos de perda.

São essas dores que o Encontro procura ressignificar por meio da sensibilização de profissionais. E eu sei que você, mesmo não tendo passado pela dor de perder um filho, certamente já perdeu alguém querido e sabe quanto é importante amparo e apoio no processo de luto.

Mas a lindeza da iniciativa não para no I Encontro Multiprofissional de Cuidados às Mães de Anjos: sensibilizando para o sofrimento. Conversando com a Germana Barros, de Parnaíba, ela me contou que ela e outras mães, com o apoio profissional de uma psicóloga, criaram um grupo de apoio para mães, o Mães de Anjos. Elas se reúnem uma vez ao mês e partilham suas experiências, sempre com a ajuda da psicóloga.

O Mães de Anjos foi o primeiro grupo de apoio ao luto materno do Piauí e tem ajudado essas mães a reconstruírem suas histórias, ajudando-as a vivenciarem sua dor de forma produtiva, auxiliando umas às outras.

O Mães de Anjos é a prova de que o amor de mãe é mesmo eterno e imperecível. E transborda, espalhando amor e luz pelo mundo.

Mais informações sobre o I Encontro Multiprofissional de Cuidados às Mães de Anjos: sensibilizando para o sofrimento: encontromultiprossionalama@outlook.com



02 de novembro de 2016

Um encontro de amor

Criar uma rede de mães que se apoiam, trocam experiências, afeto e conhecimento. Criar uma rede de alegria e pertencimento

 

Toda vez que eu penso em Teresina, penso em abraço. Acho a cidade acolhedora, como colo de mãe. Aqui, pessoas de todos os lugares se sentem em casa, ainda que mal tenham acabado de chegar. Há sempre alguém para abrir a porta da casa, apresentar amigos, tornar aquele recém-chegado um nativo. Aconteceu comigo e acontece com muita gente.

Quando se é mãe, esse abraço ganha ainda mais importância. Numa sociedade tão competitiva, ter uma rede de abraços e outras mães com quem contar é imprescindível para seguir na difícil, extenuante e prazerosa tarefa de cuidar e educar os filhos.

É claro que não é só mãe quem acolhe e abraça. Gente, como é importante que toda a família esteja unida nesse processo, desde antes da gravidez. Como é importante abraçar e empoderar os pais, para que sejam pais mesmo, de fato, tão cuidadores e responsáveis pelos filhos quanto as mães!

Como é importante que todos estejam juntos - tios, avós, amigos - para ver essa nova mãe e esse novo pai nascerem e crescerem junto com a criança.

Mas por que estou falando isso? Porque Teresina vai receber, no próximo dia 09 de novembro, o Encontro AMARmentar. Um projeto lindo, criado pela Joyce (que mora em São Paulo), uma mamãe que teve muita dificuldade de amamentar e sentiu a necessidade de ter apoio.

E sabem o que ela fez? Resolveu promover um encontro entre mães, para que elas pudessem se ajudar e trocar experiências, onde se formasse uma rede de apoio, trocassem experiências e, principalmente, ajudassem uma à outra, mutuamente.

A ideia cresceu e já chegou a diversas cidades. E eu acho o AMARmentar a cara de Teresina. Tem cara e cheiro de abraço.

O movimento AMARmentar objetiva promover e defender a amamentação em livre demanda através de rodas, encontros, caminhadas. Reúne as mães e diversos profissionais de saúde, dando apoio técnico, promovendo a circulação de conhecimento e criando – por meio das redes sociais – uma grande rede de amor e de afeto.

Sei que aqui em Teresina há diversos grupos de mães que defendem a amamentação em livre demanda e que apoiam as famílias nesse caminho, discutindo também introdução de outros alimentos e diversos outros temas ligados à maternidade.

Por isso, acredito que a chegada do AMARmentar em Teresina irá fortalecer os movimentos locais e ampliar essa rede, contribuindo também para diminuir preconceitos que enfretamos em nosso cotidiano.

O Encontro AMARmentar é para todos os que acreditam que o amor é a mola que nos permitirá criar um mundo melhor para nós e para nossas crianças.

Quer saber mais sobre o AMARmentar em Teresina? Conversa com a Bruna Lira que ela te passa todas as informações: (86) 8119-9074.


18 de outubro de 2016

Força e coragem pra seguir

Sem meias palavras, com fé inabalável e um inesquecível talento para as panelas

18 de outubro. Essa data é uma das mais difíceis da minha vida. Hoje faz dois anos que um centro cirúrgico materializou a transformação do meu tão esperado bebezinho numa estrela.

Os últimos dias têm sido especialmente difíceis com essa lembrança. Tem sido assim, desde a nossa separação física.

Mas, como em 2014, eu hoje encontro uma razão para tudo ter fisicamente terminado no dia 18 de outubro. Dia do aniversário da minha avó Beêza.

A vovó sempre foi exemplo de força e resignação. Suportou o sofrimento e a doença por anos, sem nunca reclamar.

Manteve a lucidez mesmo quando o corpo já não respondia aos comandos do cérebro. Sempre firme e segura.

Quando os lábios já não articulavam palavras, falava conosco pelo olhar e pelo aperto de mãos.  

Em dias como hoje, eu me lembro ainda mais da minha avó. Do seu talento para a cozinha – que eu não herdei – e de como cada comida feita por ela era uma declaração de amor.

Lembro o seu jeito forte e decidido, sem meias palavras, sempre segura de si. E tento fazer disso o meu espelho.

Recordo o seu prazer em festejar a vida, com a casa cheia, muita comida à mesa, bolos doces e risadas.

Lembro a sua mão, fortaleza da família. E olho para a minha mãe, enxergando nela a vovó Beêza.  

E mesmo hoje sendo um dia triste, é um dia feliz. O dia em que a vovó e a minha estrelinha se encontraram e se abraçaram. E eu sei que juntas elas olham por mim e me ajudam a seguir.

08 de outubro de 2016

A felicidade das pequenas coisas

Em meio à correria e ao estresse do dia a dia, é preciso seguir, prestando atenção ao caminho e valorizando as pequenas felicidades diárias

Com a proximidade do Dia da Criança, a escola da Laura iniciou uma campanha de arrecadação de brinquedos, roupas, livros e sapatos. A idéia, segundo a escola, é fazer com que as crianças – e suas famílias – pratiquem o desapego e exercitem a solidariedade.

Lá em casa, desde bem pequenina, Laura é incentivada a doar. No início, mesmo com toda a conversa, ela não aceitava a idéia de separar seus brinquedos e doar a outras crianças.

Aos poucos, ela entendeu e de vez em quando ela nos surpreende ao segurar um brinquedo, ou uma roupa e dizer: “vamos doar esse, né?”. Ela também já entendeu que devemos doar objetos em bom estado, para que outras pessoas possam usar.

Mas, embora a gente ensine, converse e faça, junto com ela, a verdade é que não dá pra saber como essa ideia de doação, de pensar no outro, está tomando forma em sua cabecinha infantil.

Ontem, nós descobrimos. Ao sair da escola com a Laura para ir buscar Luísa na creche, Alex começou a conversar sobre a campanha de doação de brinquedos que a escola está fazendo:


- Laura, você quer ir fazer a doação junto com a gente?

- Quero sim! Aí a gente pega o saco de brinquedos, vai lá na "doada" e entra na sala. Depois a gente fala pra professora pra botar os brinquedos na caixinha.
E todas as crianças vão sorrir de felizes!


Quando ele me contou, a primeira reação foi sorrir de encantamento pela resposta, tão na lata, tão alegre!

Depois é que eu fui pensar no caminho que tentamos seguir, dia a dia, com as meninas. E sobre o quanto é difícil educar.

Não vou negar: há dias em que o cansaço é tanto que tenho vontade de chorar. E sei que o Alex também se sente assim.

Há momento em que simplesmente não sabemos se estamos agindo certo ou errado na educação da Laura e da Luísa.

Mas aí, numa conversa despretensiosa, a menina de três anos nos mostra que, sim, estamos na trilha estreita, acidentada e difícil da educação com amor.

Ela sabe que suas ações podem fazer outras pessoas felizes. E ela se alegra com isso.

E eu descubro que é preciso seguir, atenta ao caminho, valorizando as pequenas felicidades diárias, como a de ver a sua filha se alegrar ao alegrar a vida de outras crianças.

20 de setembro de 2016

Mamãe, não quero mais ser bailarina

Pensei em argumentar, insistir. Afinal, ela sempre gostou tanto de balé... (e, sim, a gente acha lindo, aquelas menininhas arrumadas, perfiladas, dançando)

Desde pequenina, Laura é encantada por balé. Sempre disse que seria bailarina. Nós nos acostumamos, desde cedo, a ficar em nossos lugares, assistindo maravilhados ao espetáculo de balé em nossa sala, para depois aplaudir e saudar a nossa linda bailarina.

Enquanto não podíamos matriculá-la em aula de balé porque não tinha três anos, nós a levávamos ao teatro, ao shopping... Onde houvesse um espetáculo, lá estava ela, olhinhos brilhando, atentos à coreografia, mergulhados naquele universo encantado.

Na escola, em casa, aonde ia, ela repetia as coreografias, as entradas dos bailarinos, os cumprimentos à platéia ao final do espetáculo. Nossa bailarina, tão linda, rodopiava e contava que ia para a escola de balé.

E foi. A uma, duas, três escolas. Em todas, olhou as aulas, entre tímida e encantada, no meu colo. Em nenhuma delas, minha bailarina rodopiou. Em nenhuma, ela se encontrou.

Um dia, em casa, veio o veredicto: “Mãe, eu não quero mais ser bailarina; não quero escola de balé. Só vou ser bailarina mesmo na nossa casinha”.

Pensei em argumentar, em insistir. Afinal, ela sempre gostou tanto de balé... (e, sim, a gente acha lindo aquelas menininhas arrumadas, perfiladas, dançando).

“Por quê, filha”?

“Não quero, a tia do balé vai fazer assim, ó (gesto de amarrar o cabelo em coque). E eu não gosto”.

Por que estou contando essa história? Porque nesse dia, eu aprendi com minha filha de menos de três anos o quanto vale ser livre.

Ela continua amando balé. Rodopia e dança em casa, em família. Diz que é bailarina. Mas não quer fazer balé. Se é convidada a ver uma aula, sempre responde não.

Laura não aceita a imposição do coque. Não aceita muitas outras imposições. Desde sempre, ela questiona, quer entender os porquês.

Não estou dizendo que ela não aceita regras. Ao contrário. Aceita e geralmente as cumpre. Mas tem que ser na conversa, explicação e convencimento.

Recebe limites em casa e os testa frequentemente, talvez para saber se agiremos com coerência, obedecendo aos nossos combinados.  

Laura é, como costumo dizer, um espírito livre.

Não gosta de roupa com sovaco (mangas justas). Nem de tecidos que piniquem, nem de sapatos apertados.

É livre, nas mínimas coisas do dia a dia. Pés descalços, desbrava o mundo e as coisas. De “vestido rodador” ou “biquíni de barriga aparecida”, ela segue, exercitando e ensinando a liberdade de ser quem é.

Está aprendendo a lidar com suas emoções e isso nem sempre é pacífico, ou simples. Interroga com palavras e com o corpo inteiro. Defende suas ideias com força e doçura. E não se prende ao que esperam dela.

Essa é a minha Laura. Minha doce bailarina sem coque, sem amarras.

Quem foi que disse que temos que ensinar nossos filhos? Esse povo pequenino veio aqui foi pra ensinar a gente a ser mais gente, isso sim! 

14 de setembro de 2016

Caminhando eu vou, um passo de cada vez

Perninhas duras, equilíbrio vacilante, ela segue. Cai, levanta, testa o equilíbrio e caminha. O aprendizado de toda uma vida

Durante nove meses, na barriga, você me ensinou, Luísa. Ensinou a esperar, a acreditar, a planejar e a amar.

Nove meses fora da barriga, completados no último dia 07. E você segue me ensinando: a esperar, a acreditar, a planejar e a amar.

Bebê calmo. Mesmo com noites insones e todo o mal estar do refluxo e da APLV (depois eu falo sobre isso), você sempre tem o sorriso, a alegria incessante e o jeitinho mais doce de dizer – sem palavras – que está tudo bem.

Engatinhou aos cinco meses, antes de aprender a sentar. Como quem diz: “mamãe, quero ver o mundo, ser independente”. A partir daí, o que é mesmo sossego?

Mais ou menos aos oito meses, aprendeu a dormir toda a noite e já explorava a casa, usando as paredes e móveis como ajuda. Um sábado, em casa, olhou o pai e a irmã e deu um passinho sem segurar em nada. Um só. Digno de uma enorme festa. E mais nenhuma tentativa.

Nove meses, Luísa. Você mal completou nove meses. Ontem, sem nem avisar, você saiu assim, caminhando, solta, pela sala.

Caminhava, desequilibrava, esticava os bracinhos. Seguia. Mais à frente, caía. Voltava a levantar. Perninha dura, sem flexionar nada, passos vacilantes. Mais uma queda. Novo levantar. De passinho em passinho, você sorrindo, como a me dizer: “pare de chorar, mamãe, aceite, que agora é que a diversão começa”.

Eu ali, boba, chorando e rindo ao mesmo tempo. Tanto amor, filha.

Seus primeiros passos. O cair e levantar. O aprendizado de toda a nossa existência, minha pequena. Seguir, cair, levantar, seguir. Sempre. Com alegria e determinação.

Ontem, você desejou o chinelo e foi buscar. Caminhando, perseverando. Amanhã, serão outros objetivos. Caminhando, perseverando, alcançando.

E eu? Estarei ali, boba, chorando e rindo, sempre contigo. Tanto amor, filha. 

29 de agosto de 2016

O poder restaurador do diálogo

“Viviane, recebi sua carta e quero conversar”. Depois disso, um diálogo franco, humano