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Boas e novas

Em Defesa de Cristo

Ateu convicto, Lee Strobel decidiu entrevistar grandes fontes para provar a “farsa do Cristianismo”

26/09/2017 13:41h

O bom jornalista sabe que, para ter boas histórias – aquelas que mostram os fatos e a realidade deles – é preciso, em primeiro lugar, ter excelentes fontes; e em segundo, saber fazer as perguntas corretas. O jornalista Lee Strobel entendia disso. Ateu convicto, decidiu entrevistar grandes fontes para provar a “farsa do Cristianismo”. Começou pelo ponto central – a ressurreição de Jesus. Afinal, se Cristo não ressuscitou, seria vã a fé dos cristãos.

Nesta grande matéria, Strobel consultou historiadores, médicos, psicólogos e outros estudiosos renomados, e fez as perguntas certas nas respectivas áreas de cada um:

- As biografias de Jesus, escritas por seguidores possivelmente “fanáticos”, são confiáveis?

- Estas biografias resistem a uma investigação minuciosa?

- Elas foram preservadas de maneira confiável?

- Além das biografias, existem outras evidências confiáveis?

- A Arqueologia confirma ou contradiz as biografias?

- O Jesus da História é o mesmo Jesus da Fé?

- Jesus estava louco quando afirmou ser Filho de Deus?

- Somente Jesus se enquadra no perfil do Messias prometido?

- A morte de Jesus foi uma fraude e a ressurreição, um logro?

- Ele ressuscitou ou seu corpo simplesmente desapareceu?

- Jesus foi visto vivo depois da morte?

Para sua surpresa (sim, jornalistas muitas vezes vão a campo achando que já sabem as respostas), Lee Strobel não conseguiu provar que o Cristianismo é uma farsa. A cada entrevista, ele entendia os motivos de Cristo dividir a História em “antes” e “depois”, e, por fim, acabou se tornando um Lee antes de Cristo (ateu) e um Lee depois de Cristo (defensor e pastor).

Pois é, perdoem-me se contei o final do filme “Em Defesa de Cristo”, que está nos Cinemas. Mas não se preocupe, o melhor não foi dito. Vale a pena conferir cada descoberta e, como não dá tempo anotar tudo, vale também ler o livro (mesmo título) e conhecer mais profundamente a história deste ex-ateu que passou a usar diversos argumentos históricos e científicos para explicar Cristo, sem abrir mão de algo que continua sendo imprescindível: a fé. 

Edição: Pollyana Rocha

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